My Feelings!
4 Capítulo 4
Notas iniciais
Bom, como havia falado semana passada, vou postar cada capítulo semanalmente, mas se sobrar tempo, postarei mais de um, hihihi.
Muitoo obrigado pelos reviews.
Me desculpe qualquer erro ortográfico...
Espero que gostem ^-^
— A faixa vermelha, desta vez é Hinamori Amu que recebeu, a faixa vermelha... – Gritava um aluno ao ver que Amu havia recebido o que agora faria de sua vida tal inferno, a menina ficou ajoelhada no chão somente ouvindo os deboches dos outros, Rima entrou na briga para salvar Amu, mas ao invés de ser somente Amu, agora Rima também seria tratada como um idiota, que não poderia encostar os pés nos mesmos chãos que eles.
— Ora, ora parece que a Pantera cor de rosa, se diminuiu, sabia que seria mal educada e idiota, afinal são somente isso que pobres são, não entendo o ponto de vocês, quererem entrar para uma escola, tão superior a classe de vocês. E essa daí que deve ser sua amiga, pode ter extrato alto no banco, mas o sangue que circula em suas veias é de uma perdedora, haha. – Riu Saaya.
— Desgraçada como ousou tocar suas mãos imundas no nosso glorioso Nadehiko-Sama? – Chegou uma garota lhe tocando ovo e água sobre a cabeça, incentivando que os outros repetissem o ato.
— PAREM! Quem mandou vocês fazerem isso, afinal vocês não sabem o que é uma briga de casal, ontem foi somente aquilo, essa faixa só pode ser falsa, pois somos namorados, quem lhe deu permissão para cometerem esta grosseria com duas belas damas, mesmo uma sendo minha. – Falou Nagihiko entrando no corredor, pegando Amu em seus braços e ajudando Rima levantar-se, sabia que aquilo iria ajudar a garota, afinal queria ter uma conversa séria com ela.
— Nagihi... ko! – Lágrimas começaram a escorrer dos olhos de Rima, fazendo com que seus longos cabelos e franjas grudassem em seu delicado rosto.
— Como você pode fazer isso conosco, somos ricas e sempre o idolatramos, por que você a escolheu? Somos melhores. – As garotas começaram a choramingar.
— Vamos, pretendo falar com você... – Olhou para os lados, vendo que todos os observavam em silencio na tentativa de ouvir a conversa. -... A sós, venha. – Lhe guiou até o antigo depósito, revelando a bela vista que possuía, aquilo mais parecia uma sala do que um depósito, ninguém deixaria um lugar tão lindo para guardar materiais domésticos.
— Uau, aqui é lindo, tem certeza que isso é um depósito como estava escrito na porta? – Olhou admirada a bela vista a frente.
— Sim, está escola é para ricos, mas não lhe trouxe aqui para admirar o local e sim para fazer uma pergunta. – Lhe olhou fixamente, observando os olhos dourados da garota a sua frente.
— Já está fazendo. – Ironizou, mas logo viu que sua brincadeira havia sido ignorada. – Fale!
— Er... Aquilo que você falou... O-ontem era verdade? – Perguntou gaguejando.
— Ah, dos sentimentos de Rima? – Perguntou rindo ao ver um vermelho se alastrar no rosto daquele garoto, ele estava corando.
— É, responda minha pergunta, era verdade ou não?
— Não forneço informação a estranhos, qual o seu nome?
— Nagihiko, você é lerda ontem falaram meu nome em gritos. – Debochou da garota.
— Se você se lembra do que te disseram ontem perfeitamente nem precisava estar na minha frente me perguntando, se eu disse e Rima não recusou ou interferiu, o que você acha? Ela gosta de você, mas você só sai aos agarros com as garotas, acho que é um bom motivo e a minutos atrás ela correu por ciúmes, você é totalmente burro.
— Não fale comigo neste tom... Podia ser diferente se ela tivesse aceitado... – Sussurrou na última frase.
— Como assim? – Perguntou ainda confusa.
— Eu estava gostando da Rima, mas eu a pedi em namoro, a única coisa que ela fez foi “Desculpa, não posso aceitar” e depois correu, como se eu fosse um monstro, sempre que me vê me ignora, mas para que tudo isso, ela é idiota?
— Ela não é idiota e imagina, todo dia você agarra milhares de mulheres é meio que óbvio ela não aceitar este tipo de relação.
— Hm.
— Me diz agora, por que me mandou aquela droga de faixa vermelha? Aquilo só vai me atrapalhar.
— A respeito disso, não posso retira-la, quer dizer não fui eu quem lhe mandou, só o responsável pode fazer isso, quer dizer que é o nosso líder e depois do que você fez, duvido ele vá perdoa-la.
— Mas...! – Tentou protestar contra ele, mas a única coisa que ele fez foi lhe ignorar.
— Tenho que ir... Boa sorte, você precisará para entrar e sair da escola de agora em diante. Obrigada pelas informações, mas provavelmente não vão me ajudar em nada... Adeus. – Fechou a porta atrás de si, e foi.
— É Amu, acho que você se fufu. – Sussurrou para si.
O*o*O*o*O*o*O
— Cara, por que você não foi até lá hoje? – Perguntou um garoto de cabelos lisos e esverdeados.
— Tive um imprevisto hoje e a noite pelo que parece algo também me manterá ocupado. – Deu um sorriso malicioso, logo bagunçando com suas mãos os rebeldes cabelos azulados.
— Ikuto, você precisava ver a cara da garota que você mandou a faixa vermelha, foi hilária, duvido que ela fique mais do que uma semana naquela escola, já tão humilhando ela somente pela conta bancária. – Riu Kukai.
— Mas... Eu não consigo parar de pensar o porquê do Nagihiko protege-la.
— Como assim, Kairi? – Perguntou curioso.
— Pois é, você não deveria ter tocado no assunto, baka. – Sussurrou o ruivo.
— Me explique logo! – Os repreendeu.
— Eu não entendo, afinal o Nagihiko gostava daquela loiraça e foi logo dizer que a garota era namorada dele e aquilo não passou de um entendido.
— Será que ele... Sério este Nagihiko é um burro, será que é por que a garota havia repreendido ele por causa da loira, dizendo que era um idiota e tal.
— Se ele fez isso, por que ele não veio diretamente falar pra mim tirar a faixa, mas ele mentiu ele nunca teve namorada, ele não precisava se humilhar tridiculamerte nessa forma. – Disse Ikuto olhando suas revistas.
— Pela milésima vez eu vou te explicar é “ridiculamente” e com “mente” no final, não consigo entender como você foi parar na faculdade, burro desta maneira.
— Cale-se, eu sabia que falei errado, só foi para chamar a atenção de vocês, burros!
— Francamente... O que você é? – Kairi franziu a testa, mostrando sua duvida.
— Pode-se dizer que eu sou um sábio garanhão. – Garantiu-se na fala, despertando gargalhadas de seus amigos.
— Acho que a França afetou sua memória. – Falou Kukai agora se deitando no sofá claro.
— Esse aí só pode se conter com o garanhão das garotas, por que o sábio ele deixou nas ficções cientificas. – Sussurrou o mais novo.
Notas finais
Bjs, AliceMorcerf
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