Nami acordou ao lado de Vivi e Usopp, todos os três completamente nus. A ruiva já estava cansada de toda hora acabar daquele jeito, principalmente tendo ficado duas vezes com Usopp no mesmo dia. Ela decidiu então, ir relaxar em uma biblioteca, local onde achou que estaria segura.

Chegando lá, ela procurou alguns livros que gostaria de ler, mas não achou nenhum que realmente a interessa-se. Decidiu, então, procurar por mais livros no depósito. Ao abrir a porta, ela se deparou com uma imagem chocante.

– ROBIN! LAW?

~ X ~

Voltando um tempo atrás, Robin estava caminhando pela ilha em busca de novidades, pessoas para interagir, quando avista Trafalgar. Ele parecia um pouco pensativo e distraído, então a morena foi conversar com ele.

– Law!

– Hã..? Ah, oi.

– O que houve? Você parece meio distraído. Aconteceu alguma coisa?

– Ahn.. eu reencontrei uma pessoa que não via há muito tempo, só isso. E você?

– Eu vi uma biblioteca ali, estava pensando em ler algum livro. Quer vir comigo?

– Pode ser.

Os dois foram a tal biblioteca e Law pegou um livro de medicina para estudar um pouco mais. Robin ficou procurando alguns de arqueologia, mas não achou nenhum que realmente a interesasse, ou pelo menos fingiu não achar.

– Puxa, não tem nenhum livro bom aqui. — A morena suspira.

– Tenta procurar no depósito, eles guardam alguns livros lá.

– Tem tantos livros lá... você pode me ajudar a encontrar, Law?

Ela fala com uma voz bem baixa e suave, como se estivesse com segundas intenções. Logo, o médico retruca bem direto e sarcástico.

– Eu sei muito bem que tipo de livro você quer, Robin.

– E qual é a sua resposta?

– Desculpe, mas eu não entendo de arqueologia. Procure outra pessoa pra ficar com você.

– Ora... não é gentil um homem recusar ajudar uma mulher.

– Eu não ligo.

Antes que ele pudesse ir embora e ler seu livro em paz, Robin o parou com a ajuda de suas mãos extras, dando um leve sorriso malicioso.

– Vai mesmo tentar fugir de mim? Boa sorte com isso.

Tsc... mas depois que você achar seu livro eu vou embora.

Os dois finalmente entraram no depósito em busca do tal livro da arqueóloga, ouvindo a porta fechar-se sozinha, trancando os dois lá dentro. Antes que pudessem tentar sair daquela sala, uma enorme fumaça cor-de-rosa invade o local. Robin começa a rir.

– Nossa... dessa vez foi rápido.

– Essa coisa de novo?

Trafalgar P.O.V

Que merda... acho que eu caí na lábia dela, afinal. Essa coisa rosa-fedorenta é horrível, me deixa com uma coisa estranha no corpo. E o pior é que a porta já estava completamente fechada, impossibilitando que um de nós saísse, embora eu seja o único com essa vontade.

– Parece que está começando a fazer efeito, não é, Law?

– Vai ter volta isso, viu? Não pense que vai poder fazer o que quiser comigo.

– É exatamente isso que eu queria ouvir.

Ela deu um risinho medonho e veio em minha direção. Robin era bem direta, com certeza não fazia o tipo de mulher submissa. Ela já começou segurando meu manto e me arrancando um beijo bem molhado e ardente, fazendo nossas respirações ficar abafadas.

Bom, pelo menos dessa vez não foi com um homem, e até que ela beijava bem. Robin parecia ser bem dominante, dava para perceber pelo movimento de seus lábios. Eu preciso mostrar que tipo de pessoa eu sou.

– Se é para fazer, precisamos pelo menos fazer direito. Não é?

– É..? E o que você pretende fazer?

Segurei a cintura dela e fui a arrastando até as estantes de livros, enquanto ainda nos beijávamos. Todos os livros caíram no chão, causando um barulho bem alto, mas eu ainda prensava ela com força contra a estande, começando a tirar seu vestido.

– Você vai ver.

– Você é bem selvagem, não é? Eu gosto disso.

