My Hero. My Light.
9 Aquilo que vem depois da tempestade.
Notas iniciais
CARA, AS RECOMENDAÇÕES QUE MHL RECEBEU ♥3 MUITO OBRIGADA GABRIELA E PHRYCILLA ♥ SÉRIO! EU FIQUEI TÃO FELIZ ♥ ME ANIMA TANTO PRA ESCREVER! Muito obrigada meeeesmo! Esse capítulo é pra vocês! *o*
E vocês leitores que apareceram? EU TENHO VONTADE DE AGARRAR TODOS VOCÊS PRA SEMPRE PRA NUNCA FUGIREM! ♥ AUHEHA Sério, eu fiquei tão feliz ♥ Muito obrigada por terem deixarem review.
E VOCÊS QUE FAVORITARAM A FIC TAMBÉM, OBRIGADA ♥ Fico muito feliz que vocês estejam gostando!
E pra finalizar os agradecimentos... Eu queria agradecer as leitoras de MHL do twitter, como a Mari, Bubba, Isadora, Caroline... ela me animam muito, vocês não fazem ideia! Toda vez que qualquer um fala de MHL lá no twitter eu fico pior que pipoca ♥
AGORA VAMOS AO CAPÍTULO! Lhes apresento Gisele Blood haha ^^ Ela não teve tanta participação, mas podem crer que no próximo vai ter mais.
Leitores antigos verão que eu mudei muitas coisas nesse capítulo, quero saber se gostaram *o*
E mais uma coisa PRA TODO MUNDO: eu devo tirar a Peggy da jogada ou não? Tipo, não matá-la, mas deixar ela mais de fora do que já vai estar auehauhe tipo, já temos a Gisele e a Debby, pra continuar acho que não preciso de mais nenhum "complemento" ^^ Me digam suas opiniões! Eu adoro falar com vocês, seus perfeitos ♥ ♥
Aproveitem a leitura ;]
Quatro dias depois...
— Já tem o bastante? — indagou Steve sério, desviando o olhar para a enfermeira que tirava uma amostra de sangue de sua veia. Vendo que não receberia alguma resposta da enfermeira, ele se levantou da maca que estava sentado.
— Qualquer chance de reproduzir o programa está presa no seu código genético. Mas sem o doutor Erskine pode levar anos, mesmo com a Agente Grey aqui. — comentou Peggy com um tom profissional fitando o Rogers, que por sua fez olhava para a parede azulada a sua frente, já de pé.
— Ele merecia mais do que isso. — falou Steve quase que murmurando, mas mesmo assim sério. No entanto, essa seriedade estava ali somente para esconder o amontoado de sentimentos que vinham afligindo o soldado, há alguns dias. Ele e o Doutor Erskine não chegaram a ser tão próximo, mas ele havia sido o primeiro que havia lhe dado uma chance, nunca esqueceria isso.
— Se desse certo só uma vez — a Carter desviou o seu olhar do loiro, e fitou rapidamente os papéis que estavam depositados em suas próprias mãos —, ele ficaria orgulhoso de ser você. — finalizou, voltando a olhar o Rogers. Mas dessa vez, encontrando o mesmo lhe fitando.
[...]
— Coronel Phillips meu comitê está exigindo respostas! — avisou o senador Brandt seguindo o Phillips, um pouco impaciente.
— Ótimo! Por que não começamos respondendo como um espião alemão conseguiu entrar nas minhas instalações no seu carro? — respondeu o Phillips, um tanto desdenhoso. E não esperando por alguma resposta do senador, ele indaga ao Stark e a Grey que, como dois engenheiros curiosos que são, estudavam atentamente o tal “submarino” que o espião tinha usado para tentar fugir: — O que temos aí?
— Modestamente eu sou o melhor engenheiro mecânico deste país — começou Howard parecendo um pouco arrogante, e Debby não pôde deixar de encará-lo por isso. —, eu não sei o que tem dentro desse negócio e nem como funciona. Não estamos nem perto dessa tecnologia. — conclui, olhando rapidamente na direção da Grey, que tomou a palavra antes que mais alguém o fizesse:
— Nós não estamos perto dessa tecnologia porque, simplesmente, a nossa fonte de energia não é tão auto suficiente e tão desenvolvida quanto deveria ser. — e pra completar a indireta para o senador, Debby desvia seu olhar diretamente para ele por alguns segundos, antes de voltar a encarar o coronel — Só posso afirmar para vocês que o que fez essa coisa ficar submersa é algo que está longe de nosso alcance e estudo.
