Notas iniciais
Eu volteeei! Estou viajando isolada em uma ilha porém escrevendo e postando para vocês quando consigo sinal de internet haha. Vamos ler então? Estava inspirada! Beijos e boa leitura!

Capítulo 27


Tirando o primeiro mês na casa de Enrico, nunca foi tão difícil eu conseguir dormir. Quando o dia finalmente clareou, sai da cama aliviada deixando Lucca dormindo. Fui até à cozinha procurando algo para comer. Bolo, bolo de chocolate. Peguei uma fatia grande comendo tudo rapidamente. Faz quanto tempo que não como algo?

Com o prato em mãos, olhei da janela de vidro da sala e como eu esperava, neve para todos os lados, não tinha mais um pingo de verde nas árvores, tudo branquinho, como amo o inverno. Daqui a uma semana é o natal e soube que a família de Lucca passarão aqui para conhecer os gêmeos.

-O que faz aqui? -A voz de Lucca soou atrás de mim.

Tirei meus olhos da paisagem branca depois do vidro e me virei para Lucca.

-Não consegui mais dormir

-São seis da manhã. -Falou se aproximando

-Mas estou sem sono. -Ele me olhou e sorriu

-Venha te deixarei com sono. -Lucca puxou meu quadril e tirou o prato da minha mão e colocou na pia.

Lucca se virou para mim me pegando no colo com beijos deliciosos em todo meu rosto.

-Vamos subir -Contornei minhas pernas na cintura dele

-Não. -Mordeu meu pescoço -Quero aqui. -Me deitou na bancada de madeira escura.

Ele puxou minha calça jogando-a no chão e fez o mesmo com a dele, subiu sobre mim logo após me fazendo sentir seu membro.

-Lucca -Falei entre gemidos -Ada dorme aqui do lado.

-Acho melhor então ela ficar no quarto!

Tirou meu sutiã abocanhando meu seio e passando a mão sobre minha calcinha. Tentei descer a calcinha mas ele não deixou.

-Quem dita o ritmo sou eu amor -Sussurrou em meu ouvido

Gemi ao sentir sua mão por dentro da minha calcinha me penetrando. Seus movimentos são de enlouquecer fechei os olhos esperando chegar em meu ápice porém ele não deixou e tirou os dedos de mim

-Não assim. -Falou rasgando minha calcinha

Lucca separou minhas pernas com o joelho e me penetrou de uma vez, joguei minha cabeça para trás aproveitando aquela sensação maravilhosa, ele começou com os movimentos de vai e vem me fazendo gemer em cada um. Ele colocou as mãos abaixo na minha cabeça e segurei em suas costas arranhando-as, ele começou mais forte e meus gemidos era cada vez mais altos. Onde foi meu rubor?

Cheguei ao meu ápice em um gemido abafado e logo após foi a vez de Lucca. Ficamos abraçados por alguns segundos e apenas nossas respirações, ofegantes, era o único som da casa.

-Você vai acabar ficando doente. -Beijou minha testa -Está frio, vamos subir.

Lucca saiu de dentro de mim se abaixou pegando as peças de roupas no chão e eu me sentei na bancada, levantei os braços pedindo colo e assim ele fez sorrindo, me pegou no colo e subimos às escadas.

Lucca me colocou sentada na cama e foi por as roupas no banheiro.

-Vamos tomar banho? -Falei alto para ele ouvir -De banheira. -E segundos depois escutei a água da banheira sendo aberta

Me levantei da cama e fui em direção ao banheiro fechando a porta do mesmo. Lucca entrou na grande banheira branca e me deu a mão para me ajudar a entrar. Ele se sentou no degrau da banheira deixando a água até a barriga. À água quentinha bateu em minhas pernas me arrepiando por inteiro.

-Está mais cansada agora?

Neguei me sentando ao lado de Lucca. Ele sorriu malicioso.

-Tem certeza?

-Absoluta, você não me cansa.

Ele arregalou os olhos e segurou meus braços fazendo-me sentar em seu colo de frente para ele.

-Pretendo mudar isso.

Lucca mordiscou meu seio me fazendo contorcer no seu colo, subiu para meu pescoço, tenho certeza que ficarei marcada. Ele puxou meu cabelo para trás deixando mais espaço do pescoço e lambeu todo ele. Sua mão ágil correu até minha intimidade por enquanto beijava meus lábios com fervor.

