Mushi Sentai Slyranger
6 Layer 05 – The Spider’s Web (part One)
Notas iniciais
Soya! No capítulo anterior...
— O que você quer? – pergunta Akira.
— Quero que leve isso a sério. – respondia Yuu.
— Como é? – Akira diz não gostando daquilo. – Eu...
— Desde o começo você tem levado as coisas na brincadeira. – cortava Yuu. – Mas isso é sério. As pessoas podem morrer e a raça humana está em perigo real.
Os Slyrangers partem pra cima de Naito e Caraconus, mas os humanos surgem no caminho os segurando.
— Por favor, não façam isso! — dizia YellowHachi. – Nós não somos o inimigo!
— Não adianta! Eles não nos escutam! — dizia BlueChoo.
— Mantenham-se firmes! – diz BlackKuwagatta. – Não podemos deixar isso nos abalar!
— Mas, o que...? – ele dizia confuso quando diante dele aparece um enorme besouro vermelho. – Você! Você é ele, não é?!
O besouro não o responde, não emite um som sequer. De repente, começa a atacar Akira que apenas desvia.
— Mas... O que? O que está fazendo? Não entendo! – ele desvia de um ataque. – Porque está me atacando?
Caraconus se torna gigante e, nesse mesmo instante, um raio atinge o monstro fazendo com que todos voltassem sua atenção para um enorme tanque de combate em forma de um Kabuto.
— Desculpem a demora, pessoal! — diz RedKabuto que pilotava o mecha já transformado.
— Kabuto Senin! Sannnjou! — dizia RedKabuto.
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Já era noite no Japão. Do alto de um prédio, alguém observava a cidade. Ele usava uma roupa ninja cuja pouca luminosidade fazia parecer com branca. Seu rosto era escondido por uma máscara avermelhada e um capuz.
— Agora é a minha vez... — dizia o rapaz com um olhar maligno.
Um vulto parecia ataca-lo quando o rapaz se vira rapidamente e se defende do ataque. Se tratava de Naito. Ele encarava o rapaz sob as sombras enquanto disputava forças com ele num luta de espadas.
— O que pensa que está fazendo? – diz Naito. – Não deveria estar pondo o plano em pratica?
— Não se preocupe. – o misterioso rapaz o respondia. – Amanhã tudo estará feito. – o rapaz se desvencilha da espada de Naito e se afasta. – Os Slyrangers logo cairão em minha teia!
Ele atira uma bomba de fumaça no chão e então desaparece da frente de Naito, deixando o vilão sozinho.
— Assim espero... – ele desaparece em seguida também.
Hironobu parecia extremamente empolgado naquela manhã. Todos acordam com sua histeria.
— Senhor, alguém desliga essa criatura da tomada. – dizia Akira enterrando a cara no travesseiro. Lon estava deitando próximo a cama do rapaz, o cachorro botava as patas sob os olhos, tentando imitar o dono.
— Bom dia, Hironobu-kun! – dizia Lina coçando os olhos e enquanto se aproximava do rapaz. – O que houve que está te deixando tão empolgado assim?
— Isso! – dizia o rapaz mostrando um panfleto. – Fascinante, não acha?
Lina pegava o panfleto para olhar melhor. Nele falava de uma feira de ciências que iria acontecer em dois dias onde os participantes poderiam mostrar toda a sua genialidade criando algo que pudesse revolucionar o mundo.
— Acho que é... Pra alguém como você. – dizia Lina sorrindo pro rapaz. – Está pensando em participar?
— Sim! – ele respondia empolgado. – É o meu sonho!
— Seu sonho vai ter que esperar. – dizia Yuu. – Temos uma missão primeiro.
— Quê?! – diz Hironobu. – Mas uma coisa não impede outra.
O ninja preto coloca suas mãos sob os ombros do rapaz e respira fundo.
— Olha, tente entender. – ele dizia pra Hironobu. – Nossa missão vem em primeiro lugar. Uma feira como essa será uma distração que pode se tornar a brecha perfeita para o inimigo nos atingir.
— Me desculpe... – Hironobu empurrava as mãos de Yuu. – Mas eu acho que sou perfeitamente capaz de lidar com as duas coisas. – ele ajeitava os óculos.
