Notas iniciais
Hey, pessoal!!! Aqui está um dos capítulos mais aguardados!!! Annie, minha linda, esse capítulo é todo seu. Você sabe que merece. Te amo! Obrigada pela ajuda com as músicas, como sempre. Você é demais e tem um bom gosto musical. Músicas: Mala Fama - Danna Paola Échame La Culpa - Luis Fonsi & Demi Lovato Señorita - Camila Cabello & Shawn Mendes Espero que gostem!!! Boa leitura!!! P.S.: MDB ganhou mais uma linda recomendação, muito obrigada, Amy, eu simplesmente amei. Suas palavras sempre me emocionam. O próximo capítulo será todo seu!

P.O.V Da Sam

Freddie não quis se reunir com os amigos, havia mesas com até seis lugares. Passamos por alguns conhecidos seus que nos chamaram, ele recusou com educação e me conduziu para uma das poucas mesas com dois lugares disponíveis, especificamente para casais. Puxou a cadeira para mim, agradeci e lhe dei um sorriso antes de sentar.

Ele era um homem discreto, pelo visto queria ficar à sós comigo, não me incomodei com aquilo, de forma alguma. Até gostei e me senti confortável, exceto Ray e Bonnie, eu não conhecia aquelas pessoas ao nosso redor.

Um garçom se prontificou em nos servir, um rapaz jovem uniformizado, estendeu uma bandeja com taças para nós. Eu estava prestes a recusar quando o Benson apanhou duas taças e me entregou uma, agradeceu o garçom que logo se retirou.

Eu não bebia, nem mesmo socialmente. Fiquei sem graça, seria indelicado demais recusar aquela taça de coquetel bonita e enfeitada? Olhei para o líquido rosado pela metade, com a parte de baixo num tom amarelo, um duo de cores vivas.

Fiquei ali segurando minha taça, Freddie tomou o líquido azulado sem usar o canudo vermelho.

— Pode tomar, os coquetéis não tem álcool, foi ideia da Bonnie. — Fiquei aliviada após ouvir aquilo. — As bebidas alcoólicas estão sendo servidas no bar. — Indicou o bar onde o espetáculo era de encher a vista, bartenders, tequileiros e todos os tipos de profissionais que preparavam drinks estavam a todo fervor dando um show para os convidados.

Os homens vestiam calças brancas, camisas da mesma cor, abertas mostrando os corpos bonitos e musculosos. Tinham aqueles colares de festas e pulseiras que se acendem, faziam uma série de malabarismos com coqueteleiras.

As mulheres todas exuberantes e sensuais, usando Croppeds brilhantes e shorts jeans bem curtos, serviam as bebidas na boca dos convidados, agradando o público masculino. Uma ou outra ainda ousava mais, fazendo Body Shot.

Os aperitivos foram servidos, salgadinhos derivados. Peguei um dos camarões empanados. Freddie pegou um dos bolinhos de frutos do mar e comeu, saboreando. Fiz o mesmo. Estava muito bom, uma delícia. Comi mais, provando um de cada sabor.

— Estão gostando da festa? — Bonnie surgiu toda animada.

Raymond estava recepcionando os convidados que chegavam.

— Sim. Tudo está lindo. — A decoração estava impecável. — Os aperitivos estão deliciosos. — Elogiei.

— Você tem muito bom gosto, Bonnie. Raymond disse que tudo foi obra sua. Meus parabéns, a festa está ótima. — Freddie parabenizou a mulher do amigo.

Vi felicidade e orgulho nos olhos dela.

— Muito obrigada, vocês são uns amores. Fiquem à vontade, e nada de se privar da diversão, Freddie. — A morena deu um tapinha no ombro dele. — E você, Sam, espero que se divirta muito. Com licença, vou falar com os primos de Ray, eles vieram de Santa Monica. — Ela disse antes de se retirar.

— Ray deu sorte, Bonnie é uma mulher incrível. — Comentou.

