Mundo místico!
2 Capítulo 1
Mais um ano começa e eu aqui na minha sala, vendo a professora explicar como ela se casou, mais uma “aula” chata. Meu amigo me chama e diz que ouviu boatos de que a faculdade tem espíritos malignos nos corredores em certos horários, uma das horas é de tarde, na hora do intervalo.
Eu inocente fui com ele. Ah sim, o nome dele é Rafael.
Chegamos ao local e ficamos observando as pessoas passarem sem serem afetadas por algum poder sobrenatural.
—Não estou vendo nada e você? – disse ele decepcionado.
—Eu não estou vendo nada, só um monte de gente fazendo suas rotinas normais.
Até que então, vimos alguém voar na direção da gente e todo mundo se assustando com algo. Chegamos mais perto do local com pessoas aglomeradas e vimos um suposto fantasma com aparência toda acabada e com o rosto desfigurado.
—Vocês estão no meu corredor, saiam! – disse ele furioso.
—Não, talvez você devesse ficar calmo e perceber que está morto e que não deve ficar se intrometer no mundo dos vivos. – falei calmamente para o espírito.
—Nunca!
E ele tentou me atacar e eu finamente usei um dos meus poderes que era o teletransporte e fui parar atrás dele. E todos ficaram admirando o que eu acabei de fazer.
—Vamos, fique calmo.
—Você está começando a me irritar.
—Tá, o que você quer que eu faça para te acalmar?
—Saiam todos do meu corredor! –disse ele gritando com uma voz monstruosa e abrindo todos os armários do corredor e ferindo uma garota no local.
Então eu sem paciência e invoquei uma espada luminosa e ataquei ele, talvez isso funcionasse, certo? De certo modo ele sentiu, mas ele não ligou muito.
—Ei, Gabriel! Tente usar aquela bola negra que você usou uma vez! –disse Rafael gritando do fundo da multidão.
Então eu comecei a produzir a tal bola negra, que na verdade era um buraco negro que mandava para outra dimensão ou para outro lugar do universo. Mas era poderosa se usado corretamente. Com o buraco negro feito eu ataquei no fantasma, fazendo ele sumir aos poucos até desaparecer. E ele falando: “Só queria viver tranquilamente no meu corredor”.
Ele poderia ter vivido em paz, se ele soubesse conversar.
Depois disso, todos me aplaudiram de forma que até eu ficasse bobo. A direção estava lá de boca aberta com o que eu tinha feito.
-Gabriel, agora todos te idolatram. – disse Rafael com esperança.
—É, eu vi. Mas será que todos vão aceitar isso, ou vai ter alguém para me chamar de aberração?
—Não sei, mas você com certeza é mais legal e mais forte que eles.
E nós dois ficamos quietos e fomos para casa depois da última aula.
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