Mudanças No Clima
27 Tsunamis
Notas iniciais
Lucy Pov' s
Será que aqueles dois não vão vir para a escola? Que saco! Mas sexta-feira está chegando e mal espero por essa festa. Já até sei que roupa, usarei para conquistar Natsu.
Natsu Pov’ s
Mesmo perdendo para Erza no tapete de dança, foi divertido passar o resto da manhã com aqueles dois.
- E agora o que vamos jogar? – Perguntou Erza olhando seu nome na primeira colocação de pontos.
- Acho que não estou preparado para outro jogo. – Falei devido ao cansaço que sentia no corpo.
- Mas você é muito mole viu. – Riu Gray.
- Cala boca! – Disse irritado.
- Calma senhor oitava posição. — Debochou aquele pervertido.
- Nem vou falar nada para você. – Me levantei do sofá. — Estou com fome. – Falei passando a mão sobre minha barriga. — Quero sorvete coberto por molho de tomate. – Disse caminhando até a cozinha.
- Por acaso você estará grávido Natsu? – Erza brincou.
- HAHAHA. – Ri. — Muito engraçado Erza. – Respondi irônico.
- Eba! – Gritou Gray se levantando do chão. – Vou ser papai. — Disse enquanto seus braços rodeavam meu corpo, me apertando. O sorriso em seu rosto brilhava.
- Parece que Gray já aprovou essa ideia não é? – Falou Erza com um sorriso no rosto.
- Gente, vamos encarar a realidade. – Respondi me soltando dos braços de Gray. – Eu sou um homem! E homens não engravidam, infelizmente. – Falei sentindo um pouco de tristeza.
- Não fica assim meu gatinho. – Gray me abraçou novamente. – Talvez possamos adotar um filho.
- Nossa vocês acabaram de completar uma semana de namoro e já estão pensando em filhos? Que rápido não é? – Questionou Erza.
Olhamos juntamente em direção à Erza com nosso semblante sério. Ela olhou para o lado, sem coragem de nos encarar. Gray me soltou e sentou-se no sofá.
- Bem, mudando de assunto. Eu ainda estou com fome, por isso vou comer algo. – Falei caminhando para a cozinha.
Essa Erza viu! Isso me deixa um pouco frustrado, saber que não posso dar um filho para Gray. E a reação dele mostra que ele quer um. Agora chega de pensar nisso. Falei abrindo a geladeira.
- Onde está o sorvete? — Disse procurando-o. – Ah, achei! – Peguei o pote e retornei para a sala.
Ao adentrar o local vejo Gray apenas de cueca boxer deitado no sofá. Suas roupas estavam espalhadas pelo chão. Seu corpo ocupava todo espaço do móvel, mostrando cada músculo de seus braços, os gomos de seu tanquinho ressaltados e o pequeno volume que surgia naquela cueca. Senti meu membro querer enrijecer devida aquela maravilhosa visão, porém segurei-me para não voar naquele corpo.
- E-E-Eu não f-fiz nada Natsu. – Falou Erza com suas bochechas levemente coradas. – Foi ele q-quem começou a tirar a roupa do nada. – Apontou para Gray que estava de olhos fechados.
- Está calor. E aquela roupa estava me incomodando. – Respondeu Gray sem se importar com aquela situação.
- Está com calor amorzinho? – Perguntei com um plano em mente.
- Sim, liga o ar condicionado.
- Ah, claro.
Aproximei-me calmamente de Gray, pisando levemente no chão para não fazer barulho. Erza entendeu o que eu estava prestes a fazer e cobriu a boca com a mão segurando o riso. Estendi minhas mãos que seguravam o pote de sorvete sobre o corpo de Gray e apenas o virei.
- Ahhhhhh, o que está fazendo? – Perguntou Gray um pouco assustado.
- Estou... Apenas acabando com esse seu... Calor. – Falei rindo daquela cena.
Pelo corpo de Gray escorria o sorvete que derretia com o calor de sua pele.
