Mundo ao Contrário

4 "Como ela sabe meu nome?!"


Notas iniciais
Bem, eu não vou parar, pq eu to com mts ideias para a fic e quem sabe um dia ela não tenha alguns leitores que não sejam fantasmas

Enquanto estavam na aula, a mãe da Holy levou um lanche para eles. Azin viu que Holy era muito inteligente, só não se esforçava. Depois de completar uma lista de exercícios que o garoto tinha feito, Holy já estava simpatizando mais com o garoto. Eles começaram a conversar sobre a escola.

– Eu nunca te vi por lá. — falou Azin.

– Eu também nunca te vi. Você estuda lá a quanto tempo?

– Desde 10 anos.

– Eu também, qual sua sala?

– 1D e a sua?

– 1C. Acho que foi por isso que eu nunca te vi. Eu passo muito tempo dentro da sala, ou na sala da diretora... — Azin olhou para o relógio e viu que já era tarde.

– Nossa, eu tenho que ir. Foi bom... Te ensinar.

– Também foi bom... Aprender. Eu levo você na porta. — falou a Holy. Eles desceram, Azin se despediu da mãe da garota e foi se despedir dela na porta.

– Tchau Azin. — sem pensar ela deu um beijo na bochecha dele. Ele sorriu e se despediu. Ela fechou a porta e ficou encostada nela.

– Traga mais vezes o meu genro.

– Ai mãe não enche. — a mãe da Holy riu e a garota subiu pisando duro.

***

– Ai Lin, ele falou comigo! Depois de muito tempo!

– Que bom amiga!! Mas pena que ele ainda ta com a líder de torcida.

– Pois é... Agora você.

– Lupus falou comigo! Na hora da prova. Fique tão feliz e confusa ao mesmo tempo...

– Que legal! Quem sabe isso não vira uma amizade ou outra coisa......

– Vou nem sonhar, foi só umas palavras trocadas.

– Mas é assim que começa...

– Mudando de assunto... Como vai sua música? — perguntou Lin ansiosa, amava as musicas da amiga.

– A nova? Eu nem comecei. — Lin revirou os olhos, chateada.

– Por que não?

– Porque eu estou sem inspiração ué.

– Affs. Então vamos assistir um filme e tomar sorvete?

– Vamos! A noviça rebelde?

– Com certeza!

***

Depois de sair da escola Ryan continuava pensando na tal garota. Ela era tão linda... Por que diabos ele não conseguia falar com a tal garota?! O sinal da rua estava quase fechando então ele resolveu espera, mas uma pessoa cheia de sacolas resolveu não fazer isso. Ela conseguiu correr, mas uma de suas sacolas caiu, então ela voltou para buscar. O sinal abriu. Em menos de 1 minuto a adrenalina de Ryan ligou e ele pulou na pessoa rolando com ela ate a calçada.

– Você esta bem? — perguntou ele levantando. Estendeu a mão e a pessoa levantou o rosto. Era a loira.

– Os remédios! Droga! Isso é culpa sua! — ela levantou e apontou para Ryan. — Isso é tudo culpa sua. Se não fosse você, eu teria conseguido salvar eles! Ai meu Deus! Eu preciso voltar para casa! Muito obrigada! — Lágrimas caíram do olho da garota e Ryan não sabia o que fazer. Ela saiu andando, e a única reação de Ryan foi segurar seu braço.

– Alguém da sua família esta doente? — perguntou ele. Ela se assustou e soltou o braço da mão dele.

– Sim meu pai? E esses remédios eram para ele. E agora ele vai morrer. — mais lágrimas caíram dos olhos dela. — Feliz?!

– Desculpe, eu não sabia. Mas por que você não leva ele para um hospital?

– Nós não temos dinheiro para isso... — falou ela triste.

– Peraí, eu tenho uma idéia.

***

Zero estava na sua aula de reforço, onde ele era o professor. Terminando ele sussurrou para uma das suas alunas.

– Na minha casa, as 6. — e deu uma piscadela para ela.

– Nossa, é assim que a gente descobre que nosso professor é um pervertido. — falou uma das alunas com cabelo cor de lavanda. Zero ficou um pouco vermelho e puxou ela.

