Mundos Diferentes, Sentimentos Iguais
8 Capítulo 8 - Os novatos entram em cena!
Notas iniciais
' Bom, sem mais delongas, que venham alguns dos novos personagens.
No capítulo anterior
Os garotos estavam jogando enquanto Jaime e Paulo somente olhavam, nesse momento as garotas apareciam pelas costas deles para tentarem lhes dar um susto. Maria Joaquina chegava atrás de Jaime e Margarida atrás de Paulo, enquanto Valéria e Carmem apenas olhavam. Num passo errado Maria cai em cima de Jaime, ambos coram em conjunto.
– M-Maria??!! — Jaime falava assustado com a garota que estava apoiado em suas costas.
– É isso aí Maria, você também Jaimão! — Margarida e Mário falavam em conjunto, logo após se entreolhavam corados.
– Cara, é o dia dos casais e ninguém me informou? — Paulo falou fazendo piada da situação.
Continuação
– E-er, oi Jaime... — Falava a garota rica completamente vermelha, logo após se levantava lentamente.
– O que acabou de acontecer? — Paulo perguntava ainda confuso com o que acabará de acontecer.
– Íamos dar um susto em vocês dois, mas por culpa da Maria, isso não foi possível! — Margarida falava olhando nervosa para a amiga.
– Quem levaria um susto com a Maria? Ela é bonita demais para assustar alguém... — Jaime falava fazendo Maria corar, logo após também cora ao perceber o que falou — Não só ela, como você também Marg... — O gordinho falava tentando mudar o que falou.
– Obrigada Jaiminho! — Margarida falou sorrindo, logo após saiu junto das meninas.
– Cara, a Valéria fica gostosa de qualquer jeito, né? — Paulo falava olhando para a bunda de Valéria.
– Cara, gostosa é a Maria! Imagina sentir aqueles peitos apoiados em suas costas? — Jaime falou se lembrando da cena.
– Cara, hoje você ganhou o dia, bem que a Margarida podia ter caído também... — Paulo falou causando risos em seu colega.
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Nesse mesmo momento, Adriano chegava em casa tranquilamente como sempre chegava, ao chegar em casa se depara com seu primo, Fábio (personagem de Lucas Momsen), que estava junto de seu tio, Felipe.
– Oi tio, eae primo! — Adriano falou tocando na mão do primo. — Não querendo ser mal educado, mas o que fazem aqui? — O loirinho perguntava olhando para seus parentes.
– Soubemos por um comercial que a escola mundial abriu vagas, então vim matricular o Fábio! — Falava meu tio sorridente, olhei para meu primo e sorri.
– Que legal, primo! Vamos lá para meu quarto! Vou te mostrar umas imagens da escola e te contar como é o pessoal de lá! — O loirinho falava animado e ia até seu quarto, seguido de seu primo.
– Nossa, lembro de quando seu quarto era cheio de bonecos e coisas bagunçadas... — Fábio falava ao se lembrar de como era o quarto do primo, Adriano logo se lembrou também e sorriu.
– Todos tem o direito de crescer, não é? — Adriano falou se lembrando de seus brinquedos, sentia falta de todos, especialmente de Chulé.
– Pois é, mas eu gostava mais do seu quarto antes, a gente se divertiu muito aqui, né? — Fábio perguntou e logo riu ao se lembrar do quanto aprontaram nesse quarto.
– É verdade. As vezes eu penso, porque temos que crescer? — Adriano perguntava fazendo seu primo ficar sério.
– Cara, a gente descobre novos horizontes ao crescer. Eu nunca quis crescer, nunca quis namorar, quando eu era criança, achava namoro uma coisa nojenta. Hoje, você sabe, né? — Fábio falou fazendo seu primo loiro rir.
– Claro que sei, né? Safadão! — Adriano falou tirando onda com o primo.
– Cuidado para não apanhar,mané! — Fábio ameaçou o primo que gelou, já que ele era muito mais forte.
