Mugiwara no Ichimi no Eroge
25 After Sex - pt. 4

A manhã, enfim, surgiu, junto com o sol que batia no rosto e corpos dos jovens piratas, enquanto o vento fazia seu trabalho de levar o aroma salgado para seus narizes. Uma bela manhã em uma ilha paradisíaca, nada normal. Para começo de conversa, um deles acordou, despido e um pouco tonto, coçando seus olhos e sentindo os raios solares bem intensos, por estar na carranca do navio.
– Han... ué? – Usopp despertava, tentando lembrar do ocorrido. – Por que estou pelado no lugar especial do Luffy? Ah sim, porque fizemos aquilo ontem... – Pois suas mãos no queixo, questionando-se sobre o que havia acontecido, chegando a soltar fumaça pelo árduo trabalho que era pensar. – Será que eu simplesmente esqueço essa história? É, acho que é o melhor a fazer.
Levantou-se então, pensando que seu companheiro e também capitão não era do tipo que se preocuparia em ter passado uma noite junto a si. Chegava até a pensar que Luffy era sortudo por isso. Deixando preocupações de lado, colocou suas roupas e se preparou para ir até a cozinha, tomar o café da manhã.
(...)
Do outro lado da ilha, em um motel, dois homens dividiam a mesma cama, aos roncos, dormindo pesadamente tal como bebês. Eis que o dono do motel chega, aos gritos e chutes, com a personalidade completamente a de Usopp citado anteriormente.
– ACORDEM OS DOIS, AGORA! – Exclamou, usando uma vassoura para expulsá-los.
– Mas que porra..? – Trafalgar despertou, com dor de cabeça, coçando seus olhos.
– Ain, não acredito! – Bartolomeo mordia a fronha, não importando-se com o dono do motel e sussurrando para si mesmo. – Eu e o Law-senpai fizemos... a noite toda... juntinhos... eu e o Law-senpai...
– ESCUTEM AQUI! – Grita o dono furioso. – Eu vou deixá-los se arrumarem, mas eu quero que saiam! Estão atrapalhando a minha clientela, em especial esse galo, que se recusa a sair do quarto há dois dias! – E assim, ele se retirou, batendo a porta com raiva.
– Tsc, que saco... – Law estava odiando a situação. – É sério que isso aconteceu?
– Ain..! – Mas Bartolomeo apenas chorava. – Doi barabilhouso! Buááá! [Foi maravilhoso]
– Escuta aqui. – Com raiva, ele encara bem nos olhos castanhos do outro. – Não fica por aí gritando e se gabando por isso, entendeu? Foi um erro e não se repetirá. Eu vou voltar pro navio, espere eu sair do quarto e conte até quinhentos antes de sair também.
– T-T-Tá!
(…)
Os dois rapazes, então, retornaram para o navio afim de tomar café da manhã e Bartolomeo seguiu rigorosamente às ordens do outro. Em outro canto da ilha, um certo cozinheiro estava acordando, sozinho, repleto de areia pelo corpo por ter dormido em uma praia pelado. Coçou os olhos, com raiva.
– Tsc, que droga, ilha de merda... não acredito que eu caí nesse truque de novo...
Ele não se lembrou de prontidão com quem havia dormido, então fez força com sua mente para lembrar enquanto punha suas roupas. Seu cérebro foi tomado por uma vermelhidão de sangue, rodopiando pelo corpo despido de uma certa navegadora. Lembranças de seios volumosos e fartos, assim como outras curvas o fizeram finalmente perceber.
– MEEELLLOOORRIIINNNE! – Seu nariz soltou tanto sangue que até chegou a voar. – EU AAAMMMOOOO ESSA ILHA DE MERDA!
(...)
Assim que se acalmou e terminou de colocar seu terno, Sanji retornou ao navio para exercer a função que tanto apreciara, temendo que seus companheiros, principalmente seu capitão, o estivessem esperando. E falando nele, Luffy e Robin acordaram juntos, na vigia do navio.
