Notas iniciais
Esse capitulo irá fitar mais sobre Bonnie.Como o jeito sua mãe morreu e seus novos poderes...
Boa leitura!

Uma semana depois...

Bonnie acordou aflita.Pensou em como tratara Elena e da briga que tiveram.Mas ela ainda não concordava com Elena estar "viciada" nesse Stefan.Foi na casa dele e não a viu desde então.Muito menos Stefan, será o que que aconteceu?

Sacudiu a cabeça."Ela e Matt eram tão bonitinhos juntos", pensou.Ela gostava de Matt, os via quase todo dia e não suportou a idéia deles terminarem.

De repente um vento frio entrou pela janela.Ela levantou e abraçou a si mesma.O casaquinho de crochê preto por cima da blusa cinza.Calça leggue igualmente pre acompanhada de um par de meias cinza.

Aquele vento não era comum,correu até a janela.O vento era muito forte, levava ao chão as palmeiras plantadas por todo o bairro.Do segundo andar da casa Bonnie não via ninguém na rua.O vento fazia redemoinhos de poeira."O que está acontecendo?", pensou.

Um vento mais forte fez ela se arrastar para trás com toda a sua força.Com um grito Bonnie fechou a janela, e ao ver que sua mão estava molhada viu que estava chovendo.Ela começou a se desesperar, "O que tá acontecendo?", dessa vez ela gritou.O céu ciza de nuvens carregadas que bombardeavam o chão com uma chuva.Se saísse de casa agora, mesmo que por um segundo, iria parecer que mergulhou numa piscina e ainda estava lá dentro.

Mesmo com a janela fechada o vento por algum motivo bem estranho, continuou entrando.Os movéis do quarto se movia de tamanha força.Ao lado de sua cama um gaveteiro alto, e sobre ele livros e dois porta retratos.Um com uma foto dela e o outro de sua mãe que morrera.Com o vento a foto foi arremesada ao chão.

-Mamãe!- gritou chorando, deslizou ao correr, e caiu de joelhos diante da foto.Pegou-a e abraçando o porta-retrato agora quebrado chorou.

Bonnie não lembrava como sua mãe morreu.Não fala para as pessoas sobre isso, sobre sua mãe ter sido assassinada.Mas ela não lembrava.Tudo o que lembrava daquele dia era um borrão.Ela tinha seis anos.Ela e a mãe, Shirley haviam feito compras e voltavam para casa.Não sabia bem o que compraram, por mais que tentassem não conseguia lembrar.Sabia que eram coisas estranhas e que uma menina da idade dela ou de qualquer outra acharia diferente numa sacola de compras.

-Mamãe, pra que tudo isso?- dissse Bonnie com aquela vozinha de criança.A mãe sorriu.Seus dentes eram brancos como a neve, sorriso lindo.

-É para o halloween.Ou vai me dizer que esqueceu?- Bonnie apenas sorriu concordando.A mãe beijou-lhe a testa.-Vamos?-disse alegremente.

Ao chegarem em casa, Shirley foi fazer algo na cozinha e deixou Bonnie brincando.Depois foi até Bonnie.

-Minha filha, eu te amo tanto.- seu sorriso parecia um choro.

-Eu também mamãe.- de repente a campanhia tocou, Shirley se levantou receosa e desconfiava, mas parecia que ela sabia que a campanhia iria tocar.

-Eu atendo mamãe.-Bonnie correu para a porta e abriu.Um homem,disso ela lembrava, alto e esbelto.- Quem é você?

-Sua mãe está?- olhou atrás de Bonnie, coisa fácil pois ela não chegava á sua cintura.-Shirley.- disse ao vê-la e avançou.Ela o reconheceu, sabia quem era ela.

-Ei vamos nos acalmar.- disse ela com medo.

E depois...Bonnie só sabia que eles discutiram, sua mãe saiu correndo, o homem foi atrás.Bonnie ficou ali parada, escutando os gritos de sua mãe.Quando o homem voltou com as mãos ensanguentadas disse algo a ela.Que também não se lembrava.

Quando ele foi embora ela correu ao quarto da mãe e a viu com uma facada no peito, ensanguentada e morta.

-Mamãããe!!!!!!!!

A lembranças todas voltando, e a aflição por causa da tempestade fizeram as tristezas de Bonnie saírem em lágrimas.Ajoelha alí,abraçada com a queriada mamãezinha, percebeu que a tempestade era fora do comum.Tão fora do comum quanto as coisas que...sua avó falava! "É isso!"