— Gosto dela. Ela tem uma energia muito boa. — Falei e ele sorriu, concordando.

[...]

P.O.V Do Freddie

Estávamos nos divertindo, degustando as entradas, os doces foram servidos. Aperitivos de copinhos, brigadeiro de colher. A música era boa, tocava os Hits latinos agitando a festa, animando a galera. Sam balançava o corpo no ritmo envolvente, como eu não sabia dançar, não me atrevi a convidá-la.

Quando Bonnie surgiu com mais duas amigas, todas descalças e eufóricas, elas puxaram a Sam para a pista de dança, a loira foi protestando, Bonnie e suas amigas já estavam alegrinhas. Pensei que a loira iria dar um jeito de escapar e retornar à mesa.

De onde eu sentava, eu tinha a visão da pista de dança.

Uma nova música começou a tocar, eu não conhecia, mas pelo visto elas sim, inclusive a Sam que se animou imediatamente e não retornou, ficando ali com as três mulheres que não perderam tempo, começando a dançar.

"Fama
Eles dizem que eu tenha uma má fama
Que eu me apaixono à noite
E de manhã já não sinto nada, ah"

Me surpreendi quando vi Sam mover o corpo, primeiro de forma sutil, com certa timidez evidente...

"Culpa
Me desculpa, não é minha culpa
Que eles não me dão o suficiente
Eu sou exigente e os meninos se assustam"

À medida que a música pegava ritmo, os movimentos de Sam ganhavam vida. Ela começou a se soltar na pista de dança.

"A primeira coisa é ser solteiro
Usar o cérebro seria a segunda
Que seja bonito vai em terceiro lugar
E para completar que tenha bom humor"

Bonnie, Sam e as duas amigas da morena entraram em sintonia. As quatro se entregaram à música com as batidas contagiantes, seguindo o ritmo latino.

"Assim, sim
É desse jeito que quero pra mim, mim
E quando eu o encontrar
Eu não, não, não o deixarei ir embora"

Sam rebolou e isso fez com que os homens ali parassem para ver a única loira na pista de dança. Todos prestavam atenção, seguindo seus movimentos que ficaram bem sensuais.

"Se eu fiquei com Maluma, não
Dizem que com Yatra e Ozuna, não
Eu durmo sozinha na minha cama
E não ligo pra minha má fama"

Ela ficou de costas, os quadris moviam de um lado para o outro freneticamente, não pude evitar de olhar sua bunda quando ela rebolava, agarrando os cachos para o alto.

"Eu faço o que quero
O que me der vontade
Não estou procurando um Romeu
Para o fim de semana"

Virou num movimento rápido, balançando a cabeça e os ombros, o corpo todo centrado no ritmo envolvente, chamando atenção de todos. Ela se destacava porque dançava melhor que as outras.

"Que me faça ver estrelas
Sem me levar ao céu
As falsas promessas
São levadas pelo vento"

Ela desceu até o chão, por incrível que pareça o vestido vermelho e rodado não revelou sua calcinha... Para o meu alívio e a frustração dos outros caras que a secavam descaradamente.

Nunca imaginei que ela pudesse dançar tão bem.

"Voou, voou e se perdeu
Se há um culpado, não sou eu
Se eu disser que não é porque eu não quero
Mas ao escolhido eu não coloco condições"

A loira ergueu o corpo e girou, o vestido rodou e levantou um pouco, mostrando as pernas bonitas e as coxas torneadas... Ela dançava como aquelas dançarinhas latinas com o sangue quente pulsando nas veias.

Sam estava sexy demais... Tão linda que chegava a dar raiva de ver um bando de marmanjos a cobiçando.

[...]

P.O.V Da Sam

Voltei para a mesa, assim que sentei apanhei minha taça quase intocada, virei o líquido adocicado, não estava tão geladinho, pelo menos dava para matar a sede. Sob o olhar do Benson quase esvaziei o meu coquetel de frutas, era misto de morango e manga. Ele abriu um sorriso, eu devia estar um horror, descabelada e suada. Meus pés estavam sujos de areia.