— E então de quem está? — perguntou o Brandt, encarando a Grey e o Stark respectivamente.
— Da HIDRA. — respondeu Phillips, atraindo o olhar do senador que até o momento esperava uma resposta dos dois engenheiros mecânicos ali presentes. — Com certeza leu nossos relatórios. — adicionou ao ver a cara do Brandt, que parecia tentar se lembrar do nome dito.
— Faço parte de vários comitês, coronel. — intervém em defesa de si mesmo, pensando que indiretamente ele próprio estava sendo acusado de ser desinformado.
— A HIDRA é a divisão de ciências avançadas dos nazistas. — apareceu a Agente Carter com seu já insubstituível tom profissional, sendo acompanhada por Steve e por mais dois soldados. — É liderada por Johann Schmidt, mas ele tem ambições muito maiores.
— A HIDRA é quase uma seita. — começou o coronel, fazendo com que a atenção do senador voltasse para ele. — Eles veneram o Schmidt, acham que é invencível. — finalizou, observando a reação que o senador.
— E o que vai fazer a respeito disso? — perguntou Brandt.
— Eu falei com o presidente hoje de manhã, a partir de hoje a REC será redirecionada. — avisou o Phillips, se aproximando da Agente Carter.
— Coronel... — pronunciou-se Peggy, esperando a ordem ser dada.
— Nós vamos atrás da HIDRA. Arrume as malas Agente Carter. — ele ordenou, encarando diretamente a Agente. — Você também Sr. Stark. — ele desviou o olhar para Howard e Debby — E Agente Grey, — Déborah que até então estudava o “motor” do suposto submarino, voltou seu olhar para o coronel, curiosa. — Você virá conosco também, terei uma missão especial para você. — ela concordou rapidamente. — Vamos para Londres esta noite. — avisou ele, começando a se retirar.
— Senhor — pronunciou-se Steve pela primeira vez, chamando a atenção do coronel que parou no lugar que estava, e virou-se para fitar o soldado que ele mesmo considerava ser simplesmente um rato de laboratório. Mas não foi somente a atenção do coronel que o Rogers atraiu ao se pronunciar; a Agente Carter e Debby fixaram seu olhar no soldado e, por incrível que pareça, um certo Stark também, apesar de ser mais discreto quando a ação. — Se vai atrás do Schmidt também quero ir. — disse, mostrando que queria ajudar em alguma coisa. Afinal, ele tinha conseguido. O soro havia dado certo. Ele tinha que fazer alguma coisa para ajudar seu país.
— Você é um experimento, vai parar lá e não volta. — o coronel respondeu-o rapidamente, com prepotência. Ao ouvir estas palavras saírem da boca do superior, Steve continuou apático. Muito diferente de Déborah, que rangeu os dentes em som mediano, fazendo Howard que estava perto de si fitá-la.
— Se acalme, Debby — pediu ele em um sussurro, mas alto o suficiente para que a Grey escutasse. Na verdade, Howard não queria exatamente que a amiga se acalmasse, ele adorava uma briga, e nunca realmente foi com a cara do coronel, mas ele sabia que sua fala iria irritá-la.
— Não me mande ficar calma, Howard. — ela virou a cabeça furiosamente na direção do Stark, que a encarava com as sobrancelhas erguidas, mas logo depois voltou seu olhar para o coronel, e não conseguiu segurar sua boca: — É errado eu falar isso, ele é meu superior, mas fico indignada. Você não vê como ele está agindo de um jeito completamente prepotente? Como se o Steve não pudesse ajudar em nada. — falou ela entredentes, tentando não deixar muito claro a sua insatisfação com as atitudes do coronel. E o Stark vendo-a daquele jeito, segurou o riso.
— O soro funcionou. — argumentou o Rogers, segundos depois.
— Eu pedi um exército e só o que me deram foi você. — o Phillips disse em tom duro, antes mesmo que Steve terminasse de falar, para logo depois dar as costas a todos, e sair dali a passos firmes como os de um coronel deveria ser.
