Mundos Diferentes, Sentimentos Iguais
10 Capítulo 10 - Amor de irmãos...
Notas iniciais
No capítulo anterior
Paulo nesse momento chegava em casa, Alícia resolveu dessa vez dormir na casa dela, já que a mesma havia dormido a semana toda na casa do namorado.
– Irmão, os pais falaram que amanhã vão te dar uma bronca! — Marcelina falou para Paulo que deu de ombros.
– Que se dane, bronca é só o que eu levo mesmo... — Paulo falou relaxado se sentando no sofá.
Paulo foi até o sofá e se sentou, tirou os sapatos e se deitou no colo da irmã enquanto comia uma maçã. Marcelina começou a fazer carinho no cabelos do irmão que deixou, aquilo relaxou sua cabeça, o mesmo estava vendo The Walking Dead, mas acabou dormindo no colo fa irmã, a mesma só percebeu quando foi tentar se levantar par ir dormir.
– Eu não lembro que eu tinha um irmão tão fofo assim... — A garota falou sorrindo e puxou a alavanca, inclinando o sofá para trás fazendo-o virar uma cama.
E lá dormiram os irmãos, Paulo e Marcelina. Que dormiam como bons anjinhos.
Continuação
Marcelina abria os olhos lentamente, olhava ao redor e ao perceber que estava na sala e a tv estava ligada, tenta se levantar e acaba derrubando Paulo, que dormia em seu colo.
– Que ideia foi essa, Marce? — Perguntava Paulo caído no chão.
– Eu esqueci que você pegou no sono no meu colo, levantei e você caiu. — Marcelina dizia rindo de leve.
– Qual é a graça, hein pirralha? — Paulo dizia ainda deitado no chão.
– A preguiça é tanta assim? — A garota perguntava rindo do fato do irmão não ter levantado.
Paulo levantou-se lentamente e foi até a irmã, esticou o dedo e lhe deu um peteleco, fazendo-a reclamar.
– Ai, bobo! — Marcelina disse causando risos no irmão.
– Obrigado! — Disse Paulo fazendo graça.
Marcelina ficou olhando o irmão pegando o controle, ao ligar a tv os irmãos viram uma notícia na tv anunciando uma competição musical.
– Guerra das bandas? Criativo... — Paulo dizia de maneira irônica ainda atento a tv.
– Vai participar? — A irmã de Paulo pergunta fazendo-o gargalhar.
– Claro que não né irmã? — Paulo respondeu rispidamente, logo após se levantou e foi pegar o celular, ao ver o horário o mesmo se assusta. — Maninha, ainda são 3 horas da madrugada... — Dizia Paulo se espreguiçando e bocejando.
– Então... Vamos para nossas camas! — Dizia alegre a irmã de Paulo.
– Eu vou ficar no sofá... — Falava Paulo se deitado no sofá e se acomodando lá.
– Eu também, até agora estávamos juntos, e eu nunca fiquei tanto tempo assim perto de você maninho... — Marcelina dizia com um tom de tristeza na voz.
– Maninha, chega mais. — Paulo convidou a irmã que se alegrou e se deitou junto dele, recebeu um beijo na testa e pegou no sono. — Boa noite, Marcelina.
Paulo olhava atentamente o rosto da irmã, fazia carinho em seus cabelos e se encantava com o doce sorriso que sua irmã tinha. Se levantou um pouco sem acordar a irmã, pegou o notebook que estava na mesa ao lado e entrou no facebook. Ao entrar viu 7 pessoas onlines, 47 notificações, 1 pedido de amizade e 3 mensagens não vistas. Ao ver 47 notificações bufou, pois ou eram solicitações de jogo, ou um infeliz que compartilha tudo que vê. Foi até o chat ver quem eram os 9 online e lá viu Daniel, Valéria, Davi, Margarida, Marcelina, Jorge e Mário. Ao ver Marcelina online estranhou, porém lembrou que sua irmã só usa o facebook pelo celular, e deve ter esquece-lo ligado.
– Depois vem pedir o meu reclamando que o dela está sem bateria... — Dizia Paulo sorrindo de leve.
Desligou o celular da irmã, pela primeira vez sem fuçar as coisas dela, estava de bem com a irmã, não queria estragar o momento de paz com a maninha. Sorriu e se deitou corretamente, encostou sua cabeça na da sua irmã e dormiu.
Na outra manhã, os pais dos dois irmãos acordaram, Roberto já vinha na intenção de brigar com o filho, mas ao ver o garoto sendo bondoso com a irmã, ele sorriu e esqueceu de sua fúria. Lilian chegou e também sorriu, aquilo, foi como um raio de sol no dia do casal.
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Umas horas mais tarde, Adiel estava assistindo A nova escola do imperador, o mesmo adorava aquele desenho. De repente o som de uma porta se abrir ecoa pela casa, se tratava da porta do quarto de Victoria, uma das irmãs de Adiel.
– Cadê a Sophia? — Perguntava Adiel olhando sério para a irmã mais velha.
– Ainda está dormindo, ontem chegou tarde da balada... — Victória dizia se sentando no sofá, evitando o olhar ao irmão.
Adiel vendo o modo que sua irmã o evitava lhe irritava, porém o mesmo sabia que ela tinha motivos para isso.
Flashback on
– Bem vindo de volta, maninho! — Sophia, a irmã de 18 anos do garoto, falava sorrindo ao ver o irmão chegar.
– Onde estava? Olhe seu estado, parece que entrou em uma piscina! — Victória, a irmã de 23 anos do garoto falava aparecendo no local, ela olhava preocupada para o irmão, que não demonstrava preocupação quanto a seu estado.
– Tira a mão de mim, sua idiota... — O garoto falava batendo na mão de sua irmã, fazendo com que ela o soltasse.
– Mas irmão... — Victória perguntava triste, logo após ver o irmão lhe dar as costas, um ataque de nervos lhe sobe a cabeça — Adiel Santos! Nunca mais ouse dar as costas para mim! — Victória falou a clássica frase que sua mãe sempre dizia a Adiel.
– Nunca mais ouse imitá-la! E nem tente mandar em mim! Afinal, você não é minha mãe! — Adiel gritava indo até seu quarto.
– É... Mas se eu fosse! — Victória falava olhando nos olhos escuros do irmão.
– Mas não é! — Falou e logo após fechou a porta com força.
Flashback off
– Irmã... — Dizia o garoto tentando puxar assunto, logo após se levantava indo até a garota.
– O que quer? — Victória perguntou ainda evitando olhar para o irmão.
– Olha para mim... Por favor... — Pedia Adiel olhando a irmã — Sei que não sou o melhor dos irmãos, mais... Por mais que eu não demonstre, eu amo você e a Sophia... Eu só falo daquele jeito porque você é superprotetora demais em minha parte... Mas, isso é o que me faz amar mais você... — Dizia o irmão de maneira sincera.
– Irmão... = Dizia Victória com lágrimas nos olhos, logo após os irmãos se abraçaram, Sophia acordou e sorriu ao ver ambos juntos, logo foi e se juntou ao abraço também.
– Amo vocês, maninhas... — Dizia Adiel sorrindo.
– Também te amamos, irmão! — As irmãs falaram em conjunto, ainda juntos em um abraço.
Fale com o autor