Logo Claire e Owen chegaram à colina que estava fotosfera. Eles viram o brinquedo destruído e saíram do carro.

— Não, não, não! – Claire disse e começando a entrar em pânico e começou a tremer, quando viu o telefone de Zach no chão.

Owen começou a olhar em volta da bola girosfera em busca de pistas de fuga depois que ele conseguiu tirar o dente que estava preso no brinquedo.

— Ei, olha. – ele disse apontando para a lama ao lado dela. – Eles conseguiram sair. – referindo-se às suas pegadas lamacentas.

— Graças a Deus.

Claire se levantou e foi em direção às pegadas com Owen ao lado dela. Eles chegaram a um campo aberto e seguiram para a cachoeira.

— Oh, Deus, eles pularam. – ela disse parando ao lado de Owen.

— Crianças corajosas.

— Zach? Gray?

Owen colocou a arma no ombro e foi até ela fazendo sinal para que ela ficasse quieta.

— Eu não sou um dos seus malditos animais.

— Esses meninos ainda estão vivos, mas nós morreremos se continuar gritando assim.

— Certo. Você pode fareja-los? Seguir suas pegadas?

— Eu estive na Marinha, não nos Navajo.

— E o que vamos fazer?

— Você volta. Eu vou continuar a procurar por eles.

— Não. Vamos fazer isso juntos.

— Você não duraria dez minutos lá. Ainda mais com esses sapatos ridículos.

Claire parecia ofendida enquanto olhava para ele. Ela soltou o cinto, arregaçou as mangas, amarrou o paletó com um nó no topo da saia e pôs as mãos nos quadris. Owen apenas a observou o tempo todo muito confuso.

— O que isso deveria significar? – Ele perguntou confuso.

— Isso significa que eu estou pronta para ir. – ela explicou o que para ela era óbvio.

— Ok. Mas você vai fazer tudo o que eu falar.

— Como?

— Apenas relaxe. Vai ser como andar pela a floresta. Há 65 milhões de anos atrás.

Os dois seguiram pela a floresta em busca dos meninos. Claire não parava de falar tentando fazer com que Owen a respondesse. Ele apenas escutou enquanto ela falava sem parar. No meio de tudo ela notou que não adiantava nada falar sobre o fato de ter esquecido o aniversário de casamento. Ele estava puto com isso.

— Acho que estamos andando em círculos. – ela falou seguindo ele pela a floresta. – Não deveríamos usar uma grade de busca?

Owen a ignorou novamente.

— Desde que os meninos nasceram só os vi três vezes. Duas em funerais. Eu nunca visito, nunca ligo. – ela passou por ele e parou ao sentir algo preso no sapato. – Minha irmã está certa, eu vivo isolada.

— Ter pessoas na vida é complicada. – Owen disse se abaixando e colocando a arma no chão.

— É, mas eu gosto de pessoas. Algumas pessoas. – Claire tirou a pedra do sapato.

— Os humanos são uma espécie superestimada. – Owen disse sem dá muita atenção para o que ela falava.

— Sabe, eu realmente subestimei você. Te tratei como um neandertal. – ela arrumou a postura e olhou para as árvores a sua volta. – E agora você se lembra do dia do nosso casamento e eu não. Estou sempre tão absorvida em meu... – ela se virou para ele e parou. – O que você está fazendo?

Owen estava agachado na frente de uma montanha de merda de dinossauro. Ele passou nos braços pelo o que ela podia ver. O marido dela às vezes era tão estranho

— Sempre que você olha para seus ativos, eles estão detrás de um vidro. Mas aqui fora estamos em seu território. – ele explicou se levantando com as mãos sujas. – Devemos máscara esse seu cheiro de baunilha.

— Eu não... Por que sempre... Owen, eu não cheiro baunilha.

— Você pode considerar por um instante apenas que eu possa saber algo mais do que você? – ele se ajoelhou na frente dele e sorriu. – Pronta?

— Não! Não, não. Não! – ela deu um passo para trás com as mãos levantadas. – Eu sou perfeitamente capaz de fazer isso sozinha.

Ela foi até outro monte e enfiou as mãos enquanto Owen assistia em pé perto dela. Ela colocou a perna em uma pedra e começou a passar as mãos sujas. Owen olhou para a perna dela enquanto ela se sujava. Quando ela terminou, passou para a outra perna e depois olhou para ele

— Falta algum lugar?

