My Guardian Angel

2 Me descobrindo um stalker


Notas iniciais
" Se alguma vez na minha vida eu tiver um dia normal, eu vou acordar e descobrir que foi apenas um sonho estranho". ~ Allen Walker

Tirei meu casaco de capuz preto, jogando-o por cima da mochila e enfiei a cabeça embaixo da torneira da pia, refrescando minha nuca. Era tudo louco demais pra ser verdade...

– Alleeeen! O QUE É QUE FOI? – Road entra no banheiro correndo e arrastando um Lavi de ressaca pelo cachecol, trancando a porta logo em seguida.

Depois de ver a cena mais improvável da minha vida, eu mandei uma mensagem para os dois marcando uma reunião urgente no banheiro masculino do segundo andar.

Sim, banheiro masculino. Ai você pergunta: “E o que diabos a Road faz aqui?

Ora, aquela pervertida já era conhecida por ali. E isso sem falar nos intervalos em que Tykki vinha “visitar a escola” da irmãzinha.

Ergui a cabeça os encarando pelo espelho com um sorriso pretensioso que eu nem sabia que tinha.

– Vocês não imaginam quem esta na sala do 3º ano A nesse momento... – Falei fazendo suspense. Yeah, sou mal.

– Porra Allen, fala logo! – Reclamou a Road roendo a unha do dedo mindinho.

– Moreno... Alto... – Comecei cantarolando aquela velha música, deixando os dois mais confusos ainda.

– Argh! Dá pra falar de uma vez? – Lavi protestou se roendo de curiosidade.

– Três palavras: Boate, corrente e espada. – Falei vendo o ruivo engasgar com o chiclete que estava mascando e os olhos da Road ficarem do tamanho de um prato.

– Lavi, você colocou alguma droga na bebida do Allen? Fale a verdade. – Ameaçou ela puxando o ruivo pelo cachecol.

– Eu pensei que tinha sido você. – Respondeu franzindo as sobrancelhas.

– Então deve ter sido a tensão sexual acumulada e agora ele tá delirando... – Comentou pensativa.

– Olhe e pasme. – Apenas mostrei a foto que tinha tirado com o celular deixando os dois perplexos.

– Putamerda, esse infeliz seduz até de óculos e dormindo na aula de química... – Comentou a maluca com um sorriso desacreditado.

– Hey Allen, agora você é oficialmente um perseguidor. Tem até foto do cara no celular. – Comentou Lavi fazendo a azulada explodir em uma risada escandalosa e meu rosto ficar da cor de uma pimenta.

– E-E-Eu não... Er, quero d-dizer... – Me enrolei sem conseguir formular uma resposta descente, piorando a situação para o meu lado. Merda.

E o pior é que de fato não haviam respostas sensatas para aquilo.

Aqueles olhos... Desde o primeiro momento em que nossos olhares se cruzaram, aquelas orbes negras não me saiam da cabeça.

Droga, mas o que diabos eu estou pensando??! Como eu posso ficar assim por alguém que nem conheço?

Que coisa mais bizarra.

– Desista Allen, admita logo que está interessado. – Resmungou Lavi se sentando na pia enquanto a Road jogava água no espelho.

Vândalos, humpf.

– Tá tá, que seja... – Suspirei em derrota.

Fazer o que né?

– Então, eu declaro oficialmente iniciada a operação Dossiê do Moreno do Allen. – Anunciou a pequena animadamente.

– Mas que porra...? – Murmurei olhando para garota com cara de idiota.

– Eu faço o 3º B, mas tenho informantes – Traduzindo: Peguetes, venhamos e convenhamos né Lavi... – Na turma do 3º A. Vou ver o que consigo. Vejo vocês no intervalo, ok? – Se despediu com uma piscada de olho sacana e saiu.

– Nee Allen, vamos pra sala antes que o horário acabe, é aula de matemática e o professor tá sem óculos, vai dar pra você entrar sem ter que avisar a coordenação. – Falou Road já me puxando para o corredor.

Nosso professor de matemática era um senhor de oitenta anos, que era praticamente cego, a não ser quando estava armado com seus super óculos fundo se garrafa, ou seja, ele nem ia me notar entrando assim como provavelmente nem notou a Road saindo.

