Mugiwara no Ichimi no Eroge
20 Bartolomeo x Law
Notas iniciais

Trafalgar Law caminhava tranquilamente pela ilha à noite, sempre em busca de algo para fazer, até que um homem puxa o seu braço e o para. Ele estava de frente para um motel.
– Ei, onii-san!
– Quem é você? – Law indaga, com raiva.
– Onii-san, você faz parte do bando do Chapéu de Palha por acaso?
– Por que eu deveria responder a esta pergunta?
– Calma, calma, eu não quero confusão... é que um de seus amigos está aqui no hotel. Ele disse que só vai sair do quarto se alguém do seu bando for buscá-lo.
– Hum? Quem é?
– Um cara de cabelos verdes, parece um galo. De qualquer maneira, você pode tirá-lo de lá? Está me causando prejuízos!
– Deve ser o Bartolomeo... que seja, isso não é problema meu.
– P-Por favor!
Após muita insistência do gerente do motel, Law acabou aderindo a ideia e indo tirar o nakama de lá. Chegando no local, ele viu Bartolomeo numa gaiola em um quarto todo vermelho, iluminado com velas, luzes negras e uma cama igualmente vermelha.
– Oh... que lugar legal.
– Laaaaaw-senpai! Então é você quem vai me tirar daqui?
Bartolomeo parecia realmente feliz em ver Law ali, que parecia estar impressionado com o quarto. Lá tinham várias algemas e brinquedos de sadomasoquismo que lhe chamavam a atenção.
– Depende, você quer que eu te tire daqui? – Ele lança um sorriso malicioso e vai em direção a gaiola.
– V-V-Você pode fazer o que quiser comigo!
O homem de cabelos verdes parecia um cachorro abanando o rabo ao ver Trafalgar a sua frente. Ele estava totalmente algemado, sentado e preso atrás das grades, sem poder mover qualquer parte do corpo.
– Ah, é? Não vá se arrepender depois, hein.
Law agachou-se em frente a Bartolomeo, ficando na altura dele, segurando as grades com um rosto de quem iria fazer algo perigoso. Já o outro continuava parecendo um animal no cio, com a língua para fora e tudo.
– H-Haaaaaaai!
O moreno então, aproximou mais seu rosto àquela gaiola, puxando Bartolomeo pelos cabelos para ficarem mais perto, até que seus lábios foram se encostando e logo se transformaram em um beijo bem molhado, repleto de mordidas e movimentos com a língua.
– Então vamos nos divertir um pouco antes?
– H-HAAI!
Trafalgar P.O.V
De qualquer maneira eu já sabia que isso iria acontecer uma hora ou outra. Não dá pra simplesmente andar por essa ilha-rosa-fedorenta-maldita e não rolar uma coisa dessas, o jeito era tirar proveito da situação.
Mas cara... esse quarto é realmente foda. Essa iluminação com luzes negras que contrastavam as paredes vermelhas, essas correntes espalhadas por aí, essas poltronas igualmente negras e até mesmo essa gaiola. Que lugar curioso.
– Você ficou aqui só esperando alguém vir te pegar? Que coisa...
Entrei na gaiola onde ele estava e já fui tirando meu moletom e minha calça, ficando só de cueca em sua frente. O Barto ficou com a língua de fora como sempre, rodeando seus olhos por toda extensão do meu corpo, dos pés à cabeça.
– A-A Robin-senpai me mandou ficar!
– É? Que obediente.
Segurei a coleira que ele usava, o puxando com força para mais perto de mim, quase enforcando-o. Ele parecia não ligar pelo fato de quase ficar sem ar, pelo contrário, aquilo o excitava ainda mais.
– É-É-É definitivamente... o melhor dia da minha vida!
– E olha que eu nem fiz nada ainda.
Com os nossos rostos já próximos, beijei-o novamente e o arrastei pelas algemas até prensar seu corpo contra as grades da gaiola. Como ele já estava nu, nem precisei dar-me ao trabalho de remover suas vestes.
– Ne, Barto... você tá louco pra tirar essas correntes e vir logo me pegar, não é?
– H-Hai!
– Eu vou fazer a sua vontade, mas não vá se acostumando.
Desamarrei-o das algemas, deixando-o completamente livre, porém ainda prensado contra as grades de costas para mim. Fui mordendo seu pescoço e sua orelha, deixando marcas visíveis nele.
– L-Law-senpai! Aah..!
– Já ficou tão excitado assim? Eu nem fiz nada ainda.
Ele grita realmente bem alto, não é? Isso vai ser interessante. Só de eu tocar no pescoço e na orelha o Barto já fica todo arrepiado e ainda empina pra mim. Ele quer tanto assim que eu o penetre? Ótimo.
Com logo dois dedos comecei a entrar dentro dele, enquanto ainda mordia e sussurrava em sua orelha, deixando-o cada vez mais visivelmente arrepiado. Quanto mais fundo eu ia com os dedos, mais ele gritava.
– Aaahh..! Law-senpai... ahnn..!
– Quanto mais você gritar, com mais vontade ainda eu vou ficar, Barto!
– E-Então eu vou gritar ainda mais..! Laaaaw-senpaai..!