— Hironobu... – dizia Yuu o encarando seriamente. – Isso é uma ordem, como seu líder.
— É mesmo? – o ninja verde indaga com um tom irônico. – Só que eu tenho uma novidade: você não é mais o líder da equipe.
Todos olham para Akira que ainda estava deitado com o rosto enterrado no travesseiro. Lina o cutuca algumas vezes.
— O que diz, Akira-kun?! Hironobu pode participar da feira?
— MmMmM... – ele resmungava algo no que Lina continuava a cutuca-lo. – O que ele quiser! Me deixa dormir!
Yuu ficara indignado com o que Akira dizia. ele pedia a opinião de Naru que apenas dá de ombros dizendo que ele era o líder. Hironobu e Lina comemoravam. O rapaz estava tão empolgado que correra pra começar seu projeto imediatamente. Lina estava tão contente com a empolgação que passara a ajuda-lo. Os dias iam se passando e entre os treinamentos, os dois corriam para adiantar o projeto pra tal feira.
— Os dois estão dando tudo de si mesmo, né? – diz Akira.
— Sim, Hironobu sempre foi fascinado por ciência e tecnologia. – dizia Naru. – Sempre leu muito a respeito enquanto estávamos no dojo do Sensei Mushi.
— Confesso que estou curioso pra saber o que ele está criando. – dizia Akira.
— Ele é o maior gênio que conheço. – comentava Naru. – Certamente será algo incrível.
Yuu os olhava conversando e fazia cara de poucos amigos.
— Ainda acho que deviam estar mais focados nos treinos. – comentava Yuu voltando sua atenção para Simas. – Como estão as coisas na cidade? Algum sinal de Vector?
— Nada. – dizia Simas monitorando. – Nenhuma manifestação. Está tudo calmo.
— Hm... Calmo até demais... – pensava Yuu em voz alta. – O que estarão planejando? – ele levava a mão ao queixo, pensativo.
Finalmente chega o dia da tal feira. Hironobu e Lina estavam dando a ultima conferida na criação. Estava tudo pronto.
— É hoje! – Hironobu respirava nervoso. – Nem acredito!
— Respira fundo e se acalma! – diz Lina. – Vai dar tudo certo, Hironobu-kun!
— Não conseguiria sem a sua ajuda, Lina-chan! – Hironobu a olhava com um sorriso e os olhos lacrimejando. – Obrigado! – ele pega nas mãos de Lina. – Não conseguiria sem você!
Lina ficava corada. Ela puxa sua mão um tanto que sem graça e olhando de canto. Os outros se aproximam deles no mesmo instante.
— Pessoal? – Hironobu estranha. – O que fazem aqui?
— Como assim? – questiona Akira. – Nós vamos à feira com você.
— Isso é sério?! – Hironobu ficava feliz com o que ouvia.
— Claro! – confirmava Akira. – Somos uma equipe, não é? E eu estou muito curioso também.
— Até mesmo você, Yuu? – indagava o ninja verde o olhando ansioso pela resposta.
— Ainda não concordo com a sua participação... – dizia Yuu seriamente. – Mas eu tenho meus motivos.
Hironobu suspirava com uma certa decepção, mas ficava contente que por qualquer motivo que fosse, Yuu também iria. O apoio deles o deixara ainda mais animado. Eles vão até o local da feira que parecia bastante cheia, surpreendendo alguns dos Slyranger. O local parecia enorme e estava realmente cheio, quase lotado. Pessoas andavam de lá pra cá, nerds em sua maioria.
— Nossa, isso aqui está realmente cheio! – dizia Lina com um ar de desagrado enquanto várias pessoas passavam esbarrando nela. – Você já sabe qual é o seu stand?
— Ainda não o encontrei. – diz Hironobu. – Está cheio demais, não estou conseguindo enxergar.
— Hironobu Yasuhiko-san? – diz uma voz vinda de trás dos nossos heróis que se viram. Eles veem um rapaz sorridente de cabelos negros e cheios. Usava três camisas aparentemente – uma preta de manga comprida que era coberta por uma branca com uma estampa preta. Por cima dela, uma camisa social de tom azul marinho. Calça e tênis preto. – Prazer! Sou da organização do evento e estou aqui para leva-lo até o seu stand.