- Olha o que você fez. – Apontou para sua cueca que estava toda molhada com o sorvete derretido.
Agora me deu mais vontade ainda de tomar esse sorvete, principalmente usando Gray como um “pote”. Lamber cada parte de sua pele retirando o sorvete. O seu corpo com um gosto doce deve ser maravilhoso. Se eu conseguir fazer a Erza sair desse local, colocarei meus pensamentos em ação.
- Natsu? – Gray me chamou. Fazendo-me sair daqueles pensamentos.
- O-Oi? – Respondi corado. Ainda bem que Gray não pode ler mente.
- Estava pensando no que? – Perguntou com um olhar malicioso.
- E-Em nada. – Falei desviando o olhar.
- E depois eu que sou o pervertido não é. – Riu.
- Vocês querem que eu os deixe sozinhos? – Perguntou Erza.
- Bem... – Tentei dizer que sim, mas fui interrompido.
- Não precisa Erza. – Afirmou Gray. – Vou ao quarto do Natsu tomar um banho e já venho. – Falou caminhando para fora do local.
Ver Gray sujando toda casa com o sorvete que caia no chão, me deixava mais excitado ainda.
- Então quer dizer que eu atrapalhei você Natsu? – Perguntou Erza com um sorriso no rosto.
- C-Como assim? – Não havia entendido aquela pergunta.
- Depois eu te falo. – Sorriu. — Já que a Mira não está mais aqui, você vai trabalhar comigo na cozinha! – Apontou para mim.
– Eu? Nem me pagando. – Falei.
- Ora, ora. Tem certeza disso? – O sorriso de seu rosto desapareceu. E apenas um olhar maligno surgiu, me fazendo ter calafrios pelo corpo.
- N-Não. Eu v-vou te ajudar! Pode contar comigo. – Disse com um sorriso torto, enquanto gotas de suor escorriam por meu rosto.
- Então vamos. — Levantou-se do sofá e caminhou em direção à cozinha.
Erza ela legal, mas parecia um demônio de uma hora para outra. Mira você está fazendo muita falta.
Na cozinha apenas eu fazia as coisas, enquanto Erza ficava dizendo onde eu estava errando. Mesmo com várias com fusões e até uma ameaça com faca. Conseguimos fazer aquele almoço.
Gray surgiu quando estávamos colocando à comida nos pratos. Usava um de meus shorts e estava sem camisa. Aquele desgraçado! Só chega aos momentos propícios para ele. O decorrer do almoço foi calmo, ninguém comentava nada.
Logo chegou à tarde e Gray estava arrumando as coisas para voltar para sua casa. Eu queria que ele ficasse mais um pouco, nem consegui realizar aqueles pensamentos.
- Que cara mais triste é essa olhos puxados? – Perguntou se sentando ao meu lado na cama.
- Não é nada. – Respondi demonstrando certa tristeza na voz.
- Olha para mim. – Disse pegando meu queixo, fazendo nossos olhos se encontrarem. – Eu te amo.
O que eu posso fazer? Eu amo esse cara. Amo seus defeitos, suas qualidades e principalmente suas esquisitices.
- Eu também te amo meu taradinho. – Falei aproximando nossos rostos.
Nossas bocas se encontraram e um beijo se deu por início. Aquela era uma sensação única. Sua língua invadia minha boca procurando a minha. Os lábios se amassavam entre si, enquanto as línguas deslizavam uma sobre a outra. Levei minha mão até sua nuca, aproximando seu rosto fazendo aquele beijo ser mais profundo. Poderíamos passar horas fazendo aquilo, porém nossos pulmões pediram por ar e nos separamos.
- Você está ficando bom nisso. – Sorriu Gray.
- Cala boca. – Senti minhas bochechas esquentarem.
- Meus olhos puxados. – Seus braços puxaram meu corpo em um abraço e minha cabeça repousou sem seu ombro.