Owen a examinou antes de olhar para o decote dela. Não fazia mal se ele pudesse ver um pouco mais de pele.

— Sim. Nessa parte aqui. – ele disse fazendo um sinal para a direção do colo e pescoço dela.

Claire passou as mãos sujas no colo e no pescoço enquanto olhava para Owen. Ela passou as mãos no rosto. Owen tentou fazer ela parar, mas não deu tempo.

— Oh, Deus. – ele disse dando uma risada nervosa.

— O que? – ela perguntou confusa.

— Não... Não quis dizer... Não era para passar no rosto. Mas tudo bem. Isso entrou em sua boca? – ela olhou com raiva para ele que tirou seu lenço do bolso e entregou para ela. – Aqui. Exagerou um pouco, nada mais.

Claire arrancou o pano da mão dele e seguiu em frente enquanto ele ria. Ela foi para onde a arma dele estava e pegou. Ele seguiu a esposa até que escutou o som de passos pesados e sentiu uma vibração no chão.

— Se abaixa. – ele sussurrou colocando a mão na cintura dela. – Ali. Temos que nos esconder.

Ele mostrou um amontoado de folhas atrás de uma pedra e empurrou ela. Ele entrou logo atrás e a abraçou parcialmente descansando a mão nas costas dela. Claire se encolheu perto dele e colocou as mãos nos braços dele enquanto sua cabeça estava a abaixada.

Eles podiam ouvir os passos do dinossauro ao longe. Ela olhou para ele em busca de conforto. Ele tinha razão. Ela não sabia o que fazer e ele sim. Ele sabe sobre sobrevivência mais do que ela. Ela apertou o braço dele e se aproximou mais. Ela estava quase o beijando quando escutaram o som de um helicóptero passando por eles e o dinossauro rugindo. Eles se levantaram e olharam para a floresta. Não conseguiam ver o dinossauro, mas podiam sentir seus passos fazendo o chão tremer.

— Eu queria um pouco de tequila agora. – Claire disse fazendo Owen olhar para ela.

Owen suspirou e fez sinal para ela seguir em frente. Claire se esforçou um pouco para se manter ao lado dele. Seus saltos não ajudavam em nada e o terreno era péssimo.

— Cuidado. – Owen segurou o braço dela quando ela tropeçou.

— Obrigada. – ela disse tirando o cabelo do rosto. – Eu preciso te contar uma coisa.

— O que?

Claire abriu a boca para falar quando eles executaram o som de motor. Eles se olharam antes de correm para lá. Claire suspirou quando eles chegaram na carruagem do antigo parque.

— É de um deles? – ele perguntou mostrado a blusa que estava no chão.

— Sim. – ela disse reconhecendo a blusa de Zach. – Se eles seguirem essa estrada, eles vão direto para o parque.

Owen se afastou dela e foi para perto do jipe que estava ali.

— Como eles fizeram essa coisa funciona? – ele colocou a espingarda de lado e abriu o capô.

Eles escutam o som de passos e o chão tremer. Claire foi para trás de Owen e colocou as mãos nos braços dele. Owen usou o braço para ter certeza de que ela estava completamente escondida atrás dele enquanto olhava para a porta.

Quando o chão tremeu eles se agacharam ao lado do carro. Owen olhou em volta e viu que deixou a arma longe. Ele se esticou um pouco para pegar a arma, mas voltou para o esconderijo quando sentiu a mão de Claire aperta sua perna e ele viu uma sombra na porta.

Ambos ficaram em silêncio enquanto o dinossauro se aproximava. Owen virou o rosto e fez sinal para Claire ficar em silêncio. Ela concordou com a cabeça antes de se aproximar mais dele e colocou a cabeça no peito dele. Ela podia sentir o coração dele acelerado.

Claire fechou os olhos e Owen passou os braços envolta dela quando eles sentiram o bafo do Indominus perto. Ela usou o rosto para afastar um pouco o jipe saiu quando notou que não conseguiria.

Claire olhou para cima quando o animal se afastou e Owen deu um sorriso tenso antes de se afastar para pegar a arma. Assim que ele pegou a espingarda o Indominus passou pela a parede. Claire se encolheu ao lado dele e soltou um grito.

— Vai! – ele gritou se levantando.

