My Dear Teacher - Naxi

27 Capítulo 27 - "Te amo"


Notas iniciais
Boa leitura!

POV Naty

Contei tudo à elas, tudo mesmo.

Fran: EU DISSE! Eu disse que o Maxi é o M! Sou demais.

Naty: Menos Fran, menos.

Ficamos conversando sobre vários assuntos. Até que fica um silêncio e fico pensando — Carlos não é louco de fazer alguma coisa comigo... é — sou interrompida pela voz da Fran.

Fran: O que foi?

Naty: Nada.

Fran: Que cara é essa então?

Naty: Tá... — contei o que aconteceu com o Carlos e como sempre, a sábia do grupo, me deu um conselho.

Fran: Meu conselho é... você deve falar pra alguém.

Naty: Mas eu falei pra você.

Fran: Não Naty, alguém que você acha que é capaz de te proteger disso, de tentar evitar. Tipo, seu irmão ou o Maxi mesmo.

Naty: Você acha? — ela assentiu e uma mensagem chega em meu telefone.

"Cheguei meu amor ♥"

Maxi? Como ele tem meu telefone? Nunca dei à ele. Depois desses pensmentos respondo.

"Já estou indo aí 😉"

Conversei mais um pouco com as meninas, poucos minutos e me despedi delas. E fui pra casa do Maxi. Toquei a campainha e logo ele veio abrir... sem camisa. Nossa, confesso que quase babei.

Naty: O-oi — disse ainda admirando a vista.

Maxi: Oi, princesa — disse me puxando pra dentro e logo depois me beijando. Um beijo diferente dos outros, esse foi selvagem.

Ele me beijava intensamente, apertando minha cintura, fazendo com que nossos corpos se chocassem e dando pra sentir seu volume. O que me fez ficar excitada, mas me controlei. Logo, acabamos por falta de fôlego.

Maxi: Estava sentindo falta disso.

Naty: Eu também.

Ele pegou em minha e subimos às escadas, indo em direção ao quarto dele. Adentramos ao mesmo e ele fecha a porta. Me levando à sua cama.

Maxi: O que vamos assistir dessa vez?

POV Maxi

FINALMENTE! Finalmente estou com o amor da minha vida. Estamos no meu quarto, deitados na cama agarradinhos. Não estava pensando em nada malicioso... pelo menos não hoje. Quero que seja especial... pra ela e pra mim. E estava planejando ainda pra essa semana... claro, se ela permitisse.

Estávamos assistindo um filme, mas ela não prestava muita atenção. Na verdade, ela estava passando sua mão delicada em meu abdomen. Fiquei observando seus movimentos e ela percebeu que eu estava a olhando e parou.

Naty: Foi mal — tão fofa.

Maxi: Continua... é gostosinho — disse pegando em sua mão e colocando-a onde ela estava antes.

Ela continou e continuei a observando. Ela parecia estar longe.

Maxi: Naty? Naty? Naty?!

Naty: Anh... que?

POV Naty

Estava pensando no que a Fran me disse... sobre o Carlos. Será mesmo que eu tenho que contar pro Maxi? Não sei, não acho necessário. Pro Didi, eu vou contar. Estava pensando nisso, quando ouço uma voz me chamando... era Maxi.

Maxi: Naty?!

Naty: Anh... que? — ele me olhou confuso — Desculpa... você disse alguma coisa?

Maxi: O que tá acontecendo? — disse se levantando, ficando sentado na cama. Fiz o mesmo.

Naty: Não é nada.

Maxi: Se não fosse nada, você não estaria assim, me conta... eu posso te ajudar.

Naty: Esquece... não quero te meter nisso.

Maxi: Naty, eu já me meti nisso, quando te beijei. Estou disposto a te ajudar em todos seus problemas. Por favor, me conta. Dependendo do que for, eu posso ajudar — foi quando, eu decidi escutar a Fran.

Naty: Tá... é sobre o Carlos.

Maxi: Ele te fez alguma coisa? Te machucou? Tentou te beijar?

Naty: Não, ele... — e contei sobre a nossa conversa — E foi isso.

Maxi: Que filha da mãe... ele não é capaz de fazer alguma coisa com você, se não vai ter que se ver comigo. Olha, vamos fazer um trato.

Naty: Que trato?

