Mutações Primeira Temporada
5 5 A espera
Notas iniciais
Eu voltando para Fall’s Chuch saindo de Mystic Fall’s, pensando no caminho em Caroline quando me viu pela primeira vez, me pareceu meio confusa e que nem me conhecia direito, e já na festa da fogueira ela me conhecia, mais não como Amara e sim como Amanda, e quem será essa tal de Amanda? Isso é muito estranho, também fiquei pensando em aquele rapaz muito misterioso que me pediu para eu voltar para essa tal cidade suspeita em dois dias, estou muito preocupada com esse assunto, e também quero saber quem ele é e o que ele sabe, estou com medo mais ao mesmo tempo estou com muita coragem para chegar onde eu quero, vai que aconteça alguma coisa comigo ou com a minha família, mais estou determinada a correr o risco.
Sai de Mystic Fall’s já era passado das dez então vou chegar na minha cidade antes da meia noite. Chegando em casa vou me trocar e pensar em alguma coisa para contar para minha mãe e a todos onde eu estava até por que eu iria chegar atrasada no velório de Math, ele chegou na cidade a pouco tempo e fez amizade comigo muito rápido, eu adora o jeito dele de me fazer rir, ele me consolava quando eu estava chorando, e agora ele se foi, por ele por meu irmãozinho Nicolas e por meu pai, eu amava ambos dos três. Coloquei um vestido preto e me caminhei até a igreja onde ele estava acontecendo o velório, chegando lá localizei a mãe de Math chorando encima do caixão, percebi que a cidade inteira estava aqui. Minha mãe olhou para mim e eu parada na porta, ela veio em minha direção.
– Filha por onde esteve?
– A mãe... Estava pensando um pouco, com a morte do Math estive pensando no papai e no Nicolas.
Quando eu falei isso minha mãe mudou totalmente de expressão.
– Filha pare de falar nisso... Isso já passou.
Ela ficou muito alterada.
– olha mãe, eu ainda tenho esperança de encontrar os dois. A minha esperança é a ultima que morre.
Minha mãe saiu de perto de mim, fui caminhando ao caixão quando cheguei perto de mais que dava para ver o Math comecei a chorar, a mãe de Math chegou e me falou:
– Pode parar de fingir, eu sei que você não sente compaixão de meu filho.
Ela estava muito nervosa e começou a gritar
– Saia daqui, saia daqui.
Eu me senti com muita vergonha por ela me expulsar de lá. Minha mãe e Mihly vieram atrás de mim.
– Filha você teve alguma coisa haver com a morte de Math?
– Mãe como você pode pensar isso de mim?
– Dona Margarethe, ela não teve nada haver com a morte de Math, porque quando aconteceu isso nós estávamos no quarto pesq...
Interrompi Mihly, porque minha mãe não pode descobrir a verdade.
– Conversando, mãe.
Nós fomos embora muito desconformadas com o que havia acontecido, mais sobrevivi, sempre sobrevivo.
Ao amanhecer pensei, ontem não fui para o colégio então hoje será o primeiro dia. Chegando no colégio todos estavam me olhando, não sei porque, foi ai que me toquei que foi por causa da noite passada, nem liguei, ao bater o sinal entrei na sala e olhei para o lugar de Math e ele estava sentado em seu lugar, fiquei muito assustada, e acabei desmaiando.
Quando voltei de volta estava, na enfermaria, olhei no relógio e já era passado das seis da tarde e a medica estava falando com minha mãe e eu aproveitei ouvir.
– Senhora eu venho acompanhando sua filha a anos e você sabe o que acontece com ela quando está chegando a hora.
– Eu sei mais o que eu devo fazer?
– faça o de sempre. Disse a doutora.
Deitei-me de volta na cama e a porta se abriu era minha mãe e a medica.
– Ela está melhor doutora Suellen.
–Sim.
Menti que estava acordando agora e nós saímos dali e fomos direto para casa, minha mãe sabia de algo, mais nunca que ela iria me contar. Chegando em casa me tranquei no quarto e disse.
