Notas iniciais
A história será dividida em três capítulos e nela não é minha, apesar do meu nome estar nela.
Um amigo fez pra mim e com sua permissão estou postando.

Mais um dia comum. Já era onze e meia da noite, quando Cris preparava-se para dormir. Como de costume, ela tomava um banho e colocava seu pijama, tudo antes de deitar.

Sempre, ao sair do banho, ela abria a janela e parava para olhar o céu. Ficava contando as estrelas e tentava identificar a fase atual da Lua.

Nesta noite, quando ela foi até a janela olhar o céu, ela sentiu o clima diferente, não era o céu que estava estranho, não estava nublado nem nada, mas era a energia do local que estava pesada. Parecia como se tudo tivesse parado.

As árvores, os rios, o vento e a respiração.

Na hora em que ia fechar a janela, parecia como se uma força invisível, tipo o vento, tivesse irradiado para dentro do quarto, fazendo as cortinas levantarem e Cris ser jogada para trás.

Pensou ser nada de mais. Podia te sido só uma ventania louca, afinal, tudo é possível.

Levantou, fechou a janela e foi deitar.

Já estava quase pegando no sono, quando ouviu a caixinha de música de sua avó começar a tocar. Estranhou, porque era daquelas que necessitavam dar corda atrás. Ficou olhando a bailarina girar até parar e tentou voltar a dormir.

Mais uma vez, estava tava quase começando a roncar, quando seu caderno de poesias que repousava sobre a escrivaninha, caiu no chão.

Levantou para pegar o objeto e colocá-lo de volta no topo do móvel, mas reparou na página no qual o caderno estava aberto.

Havia algo escrita nela, a caligrafia não pertencia a ela, mas reconhecia o modo de escrever da pessoa.

Dizia assim:

Notas finais
A continuação da história se encontrará no próximo capítulo.