Mugiwara no Ichimi no Eroge
12 Luffy x Nami

Nami estava em um bar, tomando um sakê e conversando com o barmen sobre aquela ilha.
– Então essa poeira cor-de-rosa, a tal "Ai no Kiri" (lit, neblina do amor) é responsável por deixar todo mundo excitado?
– Sim! É o que torna a ilha especial e atrai várias pessoas pra cá. As ruas são bem vazias, graças aos motéis e atrações da ilha.
– Mas não tem nenhum jeito de evitar isso?!
– Tem um jeito sim, você quer que eu lhe conte?
– Quero, por fav---
Nami foi interrompida quando ouviu a voz de um garoto gritando no local.
– COMIDAAA! EU TÔ COM FOME!!!!!
– L-Luffy?! — Ah, que bom... o Luffy é tão inocente que não tem perigo ficar com ele...
– Oh, Nami? Que bom te ver aqui! Kishishishi
– E-Ei, garoto do chapéu-de-palha, não vá entrando assim! Você assustou meus clientes...
– Ah, foi mal tio. Mas eu tô morrendo de fome!
– Hai, hai, eu vou cozinhar pra você, então fique calmo!
Luffy sentou-se perto de Nami e ficou aguardando seu almoço. Os dois começaram a bater papo, mas não mencionaram nada sobre a parte sexual.
A comida chegou e os dois saíram do local e os dois começaram a andar pela ilha, conversando.
– Ai meu Deus, Luffy, olha aquilo!
– O que foi, Nami?
– Um SPA!! Ahhhhh eu quero ir lá!
– SPA? Ah, calma Nami, eu já tô indo!
Nami começou a puxar o capitão pelo braço, correndo em direção ao SPA. Ela ficou encantada com aquilo, haviam várias fontes termais lá dentro, quartos de massagem... tudo o que ela precisava depois de um dia estressante.
– Que lindo, tem umas cachoeiras aqui! Parece tão relaxante...
– Hum.. eu nunca fui num SPA antes. É legal?
– Legal? É maravilhoso! Eles te dão a melhor massagem do mundo e te tratam como Deus aqui!
– Sério?! Parece divertido!
Nami falou com a recepcionista e alugou um quarto de massagem para ela e Luffy. A ruiva foi entrando primeiro no quarto, tirou suas roupas e cobriu-se com uma toalha na cintura, deitando na cama.
Já Luffy entrou depois, só de toalha também. A recepcionista tinha combinado com ele algumas coisinhas antes dele entrar, e ele concordou.
A navegadora não tinha notado a presença do capitão por estar deitada com a cabeça virada para o chão, até ela sentir alguém começando a massagear seus ombros, com óleo.
– Nossa... que mãos boas você tem...
O massagista nada respondeu. Ele tirou os longos cabelos alaranjados das costas de Nami, e voltou a massageá-la, fazendo força com os dedos contra sua coluna. Ela começou a soltar alguns suaves gemidos, mostrando que estava gostando da massagem.
– Isso.. assim..! Vai mais pra baixo...!
Ele desceu suas mãos, apertando as costas dela, indo cada vez mais para baixo até chegar com os dedos na lombar, um pouco acima da região dos glúteos. Nami estava com o corpo bem sensível, adorando aquela massagem.
Suas mãos grandes e fortes começaram a subir e descer, indo da lombar até os braços de sua cliente, deixando-a com o rosto bem corado. O massagista então posicionou sua cabeça perto da orelha da moça, sussurrando com uma voz suave.
– Está gostando, Nami?
– Luffy...?! É você?
Nami ficou um pouco confusa. Ela não poderia imaginar que seu capitão tinha mãos tão gostosas e irresistíveis, mas não ficou com raiva por ele estar lá. Pelo contrário, até gostou de saber disso.
– Sim! Aquela mulher me disse que seria bom se eu mesmo te massageasse, eu vou continuar!
Nami P.O.V
Nem dá pra acreditar que o Luffy é capaz de fazer uma coisa dessas! Tudo bem que ele treina bastante, então suas mãos são fortes, mas... ele me toca de um jeito tão bom. É como se ele soubesse exatamente onde eu gosto.
Ele começou a descer suas mãos, indo até minhas coxas, apertando-as e massageando-as de um jeito incrível e bem excitante também. Eu comecei a deixar alguns gemidos escaparem, sem nem perceber.
– Ahn.. você é tão bom, Luffy...
– S-Sério? Sua pele também é bem macia, Nami. É melhor do que carne!
– Lu..ffy... sobe mais as suas mãos...
– T-Tem certeza?
– Sim... eu me sinto melhor assim...
Ele subiu suas mãos e levantou um pouco a toalha que estava me cobrindo. Mais uma vez ele passou aquele óleo na minha pele e começou a apertar meus glúteos, fazendo ação de massagem neles.
