Mudanças Para Continuar

34 Chapter Thirty Four


Notas iniciais
Olá, queridos leitores! :D ^^ Finalmente, o capítulo chegou! :') Enfim, espero que gostem. ♥ Obrigada por lerem. ♥

P.O.V. Cindy:

Fico em silêncio, apenas observando-o, esperando sua fala.

— Eu vi muitos amigos meus se perderem nas drogas, serem presos e até mortos. Eu vi como tudo isso acaba com a vida de alguém. Acha que eu iria acabar com a minha própria vida? — continuo prestando atenção em suas palavras, que agora foram pausadas. — A resposta é não. Se eu quiser acabar com a minha vida, farei isso com estilo, curtindo até os últimos momentos.

Por fim, ele sorri e acabo sorrindo também, virando para frente e desviando o olhar de Alex.

— Wow. Que história.

— Pois é — ele sorri mais. — E você? Tem uma história também?

— Bom, digamos que minha vida não é tão agitada e emocionante como a sua — olho novamente para ele e sorrio.

— Não é o que me parece. Pessoas mudam de ideia de uma hora para outra por algum motivo, e esse motivo deve ser emocionante e profundo — Alex fala normalmente. — Ou um lindo como eu pode ser o motivo...

Espera...! O QUE EU ESTOU FAZENDO?!, penso e arregalo os olhos.

— O que você disse? O que eu acabei de dizer? O que estamos fazendo aqui? Por que você assobiou para mim aquele dia? Por que está me seguindo desde então? — entro em pânico. — E, acima de tudo, por que ainda estou falando com você?!

— Porque ninguém resiste à Alex Pierre — ele pisca. Bato em seu braço. Ele protesta e esfrega o local atingido, ainda com o maldito sorriso no rosto.

— Não inclua Cindy Antariksa com essas pessoas — o pânico passa.

— Cindy Antariksa tem atitude.

— Vou dizer a ela — sorrio cinicamente e saio do carro, desfazendo meu ‘’sorriso’’.

— Ei, Cindy! — Alex me imita, saindo do carro. — Onde você vai? Estávamos tendo uma conversa legal aqui! O que aconteceu?

— Lembrei que você é um idiota psicótico — saio andando. Alex bufa.

— E agora? O que vai fazer? Caminhar até sua casa?! — paro de andar e viro-me para ele. Ele suspira. — Você estava falando comigo normalmente até agora e eu não te sequestrei até aqui, você sabe. Pode tentar esquecer isso e então começamos de novo, Cindy? Eu repondo todas suas perguntas.

— Sinceramente?

— Sinceramente — ele sorri. Seu sorriso até que parece um pouco verdadeiro...

— Esquecer que você é um idiota psicótico é algo complicado... — o encaro.

— Deixar seu orgulho de lado também, pelo que vejo — reviro os olhos. — É só se esforçar um pouco. Encare isso como uma simples carona.

O.k, estou sendo malvada. Mas ele estava me perseguindo..., penso. Não vou caminhar para voltar. Nem sei direito o caminho, na verdade.

— Vamos lá — acabo cedendo e entramos no carro novamente.

— Você poderia sorrir? — Alex olha para mim e sorri. — O carro é movido a beleza e, hoje, só a minha não está bastando. Você fica melhor e ajuda mais com um sorriso no rosto, na nossa opinião.

— Nossa?

— Sim, minha e do carro — acabo sorrindo também. — Agora sim. Nós agradecemos.

— De nada — sorrio mais e Alex dá partida.

— Sabe, conheço uma lanchonete muito boa — ele diz.

— E...? — pergunto depois do seu silêncio. — Isso foi um convite indireto?

— A princípio — ele sorri para mim e depois volta a fixar os olhos na estrada. — E estou esperando sua resposta.

— Se você acha que devemos ’’recomeçar’’ nessa lanchonete, vamos lá.

— Vou lhe dar a possibilidade de realmente me conhecer — ele sorri, ainda olhando para a rua.

— E eu, vou lhe dar a chance de ser legal — Alex me olha e faz uma cara engraçada, como se eu tivesse atingido profundamente sua autoestima, e então volta seus olhos para o trânsito. Eu apenas rio e observo o caminho que percorremos.

Notas finais
[Cindy bipolar.] Confesso que amo escrever as cenas entre esses dois. :3 O capítulo ficou curtinho, mas é o mesmo caso do anterior: ''problemas técnicos''. :') Muitos beijos e até o próximo! ♥ :* :* :* ^^ :3 *u* :D