My Best... (Boy)Friend?
5 5. Uma amizade colorida com diversos sentimentos!
Eu e White fomos no profundo silêncio até ao quarto do Centro Pokémon. Mal eu e ela chegamos ao local, ela retirei o meu Cap e o casaco, e eu fiz o mesmo.
–O que... Queria falar comigo? -Perguntou, enquanto eu suspirei. Ela parecia com medo.
–...Eu estraguei mesmo o seu sonho? -Perguntei com medo da resposta, sentando- me na cama e suspirando. Ela simplesmente sorriu para mim, colocando as suas mãos delicadas na minha face, beijando o meu nariz.
–Não Black. Foi você que o ajudou a construir. -Murmurou, beijando desta vez a testa. Aproveitei para pegar na cintura dela, e prender a mesma contra mim, deixando- a corada.
–Significa que... Eu te ajudei? -Perguntei sorrindo docemente para a garota. Ela corou um pouco, enquanto colei totalmente os nossos corpos. Ela ficou sem reação, e eu soltei um riso baixinho.
–Porquê...? -Murmurou, olhando para o lado.- Porque... Você me faz ficar assim sem jeito, de propósito? -Ela começou a ficar com raiva, ao observar a pouca distância entre os nossos rostos.- Você por acaso está a brincar comigo? Ou simplesmente quer- se divertir, e depois me jogar fora!? Por acaso voc-
Interrompi- a com um beijo lento na garota. Ela arregalou os olhos, e logo retribuiu. Foi um beijo doce e calmo, demonstrando um sentimento "para além de amigos".
–White... -Murmurei, ao separar- me e olhar nos olhos dela.- Ontem... Eu dei o meu primeiro beijo, admito. E você também... -Nesse momento, libertei um sorriso amarelo.- Acho que a gente...
–Não...!! -Ela começou a ficar corada.- A gente virou... A- Amigo... Coloridos!?
–Bingo! -Ri da cara dela, que rapidamente se separou de mim, totalmente vermelha e de olhos arregalados. Apenas dirigi- me a ela, rindo da garota nervosa.- Tem algum problema White?
–... Não! -Ela fez- se de forte, com cara séria. Retirei o sorriso, colocando uma cara séria também, prendendo- a contra a parede, fazendo a mesma paralisar. Olhei- a seriamente nos olhos, fazendo- a tremer.
–White. -Falei baixinho e lentamente. Antes mesmo de ela falar algo, segurei na mão dela. Ela entrou em pânico, achando que eu lhe iria prender na parede. Porém, apenas beijei delicadamente a mão da garota, soltando um sorriso doce.- Eu jamais brincaria com os seus sentimentos; Jamais te jogaria fora, a você ou a outra garota, depois de tudo. Não sou esse tipo de pessoa. -Sorri ligeiramente, beijando- lhe a testa.- Confie em mim.
–Eu confio em você Black. -Ela sorriu docemente para mim, olhando para cima, indo ao encontro dos meus olhos.- Você é das pessoas que mais confio. Essa é a verdade!!
–... -Sorri igualmente a ela, baixando- me ao nível daqueles lábios, que agora, pareciam chamar- me com aquele sorriso encantador.- Hey... Eu posso?
White corou, sorrindo. Ela simplesmente empurrou- me para provocar, fugindo de mim. Quando a olhei, ela estava sentada na cama, com um sorriso provocante.
–Vem me pegar que eu te deixo você me beijar... Hehe... -Sussurrou num tom, diremos... Malicioso. Eu corei um pouco, meio surpreso com a sua reação, mas não perdi a oportunidade. Aproximei- me da garota sentada na cama, que me empurrava provocando, mal eu chegava perto dos seus lábios.
–Pare de me torturar... -Sussurrei num tom de desejo, enquanto ela riu provocando, por diversas vezes e longos e torturosos minutos. Ela apenas deixou eu a empurrar para a cama, ficando em cima dela, olhando- a com um desejo tremendo de a beijar; Um desejo enorme de poder ficar com ela assim para sempre.