– Aah.. isso é tão gostoso.. Luffy!
Ele deve ter percebido o efeito que seu toque estava fazendo comigo. Ele é realmente bem menos inocente do que eu pensava, mas era tão gostoso.
Luffy começou a ir com um de seus dedos entre minhas pernas, passando-os pelos grandes-lábios enquanto continuava a massagem ao mesmo tempo.
– Assim está bom, Nami?
– Sim, Luffy! Assim... Aahhn..!
Senti meu rosto ficando vermelho. O toque dele deixava meu corpo bem arrepiado e bem quente ao mesmo tempo...
Ele tirou finalmente a toalha que me cobria, conseguindo passar suas mãos por toda extensão do meu corpo. Luffy era tão bom em fazer massagem, como eu não pude notar isso antes? Com certeza ele vai ter que fazer isso no Sunny mais vezes, principalmente em dias estressantes.
Eu me virei de costas para cima, revelando meus seios e finalmente vendo o rosto dele. Ele parecia um pouco tímido e confuso, com o rosto vermelho igual ao meu, mas parecia gostar do que fazia.
– N-Nami...
– Vem cá, Luffy.
Ele veio até mim, segurando meus seios com suas mãos cheias de óleo e me beijou. Seus lábios tinham gosto de carne como sempre, mas a textura deles era muito macia e ele beijava muito bem.
Tirei a toalha Luffy usava, deixando seu membro duro e rígido exposto e começando a dar as chupadas, enquanto ele passava óleo por meus seios, continuando a massagem.
– Aahn.. Nami..!
Luffy começou a passar um pouco de óleo na mão que estava disponível e começou a me masturbar, continuando a apertar meus seios com a outra.
– E-Ei, Luffy! O que você..?!
Ele é mesmo imprevisível... Luffy esticou sua cabeça até minhas partes baixas iniciando um oral enquanto eu o chupava, numa espécie de 69 maluco.
– O que foi, Nami? Não gostou? Kishishishi
– Haha, isso é interessante, Luffy!
– Sério? Então vou continuar!
Nós dois continuamos com o oral. Ele ia penetrando dois dedos em mim enquanto chupava meu clitóris. Como Luffy podia saber fazer aquelas coisas? Isso sim é um mistério!
Meu corpo estava cheio de óleo e ele me lambia como se eu fosse um pedaço de carne. Era tão gostoso... e eu ainda podia chupá-lo ao mesmo tempo.
– Ei... Luffy...
– O que foi, Nami?
– Já está bem lubrificada... pode vir....
– O-Ok!
Ele parecia um pouco tímido, talvez seja a primeira vez dele? Mas quando Luffy queria alguma coisa, ele ia lá e conseguia.
Eu ainda estava deitada na mesma posição e Luffy foi até minhas pernas, afastando-as e abrindo-as com suas mãos. Ele começou a roçar seu falo em mim antes de entrar totalmente, penetrando um pouco a cabecinha.
– Ahh.. Luffy..!
– Eu vou entrar.. Nami..!
Luffy entrou com força, mas ao mesmo tempo ele tentava não me machucar. Meu corpo se arrepiou todo e eu me senti realmente bem! Era uma delícia estar com o capitão desse jeito.
Meus seios começaram a pular enquanto ele dava movimentos mais rápidos com a cintura. Luffy começou a brincar com eles e nós dois gemíamos bem alto.
– Aah... Luffy..! Aaahh...!
– Naa..mii... ! Aah.. você é tão.. boa...
Ele me virou um pouco e levantou minha perna esquerda, continuando a me penetrar de ladinho, me dando ainda mais prazer conforme seu pênis ia batendo nas minhas paredes internas.
Luffy começou a ir mais rápido e nós dois gemíamos no mesmo ritmo e na mesma sintonia. Era maravilhoso estar com ele... tão forte...
– Aahhnn.. ahh! L-Luffy..!
– N-Nami..!
Ele me pegou no colo, tentando não sair de dentro de mim e andou comigo até a parede mais próxima, me apoiando nela enquanto me segurava. Desse jeito, Luffy conseguiu me penetrar mais fundo ainda e a tirar mais gemidos de mim.
O corpo sarado dele era bom de passar a mão. Por ele ser extremamente forte, ele conseguia me pegar no colo e me comer ao mesmo tempo, e ainda nos beijávamos enquanto transávamos. Luffy era estranhamente bom naquilo, talvez não tenha sido a sua primeira vez, afinal.
– Luffy... desse jeito eu vou..! Ahhh..!
– S-Sim, Nami... vamos juntos..!
– Aah..!
Nós dois gozamos juntos e fomos descendo pela parede, até estarmos ambos no chão. Luffy ficou por cima de mim por um tempo, respirando abafadamente em meu ouvido e me dando um último beijo antes de nós desmaiarmos.
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