Como esperado, conseguimos nos infiltrar sem problemas, embora para mim, ter ido a aula tenha sido algo completamente inútil, visto que não prestei o mínimo de atenção na matéria.

No meio do horário de literatura, a Road recebeu uma mensagem no celular e piscou para mim logo em seguida, para depois se retirar da sala dizendo que ia ao banheiro.

Cara do professor nesse momento:

Ahamm... Sei. Finge que me engana que eu finjo que acredito.

No terceiro horário ela ainda não havia voltado e a turma do segundo ano entrou para dar um aviso sobre o Festival de Artes que aconteceria daqui a algumas semanas. Mencionei que a minha ex-namorada é do segundo ano?

Oh merda de vida.

Peguei o fichário da Road tirando um mangá qualquer dos que ela sempre carregava consigo e enfiei a cara lá dentro sentindo o peso do olhar da morena sobre mim.

Ok Allen, concentre-se no manga. Não encare de volta, não encare de volta…

Comecei a ler o mangá de verdade e percebi duas coisas, primeira, ele estava de cabeça para baixo, e segunda, seu gênero era yaoi... Hard lemon.

Cadê um buraco para enfiar a cara nesse momento?

Abaixei o mangá vagarosamente para não dar bandeira e depois o coloquei embaixo da mesa sentindo meu rosto queimar, e pelo jeito como ela tentou não rir, Lenalee tinha percebido.

Oh merda de vida elevado ao quadrado.

E depois de quase 150 minutos de tortura dentro daquela sala de aula, o sinal tocou e finalmente saímos para o intervalo. Fui direto até a parte mais distante do pátio da escola, onde havia um pequeno e isolado jardim, com um gramado bem cuidado e uma mangueira bem robusta que dava uma bela sombra para quem se sentasse embaixo dela. E nesse momento lá estavam Lavi e Road mexendo em um monte de papéis.

– Oi pessoas... Ou não. – Cumprimentei morrendo de sono, sentando ao lado dos dois e me encostando na árvore.

– Não vai comer nada Allen? – Perguntou Road preocupadamente, me oferecendo umas batatinhas.

– Se eu comer, volta tudo. E eu não quero vomitar as aspirinas, preciso delas para sobreviver ao dia de hoje. – Expliquei sentindo meu estômago revirar perigosamente. Ressaca maldita.

– Tamo junto nessa parceiro. – Murmurou Lavi apoiando a cabeça no meu ombro.

– O que são esses papéis? – Perguntei realmente curioso.

– A ficha do seu bofe, Allen-chan! – Falou animada me dando uma cotovelada amigável enquanto eu me engasgava com a própria saliva por causa da surpresa.

– QUÊ? – Indaguei de queixo no chão.

– Consegui toda a papelada que tinha na escola, ficha médica, histórico escolar... – Começou a citar com uma empolgação assustadora.

– Road – Interrompi seu falatório. – Como diabos você conseguiu tudo isso? – Perguntei com medo da resposta.

– Simples, o Lavi achou o nome dele pelo mapa de sala da turma A, e eu consegui todo o seu histórico graças a umas certas fotos comprometedoras do diretor da escola com um aluno do oitavo ano... – Explicou ela com um brilho assustador nos olhos dourados.

– Meu Deus... – Murmurei baixinho.

Nem sei se quero imaginar o teor dessas fotografias...

– Road-chan... Você é a coisa mais fodástica desse lugar. – Elogiou Lavi bagunçando os cabelos já bagunçados da pequena.

– Verdade. – Concordei dando um beijo na bochecha dela.

– Ownn, muito obrigada meninos. Você são muito fofos mas... Alleeeennn, você não que saber o que eu descobri? – Perguntou com um sorriso de quem aprontou, e muito.

– Manda a ver. – Falei sem conseguir deixar de me sentir empolgado.

– Então vamos lá! Lavi, faça as honras... – Ela entregou os papéis ao ruivo que começou a ler de imediato, parecendo tão curioso quanto eu.

– Bem... O nome do cara, é Yuu Kanda, puts, que nome legal de gemer. – Começou o caolho safado me olhando com um sorriso pervertido.

Se vocês acham que ele me imaginou gemendo o esse nome no meio de uma transa com o cara... Bem, vocês são muito inocentes. Lavi pensou coisa bem pior...