— Não sabia que dançava tão bem. — Falou assim que repousei a taça enfeitada sobre a mesa.

— Não danço... Eu tento. — Comecei a rir.

Nunca havia me sentido tão à vontade, dancei bastante com as meninas. Me diverti muito mesmo.

— Parece que foi bom se soltar na pista de dança, nunca tinha te visto tão alegre. — Comentou.

— Você também devia tentar. — Sorri para ele.

— Eu? — Ergueu uma das sobrancelhas. — De forma alguma, não levo o menor jeito. Prefiro evitar pagar micos. — Riu me fazendo rir também.

— Você é quem sabe, eu não me importaria de pagar mico com você. — Deixei o convite no ar.

Ele me encarou, como se ponderasse à respeito... O chamei mesmo para dançar? Senti minhas bochechas corarem.

— Com licença, poderia me dar a honra de dançar comigo? — Um moreno alto, com o corpo muito atraente, surgiu nos interrompendo. — Benson! — Olhou para o Freddie que o fitou, sério.

— Balwenz! — Benson forçou um sorriso.

O homem devia ser um velho conhecido, abriu um sorriso e voltou a me olhar.

Seus olhos cor de caramelo eram de um tom vivo. Combinavam com a pele dourada e os cabelos encaracolados. Ele tinha a camisa desabotoada, estava de calça com a barra enrolada até os tornozelos.

— Sou Alexander, como você se chama, Raio de Sol? — Sorriu de forma galante.

— Sam. — Me apresentei.

— Quer dançar, Sam? — Voltou a me convidar.

Olhei para o Freddie que apenas fez um gesto de cabeça, como se não se importasse, dizendo que eu devia ir em frente.

— Claro! — Aceitei.

O Benson não queria, na verdade, não sabia... Não vi problema algum.

— Camarada, vou roubar sua garota por uns minutos, fica tranquilo que logo a devolvo inteira! — Brincou o moreno alto me tirando para dançar.

Ele me conduziu para a pista de dança, eu não o conhecia e como o Freddie não se opôs, Alexander com certeza não era má pessoa, eu devia estar em boas mãos.

Quando ouvi as batidas da música que eu conhecia e gostava, e até sabia a letra de cor, logo me empolguei.

"Tenho nesta história algo a confessar
Já entendi muito bem o que aconteceu
E, embora doa muito, tenho que aceitar
Que você não é o ruim
Que o cara mau sou eu
Você nunca me conheceu de verdade
A magia que te fez se apaixonar se foi
E eu não quero estar em seu lugar
Porque seu erro foi apenas me conhecer"

Com seu jeito carismático, e o sorriso simpático, Alexander logo fez com que eu me sentisse à vontade, deixei a timidez de lado e começamos a dançar.

"Não é você, não é você
Não é você, sou eu (sou eu)
Eu não quero fazer você sofrer
É melhor esquecer e deixar assim (assim)
Culpe-me
Não é você, não é você
Não é você, sou eu (sou eu)
Eu não quero fazer você sofrer
É melhor esquecer e deixar assim (assim)
Culpe-me"

Ele também sabia a letra da música, entramos numa boa sintonia, a música embalou a gente, seus braços fortes me envolveram.

"Ok, na verdade, realmente não quero mais lutar
Na verdade, realmente não quero mais fingir
Toque-me como The Beatles, baby
Deixe estar assim
Então venha, culpe-me, sim
Eu realmente não quero mais lutar
Na verdade, realmente não quero mais fingir
Toque-me como The Beatles, baby
Deixe estar assim
Então, venha colocar a culpa em mim"

Alexander me conduzia, me girava, nos dois gingávamos de um lado para o outro nos deixando levar pela melodia gostosa e pelo ritmo contagiante.