Passamos alguns minutos daquele jeito, apenas sentindo um perto do outro. Porém Gray precisava ir pra casa e aquele momento deveria ser “pausado”. Ele pegou sua mochila e descemos as escadas. Erza devia estar em seu quarto usando aquele vestido de noiva, e se olhando no espelho.
Gajeel o esperava dentro do veículo, pois ele levaria Gray para sua casa.
- Então até amanhã na escola olhos puxados.
- Até amanhã Gray. – Falei lhe dando um beijo.
Ouvimos Gajeel buzinar e nos separamos. Gray entrou no carro e foi para casa.
Terminei de acenar para Gray e voltei para dentro de casa. Subi as escadas e caminhei até meu quarto. Parece tão vazio só comigo aqui. Deitei-me na cama e logo ouvi meu celular vibrar sobre a cômoda. “Uma nova mensagem”. Dizia na tela do celular. Deve que aquele olhos caídos esqueceu algo e está me avisando. Abri a mensagem e era de um número desconhecido.
“Está começando a brincadeira.“ Era o que estava escrito na mensagem.
Que estranho. Deve que mandaram para o número errado. Joguei o celular ao lado, o sono rapidamente surgiu e acabei dormindo.
Acordei tão animado para ir para escola, que acabei acordando antes do despertador tocar. Fiz minha higiene; tomei um banho, troquei de roupa e desci para tomar café.
- Bom dia Natsu. – Disse Erza terminando de ajeitar a mesa.
- Bom dia Erza. – Sorri.
Encerrei meu café da manhã e Gajeel me levou para escola. O Sol brilhava fortemente no céu, e não havia nenhuma nuvem para atrapalhá-lo. Ao entrar na sala percebo que a maioria das pessoas já havia chegado.
Sentei em meu lugar e parecia que aquele dia iria ser um ótimo dia.
- Silêncio todos. – Falou o professor Sagittarius ao entrar na sala. — Bem, antes de começarmos a aula tenho um aviso da diretoria. O senhor Natsu Dragneel veio hoje? – Perguntou.
Todos olharam para mim e eu apenas levantei minha mão.
- O senhor foi mudado de sala. Então por gentileza pegue seus materiais e vá para a sala no final do corredor. – Disse colocando sua maleta sobre a mesa.
- O quê? – Perguntei confuso. – Está falando sério? – Todos me olhavam curiosos. Alguns soltavam pequenos risos, outros nem se importavam.
- Por acaso eu estou de brincadeira? – Disse sério.
Natsu Pov’ s Off
Gray Pov’ s
Ele estava falando sério? Porque mudar o Natsu de sala? Deve ser alguma piada de mau gosto. A Mavis deve ter ficado louca de vez. Mas eu não aceito isso.
Ver Natsu guarda seus materiais na mochila, mostrava que era realidade aquilo. Ao terminar, ele se levantou e pôs-se caminhou até a porta. Quando passou por mim vi seu olhar pedindo por ajuda e não aguentei aquilo. Levantei-me e puxei o corpo Natsu para um beijo, fazendo calar a boca de todos que riam. Seus lábios tremiam devido à ação repentina, mas logo foram se aclamando. Separamos-nos, levei minha boca até sua orelha e sussurrei uma coisa.
- Tudo vai se resolver. – Ao terminar de falar um sorriso surgiu em seu rosto.
- Senhor Gray. – Disse o professor me chamando à atenção. – O senhor acaba de levar uma advertência, por mau comportamento em sala de aula.
- Ok. – Respondi.
Natsu saiu da sala e eu apenas voltei para meu lugar
Gray Pov’s Off
Natsu Pov's
Gray me surpreendeu desta vez, mas ele percebeu que eu não queria isso. Não entendi essa história de mudar de sala, deve ter algum motivo. O professor disse que era a última sala então deve ser essa.
- Com licença. – Falei abrindo a porta. Todos os alunos rapidamente olharam para mim.
- Ah, senhor Natsu Dragneel? – Perguntou a mulher de cabelos vermelhos.