— Oh... Obrigado. – diz Hironobu.
O jovem o leva até o stand e Hironobu coloca o objeto ainda coberto por um pano no mostruário. As mãos de Hironobu suavam frias, o nervosismo lhe abatera. Ele mal podia esperar pra mostrar sua obra. Enquanto todos observavam a feira dali, Yuu decide dar uma volta, algo parecia realmente lhe incomodar. Naru percebe e vai atrás dele.
— O que vai fazer? – ela questiona Yuu. – Não está querendo estragar o momento especial de Hironobu, né?
— Não quero estragar o momento de ninguém. – respondia Yuu enquanto olhava em volta. – Francamente me ofende ver o quão pouco pensa de mim. Eu só não posso ignorar o que meu instinto diz.
— Seu instinto? – questiona Naru. – E o que o seu instinto diz?
— Que algo não está certo. – dizia Yuu. – Você não acha estranho que desde que soubemos dessa feira, o Vector não agiu? Isso não te incomoda?
— Sim, você tem razão. – Naru analizava naquele momento. – Mas temos que tomar muito cuidado, se isso for uma armadilha de Vector, não podemos deixar Hironobu se magoar.
— Eu sei disso. – dizia Yuu concordando.
Os dois começam a observar atentamente o local. De repente, eles observam algumas pessoas com um ar suspeito. Essas pessoas acabam se revelando soldados Kallars que entravam numa área restrita ao pessoal da organização.
— Vector... – dizia Yuu cutucando Naru e mostrando os Kallars. – Eu sabia.
Os dois se olham e concordavam com a cabeça. Eles adentram a área sem serem vistos e rapidamente trocam suas roupas civis por trajes ninjas. Eles se vem em meio a uma escuridão, apenas conseguiam ver a si mesmos, pois estavam um do lado do outro e ainda assim, viam nada além de uma silhueta.
— Naru, não se afaste de mim. – diz Yuu segurando sua mão. – Não podemos nos dar ao luxo de sermos pegos.
— Eu sei disso. – dizia a moça. – Você deve estar adorando isso, não é?
— Acredite, gostaria que fosse em outra situação. – dizia Yuu.
Algum tempo passa e os dois estavam muito calados, especialmente Naru. Ela raramente ficava calada quando estava a sós com Yuu, principalmente depois dele ter se declarado a ela.
— Você está calada... No que está pensando? – pergunta o rapaz sem obter resposta. Aquilo estava muito estranho. Ela não havia sumido, ele podia sentir sua mão na dele. – Naru, está...?
Antes que pudesse completar a pergunta, Yuu é acertado por um golpe e acaba desmaiando. Já fazia algum tempo que os dois se afastaram de Hironobu e os outros, Akira parecia preocupado.
— O que foi, Akira-san? – perguntava Hironobu.
— Yuu e Naru, eles sumiram. – comentava o líder.
— Ah! Não liga pra isso não! – dizia Lina despreocupada. – Eles são assim mesmo, devem estar discutindo a relação. Sabe, eu acho que rola alguma coisa entre esses dois! Tá na cara que Yuu-kun sente algo por ela.
— Você acha, Lina-chan? – pergunta Hironobu.
— Claro! Tá na cara, oras!
— Fascinante! – Hironobu ajeitava os óculos.
— Bom, fiquem aí! – dizia Akira. – Eu vou ver se encontro eles, ok?
Akira sai de lá e vai à procura dos dois. Lina e Hironobu ficam ali terminando de ajeitar as coisas quando o rapaz que os recepcionou se aproxima novamente. Ele parecia realmente interessado na invenção de Hironobu.
— E então, Yasuhiko-san, estou curioso! – ele dizia com empolgação e ansiedade. – Não aguento mais! O que tem pra nós?
— Oh... Claro! – diz Hironobu tremendo. Lina tentava acalmá-lo.
Hironobu finalmente puxa o pano revelando algo que parecia uma aranha dourada com detalhes vermelhos que simulavam os olhos dela.