"Você só precisa de um beijo
Você só precisa de um beijo
Esse beijo que eu sempre prometi a você
Culpe-me
Você só precisa de um beijo
Você só precisa de um beijo
Esse beijo que eu sempre prometi a você
Culpe-me"

Ele ficou me girando, meu vestido começou a rodar e subiu, quando ele me segurou me parando, começamos a rir... Dançar me fazia tão bem.

Alexander era um ótimo dançarino.

[...]

P.O.V Do Freddie

Alexander Balwenz era um dos amigos de Ray, nunca tive nada contra, também nunca fomos amigos, apenas velhos conhecidos com um amigo em comum. Quando ele se aproximou da nossa mesa, logo vi que ele queria algo.

Só poderia estar interessado na Sam. Que homem em sã consciência não a desejaria? Sam estava era tão linda e naquela noite estava deslumbrante e havia esbanjado sensualidade dançando....

Vi quando ele a conduziu para a pista de dança, todo alegre acompanhando da Sam, que sorte a dele... Eu não sabia dançar nem o básico.

A música que aparentemente ambos conheciam começou a agitar o ambiente. Além de mim, todos viram a sintonia rolando entre eles. Não nego, aquilo me incomodou bastante.

Sam perdeu a timidez num piscar de olho. Ela tinha gingado, se entregava de corpo e alma, brilhava na pista de dança... Possuia um espiríto livre, emanando boa energia.

Como era linda dançando... O sorriso iluminado. O corpo belo em movimento. Tudo nela cativava, encantava, surpreendia a todos, a pista de dança ficou livre para eles, todos pararam para assistí-los dançar como um casal em perfeita sincronia.

Quando a próxima música iniciou, eu quis tirá-la dos braços dele, no entanto, paralisei sentindo aquela mistura de sentimentos, bons, ruins e conflitantes.

Minha vontade era de arrancá-la dos braços de Alexander.

"Eu adoro quando você me chama de senhorita
Eu queria poder fingir que não precisava de você
Mas cada toque é ooh-la-la-la
É verdade la la la
Ooh, eu deveria estar fugindo
Ooh, você continua me fazendo voltar por você"

Raiva... Comecei a sentir mais raiva, o sem vergonha agarrou os quadris dela, ousando com os movimentos sensuais, roçando o corpo na Sam.

Sam estava tão entregue, deixando a dança fluir naturalmente.

"Desembarco em Miami
O ar estava quente da chuva de verão
Suor escorrendo de mim
Antes mesmo de eu saber o nome dela, la-la-la
Parecia ooh-la-la-la, sim não
Safira e luar, dançamos por horas na areia
Tequila, nascer do sol
Seu corpo se encaixa bem em minhas mãos, la-la-la
Parecia ooh-la-la-la, sim"

As mãos dele seguiram suas curvas, ela virou e ficou de costas, fazendo passos sensuais demais para o meu gosto.

O corpo solto e ágil, como se ela fosse feita para dançar e talvez de fato fosse mesmo... Havia paixão na sua entrega, em cada movimento feito.

"Eu adoro quando você me chama de senhorita
Eu queria poder fingir que não precisava de você
Mas cada toque é ooh-la-la-la

É verdade la la la
Ooh, eu deveria estar fugindo
Ooh, você sabe que adoro quando me chama de senhorita
Eu queria que não fosse tão difícil deixar você
Mas cada toque é ooh-la-la-la
É verdade la la la
Ooh, eu deveria estar fugindo
Ooh, você continua me fazendo voltar por você"

Alexander a virou, fazendo-a girar e a puxou para si, ela espalmou as mãos no peito dele e rebolou enquanto descia até o chão...

Aquilo me irritou profudamente. Não estava gostando nadinha de vê-la dançar com aquele cara.

