Notas iniciais
ta meio dificil colocar caps no Nyah! ¬¬' entaõ naõ me matem se eu ficar uma semana ou mais sem colocar, pois aleém dos probleminhas aqui no site tem os problemões em off >.> . e se eu reprovar vou ficar tempão sem entrar : . entaõ vamos cruzar os dedos pra besta aqui passar de ano o/ q

O silencio permaneceu na sala. Todos encarando a todos. Eu não conseguia mais ficar sem xingar ninguém na maior cara-de-pau.


Quase uma hora depois finalmente a porcaria denominada do sinal bate. Levantei da cadeira num pulo enquanto a professora saia da sala. Uma energia estranha que eu adorava tomou conta da sala de aula. Mais uma vez Laura foi empurrada em minha direção. Formou-se uma rodinha em volta de nós, até que Rafael foi abrindo caminho sobre os alunos para conversar sem agirmos como hora do almoço no zoológico.


- Ta legal que história é essa de beijinhos no intervalo? Alguma de vocês pode me explicar? – Rafael dizia com um tom de voz agressivo.


Laura ficou ofegante, começou a tremer. Devo admitir que adorei, simplesmente ADOREI ver ela naquele estado.


- A sua amiguinha querida da Laura inventou isso Rafael! Ta feliz?! Eu estive tão decepcionada e desprezada durante a minha vida! Por que no momento em que penso que achei um amigo leal o que você faz? Quase engole a vaca da Laura! Mais finalmente achei uma amiga... Que odeia a Laura como eu, e sabe como estou me sentindo em relação a você e essa Zé Arruela! – Eu dizia apontando o dedo na cara dele.


- Laura você inventou mesmo isso? – Ele dizia indo em direção a Laura com uma expressão de decepção. Viva.


- É... Foi ciúmes... – Ela dizia com a cabeça baixa fingindo que chorava.


Meu sangue ferveu totalmente! Como ela conseguia ser tão mentirosa?!


- O que?! Não acredito Laura! – Eu disse num tom alto chorando.


Peguei minha mochila e sai da sala correndo para minha casa. Alice minha amiga me seguiu.


- Calma Clarie! – Ela dizia colocando as mãos em meu ombro.


- Eu vou pra casa a pé. Me da mais tempo pra pensar.


- Vamos pra um parque qualquer e desabafa. – Ela dizia ficando na minha frente atrapalhando a passagem.


- Obrigada Laura. – Dei um forte abraço nela, aquilo era como se toda a minha dor estivesse indo em bora.


Fomos a um parque perto da minha escola. Eu disse que estava doente para poder sair de lá. Sentamos em um banco com vista para um laguinho.


- Eu sei como você se sente. E eu sei também que você vai dar a volta por cima, a Laura é uma mentirosa. Quem ri por ultimo ri melhor. Você só vai conseguir o que você quer quando acreditar em você mesmo, não se importando com o que qualquer um por ai diz.


O que Alice acabou de dizer com certeza virou uma sementinha no meu coração. Aquilo foi profundo pra mim.


- Alice... Caramba... – Realmente procurei as melhores palavras para dizer a ela. Como pedir obrigada por acreditar em mim.


- Agora põe tudo pra fora e desabafa. – Ela dizia acariciando meu rosto. Finalmente achei alguém que realmente se importasse comigo.


- OK... Como a Laura consegue estragar tudo? Por que ela é assim? Não deixa ninguém ser feliz! E a essa hora o Rafael deve estar babando por ela. Acho que ele pensa que se enganou totalmente comigo. – Lagrimas e mais lagrimas escorriam pelo meu rosto.


- Isso dói muito em mim. Laura julgava você pela sua aparência. Isso é tão ridículo.


- CLARIE! – Era a voz do Rafael correndo em nossa direção.


- O que você quer? – Juro que pensei que ele fosse pedir desculpas.


- Como pode inventar coisas tão ridículas?


Fiquei o olhando com raiva. Desde quando era eu que inventava coisas tão estúpidas naquele colégio? Eu mereço, eu devo ter sido algum tipo de psicopata na minha vida passada pra ter tanto azar nessa vida.


- EU?! Rafael o negocio é o seguinte: Você entra na escola, com quem você conversa primeiro? EU! E você viu como a Laura é metida, como ela é falsa e mesmo assim você acredita apenas em quem? NELA!


Sinceramente... Em tão pouco tempo naquela escola ele já conseguiu fazer tantas idiotices. Por que ele não acredita? Sei que muitas coisas estão por vir.


- Ela me contou tudo e você ainda quer que eu acredite em você?


- Contou tudo o que? Que ela é uma falsa? Mentirosa? Traira?!


- Não contou que antes de eu entrar aqui você é quem deixava ela pra baixa absolutamente todos os dias.


- Oi Clarie... – Laura surgiu como uma bruxa. Eu sempre soube que ela era isso, abraçou Rafael por trás dando um beijo em seu rosto.


- Laura eu odeio você pra cara*** você é uma merda e vai tomar conta da sua vida.


- Calma... – Ela acariciava o rosto do Rafael enquanto me olhava.


Meu sangue ferveu por completo. Sai daquele lugar antes que eu cometesse um assassinato. As férias de julho estavam a chegar. Finalmente poderia descansar, viajaria para praia com Alice. Calor, sol... Perfeito. Cheguei em casa com Alice, não me importei ao mínimo com meu cachorro, dei um chute nele e entrei com raiva.


- OI CLARIE! – Disse minha irmã Isabella toda feliz enquanto eu xingava tudo e todos.


- Não enche sua pestinha – Eu gritei enquanto subia as escadas. Alice vinha logo atrás.


Joguei minha mochila no canto do meu quarto e enfiei minha cabeça no travesseiro. Chorei, chorei e chorei.


- Eu preciso esfriar minha cabeça, eu preciso viajar... Eu não vou esperar até as férias.


- Acalme-se Clarie... Sabe que nó tudo isso que está acontecendo em apenas dois dias esta causando na minha cabeça?


- Pode ter certeza o nó é maior e mais forte pra mim.


- Viajaremos sim... Falta uma semana pras férias agüenta!


- Não é fácil... – Fui interrompida pelo meu celular tocando. – Alô? – Disse sem nenhuma vontade de viver.


- Olá Clarie... Eu disse o que eu quero eu consigo... – Era a Laura... Sim aquela vaquinha cor-de-rosa.


- Eu vou dar volta por cima queridinha. – Desliguei o telefone na cara dela, tacando meu celular na parede e me joguei novamente na cama.


- Era a ameba saltitante? – Alice dizia se deitando ao meu lado.


- Sim... – Dei uma pequena pausa até que tive uma idéia genial. – ALICE! Como toda a patricinha ridícula a Laura deve ter algum menino que ela goste não é mesmo? – Eu dizia com um sorriso de vitória no rosto.


- Sim... Ele é tão imaturo que chega dar dó...


- E quem é ele? – Eu gritava chacoalhando Alice.


- Ele é do 3º ano. O nome é Giovanni. Ele tem o cabelo preto, é um pouco mais alto que você e adora animes.


- Ele não parece ser tão imaturo assim. E eu também amo animes algo contra?


- Não... – Ela dizia com os olhos arregalados. – O que você esta tramando é o que estou pensando?


- Exatamente... Ela vai ter o que merece.

Notas finais
pode parecer sem sentido no começo a fic mais depois tudo vai se encaixar
review?