Claire correu na frente com Owen logo atrás. Não demorou para Owen passar por ela. Ele saiu e desceu as escadas esticando a mão para ajuda-la. Claire ignorou a mão e continuou correndo. Não demorou muito para eles notarem que o Indominus começou a seguir o som do helicóptero.

— Você está bem? – Owen perguntou olhando para ela a esposa que respirava pesadamente ao lado dele com as mãos nos joelhos.

— Eu estou grávida. – ela disse sem pensar.

— O que? – Owen olhou para ela em choque.

— Estou grávida. Eu ia te contar ontem, mas fiquei presa no escritório com relatórios sobre o Indominus.

— Que merda, Claire. – ele disse passando a mão pelos cabelos. – O que diabos você está fazendo?

— O que? Eu pensei que você queria filhos. Você parou de usar camisinha por isso.

— Você está fugindo de um dinossauro híbrido no meio de uma floresta, de salto e grávida. Se você não quisesse o bebê tem meios mais seguros de evitar.

— Eu quero o bebê, o que te faz pensar ao contrário?

— Eu tenho mesmo que responder?

Claire sabia do que ele estava falando, mas ignorou e enfiou a mão no bolso dele tirando o celular ela.

— Temos que parar essa coisa. – ela disse fazendo uma careta. – Meus sobrinhos ainda estão em perigo.

— Ao que parece nosso filho que ainda nem nasceu também. – Owen resmungou antes deles seguirem para onde o Indominus também estava indo.

Isso não era o que a mulher esperava que ele fizesse quando descobriu que estava grávida, mas essa não era a melhor forma de dizer isso. Ela suspirou enquanto ligava para a Central de controle.

— Lowery, achamos a Indominus. Ela está entre o aviário e o antigo parque. – ela disse seguindo Owen.

— Você está seguindo ela?

— Sim. Mande uma equipe da UC com armas de verdades dessa vez.

— Eles já partiram.

Quem está pilotando?

— O senhor Masrani.

Claire desligou o telefone e correu para o lado de Owen que tinha parado no penhasco. Eles se olharam antes de assistir a cena a sua frente. Parecia que as coisas iam dá certo, mas os tiros pareciam mais irritar do que machucar. O Indominus acabou entrando no aviário causando a queda do helicóptero.

— Oh, Deus. – Claire disse ao ver o helicóptero explodir.

— Vamos. – Owen pegou a mão e começou a correr.

Eles correram para a floresta e Owen se jogou no chão levando a esposa com ele. Ele apenas esperava que isso não fizesse mal ao bebê. Quando os pterosaurros passaram por eles, Owen levantou e a ajudou.

— Você está bem? — ele a ajudou a se levantar.

— Sim. Temos que voltar para o parque.

— Não estamos logo de um ponto de emergência. Podemos pegar um carro.

—Vamos.

Os dois voltaram a correr em direção ao parque. Owen olhou para trás algumas vezes para ter certeza que ela estava bem. Ele ainda não tinha processado a notícia que ela estava grávida.

Eles chegaram ao posto de emergência e viram todos correndo de um lado para o outro. Ele correu para um quatriciculo.

— Claire, vamos.

Ela correu até ele e subiu abraçando a cintura dele.

— Zara achou os meninos. Eles estão no parque. – ela disse apertando a cintura dele

— Vamos encontrar eles e você vai para o Controle. Eles podem mandar um helicóptero para vim buscar você e os meninos?

— Sim. Mas eu não posso ir. Tenho que ajudar.

— Não. Eu quero você o mais longe possível.

— Tem milhares de pessoa a nessa ilha, Owen, não posso...

— Por mais egoísta que isso possa parecer, mas essas pessoas não são da minha família. Eu vou ficar e ajudar a limpar a bagunça, você e os meninos vão para um lugar seguro.

Claire ia discuti, mas eles finalmente chegaram ao parque. Owen guardou o celular dela novamente e pegou uma arma tranquilizante de um dos soldados.

Os dois correram para onde o caos estava rolando. Pessoas gritavam e corriam enquanto os pterossauros atacavam. Owen se colocou em posição com os outros enquanto Claire correu para um carrinho de comida caído e subiu em cima para ter uma visão melhor.

— Zach? Gray? – ela gritou olhando para os lados.

Ela escutou a voz de Zach e se virou tentando localizar quando viu Owen cair no chão. Ela desceu de cima do carrinho pegou a arma no chão antes de acerta a cabeça do animal que estava em cima de Owen e atirar três vezes nele.