Maxi: Tudo que ele te falar, você vai ter que falar pra mim... até um "bom dia", ok? — assenti — Até se olhar pra você, você me conta... na verdade, até se ele respirar o mesmo ar que você.

Naty: Não acha que é exagero?

Maxi: Não é exagero. Só quero proteger a minha princesa.

Naty: Ownt — Maxi é o cara mais incrível do Universo — Te amo tanto — disse abraçando-o.

Maxi: Também te amo.

POV Maxi

A OUVI! A ouvi dizer um "te amo". Ficamos um bom tempo naquele abraço. Logo, nos soltamos e juntamos nossas testa e sorrindo ao mesmo tempo. Até que ela junta nossos lábios num beijo calmo. Envolvo uma de minhas mãos em seu pescoço, brincando com seu cabelo. Ela, segura em minha cintura, passando a mão carinhosamente na mesma. Quando percebi, já estávamos deitados na cama. Eu por cima do corpo dela. Logo, parei.

Maxi: Acho melhor pararmos por aqui... quero que a nossa primeira vez seja especial.

Naty: Você é perfeito.

Maxi: Ninguém é perfeito.

Naty: É sim, você é perfeito. Te amo.

Maxi: Eu também te amo, Naty.

E demos um selinho longo. Depois, ela se sentou, me deitei em seu colo e ela ficou fazendo cafuné.

Naty: Maxi, como vai ser na escola depois de tudo isso?

Maxi: Normal.

Naty: Acho que não.

Maxi: Por que?

Naty: Porque não vou conseguir me segurar, te ver dando aula sem poder te beijar, sem poder te dizer "eu te amo".

Maxi: Você pode fazer isso depois da aula.

Naty: Mas... e as putas da sala? Elas sempre ficam babando por você em todas as aulas, não vou conseguir me segurar.

Maxi: Eu só tenho olhos pra você... e pra sorvete. O resto é resto.

Naty: Hum, você prefere eu ou o sorvete?

Maxi: Huuum, deixa eu pensar... sorvete é bem melhor — dito isso, ela me deu tapa fraco em meu braço — Mentirinha, é claro que você.

Naty: Bom mesmo.

Maxi: Ah e... por favor, tente não me seduzir na sala de aula. Não vou conseguir me controlar.

Naty: Mas, eu nunca te seduzi na sala.

Maxi: Ah seduziu, só não percebeu. Quando você morde a tampinha da caneta, quando você faz aquela carinha de confusa e quando você morde seu lábio inferior.

Naty: Eu faço tudo isso na sala? — assenti — E você percebeu tudo isso? — assenti novamente — Caramba.

Maxi: Posso te fazer uma pergunta?

Naty: Sim.

Maxi: Você é virgem? — ela na hora, parou de fazer cafuné e dava pra ver que ela estava nervosa com aquela pergunta — Calma, confia em mim, não vou te julgar por causa disso — ela assentiu bem fraquinho — Hum, bom saber, eu também sou.

Naty: VOCÊ? Com 25 anos é virgem?

Maxi: Sim. Por que?

Naty: Por nada é que, pensei que você já... já... me entende, né?

Maxi: Sim — disse rindo fraco — Bom, a maioria sempre perde sua virgindade no colegial, pelo menos na minha época e... eu não era muito popular no Colégio, na verdade eu meio que tinha medo das garotas.

Naty: Medo?

Maxi: Eu sei, é estranho. Se bem que naquela época, eu era muito estranho. Enfim, eu entrei pra faculdade. E não pensava nessas coisas, só em estudar. Então, me formei, virei professor e enfrentei aluninhas atiradas. Até que encontrei você.

Naty: E?

Maxi: E pela primeira vez me apaixonei.

Naty: Você também foi minha primeira paixão... depois do Niall do 1D, claro... mas é platônica, então deixa pra lá.

Maxi: Tá, né... tô com fome. Vamos comer?

Naty: Partiu.

Descemos até cozinha e comecei pegar algumas coisas para fazermos uns hambúrgueres.

Naty: Ah, vou deixar com você isso aí, porque eu sou um desastre na cozinha.

Maxi: Ok.

Naty: Então já sabe, se casarmos, vamos ter uma cozinheira.

Maxi: Tá bom — rimos.

CONTINUA...

Notas finais
*-* Reviews...