– Apenas leia. – Falei lhe lançando um olhar fulminante.

– Ok, não precisa ficar com essa cara. Continuando, ele tem 17 aninhos, 1,80 de altura, 80 kg e faz aniversário no dia 06 de junho. Oh, ele é de gêmeos! Sempre quis pegar um geminiano, eles tendem a ser muito bons de cama... Allen se você não pegar eu pego! – Exclamou com uma cara de maníaco que se eu não o conhecesse, sairia correndo gritando “socorro! estuprador!”

– Que parte de “apenas leia”, você não entendeu? – Resmunguei sentindo meu rosto queimar com os comentários nada castos do pervertido.

– Tá ok... Ele mora com o pai adotivo e... Cacete! Ele tem as maiores notas do 3º ano! Que filho da mãe nerd! Ai meu Deus, já estou imaginando como seria uns bons pegas na biblioteca se ele fosse meu professor particular e...

– LAVI! – Interrompi da cor de uma pimenta enquanto Road ria da minha cara.

– Tá, tá, já entendi. O nosso nerd sexy praticamente mora na escola, ele é capitão dos times de karatê, que tem atividade toda terça e quinta, e de kung-fu que é nas segundas e quartas. Todos no horário da tarde. – Concluiu o ruivo me lançando um olhar sugestivo.

Olha, até que essa era uma informação interessante...

– Iiihhhh, pela cara da criatura logo teremos um lutador entre nós... – Comentou Road pretensiosamente.

– Tem umas anotações aqui dos professores, olha só: Aparentemente ele não tem nenhum amigo na classe, não fala com ninguém, só com o pessoal dos clubes que ele participa, e passa os intervalos na sala. Affz, não me diga que ele é aquele cara que quando aquela gostosona do 3º C se declarou para ele, o maluco virou as costas e saiu andando? Ah, espera! Se ele for esse cara ele é o dono misterioso daquela MV Agusta 1000 R preta (*) que está no estacionamento! Oh fuck, agora imaginei ele em cima daquela moto usando absolutamente nad... – Antes que ele dissesse mais alguma coisa eu tapei sua boca com a mão.

– Nem mais uma palavra Lavi. – Rosnei tentando impedir minha mente de formular mais pensamentos pervertidos envolvendo um certo dançarino.

– Com certeza ele deve ser o dono da moto. Ou então nos já saberíamos quem é há muito tempo. – Murmurou Road pensativa.

– Se for assim ele também é o sem coração que deu aquele fora épico na garota... Nossa, que temperamento frio. Pelo que eu ouvi, ele nem olhou pra ela, só ignorou. – Comentou o ruivo também parecendo refletir sobre o assunto.

–Então Allen... Como vai fazer para derreter essa geleira? – Sussurrou a azulada no meu ouvido com um tom malicioso.

– H-Hey! Eu não disse que ia...

– Mas está interessado, não está? – Indagou Lavi com um sorriso sacana.

– Sim... E curioso também. – Admiti.

– Imaginei com que fosse dizer isso. – Comentou Road.

– Verdade, essa história de nerd de dia e stripper de noite é muito esquisita. Aí tem coisa. — Concordou o ruivo.

– Pode ser dupla personalidade... – Especulei.

– Não, lembram da reação do Alma ontem? Ele não deve ser do tipo promíscuo. Provavelmente ele tem algum motivo que justifique essa vida dupla. – Esclareceu Road nos deixando pensativos.

Esse sim é um caso digno do grande detetive L.

– A-Allen-kun? – Uma voz conhecida interrompeu nosso momento Sherlok Holmes fazendo o Lavi fechar a cara e a Road abrir o canivete.

Oh não...

– O que quer aqui vadia? – Indagou a azulada agressiva como poucas vezes se via, fazendo a Lenalee dar um passo para trás, o que definitivamente foi uma ação inteligente.

– Não te interessa, eu vim falar com o Allen. – Devolveu séria.

Rola muito amor entre essas duas, não?

Ao invés de dar o ataque que eu estava prevendo, a Road apenas deu um dos seus familiares sorrisos sádicos e lançou a lâmina na direção da outra garota, fazendo o objeto passar a centímetros do seu rosto e se cravar na arvore atrás dela.