- Sim. – Respondi.
- Pode entrar. Bem, meu nome é Flare e sou uma professora nova nessa escola. – Falou estendo sua mão me cumprimentado. – Turma esse é o Natsu Dragneel, ele mudou de sala e agora ficará nessa turma. – Ao terminar de dizer uma vaia surgiu na sala.
- Cai fora! – Gritavam o pessoal do fundo.
- Sai daqui! – Gritou uma das meninas na frente.
- Silêncio! – Esbravejou a professora, fazendo todos ficarem mudos. – Sente-se ali Natsu. – Apontou Flare para última mesa da última fileira.
- O-Ok. – Falei caminhando até o lugar, senti vários olhares enojados focados em mim. Sentei-me na cadeira e olhei para o que se passava do lado de fora pela janela.
Flare continuou explicando como funciona o corpo humano. Enquanto minha mente se prendia a um passarinho, que estava tentando pegar uma fruta da árvore. Uma bolinha de papel caiu em minha mesa me fazendo voltar à realidade. Abri-a e uma frase destacava o papel em branco.
“Volte para sua sala, ou então você irá morrer em uma semana.”
Não deixei aquilo me assustar. As aulas passaram mais rápido que imaginara e logo estava descendo para o intervalo. Avistei Gray sozinho sentado no lugar onde costumamos ficar, caminhei até ele me sentei ao seu lado.
- Que saudade de você olhos puxados. – Falou me abraçando. Ri daquele seu gesto carinhoso.
- Credo. Só ficamos algumas horas longe um do outro. – Sorri.
- Pareceram séculos. – Fez bico.
- Chega de manha. – Apertei sua bochecha.
- Ai. Então, como foi na nova sala? – Perguntou. Tentei formular uma resposta para Gray, mas é melhor dizer a verdade.
- Nada de mais, todos me odiaram no primeiro olhar e até recebi uma ameaça de morte se ficasse naquela sala. – Falei normalmente.
- O quê? – Gritou Gray. – Eu que irei matar quem escreveu isso. – Disse com um olhar furioso no rosto.
- Calma, é apenas uma brincadeira de algum idiota tentando me assustar. – Gray se acalmou um pouco.
- Ah, Juvia começou a me provocar e até sentou-se no seu lugar. – Disse Gray.
- Aquela desgraçada! Se ela tentar algo com você, eu juro que arranco fio por fio daqueles cabelos azuis. – Falei fechando o punho.
- Porém eu sai daquele lugar e estou sentado lá na frente no lugar dela. – Riu. – Ela faltou cuspir fogo pela boca.
O sinal tocou e voltamos cada um para sua sala. Aquela manhã passou rápido e logo as aulas terminaram e estava dentro do carro voltando para casa.
- Porque está triste agora senhor Natsu? – Perguntou Gajeel.
- Nada demais. – Respondi.
Chegamos em casa e resolvi passar a tarde cuidando do jardim juntamente com Levy.
- Senhor Natsu? – Levy me chamou, tirando-me dos pensamentos que tinha.
- Oi? – Perguntei observando aquele rosto de criança.
- Está tudo bem? – Perguntou curiosa.
- Sim por quê?
- O senhor está encharcando a planta. – Falou.
- Ahhhh. – Quando percebi, a planta que regava acabou parecendo uma ilha e ao redor apenas água. –Desculpe Levy. – Ri sentindo minhas bochechas corarem.
- Não foi nada. Acho melhor o senhor descansar por hoje. – Sugeriu Levy.
Aderi a ideia de Levy, voltei para dentro de casa, e caminhei para meu quarto. Acho melhor tomar um banho para relaxar o corpo. Peguei minha toalha e fui para o chuveiro. A água morna caia sobre meu corpo, parecendo lavar minha alma.
Terminei meu banho e resolvi ir dormir. No outro dia ninguém iria para a escola, porque a Lucy convenceu até os professores a irem para sua festa. Então todos estariam se preparando para o evento. Após me deitar na cama, o sono me dominou e acabei dormindo sem perceber.