– Calma safadão, foi uma piada... — Adriano falou assustado, logo depois foi lentamente até o computador — Vem cá, deixa eu te mostrar a escola! — Adriano falou pesquisando o site da escola.
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Nesse momento, outro garoto andava lentamente, era um garoto de estatura alta, era magro e tinha cabelos lisos, tinha um olhar triste, um olhar que não demonstrava sentimento algum, um olhar sofrido.
Droga... Será que não tem um dia que eu não possa chegar em casa, seco? — O garoto perguntava olhando o céu.
Logo após a primeira gota de chuva cair, o garoto começava a correr em direção ao seu apartamento, era algo simples, nada de muito ruim, nada de muito bom, um lugar razoável.
– Bem vindo de volta, maninho! — Sophia, a irmã de 18 anos do garoto, falava sorrindo ao ver o irmão chegar.
– Onde estava? Olhe seu estado, parece que entrou em uma piscina! — Victória, a irmã de 23 anos do garoto falava aparecendo no local, ela olhava preocupada para o irmão, que não demonstrava preocupação quanto a seu estado.
– Tira a mão de mim, sua idiota... — O garoto falava batendo na mão de sua irmã, fazendo com que ela o soltasse.
– Mas irmão... — Victória perguntava triste, logo após ver o irmão lhe dar as costas, um ataque de nervos lhe sobe a cabeça — Adiel Santos! Nunca mais ouse dar as costas para mim! — Victória falou a clássica frase que sua mãe sempre dizia a Adiel.
– Nunca mais ouse imitá-la! E nem tente mandar em mim! Afinal, você não é minha mãe! — Adiel gritava indo até seu quarto.
– É... Mas se eu fosse! — Victória falava olhando nos olhos escuros do irmão.
– Mas não é! — Falou e logo após fechou a porta com força.
– Irmã... Você percebeu que... O brilho que ele tinha nos olhos... Desapareceu? — Sophia perguntava olhando a irmã que estava perplexa com a atitude de seu irmão.
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Uma garota loira ia chegando em casa, a mesma estava com um guarda chuva. Olhava para baixo, gostava de ver os pingos da chuva caírem no chão. A garota loira chegava na frente de casa, mas ao entrar, se esbarra em alguém.
– Ai, desculpa! — A garota fala soltando o guarda chuva e indo pegar as coisas do garoto, que haviam caído.
– Não, sem problemas! Acidentes acontecem! Afinal, quem é você? Nunca te vi por aqui! — O garoto que se tratava de Paulo, perguntava sorridente.
– Meu nome é Alice! Nunca me viu por aqui, porque me mudei para cá tem pouco tempo! E você, tem nome? — Alice perguntava fazendo graça.
– Eu sou Paulo, Paulo Guerra! É um prazer conhece-la — Ele falou estendendo a mão para a garota, que aceitou o gesto.
– O prazer é todo meu, Paulo... — Alice falou lançando um olhar sexy para Paulo, que corou. — Bom, vou indo Paulo, até algum dia! — A garota falou se despedindo, enquanto andava, Paulo olhava para a bunda da garota e se admirava.
– Caramba... O que é Alícia perto dessa garota? — Paulo perguntava, ao se lembrar de Alícia, o mesmo se apavora — Puta merda! A Alícia! — O mesmo falou e saiu correndo atrás da namorada.
– Alícia? — Alice perguntava vendo Paulo correr — Parece que, esse já tem dona, que pena! — Falava a garota entrando no prédio.
– Alice? O que estava fazendo com o Paulo? — Valéria perguntava olhando a garota.
– Conhece ele? — Alice perguntava confusa.
– Sim, ele é da minha escola! E da que futuramente, será a sua também! — Valéria falou, Alice ao ver que estudaria na mesma sala que o garoto, sorriu maliciosamente.
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Notas finais
- Não se esqueçam dos reviews!
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