– Mãe o que está acontecendo comigo?
– Não sei filha a medica falou que foi um desmaio de tanto desespero.
– A mãe pare de mentir. Eu escutei você e a Suellen conversando algo sobre mim.
Escutei minha mãe descendo as escadas. Eu comecei a chorar, e acabei adormecendo ali mesmo.
No dia seguinte, acordei pensando no que iria acontecer quando eu iria encontrar aquele homem, oque será que ele quer comigo? Vou agora para Mystic Fall’s e chegar antes dele. Já era passado das onze, e sai de casa.
Cheguei em Mystic Fall’s e encontrei Caroline.
– Oi.
– Olá, Amanda, tudo bem? Até que enfim você apareceu, faz dois dias que nós estávamos te procurando e nada, e agora você aparece com esse carrão, o que aconteceu?
– Nada não Caroline. Tive que sair da cidade em negócios mais já estou de volta. Está indo a algum lugar?
– Sim, vou non Mystic Grill.
– Entre eu vou te dar uma carona.
Caroline entrou no carro.
– Eai descobriram o que aconteceu com aquela menina naquela noite?
– estamos com suspeita que foi o Klaus.
– Klaus?
– Sim, aquela que tentou matar a Elena no sacrifício a dois anos.
– A sim sei quem ele é. Mais por que ele voltou a Mystic Fall’s?
– Ainda não sabemos mais nós vamos descobrir.
Eu estava muito nervosa, mais tenho que manter a calma, para ela não desconfiar de nada. Entramos no Mystic Grill e ali estavam todos.
– Oi Amanda? Disse Elena.
– Oi, tudo bem com vocês?
Todos responderam ao mesmo tempo.
– Tudo bem.
– Oque aconteceu com você? Disse a Bonnie
Caroline me interrompeu e falou o que eu havia falado no carro para ela.
– E o que estão fazendo aqui?
– Estamos tentando descobrir oque o Klaus quer em Mystic Fall’s. disse o Stefan.
– E ai descobriu alguma coisa?
– Ainda não e estamos com receio que ela está tramando.
Eu sai de perto deles e fui ao banheiro. Elena foi atrás de mim e perguntou o que havia acontecido.
– Nada, Elena.
– Você está muito tensa, nem parece a mesma.
Ai meu Deus ela me descobriu.
– Nada não Elena está tudo bem.
Elena saiu do banheiro, a porta se fechou e quando fui perto do espelho eu vi a Katherina.
– O que você quer comigo?
– Ora, ora você aqui de novo.
– Você ficou de me contar a verdade. Estou esperando, e porque quis que eu voltasse para aquela festa se passando pela essa tal de Amanda?
– Calma você vai saber de tudo no tempo certo. Só quero que você saia dessa cidade agora mesmo.
– Por quê?
– Você está correndo um grande perigo.
– Que tipo de perigo me fale?
– Eu avisei.
Ela saiu do banheiro que eu nem vi saindo. Peguei minha bolsa e fui direto para o meu carro e comecei a andar pela a cidade, em busca de respostas. Mais nada. Fui no local que aquele homem me disse que era para mim voltar ali em dois dias. Comecei a procurar pistas. Procurei e procurei, achei um papel escrito assim:
SOCORRO PESSOAL AQUI É A...
O resto do papel estava resgado e não dava para ver mais nada. o que será que é aquilo?
– Voltei até o Mystic Grill eu mostrei o papel para o pessoal.
Todos estavam surpresos com aquilo.
– Amanda como você encontrou isso aqui? E aonde você achou?
Quando olhei no relógio já era oito horas da noite. Sai correndo dali e fui ao encontro daquele homem. Chegando ao local ele estava parado numa arvore.
– Atrasada. Pensei que não veria mais.
– Estou aqui. Deixe-me adivinhar quem você é?
– Fale.
– Você deve ser o Klaus.
– Nossa, virei popular. Até você sabe quem eu sou.
– Então você já deve saber o que eu quero de você.
– Não, o que você quer comigo?
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