Mundos Diferentes, Sentimentos Iguais

6 Capítulo 6 - MarceNiel...


Notas iniciais
' Fala galera, trazendo aqui mais um capítulo, espero que gostem ^^

No capítulo anterior

Filho, vem aqui embaixo! — A mãe de Daniel chama seu filho, o mesmo estava muito concentrado na postagem e nem ouvia a mãe o chamando.

Daniel estava pensando na vergonha que ia passar caso Kokimoto o pegasse em alguma travessura. Ele tinha medo de Marcelina ter vergonha de namorá-lo caso ele fosse pego por Kokimoto. Daniel sempre demonstrou uma paixão escondida por Marcelina, a mesma também sempre gostou do mesmo, porém ambos não sabiam do sentimento que sentiam uns pelos outros.

Daniel! Estou te chamando já tem um tempo! Está surdo? — A mãe do garoto entrou no quarto do filho, o chamando novamente.

O que você quer mãe? — Daniel perguntou frustrado pela invasão da mãe.

A Marcelina está aqui para vê-lo! Posso manda-la subir? — A mãe do garoto perguntou, nesse momento ele gelou, a garota que ele ama estava em sua casa, o que fazer? O que responder?

Continuação

Então filho? Posso mandá-la subir? — A mãe do garoto perguntava, Daniel estava com medo de fazer alguma besteira na frente de Marcelina, ou de demonstrar medo de Kokimoto, não sabia o que fazer naquele momento.

Pode... Pode sim, mãe... — Daniel disse que sim pois não queria dar um fora na garota.

Ok, vou chamá-la! — A mãe do garoto disse sorridente, descendo as escadas.

Droga cara, porque Marcelina tá aqui? Ela deve ter visto a postagem... — Daniel falava para si mesmo, de maneira pensativa.

Marcelina subia as escadas atentamente, a garota olhava os retratos na escada e via fotos de Daniel espalhadas pela parede, viu uma que lhe deu uma boa lembrança, a foto dela e de Daniel no dia da grande festa anual, ela sorriu e voltou a subir as escadas. Ao se aproximar do quarto do garoto, a mesma sentiu receio ao entrar em seu quarto, mas mesmo assim tomou coragem e entrou.

O-oi Daniel... — Marcelina falava entrando no quarto do garoto, ao entrar no quarto do garoto, via um cenário bagunçado e desagradável. — Minha visão de um Daniel organizado subiu a partir de hoje... — A mesma falou fazendo o garoto rir.

Ser o nerd faz parecer que você é organizado em tudo, né? — Ele falou sorrindo, a mesma riu do comentário.

Sim, faz sim... — A garota falou olhando agora nos olhos do garoto, por um momento seus corações bateram juntos, nada podia ser ouvido, a chuva forte que caía, agora não era escutada por nenhum dos dois.

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Paulo! Vem fazer um lanche moleque! Você não almoçou, deve estar morrendo de fome! — Lilian falava entrando no quarto do filho, que estava com um headset (fone de ouvido que vem com microfone, usado por gamers.).

Não enche mãe! — Paulo falava ainda jogando.

Esses jogos de tiro ainda te levam para o mau caminho! — Lilian falava saindo do quarto.

Olha o preconceito com os gamers! Eu não vou me deixar influenciar por um jogo! Sei muito bem diferenciar vida real de um jogo de tiro! — Paulo falava nervoso, logo após voltava a seu jogo.

Deus te ouça moleque! — Lilian falava saindo do quarto.

Não cara! Filha da puta! — Paulo gritava nervoso por ter perdido no jogo graças a seu colega de time. (faço isso quando perco hehe)

Paulo Guerra! Que jeito é esse de falar? — O pai de Paulo falava entrando no quarto com um prato de bolo e uma lata de guaraná. — Sua mãe mandou trazer isso. — Falava o pai deixando a bandeja na mesinha do computador.

Tô sem fome! — Paulo falava voltando a atenção ao jogo.

Se não comer nada ficará fraco! — Roberta falava na tentativa de fazer o filho comer.

Nossa, que medo de ficar fraco... — Paulo falava gesticulando as mãos, de modo que parecia que o mesmo tremia.

Se não comer, pode se preparar para ficar sem computador! — Roberto falou fazendo o filho tirar o headset e ir comer.