–Black, Black, Black... -Murmurou a garota, pegando no meu queixo e aproximando- se do rosto dela, fazendo- me corar, num tom sedutor.- Porque não me beija logo? -Perguntou ela num tom desafiante.
–Porque você não deixa... -Respondi com uma voz um pouco arrepiada, olhando para os lábios dela, com vontade de os beijar. Ela sorriu de lado, mordendo o próprio lábio para provocar.
–Então vem... -Disse tão lentamente, disposta a aumentar a minha vontade.- Vem beijar... Estou esperando...
Respirei fundo, tentando controlar- me. Mas aquela voz tão sedutora sussurrava no meu ouvido cada palavra que me elouquecia. Ela levantou lentamente a minha Tshirt, colocando uam mão por dentro, que me fez soltar um suspiro. Um daqueles suspiros que nunca havia dado na vida... Eu gostava da sensação.
–White virou safada? O que eu fiz com a minha amiga inocente?! -Perguntei num tom inocente, deixando a mesma rir. Ela puxou- me pela gola do casaco, deixando um silêncio ficar entre nós. Não conseguia desviar os olhos daqueles lábios que imploravam cada vez mais para eu abusar deles sem dó nem piedade.
Decidi avançar, para a beijar logo. Porém, a mesma desviou a cara, fazendo eu beijar a sua bochecha, enquanto ria do meu sofrimento e de tentativas fracassadas. Sorri maliciosamente, decidio a vingar- me, descendo para o pescoço da mesma. Ela tremeu, começando a sentir uns beijos e mordidas no local.
–B- Bla...–A voz dela morreu, dando lugar a um gemido bem alto que a mesma deixou escapar, deixando- me cada vez com mais desejo. Eu juntava cada vez mais os nossos corpos: Podia sentir o calor dela perto de mim; Ela tentava aguentar a tentação de soltar alguns suspiros ou até mesmo gemidos baixos.- B- Black... -Foi tudo o que ela conseguiu dizer antes da sua voz morrer, e suspirar bem fundo. Ela estava a gostar, e eu sabia disso.
–White... -Sussurrei num tom tão sedutor quanto pude. O coração dela começou a bater de nervosismo, porém, no fundo ela gostava, pois não me impedia. O desejo estava a apoderar- se de nós a uma velocidade tremenda. Era como se já nenhum de nós se pudesse controlar mais. Agora, era apenas a vontade que controlava os nossos corpos.
Ela gemia cada vez mais e mais, à medida que eu mordia todo o pescoço dela e subia a Tshirt dela lentamente, passando os dedos por todo corpo dela. Passava lentamente nas curvas, e eu deliciava- me com aquele gemido que saia daqueles lábios. Eu mal me controlava; Apenas o desejo me deixava ofegante, assim como ela.
–B- Black... -Ela tentava afastar- me levemente, mas eu prendia- lhe os pulsos, continuando. Ela tentava controlar- se, mas era impossível.- N- Não podemos ir m- muito longe...
Parei de brincar com as mãos pela barriga e pelas curvas da garota e de a morder pelo pescoço, olhando- a nos olhos. Ambos estava- mos ofegantes, com os corações a baterem com entusiasmo.
–Eu sei... -Falei baixinho, só para ela ouvir, mesmo que estivesse- mos sozinhos.- Mas eu... -Olhei automaticamente para os lábios dela. Respirei fundo, fechando os olhos. Tinha de a respeitar: Se ela não queria; Não queria. Tinha de me controlar.
Aquelas duas mãos angelicais tocaram- me no rosto, fazendo- a olhar nos meus olhos e eu nos dela. Ela libertou um sorriso doce para mim, beijando- me delicadamente os lábios, durante uns quatro segundos.