– Bom dia, Luffy. – Disse a mulher, terminando de colocar sua saia esvoaçante, observando que o garoto estava despertando.
– Bom dia... – Ele ainda estava sonolento, então soltou um longo suspiro e pouco se importou com a falta de roupas, coçando as costas. – Eu tô com fome...
– Eu acho que o Sanji-san ainda não voltou, mas ele deve estar chegando.
– Então eu vou ficar esperando por ele no meu lugar especial. – Luffy levanta, retirando-se, mas logo é impedido.
– Espera, Luffy!
– O que foi, Robin?
– Não vai colocar uma roupa antes? – Ela solta um pequeno riso.
– Oh. – Ele olha pra baixo, despreocupado. – É verdade, eu tô pelado. Por que eu tô pelado? Bom, deixa pra lá.
(...)
Ainda no navio, do outro lado, Nami acordou nua e a primeira pessoa que viu foi Zoro, aos roncos, dormindo no chão, igualmente sem roupas.
– ACORDA, AGORA! – A ruiva, com raiva, deu um belo cascudo nele.
– Ai, ai, ai... – Com dificuldade, ele acorda. – Nami? É você?
– Não, imagina, é a sua treinadora de espadas... É CLARO QUE SOU EU, IDIOTA! – Dá mais alguns socos na cara, deixando a cabeça do outro cheia de hematomas pulsantes. – Será que dá pra você me explicar como eu vim parar aqui, e o mais importante, como eu vim parar aqui COM VOCÊ?
– Tsc, você fala como se eu estivesse feliz com essa situação... – Ele dá mais um bocejo, ameaçando dormir e fazendo cafune em seus próprios cabelos.
– Você deveria agradecer pela oportunidade de dormir comigo! Ai que saco, tantos homens no mundo e eu acabo com uma ameba verde, eu não mereço isso...
– Olha aqui, não é "ameba". É Marimo. A-Ah, q-quer dizer...
– Ameba, Marimo, alga, tanto faz! Isso vai te custar quinhentos mil Berries, viu?
– Q-Q-Quinhentos?!
(…)
Mais tarde, todos estavam reunidos para o café da manhã. Vivi, que havia acordado sozinha, comia silenciosamente e tentava ignorar os outros, assim como Law e Zoro. Nami também desviava o olhar e comia reclusa, do mesmo jeito que Usopp, mas quando seus olhos encontravam-se, a ruiva o olhava com intenções de matá-lo, então ele desviava o olhar rapidamente.
Os únicos despreocupados eram Robin e Luffy, sendo que a morena apenas comia com um leve sorriso vitorioso no rosto enquanto o capitão aproveitava sua refeição do mesmo jeito de sempre, feliz. Basicamente, todos estavam em silêncio profundo e, os únicos que pareciam ter um sangramento nasal interno eram Bartolomeo e Sanji.
– Escuta aqui, pessoal. – Diz o cozinheiro, quebrando o silêncio. – Eu sei que tá rolando um clima estranho entre nós, mas vamos apenas ignorar e dar o fora dessa ilha maluca já que estamos todos aqui.
– Clima? – Indaga Luffy, com carne em sua boca. – Que clima?
– Eu concordo com o Sanji-kun. – Quando Nami fala, o loiro desmaia por falta de sangue. – Que tal nós fazermos um trato de esquecer tudo isso e irmos embora daqui?
– Então vamos esquecer de tudo e você também irá esquecer dos quinhentos mil Berries? – Pergunta Zoro.
– Ah, não, claro que não. – Afirma a ruiva mais uma vez. – Todos aqui me devem dinheiro, entenderam?
– Até eu? – Pergunta Bartolomeo. – N-Nós nem fizemos nada...
– Danos morais, você me deve mesmo assim. Eu sofri muito, sabia?
– H-Hai!
(…)
Contudo, infelizmente eles não conseguem partir. Assim que Nami dá as ordens para saírem da ilha, um misterioso ar cor-de-rosa invade o Sunny Go e faz com que todos dispersem de suas funções.
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