Isso é chantagem! — Falava Paulo dando uma mordida no bolo.

É para seu bem! — Roberto falava se direcionando a porta. — Por acaso viu a Marcelina? — Roberto perguntava estranhando a menina não estar no quarto.

Foi na casa de um amigo, o Daniel. — Paulo falou mordendo mais uma vez o bolo. — Isso aqui tá muito bom! — Falava de boca cheia.

Sendo o Daniel, tudo bem! — Roberto falava saindo do quarto.

Paulo olhava para os lados vendo se seu pai ainda estava presente. Ao ver que ele não estava ele foi até o computador de Marcelina, que ficava do outro lado do quarto (sim, eles ficam no mesmo quarto.), foi até seu skype e foi ver suas mensagens.

Alícia, Alícia, nossa que surpresa, Alícia... — Paulo falou olhando as pessoas com sua irmã andava converdando ultimamente, ele olhava a tela atentamente, mas só via Alícia ou Carmem, já estava a desistir, quando viu o nome Valéria. — O que será que elas conversaram? Será que foi sobre mim? — Paulo perguntou esperançoso.

Qual foi cara? Dando uma olhadinha nas coisas de sua irmã? — Mário falava atrás do garoto, que se assustou ao ver o garoto.

Como entrou aqui? — Paulo perguntou assustado.

Existe uma coisa chamada porta, sabia? — Mário falou fazendo piada.

Hahaha, engraçadão você hein... — Paulo falou causando risos no amigo. — Tá fazendo o que aqui? — Paulo perguntou voltando até seu computador.

Vim te chamar pra bater uma bolinha lá no meu condomínio. Topa? — Mário perguntou e Paulo sorriu.

Topo! Deixa só eu colocar a chuteira! — Paulo falou e Mário se sentou.

O que você tava fazendo no skype da sua irmã? Vendo se ela fala de você pra alguma garota? — Mário perguntou e riu de seu próprio comentário.

Não enche Ayala! Quem vai pro jogo? — Paulo perguntou tentando mudar o foco da conversa.

Eu, você, Jaime, Ronan, Cirilo e o Lukas. — Mário falou e Paulo desfez seu sorriso.

Eu odeio esse garoto... — Paulo falou nervoso.

Só odeia porque ele é o melhor amigo da sua namorada, haha! — Mário falou debochando o amigo, logo após levou uma almofada na cara.

Não enche Ayala! — Paulo falou sem graça, pois o que Mário falou era verdade.

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E-er, Marce, o que faz aqui? Você nunca veio aqui, e de repente... Você tá aqui! — Daniel perguntou estranhando a visita da garota.

Não posso visitar um colega? — Marcelina perguntou sem graça.

Pode sim, é que... É estranho... — Daniel falou olhando a garota.

O que é estranho? — Marcelina perguntou curiosa.

É que... — Daniel olhou nos olhos de Marcelina e suspirou.

É que? — Marcelina ficava cada vez mais curiosa.

É que, quando eu estou perto de você Marce, eu fico sem graça, não consigo fazer nada direito! Eu acabo perdendo o foco e fazendo cada besteira, eu não consigo ficar perto de você apenas como um amigo! Eu te amo Marcelina! — Daniel botou tudo pra fora, Marcelina o olhou surpresa, ia falar mas foi interrompida. — Tudo bem se não sentir o mesmo por mim! Não te forçarei a nada! Eu só não aguentava mais isso preso dentro de mim! — O garoto gritava para a menina que estava perplexa.

Daniel... — Marcelina tentava falar mas o garoto não deixava.

Eu gosto de você desde o terceiro ano! Achei que era só uma paixão besta, uma coisa de criança, mas eu amo você! Esse sentimento sempre aumentou! Não importa com que eu fique, com quem eu namore, eu ainda estarei te amando! — Daniel falava de maneira muito sincera.

O mesmo ia continuar falando mas foi impedido por um beijo, naquele momento, só existiam eles dois, esqueceram que a mãe de Daniel podia chegar, que o pai ou o irmão, para eles, aquele beijo era a única coisa naquele momento.

Eu também te amo... Senhor nerd... — Marcelina falou chorando, Daniel sorriu e beijou novamente a garota.

Notas finais
' MarceNiel!!!!!!! Minha criatividade romântica foi grande hoje hein '-'
' Mereço reviews?