–Obrigada por me respeitar Black. -Murmurou ela, sorrindo, mas totalmente corada.- Agora, posso dizer com cem por cento de certezas que você me respeita para sempre; E eu agora confio plenamente em você.
–Mas... -Sorri maliciosamente, enquanto ela ficou totalmente vermelha, ao olhar- me. Libertei um olhar totalmente safado, tentando seduzir a mesma, que se arrepiou cada vez mais vermelha. Aproximei- me lentamente na orelha dela, pegando no queixo dela.- Podemos brincar um pouquinho sem ir longe demais né?
Ela ficou calada pelos nervos. Percebi que ela estava com medo de "ir longe demais", mas eu jamais faria isso. Eu respeitava- a perfeitamente.
–A- Acho que sim né... -Gagejou totalmente nervosa, enquanto fiquei surpreso com a resposta.
–Pode confiar em mim Prez. -Murmurei docemente para ela, olhando- a nos olhos com um sorriso sincero.- Não farei nada que não queira..
Ela riu um pouco, beijando- me lentamente. Queria aproveitar cada segundo daquela sensação.
–Bem... Temos cerca de um bom tempo sem ninguém para nos chatear certo? -Perguntou ela, olhando- me timidamente. O meu sorriso doce transformou- se num sedutor, deixando a mesma arrepiada com o toque das minhas mãos na sua cintura. Eu nunca havia saido de cima dela desde o início.
–Se não formos longe demais, tudo bem certo...? -Perguntei lentamente no ouvido dela com uma voz que eu mesmo desconhecia até agora.- Feche os olhos White...
White ficou totalmente nervosa e vermelha, mas assim o fez. Fechou os olhos, a meu pedido. Eu tinha- a ali entregue a mim, e ambos poderiamos fazer o que quiser- mos um com o outro.
Passei as minhas mãos por todo o corpo dela, debaixo da sua Tshirt, fazendo a mesma gemer baixinho. Sorri maliciosamente, olhando a garota indefesa que tapava a boca com uma mão, para abafar os gemidos. Fui até ao ouvido dela, sussurrando num tom irresistível:
–Não aguente White... Solte tudo o que tem para eu ouvir.
A mesma realizou o meu pedido, porém, morrendo de vergonha. A boca dela perto do meu ouvido, fez- me ir às nuvens com aquele som que me deixava desejoso de mais e mais. Depois de uns bons minutos a brincar pelas curvas e pela barriga dela, parei, pois a mesma já mal se aguentava.
–A- Agora é a minha vez... -Murmurou rindo baixinho, porém ofegante. Olhei- a rindo igualmente, também meio ofegante, com o cabelo todo bagunçado. Ela fez- me levantar, prendendo- me contra a parede da cama, ficando em cima das minhas pernas. Ela desceu timidamente o zíper do meu casaco timidamente, como se me tortura- se.
–Vai logo!! -Murmurei, até me dar conta do que havia falado e corar, deixando a mesma rir, retirando por completo o meu casaco.
–Hey Black... -Murmurou a garota, colando a gente. Ela olhou- me timidamente nos olhos.
–Sim Prez?
–... Eu... -Ela engoliu seco. Ri um pouco da cara estranha que ela fez, como se estivesse enrolando algo.
–Hey, o que foi? -Sorri docemente para a garota, pegando nos cabelos dela e bricando.- Não precisa de continuar se não quiser, eu te respeito tá? -Murmurei, retirando os cabelos que estavam na face delicada da garota, com medo de ter feito algo que ela não gostasse. Ela corou um pouco, desviando o olhar.
–É que... E- Eu quero muito contar uma coisa para você... -Disse, com um olhar decidido.
–Sério? -Olhei- a curiso, porém confuso.- O quê?
–É que... -Ela olhou para baixo, brincando com os dedos.- D- Descobri faz pouco tempo, porém, eu já sentia isso e... -Ela estava atrapalhada nas próprias palavras. Suspirei, abraçando- a com força, murmurando:
–Eu também te amo tá?
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