Notas iniciais
Oie lindaaasss!!!!
Por favor não me matem.... eu sei que eu demorei uma eternidade para postar o capítulo, mas é que simplesmente minha inspiração e criatividade sumiram nessas últimas semanas. Sério, eu não sabia nem por onde começar, e o capítulo de hoje foi escrito um pouco cada semana...
Espero que vocês não tenham me abandonado...
Muito Obrigado pelos reviews!!! Eu amei!!! É muito importante pra mim saber a opinião de vocês *-*
Bom, chega de pedir perdão...
Boa Leitura!!!

POV Caroline



Já havia se passado, exatamente, um mês desde que eu e Klaus estávamos juntos; um mês também, que nós havíamos acelerado a busca pela cura. Jeremy vinha matando vampiros diariamente agora, e todos nós estávamos cada vez mais ansiosos para que a tatuagem fosse completada. O resto dos Originais ainda se encontravam na cidade, e não tinham dado um passo se quer em relação a toda essa história; a maioria de nós, suspeitava que eles só estavam armando um bom plano de ação para, na hora certa, levar Jer e todo o necessário para conseguir a cura. No entanto, eu acho algo diferente; tenho pensado, talvez, que essa incessante demora em nos atacar, seja apenas falta de interesse no assunto.

– Srta. Forbes! A Srta. está me ouvindo? – a voz estridente da nova professora de história me acordou de meus devaneios.

– Sim Senhora Hale! Eu estou escutando. – respondi rapidamente, me dando conta de que não a ouvia já faziam no mínimo uns 15 minutos.

– Então responda à pergunta! – ela exigiu impaciente.

No mesmo instante todo meu corpo travou. Eu não sabia qual era a pergunta; não fazia se quer ideia de qual assunto estava sendo tratado nessa aula. Freneticamente, quase em pânico, comecei a olhar para todas as direções, para todos os lados à procura de qualquer tipo de ajuda, até que, encontrei um perfeito rosto de gentis olhos azuis a algumas mesas da minha.

– 1789. – Rebekah disse silenciosamente apenas movendo os lábios.

– 1789! – respondi confiante, sem saber exatamente, o porquê de eu estar confiando na minha cunhada Original; que até aonde eu sabia, poderia muito bem estar mentindo apenas para me causar algum tipo de humilhação pública.

– Muito bem Srta. Forbes! Um ponto e meio pela resposta correta da data de início da Revolução Francesa! – ela disse sorridente, o que me deixou feliz e satisfeita em saber que eu a estava agradando.

Logo, a professora já continuou a sua explicação sobre o evento revolucionário ocorrido na França do século XVIII. Porém, por mais que o assunto parecesse interessante, minha mente voltou a vagar pelas tantas e inusitadas questões que envolviam o nosso incerto futuro.

Após muitos e muitos minutos, que se arrastaram por assim dizer, fui, mais uma vez, surpreendida; mas dessa vez, foi o sinal, que anunciava o termino das aulas daquela quinta-feira, quem retirou-me de meus tortuosos pensamentos. Como um impulso automático, feito por mim cotidianamente durante anos, levantei, e apressadamente recolhi meus materiais saindo da sala de aula, bem em tempo de ver os longos cabelos loiros de certa Original desaparecendo em meio aos outros alunos. Sem pensar em absolutamente nada, meus pés me guiaram em uma velocidade quase inumana ao encontro de Rebekah, que guardava pacientemente seus materiais no armário da escola.

– O que você quer? – ela perguntou calmamente, ao notar a minha presença, e sem tirar a atenção do que fazia.

– Eu só queria te agradecer por ter me ajudado lá dentro! Você sabe, com a resposta para a professora de história. Eu realmente não estava prestando atenção. – disse um tanto sem graça, afinal, nós nunca havíamos nos dado bem, e fazia apenas um mês desde que ela havia tentado me matar.

– Não foi nada! Eu apenas sabia a resposta. Nik e eu estávamos na França quando tudo aconteceu. – ela respondeu indiferente, ainda sem me dar qualquer tipo de atenção.

– Mas mesmo assim você me ajudou; e eu agradeço por isso. Não é como se todos os dias nós ajudássemos uma a outra, não é mesmo? – disse mantendo uma postura firme e educada.

– É verdade. – ela me respondeu ainda indiferente, fechando o armário e colocando sua lindíssima bolça Prada sobre o ombro. Então ela se virou para ir embora, porém, parecia que algo a segurava no mesmo lugar.

– Caroline! – ela me chamou urgente, mesmo que eu ainda estivesse em sua frente.