Natsu Pov’s Off
- Até quando vai ficar dormindo Natsu? – Gritou Erza.
O garoto de cabelos rosa ainda dormia, mesmo com os gritos de Erza em seus ouvidos.
- Não vai acordar? – Perguntou à ruiva.
- Cala... A boca. – Balbuciou Natsu durante o sono.
- Hã? – Olhou Erza indignada com o que acabará de ouvir.
O som do tapa no rosto de Natsu pode ser ouvido na casa inteira.
- Ai! – acordou o rosado do sono. – Porque fez isso? – Perguntou acariciando a bochecha avermelhada, que estava com uma marca de cinco dedos.
- Já são 15h50mn. Vai ficar dormindo até que quando? Esqueceu que é hoje a festa?
- Sério? Não estou com clima de festa. – Falou se cobrindo novamente com o cobertor.
- Vai deixar Lucy triste, tem certeza?
- Ta bem eu vou, mas nem escolhi a fantasia ainda. – Disse se levantando e sentando-se na cama.
- Não se preocupe, porque eu mesma escolhi sua roupa. – Sorriu Erza.
- Agora estou com medo dessa fantasia. – Natsu disse nervoso.
Erza saiu do quarto e Natsu foi conferir se Gray havia mandando alguma mensagem.
- Estranho. Nenhuma ligação e nem uma mensagem.
Natsu fez sua higiene e foi até o quarto de Erza para ver sua fantasia. Era uma roupa de mágico, uma capa preta e uma cartola. Uma fantasia até que simples vindo de Erza. A festa iria acontecer as 22hrs, várias pessoas se preparavam para aquela festa. Até Lucy estava ansiosa para sua festa.
O relógiomarcou dez horas da noite e todos chegavam à mansão de Lucy. Natsu ao chegar à casa de Lucy vê muitas pessoas no local, porém não havia ninguém conhecido. O garoto começou a procurar por algum rosto conhecido dentre a multidão e logo avista um garoto de cabelos loiro que lhe era familiar.
Natsu Pov’s
- Sting! Que bom que te encontrei. – Falei um pouco ofegante.
- Oh Natsu. – Respondeu virando um copo com uma bebida em seguida.
- Você viu o Gray ou a Lucy? – Perguntei.
- O seu namorado não, mas a Lucy está na cozinha organizando a comida. – Disse olhando o copo que estava vazio.
- Ah valeu.
Sai da presença de Sting e caminhei procurando a cozinha. Ao chegar no local vejo Lucy colocando os petiscos na bandeja.
- Oi Lucy. – Sorri.
- Pensei que você nem viria. – Falou correndo até mim, abraçando-me. Seus peitos se espremiam contra meu corpo durante aquele abraço.
- Você... Viu o Gray? – Perguntei perdendo o fôlego.
- Vi sim ele foi lá em cima pegar uma camiseta no quarto do meu pai, pois molharam a roupa dele com o ponche. – Me libertou daquele aberto.
- Ata. – Retomei o ar para meus pulmões. – Vou lá procurar por ele. – Falei saindo da cozinha.
- Tudo bem. – Ouvi a voz de Lucy ao fundo.
Subi as escadas e comecei a procura pelo quarto.
- Haha. – Gray ria.
- O que será que ele está fazendo para rir tanto. – Abri a porta.
Ao abrir a porta uma cena que parecia ser minha imaginação ou um terrível pesadelo surgiu. Gray estava deitado com Juvia aos beijos embaixo das cobertas.
- Gray? – Perguntei já sentindo lágrimas escorrendo pelo meu rosto.
Continua
Notas finais
O que acontecerá com Natsu após presenciar essa cena? E Gray o que vai dizer ?
Só no próximo capítulo. Ele sairá na próxima segunda(não amanhã, na outra)
Comentem o que acharam deste capítulo.
Fale com o autor