– Não comente isso com ninguém, se não eu vou perder o meu emprego.

– Não se preocupe. Sorte sua eu precisar dessas aulas. Tchauzinho pervertido. — ela se soltou e saiu da sala.

***

Ligando para a única pessoa que lembrava que poderia lhe ajudar, Ronan já tinha seu plano: iria dar a melhor festa do ano e conseguir conquistar Elesis nela. Alguém tocou na sua porta e entrou, claro que era Mari.

– Soube que vai dar uma festa semana que vem... Vai precisar de ajuda para convidar as pessoas?

– Sim, quero muitas pessoas.

– Eu tenho uma idéia, mas eu só vou poder fazer amanhã na escola. Deixe que eu cuido disso...

– Tudo bem, mas certifique que eles saibam que é uma festa a fantasia e que a Elesis vá.

– Claro que sim. E eu vou aumentar minha lista de garotos com essa festinha. — eles riram e começaram a planejar a festa de Ronan. Mal Mari sabe que o garoto que ela vai ficar nessa festa é o que ela nunca vai esquecer...

***

Lass chegou em casa e viu um cachorro indo na sua direção. Um enorme cachorro. Que pulou na sua direção e começou a lambê-lo.

– Norah! — gritou uma garota que estava correndo atrás do cachorro. Lass começou a rir, pois o cachorro estava fazendo cócegas. Alguém puxou ele de cima e estendeu uma mão para o garoto. Ele segurou e a garota o puxou.

– Vamos Norah. — disse sem olhar para a cara de Lass.

– Não vai nem pedir desculpas? — perguntou Lass.

– Não. — a garota de cabelos roxos virou e saiu voltando com o seu cachorro de onde tinha vindo.

– Nossa, sua mãe não te deu educação não baixinha?

– Eu não tenho mãe. E não me chame de baixinha. — falou a garota calma, já um pouco distante.

– Se isso ajuda... Eu também não tenho.

– Não ajuda. — gritou a roxinha virando para olhar para ele. — Mas obrigada, Lass. — virou novamente e saiu correndo junto com o cachorro. Peraí, ela sabia o nome dele? Como? Sem saber Lass entrou na sua casa.

***

Consulta no hospital, só por causa daquela patricinha pensou Rey. Agora mais que nunca ela estava odiando a tal Elesis. Garota INSUPORTÁVEL pensou a garota cruzando os braços. A boa notícia: foi só uma leve torção, e não precisaria usar tala. Só uma meia- especial. Má notícia: Sem esportes por um boooom tempo. Graças à Elesis. Rey não sabia como ia revidar. Só sabia que ia. Chegou em casa e tomou logo um banho para tirar aquela essência de hospital. Depois deitou na cama pensando num plano. Ouviu alguém chamá-la e foi lá fora. Viu sua amiga Edel ... E junto delas Dio. O pai de Rey estava conversando com o Dio e eles pareciam estar muito bem. Quando a viu, o pai dela falou:

– Olha Rey, sua amiga esta aqui. E o Dio também! — Rey desceu as escadas e falou com a Edel. Sem nem olhar para a cara do Dio.

– Como você soube que eu torci meu pé?

– Eu tava na aula de reforço... Que eu quero te contar uma coisa e eu descobrir... E o Dio foi lá e falou. Aí ele me trouxe aqui.

– Ah. — falou a Rey, continuando não olhando para Dio.

– Filha, não foi essa a educação que eu te dei, fale com o Dio.

– Oi. — disse ela. — Eu te disse para nunca mais aparecer na minha frente.

– Rey! — repreendeu o pai dela. — Pode aparecer quando quiser, Dio. Você é muito bem vindo aqui. — Rey morreu de raiva, puxou Edel e subiu as escadas pisando duro, fechando a porta com força.

– Desculpe a Rey, ela esta assim desde que a mãe morreu.

– Tudo bem. Eu vou indo, já vi que ela esta bem. Só estava preocupado com ela. Tchau. — ele saiu da mansão triste. Queria que um dia Rey o perdoasse.

Notas finais
Espero q tenham gostado. E por favor, não seja um leitor fantasma. XoXo