Mundo ao Contrário
16 Namorados?!
Notas iniciais
Com o termino das provas, Amy começou a marcar ensaios com sua banda. Depois fizeram suas camisas com o nome da banda. Tudo estava bem organizado para o grande dia. E quanto mais perto chegava, mas Amy ficava preocupada. ‘Será que ele vai notar?’ ‘ Mas e se ele notar e me de um fora?! Eu vou morrer!’
Ela já havia terminado a música e os outros participantes da banda já haviam feito uma melodia que batia com a música. Eles ensaiaram realmente muito, e todos já haviam decorado a música.
***
Holy estava ajudando na preparação do baile, que seria logo depois do Show de Talentos. Ela estava colocando uma decoração quando avistou Azin. A garota desceu rapidamente e o chamou. Ele virou e sorriu para a ela, mas logo ficou com um olhar triste lembrando que ela namorava.
– Oi Azin, tudo bom?
– Sim...
– Você esta bem? – falou ela notando o olhar do garoto.
– Não... Eu só estava me lembrando de uma coisa...
– Hum... Então, você quer ir ao baile comigo? – falou ela sem nenhuma vergonha. O garoto arregalou os olhos e sorriu.
– Claro! Mas e o seu namorado?
– Terminei com ele. Ele não é o cara que eu estava procurando... – os dois ficaram se olhando por um tempo até que uma garota de longos cabelos pretos e olhos da mesma cor tocou em Holy a chamando para lhe ajudar a colocar um dos enfeites na quadra.
***
– Aqui é a casa do Sieghart? – perguntou a garota.
– Sim. Você deve ser a Mari, entre querida. – falou a mãe de Sieg, que quando a menina entrou, lhe deu um abraço apertado. – Filho, sua namorada já está aqui.
Mari olhou para a mãe do garoto com os olhos arregalados e corou na mesma hora. Ela ouviu passos e viu um Sieghart muito envergonhado descendo as escadas.
– Mãe, ela não é minha namorada!
– Oh. Desculpem crianças. Eu irei fazer um lanchinho, vocês querem o que?
– Tanto faz... – falou Mari. A garota continuava vermelha e ainda não havia olhado no rosto de Sieg.
– Lindinha, tanto faz não tem. – falou a mãe do garoto. – Irei fazer bolo.
Ela saiu da sala deixando os dois adolescentes sozinhos na sala.
– Você trouxe os livros? – perguntou Sieghart tentando amenizar o clima.
– Sim...
– Você prefere estudar aqui, ou no meu quarto?
– Ah, não sei... No seu quarto. Eu acho. – falou a garota com um sorrisinho malicioso. Ela se aproximou dele e voltou a falar agora só dando para ele ouvir. – A gente tem mais... Privacidade.
Ela subiu as escadas correndo e o garoto foi atrás com um enorme sorriso no rosto.
***
Namorando. Dio estava namorando. Saiu com uma garota e BUM! Estava namorando. Isso era legal. A namorada dele era bonita, e ele sempre quis ter uma namorada.
Mas ele não gostava dela. Não desse jeito. O coração dele já era de outra pessoa, que pelo visto, não o queria.
– Dio? Você esta distante? O que foi? – falou Anne, a namorada de Dio.
– Eu... Eu estou bem.
– Que horas você vai me pegar em casa para o baile?
Droga, ele tinha esquecido disso. Ele iria pedir para ir ao baile com Rey. Mas agora ele estava sendo obrigado a ir com Anne.
– Eu... Eu não sei. Nós nos vemos depois. Eu não estou muito bem.
– Tudo bem. – ela foi beijá-lo, mas ele virou o rosto, deu um sorriso amarelo e saiu da lanchonete.
***
Notícia do ano: Jin terminou com Vannessa.
Pois é.
Jin não agüentava mais. Ele não gostava mais da Vannessa, e ela nem dava mais bola para ele. O garoto so adiantou o que iria acontecer.
Lin sabia que Amy ainda não sabia da notícia, então foi correndo ate a casa dela. Bateu uma, duas, três vezes. Mas ninguém atendeu. Ela deveria ter ido até a casa da sua avó, onde ia de mês em mês.
Sua única alternativa era ligar para Amy. Lin digitou o número com rapidez e ligou, mas caiu na caixa postal.
A garota desistiu de falar com Amy e voltou a sua casa. Estava uma bagunça. Sua irmã estava arrumando as coisas para o seu casamento. Gih junto com sua sogra davam a ‘dupla da perfeição’ então esse casamento não poderia ter nenhum erro.
– Lin, me ajuda a escolher o bife para a festa! – gritou Gih da cozinha. A albina saiu pulando caixa com lembrancinhas e conseguiu chegar ao outro cômodo. Havia uma porção de comida estranha para Lin, e sua barriga roncou.
***
Arme saiu de casa com seu enorme cachorro. Ele amava sair de casa, e as vezes corria tão rápido que Arme não conseguia segurá-lo.
E dessa vez foi assim. Ele saiu correndo e Arme saiu gritando seu nome e correndo também.
Até um garoto pará-lo.
– Oi esse cachorro é seu? – falou o menino alisando carinhosamente a orelha do cão.
– Sim. – Arme pegou a cólera dele e saiu andando. Mas o cachorro continuou parado. – Vamos!
– Parece que ele gostou de mim. – falou o garoto.
– Não gostou não.
– Gostou sim. – falou o garoto se aproximando de Arme.
– Não gostou não! – ela ficou na ponta dos pés para encarar o garoto e ficou hipnotizada com aquele olhar.
– Arme? – gritou alguém do outro lado da rua. Ela reconheceu a voz e virou imediatamente. Lass estava do outro lado indignado. O cachorro de Arme o viu e saiu correndo na sua direção. O garoto o acariciou mas saiu de cabeça baixa. E a garota, bem, ela não sabia o que fazer.
***
– Lire.
– Oi Ryan. – a garota sorriu para ele.
– Como soube que eu moro aqui?
– Seu pai me disse.
– Ah.
– Posso entrar? – perguntou a garota que ainda estava na porta. O garoto so lhe deu passagem, e quando virou seu rosto estava bem próximo do de Lire.
– Ryan, eu também estou apaixonada por você. – e ela o beijou.
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