— Ele poderia nos ajudar muito, mas não, o coronel tem que manter o orgulho em primeiro lugar... — resmungava Debby em tom baixo enquanto pegava um pano e o passa-o sobre a lateral do suposto submarino, e ao mesmo tempo observando o senador se aproximar de Steve, e os dois começarem a conversar intimamente, não a deixando ouvir nada. — Mas que missão será essa...? — ela questionou-se para si mesma, curiosa e confusa, refletindo a frase dita há alguns minutos pelo Phillips.
— Falando sozinha, Srta. Grey? — o Stark inclinou o rosto por cima de seu ombro, fazendo ela se sobressaltar e dar um pulinho de susto, largando o pano que segurava no chão, e colocando as mãos sobre o peito.
— Howard, pare. — ela pediu com o tom de voz irritado, fazendo um sorriso torto aparecer no rosto de Howard, entretanto, antes que o mesmo pudesse a responder, ela adicionou séria: — Não tenho tempo para isso. — fazendo com que Howard parasse no mesmo instante, e voltasse a fazer o que antes fazia.
~oOo~
Déborah POV’s
Tínhamos chegado a Londres há algumas horas. Estava cansada; minhas companhias não tinham sido totalmente... agradáveis durante a viagem. Peggy Carter, Coronel Phillips e Howard Stark, realmente não são as melhores do mundo, não é? Contudo, devo admitir o Howard é o mais... suportável dentre eles. A morte de meu avô tinha me deixado muito abalada; para mim, Abraham não era somente um avô materno, ele era o meu amigo, o meu melhor amigo; com quem eu sempre poderia contar e que também sempre faria de tudo para me ajudar (apesar de eu não ter sido completamente sincera com ele, não o contando sobre Steve antes.), e não posso negar que ele realmente o fez; eu não saberia onde estaria agora se não fosse por meu avô. Foi ele que me ensinou tudo que sei, cada informação, afinal, deixei meus pais há muitos anos, não sei nem se posso ser ainda considera como filha... Acho que são poucas as pessoas realmente próximas a mim agora, e, por mais incrível que pareça, que Howard é uma delas. No fundo, sei que ele é um bom amigo. E mais no fundo, no fundo mesmo, no fundinho daquele ser da família Stark, sei que habita um homem bom.
Posso estar ficando maluca, não sei. Mas acho que Howard está tentando me irritar mais por esses dias, e pior, acho que ele tem uma boa intenção com isso. Quer tentar manter minha atenção em outras coisas, e não em Abraham, no dia do experimento... Essas lembranças ruins que rondam minha cabeça de segundo em segundo... Acho que Howard está conseguindo me afastar delas, às vezes. Acho que tenho que agradecê-lo por isso.
Outra pessoa que consegue me manter longe das recentes lembranças ruins é o Steve. É meio estranho, porque eu não converso realmente com ele. Mas quando eu passo a observá-lo eu consigo... Pensar nele. Só nele, e mais nada. Parece alguma droga, que entra em meu corpo e o anestesia completamente, lembranças ruins se vão, e só seus olhos azuis ficam. Pareço uma idiota apaixonada (talvez porque eu seja) mas é realmente dessa maneira que eu me sinto.
Essas sensações que ele causa em mim me fazem não pensar nos acontecimentos recentes, isso é bom, mas às vezes me sinto culpada. Porque parece que não me importo com o falecimento do vovô... É confuso.
Agora que estou em Londres vou tentar me concentrar no trabalho, talvez isso me mantenha longe de outros pensamentos. Sejam os bons, ou ruins.
Mas tenho a sensação de que não vou conseguir escapar deles mais por tanto tempo.
Passei a encarar a frente do local onde estava, barracas estavam armadas por todos os lados, e soldados passavam a minha frente o tempo todo, em fila, na maioria das vezes. Mas não estava surpresa, acho que eu já tinha me acostumado novamente com esse ambiente.
Tinha sido requisitada na presença do Phillips há alguns minutos, e caminhava em sua direção, ou melhor, a barraca em que ele estava. Eu não estava conformada com sua decisão quanto ao Steve, não mesmo. Na verdade estava até meio revoltada, mas não demostrava isso quando ele estava por perto. Eu era a Agente, ele era o Coronel. Eu não poderia fazer nada por enquanto, minhas tentativas seriam inúteis.
Caminhei em passos firmes até entrar na barraca, e encontrei uma moça parecendo esperar por alguma coisa; ela parecia ter mais ou menos a mesma idade que eu. Claro que não entendi de cara o por que da presença dela ali, e não indagaria nada também, então fui apenas direta.