-Do jeito que eu gosto -Sussurou -Venha querida, vamos resolver isso.

Lucca me levantou um pouco colocando-me sentada sobre seu membro.

-Sua vez agora Ellie. Mostre o que sabe. -Sussurrou

Minha virilha formigava.

Com seu membro dentro de mim, comecei a rebolar meu quadril fazendo-o jogar a cabeça para trás enquanto mexia em meus seios. Apoiei as mãos em seu ombro subindo e descendo o corpo em seu colo. Ele urrava jogando a cabeça para trás. Em poucos segundos ele segurou meu quadril ditando a velocidade. Quicava e rebolava em seu colo ao mesmo tempo.

À água da banheira fazendo pequenas ondas ao bater na mesma, água caindo no chão sem parar.

Lucca colou nossos corpos e com uma mão ditava o ritmo e a outra apertava e batia em minha bunda, sua boca mordia e sussurrava em minha orelha.

-Sua boca é minha. -Beijou meus lábios -Seus peitos são meus -Desceu o rosto mordendo e chupando meu seios -Sua bunda e minha -Bateu nela com força -Sua... -Pensou por um tempo acelerando o ritmo -Acho que você já entendeu! -Falou entre gemidos de ambos.

Lucca chegou ao seu ápice e logo depois foi minha vez, senti espasmos em todo o meu corpo, nunca me senti tão cansada em minha vida, deitei a cabeça no ombro dele que fazia carícias com as pontas dos dedos em minhas costas sem tirar seu membro de mim, abracei ele e o mesmo encostou as costas na banheira.

Minha respiração foi ficando mais leve e eu fui ficando com frio me arrepiando

-Se cansou agora meu amor?

Sorri com os olhos fechados sentindo ele continuar a acariciar meu corpo, a água que antes era quente, não continuava na mesma temperatura. Meus olhos teimavam a fechar e então, eu fiz.


Abri os olhos exausta, meu corpo dolorido espalhado entre os lençóis brancos. Coloquei a mão ao meu lado tendo certeza do que eu temia. Lucca não estava ali. Resmunguei pegando o celular no criado-mudo e observando as horas, quatro e quinze, céus, como eu dormi.

Olhei seguidamente as chamadas perdidas e cinco ocupavam o botão, retornei a chamada que como mostrava era de Lucca.

-Minha Bella adormecida!

-Eu dormi muito Lucca. -Falei com voz de sono

-É, parece que você se cansou!

Sentia que ele sorria do outro lado

-Quero você -Sussurrei

-Vou demorar hoje. Se quiser, pode vir para cá.

-Vou ver.

Desliguei o celular e fui ver as outras duas chamadas, número desconhecido. Liguei para o número atendendo no segundo toque.

-Minha menina! Adivinha quem é?

Reconheceria essa voz nojenta em qualquer lugar

-O que quer Carl? -Falei com a voz trêmula.

-Dinheiro, muito dinheiro. Ou farei maldade com seu precioso maridinho.

Um desespero enorme surgiu.

-Sua cunhada ou até mesmo o bebê dela.

Jack, Jeff

-Vamos Ellie, responda amor.

Desliguei o celular suando frio. Liguei para o Lucca logo em seguida

-Como Carl sabe meu número?

-CARL, ELE TE LIGOU? -Gritou

-Sim. -Falei em um fio de voz. -Ele ameaçou os gêmeos, temos que pegar Liesel e trazer para casa, por favor.

-Ele não fará nada com eles. Fique tranquila. -Falou com o tom de voz alto. -Venha para cá Ellie.

Tomei um banho rápido e quente e coloquei uma calça macia e quente, colada no corpo da cor branca, peguei uma blusa de manga comprida mais quente que achei e coloquei, branca também. Um casaco bege macio e botas da mesma cor. Peguei minha bolsa e meu celular e liguei para Liesel por enquanto descia para garagem.

-...E como eles estão?

-Estão ótimos! Vou para casa amanhã!

-Eu estou com saudades.

-Eu também Lie! Amo você. -Falou antes que eu desligasse.