Ele olhou para ela surpreso e aceitou a mão para se levantar. Claire devolveu a arma para ele. Ambos estavam com a respiração pesada, sujos, suados e cheios de merda de dinossauro, mas isso não importou a Owen quando ele a agarrou pela a cintura e a beijou.

Foi um beijo muito parecido com o primeiro beijo deles. Cru e selvagem. Owen sabia que não deveria beijar a esposa nesse momento, mas ele tinha quase morrido várias vezes nesse dia, merecia um bom beijo.

Claire o empurrou delicadamente para trás. Eles se olharam antes de seguir o olhar para seus sobrinhos que estavam parados perto deles.

— São eles. – ela disse antes de correr para os meninos.

Os dois olharam a tia e para o homem misterioso que estava com ela.

— Oh meu Deus. Oh meu Deus. – ela disse apertando o rosto de Gray com as duas mãos. – Vocês estão bem? O que é isso? Para onde vocês foram? Por que vocês não voltaram?

— Quem é ele? – Zach perguntou ignorando as perguntas da tia e olhando para Owen.

— Trabalhamos juntos. – Claire respondeu por reflexo.

— Temos que ir. – Owe disse sem se abalar.

— Ok. Vamos! Vamos! – ela empurrou os meninos e foi para a área restrita. – Owen, meu celular.

— Aqui. – Owen entregou o telefone para ela enquanto eles caminhavam entre as pessoas feridas e assustadas.

— Lowery estamos voltando.

Acho melhor você não volta para cá agora. Aquele homem Hoskins assumiu o controle e tem um plano maluco de usar os raptores para pegar a Indominus.

— Como assim usar os raptores? – ela perguntou tentando ouvir por cima do barulho.

— Filho da puta. – Owen disse quando eles ouviram batidas vindo do portão atrás deles.

— Você não deveria dizer puta. – Gray disse quando eles viraram.

— Pegue as crianças e vá para um lugar seguro.

Nessa hora o portão se abriu e eles viram um monte de pessoas correndo para cima deles. Owen xingou antes deles correrem para um carro que estava parado ali. Owen entrou no lado do motorista enquanto os outros também se acomodaram. Ele ligou o carro e seguiu para o lado onde sabia que podia estacionar sem as pessoas passarem por lá. Ele podia escutar os meninos gritando que ele conseguia fazer isso.

— Isso não parece nada seguro. – Zach disse sério.

— Podemos ficar com você? – Gray pediu.

— Eu nunca vou deixar vocês enquanto eu viver. – Claire disse respirando com dificuldade.

— Não. Não. Estava falando com ele. – ele apontou para Owen enquanto Zach concordava com ele. – Definitivamente ele.

Claire olhou para Owen que estava olhando para ela. É, ela era mesma a pior tia da história das piores tias. Owen esperou as pessoas se afastarem antes de seguir em frente.

— Eu vou deixar vocês na balsa antes de ir para os raptores.

— Não. Nós vamos com você.

— Claire, não vamos discuti isso novamente. – Owen olhou para ela.

— Você vai apenas perde tempo. Vamos com você

— Tem certeza que vocês trabalham juntos? Vocês dois discutem assim o tempo todo? – Zach perguntou.

— Tia Claire, isso é uma aliança de casamento? – Gray chamou a atenção de todos no carro.

— Zach, Gray, esse é meu marido Owen Grady. Owen esses são meus sobrinhos Zach e Gray.

— Desde quando você é casada? – os dois perguntaram juntos. – A mamãe sabe?

— Ontem fez um ano. – ela respondeu olhando para Owen pelo o canto dos olhos. – Não. Sua mãe não sabe. Na verdade, vocês são os primeiros a saber.

— Merda. – Owen viu alguns caminhões militares na praia. – Eles nunca aprendem. Segurem.

Ele acelerou e disparou em direção ao padoque dos raptores. Enquanto eles se aproximavam a noite caiu. Claire explicou para os meninos rapidamente sobre a relação dela e de Owen.

— Fiquem no carro. – Claire disse para os meninos enquanto saía do carro com Owen.

— A mãe galinha finalmente chegou. – Hoskins disse se aproximando deles sorrindo.

Owen deu um soco nele assim que se aproximou.

— Saia daqui e deixe meus animais em paz. – ele disse sem se importar com o fato de alguns seguranças da InGen se aproximarem.