Sério, agradeço aos céus por não ser inimigo daquela baixinha.

– Road! Imagina se tivesse acertado? – Repreendi ficando mais assustado do que a Lenalee que quase teve o rosto fatiado.

– Ora, a intenção era essa. – Respondeu mandando um olhar enfezado a chinesa. – Você não vai defender essa vaca, vai Allen? – Falou em um tom de quem ia me acertar um tapa na cara no segundo seguinte.

– Road eu...

– Você quer conversar com ela? – Interrompeu Lavi antes que aquilo virasse um verdadeiro barraco, puxando a nossa baixinha invocada pela cintura antes que ela resolvesse arrancar os cabelos da Lenalee.

– Não posso fugir disso a vida toda. – Respondi sentindo o peso do mundo nas minhas costas.

– Então boa sorte. – Desejou o ruivo bagunçando meu cabelo.

– Se quiser ajuda com o corpo da bitch, me liga tá? – Se despediu Road piscando uma das orbes douradas para mim.

Observei os dois irem embora me sentindo grato por ter os melhores amigos do mundo. Eles podiam ser meio –muito– pirados, e nos meter constantemente em confusão, mas eu daria minha vida por eles.

– Então... Sobre o que quer falar? – Perguntei normalmente para a garota com uniforme de animadora de torcida a minha frente.

– Você... Parece diferente... – Comentou sem graça.

Parece que aquela conversa ia demorar a sair.

– Un, sério? – Comentei por comentar, observando algumas formigas passearem na grama.

Como dizer... Eu estava meio que muito entediado com aquilo.

O que era bem estranho, já que três dias atrás eu morreria pela garota a minha frente, ontem, quando eu descobri que ela tinha me traído, eu queria matá-la e agora eu não sentia nada de especial por ela.

Quer dizer, eu não sou um completo canalha, eu ainda gosto muito da Lena que pensei que existia. Mas agora era como se essa conversa que ontem eu julgava importantíssima, não parecesse tão urgente assim...

Como as coisas mudaram tão rápido?

– Então... Você tem outra pessoa...? – Perguntou desviando o olhar.

Eu não, já você... – Foi sacanagem, mas não resisti.

– Está me odiando agora, não é? – Questionou me encarando com um olhar machucado.

– Pior que não. Mas também não estou morrendo de amores por você, se quer saber. – Respondi sério vendo-a morder o lábio em uma tentativa de manter o auto controle.

– Entendo... – Murmurou cabisbaixa. – Allen eu queria que você soub...

– Por que mentiu? — Interrompi-a, indo direto ao assunto — Sabe, a Lenalee que eu conhecia era amável, honesta e fiel. E eu duvide que isso se encaixe na definição de uma garota que sai a noite pela cidade parecendo uma prostituta e se agarrando com aqueles mafiosos de meia idade e traficantes de droga como passatempo. – Despejei sem me importar com a cara assassina que ela fazia, sinceramente eu queria mesmo era por tudo aquilo pra fora. — Mas fazer o quê não é? Se você gosta da profissão, vai em frente! Pelo que eu vi, você tem futuro.

Plaft.

É, tomei um belo de um tapa na cara.

– CALA A PORRA DA SUA BOCA! – Falou me fazendo ficar de queixo no chão. Juro que nunca, jamais, tinha visto a Lenalee tão puta da vida.

– Desculpa se falei demais. – Era um pedido sincero, mas a ironia parecia não querer abandonar a minha voz.

– Você esta sendo injusto. – Rebateu fungando.

Merda, eu odiava fazê-la chorar, mas não tinha jeito.

– Me explique como. – Falei sério.

Acredite, eu, mais do que ninguém, queria estar errado em relação a morena. Éramos amigos de infância antes de tudo, e ela sempre costumava ser alguém em que eu podia confiar.

Costumava. E era surreal o quanto doía saber que ela me apunhalara pelas costas.

– Eu fui verdadeira com você o tempo todo Allen, eu posso jurar pela minha vida que...

– Verdadeira? Nossa, você tem um conceito interessante de verdade. – Comentei irônico e ela fechou a cara por um momento. Acho que ia me acertar outro tapa, mas desistiu da ideia.