Ela enroscou uma das pernas em volta da minha cintura e eu segurei sua perna com uma mão, abaixando seu vestido e a deixando de sutiã à mostra enquanto continuávamos a nos beijar. Os braços finos dela foi se enrolando por volta do meu pescoço e suas unhas arranhavam meu manto.

Nossos corpos estavam bem colados, não tinha sequer um espaço entre nós dois. Nossas línguas se movimentavam no mesmo ritmo e nosso beijo ficava cada vez mais feroz, deixando apenas alguns gemidos abafados saindo nos intervalos.

Comecei a tirar minhas vestes, ficando sem camisa junto com a morena e nossos peitos se tocavam enquanto ela arranhava minhas costas, com intenção de arrancar pedaços de minha pele.

Essa mulher é terrivelmente perigosa e sensual ao mesmo tempo. Dava para sentir que nenhum momento ela seria do tipo submissa, o que me excitava ainda mais para saber qual de nós dois teria a posição do comando.

Suas unhas grandes e ferozes me marcavam, suas pernas, tão gostosas e grandes, me abraçavam pela cintura. Sua pele também é completamente macia e cheirosa, ao passo que eu ia mordendo seu pescoço e sussurrando em sua orelha.

Ei... por que você não tenta procurar aquele livro agora?

– Você acha que pode me dar ordens, Law?

Eu não acho, eu posso.

Peguei sua cintura e a virei de costas para mim, empinando-a levemente e fazendo ela me olhar com um ar de perigo. Uma aura perigosa e sexy que sempre portava, mas que agora estava presa em meus braços.

Suas mãos seguravam a estante de livros e seu vestido já estava completamente fora de seu magnífico corpo, deixando suas curvas à mostra para meu bel prazer. Fui tirando minha calça e revelando minha recente ereção.

– Está com pressa, Law?

– A culpa é sua por me provocar.

Desabotoei seu sutiã, deixando seus grandes seios ficarem finalmente livres. Comecei a roçar meu membro nela, rasgando sua calcinha com uma só puxada. O cheiro de seu corpo envolto de tesão espalhava-se pelo depósito apertado. Aquele cheiro por si só já era excitante.

Os reflexos da luxúria junto com o maravilhoso odor dos gritos demoníacos assolavam o local. Tanto eu como ela fomos envoltos neste mar de desejo, base da verdadeira sofrência humana. O desejo carnal e sujo, que já tanto havia sido motivo de guerras e pecados distintos.

Admiro ao teu corpo, já nu, imagem de uma garota realmente forte e destemida. Sem medo de dizer o que quer, sem medo de mostrar seus desejos. Tal desejo que se atiça, estremecendo ao ensejo, do prazer e da cobiça. O verdadeiro significado do que era ser humano em suas raízes.

Comecei a penetrá-la, entrando realmente rápido, conforme sua essência mandava. Ela dava gritos altos de prazer, provavelmente atrapalhando toda calmaria da biblioteca, mas isso não nos importava de qualquer maneira.

– Aaaaahn..! Pode vir.. mais forte...!

– Não vai se arrepender, hein!

Fui dando estocadas mais rápidas e violentas, coisa que realmente a excitava bastante. Dava para notar visivelmente por sua voz trêmula e suas pernas arqueadas. Dentro dela é extremamente gostoso e fazia meu corpo inteiro latejar.

– Isso..! Vem.. Law.. me fode..! Me mostre.. do que você é capaz..!

– Eu só estou começando, Robin!

Antes que eu pudesse fazer qualquer movimento, a porta do local onde estávamos começou a abrir e surgiu uma terceira pessoa, gritando nosso nome.

– ROBIN! LAW?

– Nami? — A morena indagou, com a voz ainda abafada.

– É a segunda vez que me pegam...

A ruiva surgiu do nada, espantada por nos ver naquela situação. Ela não sabia direito que tipo de reação ter, mas entrou no depósito sem perceber. Imediatamente a porta se fechou de novo, proibindo-a de sair. Robin a chamou.

– Agora não tem mais jeito, né? Vem pra cá, Nami.

Eu saí de dentro da morena, deixando ela ir ao encontro da navegadora, que não sabia bem o que dizer naquela situação. Robin então a abraçou e a beijou, desamarrando o biquíni vermelho e amarelo que portava.

– Oh, isso vai ficar interessante.