– Ah, vai ser assim então? Ótimo, receba sua punição.
Tirei minha cueca e me preparei para entrar nele de uma vez, dando apenas um cuspe antes para que entrasse com facilidade. Assim que eu o penetrei, o grito que ele deu superou todos os outros e provavelmente todo o motel percebeu o que estávamos fazendo.
– AAAHHhhnnn...! Laaw-senpaaaaaai...!! Aarhh.. hhn...!
– Bartolomeo... você grita muito alto!
– Aahn.. é que o Law-senpai...Aaaahhnn..! Eu não resisto...!
O bom é que eu posso fazer tudo que eu quiser como se ele fosse meu brinquedinho particular. De alguma maneira, esses gritos enormes acabam me excitando e me dão vontade de fudê-lo mais forte só para ouvi-lo gemer mais alto.
Aumentei o ritmo dos movimentos de estocadas enquanto segurava em seu quadril, de uma forma que deixasse as marcas da minha mão em profundo vermelho. Quanto mais fundo e rápido eu ia, mais ele parecia gostar. Como um verdadeiro masoquista.
– AAaahnn.. Law-senpaaaai!! Desse jeito eu.. não vou resistir..!!
– Nada disso. – Começo a sussurrar em seus ouvidos. – Você acha que pode ir tão rápido assim, Barto?
– M-Maas.. aahnn..!! L-Laaw-senp..aahh!!
– Aahn.. nem pense.. que pode fugir de mim assim..!
Meus gemidos quente e abafados deixavam-no mais arrepiado ainda, principalmente quando eu sussurrava em seus ouvidos. Com minha habilidade e para deixar as coisas mais interessantes, fiz uma chibata vir para minha mão.
– L-Law-senpai..? Aaahnn...!
– Hora de apanhar um pouco, não é?
Ainda penetrando ele com bastante força e velocidade, comecei a bater em seu corpo e marcá-lo com o objeto. Era uma chibata pequena, porém bem forte e resistente que fazia um estrago realmente grande.
– Aaaaaiih...! I-I-Isso dóooi!!
– Quer que eu continue?
– Queeeeeero! L-Law-senpaai!
Seu pescoço estava vermelho com as mordidas e agora seu corpo estava no mesmo estado, graças às chicotadas incessantes que eu dava junto com as estocadas. Chegava até a sair um pouco de sangue, mas ele não ligava e gemia cada vez mais.
– Aah... Bartolomeo.. você fica ótimo todo machucado..! Aahn...!
– L-Law-senpaai... eu não vou aguentar..!
– Aahnn.. eu também... não vou..!
– Aah..nn....!!
– Aaahhnnn.. Barto... lomeo..!
Senti ele gozando no chão e logo depois eu fui dentro dele, preenchendo todo seu corpo com meu líquido branco e viscoso. Após, ele virou de frente para mim e entrelaçou suas mãos em meu pescoço, com a face corada e quente, e me beijou.
Correspondi ao beijo prensando o corpo dele contra as correntes. Enquanto nossas línguas brigavam, as mãos dele foram alisando por todo meu corpo, sentindo meu peito, meus mamilos, e finalizando puxando minha cintura para mais perto até ficarmos colados.
– Você nunca se cansa, não é? – Falei nos intervalos do beijo.
– Principalmente agora que eu tenho você do jeito que eu quero, Law-senpai.
Ele voltou a me beijar e foi andando até me jogar contra as grades da gaiola, como eu havia feito antes. Então agora vai ser assim, é? Ele quer mesmo trocar de lugar comigo? Tudo bem, vamos ver no que isso vai dar.
Sua língua percorria toda minha boca e eu segurava seus cabelos verdes para trazê-lo mais perto de mim e ficarmos mais juntos ainda. Suas mãos apertavam meu corpo por inteiro, sentindo-o por completo.
Barto desferiu sua voz quente e abafada até meu pescoço, me dando mordidas enquanto eu permanecia com as mãos entrelaçadas em seus cabelos, quase puxando-os.
– Aahn... Barto..!
Por algum motivo, os lábios dele mordendo meu pescoço me causavam um arrepio imenso. Meu corpo parecia já não responder aos meus comandos e eu só sentia o calor dele emanando em mim.
– Law-senpai, seu corpo é tão bom...!
Eu senti meu rosto ficando quente e, provavelmente, vermelho graças à voz dele que batia tão suavemente em meus ouvidos ao mesmo tempo que suas mãos grandes e pesadas brincavam com meu corpo. Era tão gostoso...
Ele me pegou no colo e eu enrosquei minhas pernas em sua cintura, enquanto era arrastado para algum lugar fora da gaiola. Nossos lábios não se separavam por um segundo até eu sentir que ele me jogara na enorme cama que havia ali.
– Barto.. lomeo...
– Law-senpai!
Bartolomeo deitou-se por cima de mim, mordendo meu pescoço enquanto sussurrava levemente em meus ouvidos. Quando ele chegava a morder minha orelha eu acabava não resistindo e deixava um gemido alto escapar.
– Aahn...!
– Senpai.. você é tão gostoso...!