Entrei no carro de Leo e ele já sabia para onde iríamos, provavelmente Lucca já tinha lhe informado. Em menos de vinte minutos chegamos até à "empresa" o carro escuro e grande parou em uma das vagas e desci sem deixar que Leo abrisse a porta. Caminhei até à entrada de vidro e a porta foi aberta. Sinceramente, nunca vi tantas pessoas ali, caminhavam por toda parte falando no celular. Não avistei Lucca de imediato então fui andando em direção às escadas até sentir uma mão em minha cintura e logo em seguida um beijo em minha testa

-Tem como me emprestar seu celular?

Olhei confusa mas assenti entregando o aparelho.

-Rastreie para mim. -Ordenou para dos homens. -Como você está?

-Estou bem mas acho que a Liesel devia vir para casa hoje. Ela corre perigo.

-Tem seguranças na porta do hospital e Henry está lá dentro, dá para esperar até amanhã. -Pensou por um tempo -O que Carl te falou?

-Ele falou que quer dinheiro.

-Ele não quer só isso, tenho certeza. -Falou sério

-Senhor Belluschi. Ó número foi rastreado e as coordenadas dão para o hospital Sandro Bonesso. -O homem que Lucca entregou o celular voltou depois de um tempo

E nesse momento eu não consegui puxar o ar. Olhei para Lucca com os olhos arregalados e ele puxou o celular apertando uns rápidos botões

-Henry, como estão as coisas aí? -Parou para ouvir -Chegar aí te falo. Não saia de perto da Liesel e dos gêmeos. -Desligou.

Andei rápido para o estacionamento e Lucca atrás de mim, entramos no carro dele e em quinze minutos paramos em frente à nossa casa.

-Vamos Ellie, saia logo!

-Sair para onde? Não ficarei em casa.

-Não complica as coisas!

-Quem está complicando é você! Daqui eu não saio -Falei jogando minha bolsa no banco de trás e cruzando os braços.

-Você me irrita muito! -Acelerou o carro o máximo que conseguiu me fazendo estremecer

-Para com isso!

-Calada. -Acelerou mais ainda

Segurei a lateral do banco fechando os olhos. E foi assim até o hospital, estacionamos e Lucca olhava para todos os cantos procurando algo. Entremos no hospital e a recepcionista de cabelos ruivos até o ombro e roupa branca.

-No que posso ajudar o Senhor? -Olhou para Lucca

-Gostaria de ver Liesel Belluschi, quarto duzentos e dois.

-O horário de visita já acabou

-Não sou visita. -Falou sério pegando minha mão

-O senhor pode subir -Sorriu estufando o peito -Já a Senhorita...

-Senhora -Corrigi -Senhora Belluschi, vamos Lucca. -Andei na frente.

-Não vai pelas escadas?

-Tanto faz. Quero vê-los logo.

Ele sorriu entrando logo atrás de mim. Duas mulheres estavam dentro do elevador conosco.

Entramos na sala e Liesel amamentava um dos bebês, o qual não identifiquei de primeira. O outro dormia tranquilamente no "bercinho" igualmente o pai que dormia ao lado no sofá.

-Eu acho que mandei você ficar de olho -Lucca repreendeu Henry e deu um tapa no ombro para que acordasse

-Eu fiquei mas meu olho não aguentou por muito tempo, não sabe como é difícil escutar choros

-Só escutar né Henry! -Liesel disse colocando o bebê para arrotar.

-Vão poder ir hoje?

-Só amanhã. -Falou Liesel tristonha.

Conversamos por um tempo enquanto Lucca falava com Henry fora do quarto. Após isso, fomos buscar o carro para ir para casa. Lucca se comunicou com um dos homens de preto que estavam ali e seguimos para o carro que era o terceiro de três carros que ali estavam. Entrei no carona e Lucca no motorista colocando o veículo em movimento.

Ao sair do estacionamento, Lucca começou a acelerar, bufei.

-Para de correr.

-Caladinha.

-Vou lá para trás.

Pisei no banco que antes estava sentada colocando a metade do corpo para a traseira do carro. Senti um tapa em minha bunda e olhei ainda tentando passar. Foi quando o carro parou e o banco onde Lucca estava foi arrastado para trás. Meu quadril puxado e meu corpo jogado contra o volante

-Você está me deixando louco.

Notas finais
Até o próximo e preciso de comentários! Beijoooos!