-Vovó!!O que está havendo?- gritou ela á sua avó que parecia calma, atrás do balcão da cozinha.

-O que minha filha?

-O que?- repetiu- Essa chuva!O que é isso?- sua fala era uma súplica chorosa.- Por favor, me ajude...- Sua avó sorriu como se esperasse aquilo á muito tempo.Levantou o rosto.

-Finalmente.

Estavam no centro da sala vazia de móveis, de frente uma para a outra, com as pernas cruzadas, uma vela acesa entra elas.

-Concentre-se.Lembre-se, você é a razão de tudo

-Vovó, isso é mesmo nescessário?

-Concentre-se!- Bonnie não conseguia entender, mas por um segundo se viu meditando.Esperando algo acontecer, mas nada, não viu nada.

-Vovó, eu só quero saber o que há com a chuva!Não desse papinho místico!

-Papinho místico?- o olhar reprovador de Vó Ama- Você pode não acreditar, mas isso tudo é verdade,Bonnie!- Bonnie já estava de pé.

-Você só fala nisso!Mas não tem nenhuma prova de que é real, de que realmente existe!Não passa de lorotas!- foi direto para a porta se perguntando, quem fala "lorotas"?

-Vai á algum lugar?- Bonnie refletiu na pergunta-Quer a prova?- fez uma pausa-Parou de chover.Já pode sair.- eram verdade, havia parado, como não percebeu?- Assim que parou de falar e me ouviu.Se concentrou.

"Você é a razão de tudo"

-Sei que pode achar "lorotas", mas se quizer falar á respeito, estarei aqui.

*

-Desculpe amiga.- disse Bonnie a Elena.Estavam no Mystic Grill, sentadas de frente uma para a outra.Haviam marcado alí, para esclarecer as coisas.Haviam pedido dois shakes.

-Desculpe você.Não devia ter tratado você daquele jeito.De verdade.

-Tudo bem.Desculpe tocar no assunto, mas você foi mesmo á casa de Stefan no outro dia.O que houve?

-Ãã...-Elena não sabia o que dizer- Nada de mais.- bebeu um gole do shake pelo canudo tentando desfarçar.Bonnie abaixou o tom de voz.

-Vocês estão namorando?

-Não!- disse Elena convicta-Só não quero falar disso, por enquanto.

-Tudo bem.Quer falar sobre o que?

-Não sei, você viu a chuva de hoje?Que tempestade, nem saí de casa, o Jeremy ta na Vickie, de novo...O que houve.- Bonnie parecia estar passando mal.-Bonnie!- foi para o lado dela da mesa, de frente para a entrada, e sentou-se.-Você está bem.

-Sim...não...

-Oh, meu Deus, quer que eu chame um ambulância?

-Não, não é pra tanto.Eu...vou pra casa.-ignorando Elena foi para casa cambaleando como se estivesse muito enjoada.

Elena ficou ali um tempo perdida nos próprios pensamentos, até que voltou á vida e percebeu que seu celular tocava á algum tempo.Era Jeremy.

-Oi, Jerr.- chamou pelo apelido.

-Oi Elena.Jenna não atendia lá de casa, então liguei pra você.É só que não sei se vou voltar hoje, vou a uma festa na casa dos amigos de Vickie.A gente vai de noite, então é provavel que volte amanhã.

-Jeremy, não acho uma boa idéia...

-Vai ficar tudo bem Elena...-ela ouviu um barulho.

-O que houve?

-Não é nada, é a Jenna, peraí, vou te colocar em espera.

-Jerr...

"Agora ele deve estar falando gentilmente com a Jenna", pensou Elena adivinhando a conversa. "Agora dizendo, não pedindo, pois sabe que vai ser não, que vai dormir fora.Jenna se enlouquesse e o proibe de ir á tal festa.",Elena se divertia."Agora eles estão brigando, e ele já desligar e...".Seus pensamentos foram interrompidos quando o rapaz de cabelos castanhos entrou no Grill.Stefan.Foi direto á ela.

-Oi.- disse ele, em vez do típico "olá".

-Oi...Quanto tempo, o que houve?

-Estava dando um tempo para você pensar.Sei que te disse muita coisa.Então a deixei a sós com seus pensamentos.- ela teve que sorrir.

-É, é muita coisa mesmo.- concordou.

-Sei que é cedo.Mas, você já pensou?Sobre aquilo que eu te falei?- ela já sabia o que era.

-Sim.Mas...- suspirou- não sei.Eu gosto de você, mas essa história de vampiro...é meio confusa.