— Hoskins, você queria que isso acontecesse, seu filho da puta! – Claire disse com raiva.

— Jesus. Quantas pessoas têm que morrer antes que esta missão comece a fazer sentido para vocês? – Ele perguntou a Claire e Owen.

— Não é uma missão. É um teste de campo. – disse Barry caminhando até o casal.

A raiva de Owen tornou-se cinco vezes mais intensa, se é que isso era possível.

— Esta é a situação da InGen agora. – Hoskins informou. – Tudo bem, haverá navios de cruzeiro que aparecerão aqui na primeira luz. Todo mundo vai sair desta ilha. Você vai assistir a uma notícia amanhã sobre como você salvou vidas, melhor ainda, como seus animais salvaram vidas. – Hoskins atirou de volta para eles.

— Eles nunca saíram da contenção. É uma loucura. – disse Barry.

— Vamos começar! – Hoskins gritou para sua equipe. – Isso está acontecendo. Com ou sem você. – ele olhou para Owen, que ainda tinha um brilho intenso no rosto.

Hoskins e Barry se afastaram e Claire saiu do lado de Owen para olhá-lo nos olhos.

Owen olhou parava frente por alguns segundos antes decidir ele ajudaria. Ele sabia que era o único que as meninas escutariam.

— Acho melhor tirar os meninos do carro e procurar um lugar seguro para ficar. – ele disse indo para a Central de controle do padoque.

— Nós sabemos que ela está no setor cinco. – disse Owen apontando para um mapa. – Este é um jogo que gostamos de chamar de esconde-esconde. É um exercício de cheiros. Fizemos isso milhares de vezes com esses animais. – informou ele aos soldados da InGen.

— Quando eles chegarem ao alvo, e eles vão atingir o alvo, espere para começar. Raptores são animais de carga. Eles gostam de ouvir o animal em uma zona de morte. – acrescentou ele, fazendo o movimento com as mãos. – É quando nós tomamos nosso tiro. Consiga um tiro claro, espere por meu comando, e dê a ela tudo que você tem. Nós temos um bom cavalheiro de alvo, não atire em meus raptores! Por favor. – Owen terminou.

Os soldados se afastaram de Owen quando ele terminou de falar. Owen foi até Blue em sua gaiola de focinho.

— Calma, Blue. – disse ele colocando as mãos sobre ela. Blue estava enlouquecendo em sua pequena restrição. – Você não me assusta. – ele disse presunçosamente.

— Tio Owen. – alguém chamou, fazendo com que ele se virasse para encarar os sobrinhos de Claire. Quando ele viu tio Owen?

— Eles estão seguros? – Gray perguntou.

— Não. – respondeu Owen.

— Como eles se chamam? – Zach perguntou.

— Bom, você tem Charlie. – ele disse e apontou para ela. – Echo, Delta e aqui está Blue. Ela é a beta.

— E quem é o alfa? – Gray perguntou confuso.

— Você está olhando para ele, garoto.

Owen olhou para o lado onde Claire estava parada com um pequeno sorriso.

— Então, é assim que você fala com ela? – Claire perguntou quando Owen colocou as mãos nas grades.

— O que eu posso dizer? Ela me entende. – ele olhou para ela atentamente.

Por que o atraso? Vamos lá. — eles escutaram Hoskins disse pelo o fone.

— Isso não é uma boa ideia. – ele disse se afastando. – Especialmente se funcionar.

Claire assistiu enquanto ele se afastou para ir para onde os outros estava.

— Bom, vamos lá. – Claire sorriu para os meninos e os levou para onde tinha um carro veterinário parado esperando por eles. – Viu? É totalmente seguro. Vamos entrem. – os dois sobiram na traseira do caminhão. – Se vocês precisarem de mim, eu vou estar na frente. Basta abrir a janela. – ela apontou para uma janela atrás deles. – ela suspirou. – Ok. Coloque seus cintos de segurança.

Ela instruiu apontando para eles sem saber o que fazer. As crianças procuraram os cintos de segurança, mas não conseguiram encontrá-los. Eles olharam para Claire pensando: "Agora o que?" Ela colocou os braços para fechar as portas.

— Ok... então, apenas de mãos dadas. – ela sugeriu, fechou as portas e caminhou até a frente da caminhonete enquanto tirava a jaqueta que estava usando.