— Uma aranha? – o rapaz perguntava um tanto surpreso, mas de uma forma que não soava muito bem aos ouvidos de Hironobu.
— Eu sei o que está pensando. – dizia o rapaz ajeitando os óculos. – Mas é mais que isso. É uma nova tecnologia que serve para assistenciar um ninja.
— Um ninja? – o outro volta a se interessar. – Gosto de ninjas.
— Ela possui uma tecnologia avançada que sustenta o peso de uma pessoa e a permite escalar paredes, além de dardos tranquilizantes que podem ser disparados.
— E é um ótimo bracelete, também! – completava Lina.
— Tá aí, gostei! Podemos ver em ação?
Hironobu toca na invenção que se ativa. Ela começa a caminhar com suas patas robóticas e então salta se prendendo ao pulso do organizador que olhava maravilhado.
— Incrível! – diz o organizador impressionado. – Realmente incrível!
— Sério mesmo?! – Hironobu ficava feliz ao ver aquela empolgação e brilho nos olhos do rapaz.
— Você é mesmo um gênio, Yasuhiko-san! Agora me responda... – o olhar de encanto do rapaz muda rapidamente para um olhar frio e amedrontador. – Ele é capaz de me transformar como vocês?
— Como é? – Hironobu ficava confuso.
O organizador aponta o pulso na direção de Lina e dispara um dardo que atinge o pescoço da heroína. Ela então cai desmaiada e em seguida, ele faz o mesmo com o ninja verde. Hironobu recobra a consciência aos poucos ao ouvir a voz de Lina o chamar.
— Hironobu-kun! – ela dizia. – Você acordou, que bom!
— Er... – ele olha para ela e para si e vê que estavam todos presos por fios brancos que pareciam teia. – Mas o que diabos...?
— Hora, hora... Vejo que acordou a bela adormecida. – dizia o rapaz que se passara por organizador da feira.
— O que está acontecendo aqui? – dizia Hironobu se recordando aos poucos. – Porque nos atacou?
— Hora, era muito simples... Porque vocês são discípulos daquele velho horroroso.
— Então foi tudo uma armadilha mesmo? – Hironobu se via decepcionado.
— Mas é claro! E você... – o rapaz o encara diretamente. – Caiu como um patinho ou devo dizer Louva-a-deus? Hahahahahahha!
— Desgraçado... – dizia Yuu que também estava ali junto com Akira e Naru. – Quem é você afinal?!
— Como conhece o Sensei Mushi?! – questionava Naru tentando se soltar.
—Oh? Então aquele velho arrogante não falou de mim? – o rapaz puxa sua roupa revelando um uniforme ninja branco com uma máscara vermelha. No canto do uniforme havia o mesmo símbolo do clã Mushi. – Eu me chamo Takeru e hoje eu só quero mostrar o meu novo poder... – ele olha para Hironobu. – Obrigado, aliás.
— Novo poder?! – Akira tentava se soltar, mas era inútil.
Takeru estala os dedos e os fios se afrouxam soltando os nossos heróis que se veem confusos.
— Estão se perguntando porque os soltei, não é mesmo? – diz Takeru. – Não preciso que fiquem presos porque vocês não são páreos para minha magnitude.
— Como é? – Akira se via irritado com aquelas palavras. – Que cara mais arrogante.
— Na verdade ele me lembra muito você. – comenta Yuu.
— Contemplem, o poder digno de um grande ninja! – diz Takeru tocando o bracelete criado por Hironobu. – Sly Change!
— Espera aí, o quê?! – diz Yuu ficando surpreso de verdade.
— Ele vai se transformar?! – dizia Naru.
— Err... – Lina ficava um tanto sem graça. – Essa era a grande surpresa da invenção... Ele além de tudo poderia se converter num Changer...
Takeru era revestido por uma energia que tomava a forma de um uniforme ninja, mas este era levemente diferente dos demais Slyranger. Além de branco com detalhes dourados, ele possuía uma proteção no peitoral e o lenço em seu pescoço era dourado. O visor era vermelho e acima surge uma placa dourada que lembrava uma aranha.