-Tudo bem, eu posso esperar, o tempo que for preciso.- disse ele compreenssivo.

-Obrigada.

-Não tem de que.Sabe, quando conheci Katherine ela apareceu como a filha do Gerente de Negócios Estrangeiros da cidade vizinha.Disse que ele morreu na Guerra Civil.Mas claro, era mentira, só queria ser abrigada ali.Onde eu e Damon estavamos.- ela tremeu."Damon"- Controlou todos que precisava para completar a farsa.-continuou-Bom, quando ela me contou que era uma vampira fiquei assustado.Na época eu não sabia que tinha gente que sbia da existencia de vampiros.Ela não me obrigou a ficar do lado dela.Não assim.Apenas, me deu um tempo, para pensar.E agora faço o mesmo com você.- Stefan sorriu, mas depois ficou sério."Droga".

-O que houve?

-Eu...-piscou com força umas três vezes- Estou com fome.Desculpe.

-Você precisa comer.Pode ir, eu vou ficar bem.

-Vai mesmo?

-Não a o que se preocupar.- ele se despediu e saiu, assim como Bonnie.

"Elena, que papo é esse?", a vozinha...Jeremy!Desesperada pegou o celular que ainda estava na chamada com Jeremy.

-Oi!- disse desesperada.

-Com quem estava falando, e que papo de vampiro é esse?

-Não sei do que está falando!

-Elena, você não sabe mentir.- era verdade, sempre ouvia isso.

Jeremy.Será que ele havia ouvido tudo?O que ela diria?

*

-Vovó!- gritou Bonnie pasando mal ao chegar em casa.-Vovó, ela veio prontamente.

-Acalme-se!- ficou preocupada ao ver o estado da neta.Colocou-a deitada no sofá, e cobriu-a.

Bonnie tomava um chá, agora melhor.Sua avó sentada ao lado dela.

-As bruxas existem há muito tempo.Não se sabe de onde vieram, e nem como surgiram, mas a verdade é essa.- Bonnie assentiu.Agora aceitava qualquer coisa-Bom, para ser uma deve ser de herança.Há mais de cem familias bruxas, que passam essa genética hereditáriamente.É claro que nem todos da familia se tornam bruxas ou bruxos.É um efeito que vem da ordem cronológica de cada familia, um aspiral de situações como a hora do nascimento dos pais.

-Como a hora interfere nisso.

-Por exemplo, se o pai não bruxo nasceu antes da mãe bruxa, é provavel que essa pessoa não se tor ne um bruxo ou bruxa.É uma ordem doida mas...o que você precisa fazer, é aceitar.Você é uma bruxa.

-Minha mãe também era?- Vó Ama hesitou.

-Era.

-Então porque ela não revidou?Quer dizer, quem a matou, era um bruxo também.- ela demorou a responder.

-Não.Mas era muito poderoso.Você não entende.Mas vai entender.- Bonnie teve que aceitar.Hoje, não arrancaria nada da avó tinha certeza.

-Você é muito poderosa Bonnie.- disse mudando de assunto- É uma Buxa da Natureza.Por isso as coisas tremiam, por isso a tempestade.Como não sabe se controlar ainda, quando fica tensa ou nervosa, suas emoções viram poder e a dominam.-Bonnie pensou.

-Há outro tipos de bruxas.

-Muitos, como Bruxos Confederados.É quando um não bruxo se torna um.É uma prática proibida, mas muitos tentam faze-la.

-Qual é o seu tipo.- a avó riu.

-Quando se chega a minha idade não se sobram tipos de bruxas pra ser...exeto, um.Sou uma Conselheira.Uma que ajuda uma bruxa novata, assim como você, que não sabe usar seus poderes, que quer aprender.

-É minha Conselheira?

-Sou.

As duas se abraçaram, não precisavam de um motivo para isso.mas tinham.A avó, com orgulho da neta por finalmente ter aceitado seu destino.E Bonnie...ah, com tudo o que estava acontecendo, ela realmente precisava de um abraço.

-Eu sei que você está confusa com tudo isso.Mas vou ajuda-la.-disse ainda abraçada á ela.- E uma coisa eu te digo com toda a certeza.- agora, olhou-a nos olhos- Com o incentivo certo, você vai se tornar uma da bruxas mais poderosas do mundo.

Notas finais
Bonnie é poderosa mesmo!Mas como será que ela vai controlar esses poderes.E Jeremy?Também está perto de descobrir os segredo de Stefan?
Até o próximo capitulo!!