– Por favor... Acredita em mim... – Sussurrou quase que para si mesma, abaixando a cabeça e deixando uma lágrima rolar silenciosa pela sua face.

– Droga Lena, não fica assim. Eu te já disse que você é bonita demais pra chorar? – Tentei animá-la com uma frase que eu sempre dizia quando éramos menores. Mas não adiantou muita coisa.

Suspirei pesadamente, indiferente a ela ou não, eu sempre sentia uma dor no coração quando via a Lenalee chorar.

– Eu não me importaria de riscar meu rosto inteiro com o canivete da Road se pelo menos você acreditasse em mim. – Murmurou ela parecendo decepcionada.

– Lenalee, eu vi você. E de modo algum você parecia estar sendo agarrada a força. – Respondi mais sério do que nunca. Ela não era a única magoada ali.

– Tá, tudo bem. Eu entendo você. – Falou enxugando as lágrimas com força e me encarando novamente com um olhar determinado. – Eu vou te provar que eu tô certa. Pode aguardar. – Sentenciou convicta, me dando as costas e indo em direção ao vestiário.

Passei mais uns instantes parado tentando entender que porra fora aquela, até que eu me lembrei de uma coisa no mínimo desesperadora: O próximo horário era de física, eu sou péssimo nessa matéria, e estou atrasado.

– DROGA! TÔ FERRADOOO! – Sai correndo loucamente pelo corredores como se estivesse sendo perseguido por um tiranossauro. E de fato tinha um monstro me seguindo naquele momento, o monstro da recuperação que eu iria ficar se não me desse bem na próxima prova.

Eu praticamente voava, praguejando constantemente pela quantidade absurda de curvas no trajeto até a minha sala, quando alguém aparece no meio do caminho de repente, saindo de alguma sala.

Não deu outra: Chão.

Atropelei a pessoa sem dó nem piedade, caindo por cima da criatura e quase tendo uma ataque cardíaco quando ouvi sua voz pela primeira vez e tive a clara impressão de já a ter ouvido em algum lugar.

– Só não te mato agora, por que é realmente impressionante que você consiga esbarrar na única pessoa em um corredor vazio.

Abri meus olhos lentamente, encontrando aquelas duas chamas negras a centímetros de mim.

Por que nunca aparece um buraco para enfiar a cara quando a gente precisa?

Notas finais
(*) - Moto do Kanda: http://www.google.com.br/imgres?hl=pt-BR&sa=X&rlz=1C1RNAN_enBR454BR461&biw=1280&bih=639&tbm=isch&tbnid=PVgoWydUb9lcjM:&imgrefurl=http://www.diseno-art.com/encyclopedia/vehicles/road/bikes/MV_Agusta_F4_1000R.html&docid=96C2zfVBKzCeHM&imgurl=http://www.diseno-art.com/images/MV_Agusta_F4_1000R.jpg&w=312&h=280&ei=UbFPUZ7cAsWr0AGy6oDoBQ&zoom=1&ved=1t:3588,r:10,s:0,i:112&iact=rc&dur=1426&page=1&tbnh=184&tbnw=202&start=0&ndsp=15&tx=102&ty=61 *** Imaginem o moreno montado nessa beleza~~~ *** #Um apelo: Não comecem a odiar a Lenalee onegaiiii!!! O motivo do apelo: Para escrever My Guardian Angel eu reli todo o mangá e descobri um novo lado da Lena que poucas pessoas prestam atenção, e é isso que eu tô afim de passar na fic, e a propósito, sim ela consegue provar. E da maneira mais épica possível. #Gomen fans do Kanda, o moreno lindo só apareceu no finalzinho do cap, mas as coisas só vão acontecer mesmo a partir do 4º cap. hehehehehe Mas eu prometo uma coisa em relação a esse personagem em MGA: Ele está de morrer de nosebleed, mais do que já é. # Fans do Allen: Primeira fanfic onde eu faço o Allen-chan agir como se realmente tivesse 15 anos~ Adorando aqui. # Quem gostou da parceria Lavi e Road para acabar com a inocência do albino? #IMPORTANTE: Assim como A Yullen Horror Story, em MGA vai acontecer bastante de capítulos finais relembrarem os primeiros. Por isso digo: Olhe os detalhes. Até mais~ Indo postar o próximo.