Ele a puxou para cima, fez alguns passos e movimentos mais ousados conduzindo-a... Sam deixou ser levada, guiada pelas mãos daquele metido à Don Juan que estava ao redor de sua cintura...

"Trancados no hotel
Existem coisas que nunca mudam
Você diz que somos apenas amigos
Mas os amigos não sabem qual é o seu sabor, la-la-la
Porque você sabe que faz muito tempo
Não me deixe cair, ooh
Presa em seus lábios, tire a minha roupa
Presa na sua língua
Oh, eu amo o seu beijo, é mortal, não pare"

Todos ali curtiam, estavam de pé, atentos. O que me deixou furioso, estavam se divertindo à beça, exceto eu, levantei não suportando mais ficar um minuto naquele ambiente.

Ver a Sam nos braços de outro homem estava acabando comigo.

Saí à passos apressados, quase tropeçando na areia macia, minhas mãos tremiam e meu corpo já estava começando a transpirar.

Quando dei por mim, já estava de frente para o mar agitado, sentindo a brisa noturna e o vento bagunçar o meu cabelo.

As ondas se formavam, cresciam, subiam e se quebravam... A água gélida escorria para a areia, vindo parar aos meus pés.

Fechei os olhos, jogando a cabeça para trás e respirei fundo.

Eu só precisava me acalmar, caso contrário, explodiria.

— Freddie! — Ouvi aquela voz ao longe.

Quando o som do mar se intensificou, ela gritava por mim, me chamando.

— FREDDIE! — Mais um grito.

Quando por fim virei, avistei a Sam correndo, vindo em minha direção, o penteado desfeito, com os cachos bagunçados, ela segurava o par de sandálias bonitas.

Chegou até a mim já sem fôlego, corada, puxando a respiração.

– O que houve? Por quê saiu daquele jeito? — Soltou de uma vez.

– Precisava tomar um ar puro. — Enfiei as mãos nos bolsos.

— Está passando mal? — Ficou preocupada.

Neguei com um aceno de cabeça.

— Você não parece nada bem. — Se aproximou aflita.

As mãos pequenas largaram as sandálias na areia. Ela sem pensar duas vezes, tocou meu rosto tentando de alguma forma me examinar.

— Por favor, fala para mim o que está sentindo. — Pediu aflita.

— Não me peça para fazer isto. — Segurei suas mãos que tocavam meu rosto.

— Por quê? — Seu olhar me implorava.

Ela estava ali bem na minha frente, tão perto, o corpo quente, as mãos delicadas em meu rosto... Era demais pra mim.

Como eu podia controlar?

— Freddie... — Não a deixei falar mais nada.

Puxei sua cintura, grudando seu corpo ao meu, enlouquecido, descontrolado... Eu só precisava dela. Eu a queria com todas as minhas forças, Sam era tudo que eu necessitava e desejava naquele momento.

Por isso a beijei.

A beijei sem mais relutância. Paixão explodia em meu peito. Não só paixão, carinho, desejo... O sentimento era avassalador.

Ela não reagiu nos primeiros segundos. Ficou imóvel. Mas quando seus lábios se separaram, a boca abriu e Sam retribuiu meu beijo... Senti que era recíproco.

Estávamos nos beijando ali sob o céu estrelado, com a água do mar batendo em nossos pés, com a brisa, o vento e o cheiro da maresia ao nosso redor.

Tudo parecia tão surreal.

Quando apertei sua fina cintura, sentindo seu corpo pequeno e quente contra o meu... Tive a certeza que estava mesmo acontecendo.

Era real.

Seu beijo era tão doce. Por mim, eu a beijaria a noite toda se ela não se importasse.

Notas finais
Gente, amei escrever esse capítulo. O que acharam??? O Freddie ficou louco de ciúmes hahaha Gostaram da Sam arrasando na pista de dança??? O beijo para encerrar com chave de ouro. O que foi esse beijo? #Suspiros Já esperavam, né??? O que será que vai rolar no próximo??? Bjs