A morena prensou-a contra as estantes, do mesmo jeito que eu havia feito anteriormente, e foi se abaixando, tirando sua calcinha, começando a chupá-la. Nami já estava visivelmente possuída pelo ar de luxúria contido naquela sala, com seu rosto vermelho e quente.

– Robinn..! P-Para.. aaahn...!

– Quer que eu pare, Nami? Mas não é isso que seu corpo deseja.

– Aahn..! É que.. aaah..!

Nami estava com as mãos na cabeça de Robin, tentando fazê-la parar, mas sem sucesso. Seu corpo já estava totalmente entregue. Fui me aproximando das duas, por trás da ruiva, segurando seus braços para que ela não escapasse e sussurrando em seus ouvidos, mordendo o lóbulo de sua orelha.

Por que não tenta relaxar um pouco?

Fui mordendo seu pescoço, forçando Nami a olhar para cima enquanto era possuída pela arqueóloga. Seus gemidos ficavam cada vez mais altos e abafados e seus braços já estavam imobilizados.

– Aaahnn...! V-Vocês dois... ahnn..!

Ela parecia ser uma gata indefesa diante de dois demônios do inferno. Seu corpo estava quente, seus seios terrivelmente pesados, seus pelos arrepiados e seus mamilos rosados duros só com um leve toque.

Nami já havia parado de tentar fugir dali, sabia que não conseguiria. Ela acabou não resistindo e foi entregando-se com o tempo, até já estar completamente submissa a nós dois, naquela sala escura e pequena da biblioteca.

Nós dois deixamos Nami deitada no chão e Robin sentou-se em cima dela, pedindo-a que a chupasse e eu estava do outro lado, entrelaçando suas pernas em meu pescoço e começando a chupar a ruiva enquanto eu me masturbava.

Ela tinha um gostinho muito bom de laranja. A medida que os movimentos da minha língua ficavam mais fortes e pesados, o corpo dela ficava mais relaxado e molhado. A visão que eu tinha de Nami com os lábios envoltos em Robin também era bem excitante.

Fui enfiando dois dedos dentro dela enquanto a chupava, para seu corpo ir se acostumando com a penetração. Robin gemia de prazer conforme os movimentos de Nami iam se intensificando, cada vez mais e mais alto.

Me afastei de seu corpo e Robin me acompanhou, invertendo as posições. Nami estava de quatro para nós dois e eu estava agachado de frente para ela, enquanto a morena estava por trás.

A ruiva apoiou seus braços em minha cintura para começar a me chupar, enquanto a morena penetrava ela com dedos e cuspes, dando mordidas em suas grandes curvas e mais lambidas para deixá-la bem à vontade.

Seus cabelos ruivos eram bem sedosos e macios, a medida em que eu segurava-os para que sua garganta recebesse meu membro já bem rígido completamente. E ela conseguia engolir tudo, sem nem sequer engasgar ou tentar sair dali.

Seus olhos se fechavam com força sempre que Robin modificava os movimentos com a língua, mordendo gentilmente a extensão de teu sexo, de um modo que ela sentísse um prazer indescritível misturado com uma pequena dor.

Já estava quase gozando, sentindo a garganta profunda dela em meu membro junto com sua língua afiada, mas senti que ainda não era hora. Nós tínhamos muito tempo ainda, e a ruiva já estava bem lubrificada.

– Robin, acho que já está na hora, não?

– Sim, estou ansiosa para isso.

Nós trocamos olhares e sorrisos com segundas intenções, fazendo com que a gata laranja ficasse um pouco confusa com aquilo. Robin veio em minha direção, me beijando, enquanto Nami permanecia de quatro.

– O que vocês pretendem..?

– Nós vamos brincar com você. — Respondemos em coro.

Sentei-me no chão daquele lugar, puxando Nami para sentar-se no meu colo, de costas para mim, e ela obedeceu. Afastei teus longos cabelos laranjas para que pudesse arrancar a pele de teu pescoço com meus dentes, deixando algumas marcas nela.

Robin estava junto com nós dois e começou a beijá-la enquanto eu a penetrava. Suas mãos tocavam o corpo da ruiva, fazendo carinho em seus seios e dando beliscões em seus mamilos, o que causavam arrepios a ela.

– Aaaaaah... Robin... Law...! Vocês.. dois.. aaahn..!