— Coronel Phillips... — esperei por sua ordem.
Phillips passou ao lado de uma mesa com alguns papéis em mãos, com sua atenção vontade para eles, até que ele se pôs ao lado da moça de cabelos castanhos, e direcionou seu olhar sério pra mim.
— Agente Grey, gostaria conhecesse a senhorita Gisele Blood, Agente inglesa. Ela veio para nos ajudar no que for preciso, e quero que você mostre a ela como as coisas são por aqui. — ele também foi direto, pelo visto. — Quero que a ensinei algumas habilidades a mais. Vamos precisar de toda ajuda que for possível. Da melhor ajuda possível.
— Com todo respeito senhor, mas por que eu? — verbalizei minha dúvida me sentindo um pouco surpresa, passando meu olhar pela tal Gisele rapidamente, vendo que ela fazia o mesmo, só que em mim.
— Como sabe, a reserva estratégica cientifica não possuiu muitos profissionais capacitados para o trabalho que fazemos no momento, e, por isso, decidi que precisamos de novos profissionais a nosso dispor; funcionários que sejam competentes no que fazem. A guarda inglesa nos mandou a senhorita Blood para fazer sua parte, mas acho que eles também querem saber o que acontece por aqui... — começou o coronel, dando as costas para mim e Gisele que ainda não havíamos entendido onde exatamente ele queria chegar. — E como a senhorita Agente Grey é uma das mais capacitadas daqui e a Agente Carter está me ajudando com outros problemas, você ficará encarregada da Srta. Blood, por hora, até que ela se acostume com tudo isso. — e ao terminar o discurso, Phillips voltou seu olhar para mim e Gisele.
— Sim, senhor. — assenti ainda meio que dirigindo seus palavras. — Posso perguntar por que não encarregou a Agente Carter ou Howard dessa tarefa?— indaguei tentando não mostrar minha curiosidade.
— Stark não está sobre a minha autoridade, Grey. Quanto a Agente Carter, como eu já disse ela está me ajudando com alguns problemas. — ele me respondeu voltando ao encarar os papéis.
— Então... Quando começo? — questionei fitando a Blood, que ainda se mantinha de postura reta.
— Agora mesmo. Sugiro que, primeiramente, apresente-a a todos. — ele me sugeriu, antes de despedir-se rapidamente e sair da barraca.
— Oi. — Gisele me cumprimentou com um sorriso acrescendo no canto de seus lábios.
— Oi. — respondi, também deixando um pequeno sorriso escapar por meus lábios. — Sou Déborah Grey — adicionei me apresentando, esticando minha mão na direção da outra morena.
— Gisele Blood — ela segurou minha mão fazendo um com um aperto de mão acontecer entre nós.
— Vamos? Esse lugar é enorme, vai demorar um pouquinho para te mostrar tudo, melhor começar cedo. —comentei olhando sugestivamente para fora da barraca. — Tenho várias pessoas para lhe apresentar, e acho que já sem quem será a primeira. — sorri já tendo uma ideia.
— O quê? — Gisele disse confusa, não entendendo aonde eu queria chegar.
— Senhorita Blood... Já conheceu algum Stark? — perguntei ignorando sua fala anterior, enquanto via ela acompanhar-me saindo de dentro da barraca e passando a andar pela reserva.
Notas finais
Gostaram dos gifs? Bem, eu só fiz um! Não achei muitos gifs da Lana bons... D: mas enfim.
Um aviso: EU TÔ MUITO FANGIRL PELO CAPITÃO! MAIS QUE O COMUM SE POSSIVEL! GRAÇAS A BUBBA AQUELA LINDA! AI MDS DÇWQFJWQ VAMOS TODAS FANGIRLAR POR ELE TAMBÉM! AUHEHEA
Qualquer dúvida, opinião, critica construtiva, ideia, é bem vindo aqui, vocês sabem ;] SEM FALAR QUE RECOMENDAÇÕES E REVIEWS TAMBÉM PRA FELICIDADE DA TIA DEBBY... Ok, tia não, eu sou mais jovem que muitas de vocês uaheuehaea parei
Qualquer dúvida podem ir por MP, ou pelo meu ask (ask.fm/pervesmcfly) ou pelo meu twitter (twitter.com/pervesmcfly) ;]
Até a próxima att! *o* ♥
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