– Como ele está? Nik? – ela perguntou em um tom baixo, como se falar em voz alta a perturbasse. Isso me deixou chocada, o amor entre eles era realmente muito forte, e apesar de tudo eles se preocupavam um com os outros acima de tudo.

– Ele está bem. – tentei tranquiliza-la com a verdade.

– Mas, sabe, você deveria ir visita-lo, ele sente a sua falta, muito. Sem contar que ele tem desenhado a família de vocês esses últimos dias; e você o conhece o suficiente para saber o que isso significa. – disse sinceramente tudo o que havia observado de Klaus esse mês, e Rebekah parecia estar em um estado entre surpresa e conflito.

– Obrigada! – ela respondeu agora como um sussurro, e me dando as costas se afastou apressadamente, sumindo no meio da multidão.

Fazendo os mesmos movimentos da loira Original, fui em direção a meu próprio armário, e após trancar meus materiais, segui com minha bolça em direção à saída da escola, e passando as pesadas portas de metal que, normalmente, nos separavam da loucura sobrenatural na qual vivíamos, fui caminhando despreocupadamente até o estacionamento aonde Stefan me esperava sorridente ao lado de meu carro.

– O que você faz me esperando Sr. Salvatore? Pensei que a essa hora já estivesse em casa. – disse brincalhona.

– Na verdade, eu estava esperando que a minha melhor amiga pudesse me dar uma carona. – ele disse um tanto envergonhado.

– Melhor amiga? Carona é? O que houve com o seu carro? – perguntei me fazendo de desentendida, e arrancando de Stefan um sorriso de dar inveja a qualquer um.

– Bom, o meu carro quebrou ontem à tarde. Eu só vim para a escola porque Damon me deu uma carona. Você poderia, por favor, me levar para casa? – ele disse indiferente, como se o fato de o irmão, que namora a sua ex-namorada, lhe der carona fosse normal.

– Entra aí Stefan. Eu te levo em casa. – disse já destravando as portas do carro e tomando meu lugar no banco do motorista.

– Obrigado Caroline! – ele disse já do seu lugar enquanto eu dava a partida.

– Como você esta com tudo isso Stefan? Eu quero dizer, você voltou para a sua casa semana passada, e o Damon e a Elena ainda moram lá, e eles estão juntos. – perguntei absolutamente preocupada com a integridade psicológica de meu amigo.

– Ah, está tudo bem. Katherine tem me ajudado. Tem algo diferente nela, sabe, ela tem nos feito rir e às vezes até cozinha. Eu estou melhorando. Talvez eu e a Elena não éramos para ser, você entende? – ele disse em tom de curiosidade.

– É, eu entendo. – e eu entendia mesmo, era assim comigo e com Tyler, nós até já havíamos voltado a ter uma convivência harmoniosa.

O caminho até a Mansão Salvatore foi tranquilo e descontraído. Stefan me fazia muito bem, e eu tinha a sensação de que a recíproca era verdadeira; o que me deixava muito feliz por ter encontrado essa verdadeira amizade que tinha com ele. No mesmo momento em que eu estacionava o carro em frente a casa, todos os nossos amigos, inclusive Klaus e Katherine, saíam pela porta, parando de chofre, enquanto, Stefan e eu, deixávamos o carro.

– Ainda bem que estão aqui! Assim não preciso gastar nem um pouco da minha perfeita voz ligando para vocês. – ironizou Damon, e Katherine riu.

– O que está acontecendo aqui? – Stefan realizou a pergunta que estava pronta para ser expelida por meus lábios.

– Última caçada; espero. – Klaus respondeu sorrindo travesso para mim.

– Como assim? – disse intrigada, me abraçando em Klaus, que correspondeu ao meu carinho.

– O nosso Jeremy aqui, disse que a tatuagem está quase completa, então, estamos saindo para matar os últimos cordeiros. – Katherine disse um tanto zombeteira, ganhando olhares furiosos tanto de Elena quanto de Bonnie; e sorrisos de Damon e Klaus.

– Bom, vamos; ou a minha paciência vai acabar indo pelos ares com toda essa conversa. – Damon declarou revirando os olhos.

– Então vamos, Dick! – Jeremy se manifestou passando ao lado de Damon e batendo-lhe com a besta no ombro esquerdo.