— WhiteKumo!— ele dizia movimentando os braços à frente e batendo no chão em seguida e fazendo uma pose. – Takeru!
— E-Ele se transformou mesmo! – diz Akira surpreso.
Hironobu não conseguia acreditar no que estava vendo, sua criação nas mãos do inimigo e pra completar, por sua causa. Ele estava irritado, irritado como nunca se vira antes. Ele fecha os punhos correndo na direção de WhiteKumo e ativando seu SlyChanger. O rapaz se transforma rapidamente em GreenMantis e começa a ir pra cima do ninja branco. Os outros se transformam também, mas são interrompidos por soldados Kallars.
— Desgraçado, então ele está mesmo com Vector! – dizia BlackKuwagatta.
— Vai pagar! — diz GreenMantis atacando WhiteKumo com as KusariMantis. – Vai pagar muito caro por ter se aproveitado do meu sonho! Jamais vou te perdoar! Jamais!!
GreenMantis continuava a atacar WhiteKumo incessantemente até conseguir encurralar o inimigo. A vitória estava praticamente garantida.
— Você acha que já venceu essa não é?— dizia WhiteKumo. – Mas a verdade é que você foi enganado de novo.
-Como é? – GreenMantis se vê surpreso e olhando pra baixo.
— KumoBow! — diz WhiteKumo no que o bracelete se abre e toma a forma de uma besta. – MushiNinpou: Bombardeio de Teias!
WhiteKumo dispara pequenas bolas explosivas contra GreenMantis que é lançado contra os seus amigos. Em seguida, o ninja inimigo avança contra os cinco e os atingem com alguns ataques muito rápidos.
— Ele é rápido demais! — dizia BlueChoo.
—É impossível ver seus ataques!— comentava YellowHachi.
— Devo confessar, o velhote treinou vocês muito bem. – dizia WhiteKumo. – Pena que não foi o suficiente!
— Acha que somos fracos, não é?— diz RedKabuto se levantando. – Vou te mostrar quem é fraco aqui!!! Mushi Ninpou: Trovão Escarlate!
RedKabuto manipula a eletricidade existente no ar e então a acumula de forma que se torne visível e tão intensa que ela ganha uma coloração avermelhada. Ele então lança o golpe contra WhiteKumo que tenta se defender mas não consegue totalmente e é atingido.
— Oh... Você é aquele que não foi treinado, não é mesmo? – diz WhiteKumo. – Muito bem, vamos ver do que é capaz na próxima vez que nos encontrarmos...
WhiteKumo joga uma bomba de fumaça no chão e então desaparece do local assim como os Kallars. Na fortaleza voadora Daishini, o Príncipe Eyes não parecia nada contente com a atitude do Slyranger maligno.
— Como ousa deixar os Slyranger vivos?! – dizia o Príncipe. – Não foi esse o nosso combinado!
— Heh... E quem liga para o que combinamos? – diz Takeru. – Eu já tenho o poder que precisava, posso acabar com aqueles inúteis a hora que quiser.
— Se é assim, porque não acabou com eles agora então? – diz Hellofaya.
— Takeru, não deixe que eles o enganem... — dizia o Imperador Vector. – Os Slyranger são mais fortes do que pensa. Eu não tolerarei fracassos.
— Heh, você é tão irritante quanto o velhote, sabia disso? – diz o rapaz encostado em uma pilastra e de olhos fechados. De repente ele os abre. – Aquele líder deles... Quero saber até onde vai o poder dele.
Os nossos heróis retornam para a base Dellux, depois de um bom descanso, estavam prontos para relatar os acontecimentos a Dra.Marie.
— Takeru, vocês disseram huh? – dizia a Dra.Marie. – Hm... e tinha o mesmo símbolo do clã Mushi?
— Sim. – respondia Naru. – Por algum motivo eu tenho a impressão de não ser um nome desconhecido.
— Nem eu. – comentava Yuu também.
Naquele instante, Lina aparece com um papel na mão.
— Gente! Gente! – ela dizia desesperada. – É terrível!
— O que houve, Lina-chan? – perguntava Simas aflito com o desespero da garota.
— É o Hironobu-kun! – ela dizia entregando o papel. – Ele foi embora...
つづく...
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