Pode gritar à vontade, ninguém virá te salvar.

Sussurrava em seus ouvidos enquanto segurava seu pescoço, quase tirando-lhe o ar que necessitava para respirar. A morena também continuava lambendo e dando mordidas por toda extensão do corpo dela, e cada vez mais seus gritos ficavam altos.

Quanto mais excitada ela ficava, mais rebolava em meu colo, indo para cima e para baixo com seus quadris largos e exuberantes, que me causavam mais prazer ainda. Dava para sentir as paredes de teu corpo por todo meu falo rígido, engolindo-o completamente dentro de si. Robin voltou a falar.

– Nami, você é tão gostosa...

– R-Robin..! Aahn...!

– E é completamente irresistível também.

Finalizei a frase aumentando o ritmo dos movimentos com a ajuda de minhas mãos, que pressionavam sua cintura mais para baixo, fazendo com que ela continuasse a gritar e a gemer realmente bem alto.

O corpo de Nami já estava bem marcado pelos lábios da morena, que continuava a chupar-lhe e a morder-lhe como se não houvesse um amanhã. Agora sim, eu já tinha certeza de que não aguentava mais senti-la dentro de mim, com tamanhos movimentos.

– Ahn.. desse jeito eu vou acabar..!

– E-Eu também.. não aguento mais...!

Gozei dentro da ruiva e senti ela também gozando junto comigo. Nossos líquidos se encontravam e manchavam completamente o chão daquela maldita sala de livros, que já estava com um cheiro de luxúria maior ainda.

– Ora, vocês dois foram bem rápidos. Já estão cansados?

– É só disso que.. você acha que eu sou capaz..?

Levantei de onde estava, pedindo às duas que ficassem de quatro, uma do lado da outra. Nami já estava com o rosto e corpo quente, completamente vermelho, e Robin parecia ansiosa com o que eu viria a fazer.

Até que essa visão das duas sentadas à minha frente era bem excitante. Dava para fazer o que eu quisesse com elas, já que nessa posição estavam totalmente a minha disposição. Uma do lado da outra.

Comecei chupando Robin enquanto usava meus dedos para distrair a ruiva, completamente molhada. A morena tinha um gosto mais maduro e picante, ao contrário da outra, que tinha um gosto mais... angelical.

Em seguida, mudei de posição e passei a chupar a gata mais uma vez, fazendo os mesmos movimentos com os dedos com Robin desta vez, que já estava bem molhadinha também. Meu membro já estava ficando duro novamente graças as duas.

– Aaahn..! Ah..n..n..!

Seus gemidos gritavam juntos em meus ouvidos, como uma verdadeira sinfonia, me excitando cada vez mais. Fiquei um pouco mais em pé, começando a bater meu membro em Robin, me preparando para entrar novamente.

– Agora é a sua vez, certo?

– Não precisa ter pena, viu?

– Como se eu tivesse isso.

Entrei de uma vez só, fazendo ela soltar um gemido realmente bem alto e abafado. Sua voz estava mais quebrada e quente, como se estivesse adorando aquela situação. Assim como havia prometido, não tinha pena em começar os movimentos bem fortes e rápidos.

As estocadas eram bem violentas e ardentes, o bastante para deixar uma garota como Robin satisfeita. Cada vez mais os movimentos iam se intensificando dentro dela, enquanto eu entretia Nami na mesma posição, com três dedos, na mesma velocidade.

– Aahn... ahn..nn...!!

Nós três gemíamos na mesma velocidade e ritmo, até não aguentarmos mais. Senti que a morena estava em seu ápice de prazer e gozou comigo dentro, espalhando seu liquido viscoso e doce em meu membro. Logo depois Nami gozou em meus dedos e eu pude finalizar indo dentro de Robin.

Caímos no chão, deitados e ofegantes. Nossas respirações continuavam cada vez mais pesadas, mas íamos relaxando com o tempo, até dormimos junto com os livros.

Notas finais
Fim da terceira temporada! Agora voltemos ao yaoi :3 Gente, queria pedir-lhes sugestões de cenário. Demorei a postar justamente por não saber onde essa história se passaria, visto que estou ficando sem cenários e não gosto de coisas repetidas. Digam aí onde vocês gostariam que passasse a próxima história! Próximo capítulo: After Sex