Todos nós adentramos a floresta; segundo Damon, havia uma casa entre as árvores cheia de vampiros, que segundo informações dadas pela minha mãe, andavam atacando as cidades vizinhas. A nossa caminhada foi extremamente silenciosa, e apesar da ansiedade que sentia, eu sabia que era impossível sermos vencidos, afinal, tínhamos um Híbrido Original, uma Vampira de 500 anos, dois Vampiros de 150 anos cada, mais eu, Elena, Tyler, e Bonnie; e provavelmente, o restante dos híbridos de Klaus que deveriam estar escondidos já perto da casa.

Chegando ao local, que possuía uma imensa casa caindo aos pedaços, e um cheiro de sangue e carne putrefata; coloquei meus instintos em alerta máximo, e me preparei para lutar, já que o nosso dever era apenas colocar os vampiros para dormir e deixar que Jeremy os matasse, ou nossa caçada pela cura demoraria, no mínimo, mais alguns dias. Klaus sendo o único, verdadeiramente, imortal entre nós, se prontificou para bater na porta da casa, e após fazê-lo todos nós esperámos em um silêncio sepulcral.

– Olá! – Klaus disse batendo mais uma vez na porta, que foi aberta por uma bela jovem ruiva.

– O que deseja? – ela perguntou maliciosamente, e imediatamente quis pular no pescoço dessa vadia oferecida.

– Quero saber quantos vampiros há na casa? – ele disse objetivamente, e todos nós percebemos que ele usava compulsão na mulher a sua frente.

– 20. – ela disse como se estivesse enfeitiçada, e isso fez com que eu me perguntasse o quão forte poderia ser a hipnose de um Vampiro Original.

– Ótimo! Presumo que seja o bastante Little Gilbert. – Damon disse sorrindo para Jer, e ambos se colocaram ao lado de Klaus.

– Podemos entrar? – Klaus continuou.

– Claro. Só vampiros moram aqui.

– Agora venha aqui! – ele ordenou e imediatamente ele a segurou de frente para Jeremy, que a matou sem nem ao menos piscar, o que deixou a mim, Bonnie e Elena horrorizadas.

– Aqui vamos nós! – Damon disse adentrando a casa furiosamente com todos em seus calcanhares.

Como se fosse um daqueles filmes de zumbis, vampiros e mais vampiros começaram a surgir de todos os cantos da casa. Klaus e Katherine lidavam com eles como se estivessem sentados jogando cartas, lutavam apenas pela diversão da serem mais fortes e ágeis. Como previsto, estávamos tranquilamente no controle da situação. Eu lutava com uma morena, que com certeza era mais velha do que eu, pois estava me dando muito trabalho, e quando ela me prendeu em uma chave de pescoço, Damon magicamente apareceu quebrando o seu pescoço, fazendo um Jeremy sorrateiro mata-la definitivamente. Assim todos nós continuamos, até sermos surpreendidos por um grito agudo e cheio de dor, que nos assustou ao constatarmos que saía da boca de Jer, que tinha uma estaca enfiada no peito de um homem que Katherine ainda segurava. Sem pensar duas vezes, Elena e eu corremos vampíricamente ao seu encontro, e todos os vampiros restantes foram liquidados em um piscar de olhos.

– Jer! O que está acontecendo? – Elena perguntou preocupada, ao constatarmos que ele não tinha se quer um arranhão.

– Está queimando! E eu não consigo soltar a estaca. – ele esclareceu.

– Eu vou larga-lo no três ok? – Katherine disse olhando diretamente nos olhos de Jeremy.

– Um, dois, três!

E assim ela o fez; ela soltou o vampiro morto que caiu com estrondo no chão, deixando Jeremy com a estaca em sua mão. Como se um frenesi tivesse tomado conta de seu corpo, ele soltou a estaca e seus olhos se tornaram brancos, em apenas um segundo ele já estava rasgando a sua camisa, e lá se encontrava a tatuagem, que lentamente se destacava mais e mais na pele clara de Jeremy. A visão era extremamente assustadora, e de repente mais um grito ecoou pela casa, era Bonnie, que tinha os olhos do mesmo branco que os de Jer. Como que guiada por algo invisível, ela caminhou na direção de Jeremy, colocando as mãos em seu peito, sobre a tatuagem maior, e tudo, assim como começou, cessou; deixando a todos nós em um completo estado de surpresa e choque.

– Fantastic! – Klaus disse maravilhado e um poderoso brilho atravessou seus belos olhos.

Notas finais
Espero que tenham gostado *-*
Não esqueçam de deixar reviews, ok?
Aliás, quero dicas para o final da fic... é, pois é, teremos no máximo mais 8 capítulos :(
Por isso deixem comentários e recomendações!!!!
Prometo nunca mais demorar tanto, viu? Sorry!
xoxo