Ele desceu seus lábios, beijando o meu torso e indo até meus mamilos enquanto suas mãos começaram a me masturbar até eu ficar duro novamente. Sua língua rodava e brincava com meus mamilos e ele fazia questão de dar chupões visíveis por meu corpo.
Essa sensação de arrepio que eu sinto conforme ele vai tocando meu corpo é indescritível e me fazia arranhar suas costas até sentir seu sangue correndo pelos meus dedos. Nada disso o fazia parar, pelo contrário, dava mais motivos para ele continuar.
Bartolomeo foi descendo seus beijos até os meus quadris, onde segurou meu membro bem forte e pôs tudo em sua boca de uma única vez. Suas chupadas eram bem quentes e os movimentos que sua língua faziam por volta da minha glande eram incrivelmente bons.
– Aahn... Hhn..n...! Barto...!
Ele brincava com meu membro com seus lábios enquanto se masturbava até nós dois ficarmos completamente duros e excitados como antes. Quando ele percebeu isso, ele subiu seu corpo e voltou a me beijar, segurando minhas pernas e abrindo-as.
– Law-senpai... – Ele falava com uma voz sussurrante e rouca.
Entrelacei minha perna em sua cintura para dar-lhe mais abertura, e ele se preparou para introduzir seu membro rígido dentro de mim, sem nenhum tipo de preparação antes. No começo ele foi bem devagar, mas logo acabou enfiando tudo de uma vez só.
– AAaaaaaaahnn...!! Bartolomeo..! Aaghh...!
– L-Law-senpai..! Você é.. incrivelmente apertado... ahhnn...!
Os movimentos iam se intensificando conforme eu ia me acostumando. O Barto ia mordendo meu pescoço e voltando a deixar marcas, me deixando gemer na altura de seus ouvidos para que ele ouvisse bem.
Ele empurrou minha cabeça, me fazendo olhar para o teto e quase me enforcando, mordendo bem no lugar onde suas mãos estavam. Parecia até uma besta verde bem feroz e selvagem ou até mesmo um canibal.
– Aahh... Barto...!
Trafalgar P.O.V off
Bartolomeo P.O.V on
O rosto dele vermelho é a coisa mais excitante do mundo! Nem dá pra acreditar que eu tenho o Law-senpai tão perto assim, e ainda mais depois de me comer daquela maneira! Que dia foda, eu sou o cara mais sortudo do mundo!
– Aahn.. Law-senpaaai...!
A voz abafada dele junto com os gemidos chamando meu nome também era completamente irresistível. Seu corpo estava muito quente e foi ficando mais quente ainda quando eu comecei a masturbá-lo e aumentar a velocidade dos movimentos.
E ainda por cima, o corpo dele e suas tatuagens eram iluminadas pelas luzes negras junto com as velas. Dava um clima meio macabro, mas ao mesmo tempo bem excitante.
– Aahn... Barto, eu vou..!
– Law-senpai... eu também vou..!! Aahnn...!
Senti ele gozando em minhas mãos e logo em seguida fui dentro dele. Era tão bom ficar com o Law-senpai assim, só pra mim! Não resisti e logo deitei em cima de seu corpo, voltando a sentir o cheiro de seus cabelos negros macios.
– Aahn.. Law-senpai...
Sentir o cheiro dele assim tão de perto é maravilhoso! Dá vontade de ficar abraçando ele pro resto da minha vida.
– Ei, Barto...
– Sim?
Ele me virou de costas, subindo em cima de mim e sussurrando alguma coisa em meus ouvidos. Eu percebi também que ele usou sua habilidade para pegar uma das velas que iluminava o quarto.
– Você acha que eu vou me cansar assim tão fácil?
– O-O que você vai fazer?!
– Você vai ver.
O Law-senpai sentou-se em cima de mim, botando a vela nas minhas costas e deixando que o fogo emanado por ela derretesse a Cera quente em mim, queimando meu corpo e deixando marcas.
– AAAAAAAAAAAH! ISSO TÁ QUEIMANDO!
– Heh, era isso que eu queria.
Antes que eu pudesse tentar fugir dali, percebi que ele já tinha me algemado e não dava para sequer me mover. Ele deu uma risada maliciosa e pegou a vela, derramando aquela Cera quente por toda minhas costas.
– L-L-Law-senpai, p-para com isso! Aaaaah tá doendo muito..!
– Por que eu faria isso? Eu quero deixar as marcas de fogo em você, Bartolomeo.
– M-M-Mas tá doendo!
– Eu sei, essa é a intenção.
Ele deu novamente uma risada maliciosa e continuou passando a Cera pelo meu corpo, até não sobrar mais vela. Em seguida ele foi beijando os lugares onde estavam queimados e os beijos gelados dele contrastavam com o fogo e me davam um choque térmico.
– Aahhn... até que é relaxante..!
– Viu só? Parabéns, você é um verdadeiro masoquista.
Law-senpai deitou em cima de mim voltando a dar mordidas em meu pescoço. Meu corpo já estava inteiramente roxo e provavelmente as marcas de queimadura iriam ficar por um bom tempo. Bom, pelo menos assim eu posso ficar me lembrando dele!
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