Mudanças Loucas E Necessárias

10 Capítulo 8 - Consolação?


Notas iniciais
Então, tenho varias coisinhas pra dizer:
1º: Estou mt decepcionada com a quantidade de reviews, vocês tem que comentarem pra eu saber se ta legal, se eu tenho que melhoras, sugestões, não fiquem com vergonha de mim, sou feia mais sou legal (mentira, não sou legal, mas eu sou educadinha)
2º: Esse cap tem algumas partes quentes então, eu não escrevo IBH, ou seja, não to acostumada escrever coisas assim. E outra, se vocês se sentirem incomodados, sorry.
3º: Eu demorei a postar esse cap porque eu fez ele escrito e uma amiga minha ficou de digitar só q ela estava sem pc então...
4º: Leiam a outra fanfic que eu to escrevendo, eu acho que vocês vão gostar, se chama Our Passion, é escrito por mim e outras 3 vadias. Entre os principais estão: Ryan Butler, Christian Beadles, Chaz Somers, e é claro, Justin Bieber.

Char on

Estava deitada no meu dormitório sem fazer nada. Fiquei trancada aqui a semana interira. Dormindo, assistindo tv, dando RT em frases depressivas no twitter e conversando com Linn e Sam no telefone. Ainda não conversei com Jer depois do ataque de choro que tive na casa dele. Não queria falar sobre o que aconteceu. Só falei para Sam e Linn que insistiram muito. Eu também não podia negar essa informação para Linn, devia ter um motivo realmente bom por ter dormido na casa do Jer, abraçada nele. Mas não rolou nada, afinal, eles namoravam, e eu não faria isso com Linn, nem queria fazer isso.
Espantei o pensamento de ficar com o Jer na cabeça e lembrei que estava com fome. Tem como esquecer que ta com fome? Bem, minha vida esta tão cheia de problemas que tinha medo de esquecer de respirar.
Levantei e me deparei com a geladeira vazia. Merda. Coloquei um vestido simples, e prendi meu cabelo em rabo de cavalo rápido e desci. Um chocolate quente cairia bem, mas não queria ir até o Starbncks, então fui até uma lanchonete do lado do colégio.
Péssima ideia, chegando lá percebi que o merda Bieber estava lá. Ele estava do outro lado do balcão sentado com Lucas, diferente de mim, ele parecia estar feliz. Porque estaria feliz, aquele dia não significou nada pra ele, eu não significava nada pra ele, ele nem deve se lembrar do meu nome, mas não podia arriscar, com sorte sairia sem que ele me visse, então agi como uma ladra e fui, me esgueirando pela parede. Mas… não é segredo pra ninguém que eu não tenho sorte. Ele me viu e saiu deixando Lucas falando sozinho e sem entender nada.
Ta, chega de manter a calma, agarrei meu lanche e sai correndo, subi as escadas de três em três andares, bloqueando os pedidos do Justin. Mesmo tendo correndo não adiantou nada, assim que entrei no meu dormitório ele já estava na porta. Iguinorei-o e bati a porta na cara dele. Mas ele não desistiu.

Justin:Qualé Char, vem aqui, deixa eu explicar vai — continuei ignorando — Uma hora você vai ter sair, e eu vou ficar aqui,ok ?

Era só o que me faltava. Mas ele não ia ficar por muito tempo, logo aquela “Selena” ia ligar e ele iria até esquecer quem eu sou.
Desde aquele dia eu não toco violão, evito lembrar de qualquer momento que passei com o Justin.
Ia ligar o computador quando meu celular começou a tocar.

Linn:Char,vamos num bar?
Char:
Agora?
Linn:
Sim, sim, e depois partir pra uma balada top que vai ter hoje.
Char:
Ah Linn.
Linn:
Sem ah, não aceito “não”. Você não vai ficar ai, trancada, pensando naquele idiota.
Até que não era má ideia, eu precisava sair dessa prisão que eu mesma criei.
Char:Ok
Linn: Te espero na minha casa ás 19:00. Beijinhos
Char:Mas…
~ Linn encerrou a ligação ~

Já eram 17:55, e a casa da Linn ficava 35 minutos do colégio, ou seja, eu tinha 30 minutos pra me arrumar. Corri pro chuveiro e tomei um banho de 5 minutos, maquiagem, mais 5 minutos, cabelo, 10 minutos, roupa, 3 minutos. Estava pronta e ainda me faltava 7 minutos, mais como não tinha mais nada pra fazer, sai, e por um minuto me lembrei de Bieber, sim ele ainda estava lá, merda, merda, merda. Ele estava sentado no chão, mas assim que eu passei, ele levantou e veio em minha direção. Merda.

Justin:Char… me da uma chance vai.

Eu estava cansada dele, então me virei, puis a mão na cintura e fiquei encarando-o, olho diretamente nos olhos dele, cor de mel, lindos. Opa, esquece isso.

Eu: 1 minuto
Justin: Obrigada Char
Eu: 50 segundos
Justin: Olha, eu não queria que a Selena me ligasse mas ela é minha namorada, eu tinha que atender, mas se eu pudesse voltar no tempo eu nem tinha levado a merda daquele celular.
Eu: Se eu pudesse voltar no tempo eu não teria aceitado sair com você.
Justin: Por favor…
Eu: Acabou? – ele ficou em silêncio – Tchau garoto.

Me virei em direção a escada em menos de dois segundos o Justin puxou o meu braço me fazendo girar até seu corpo, em questão de segundos, ou melhor milésimos, ele me puxou pela cintura deixando seu corpo completamente colado no meu, sua boca a poucos centímetros da minha. Borboletas no estômago, coração disparado, respiração ofegante, e acima de tudo, assustada, não tinha reação, mal conseguia me mover, era como se estivesse em um sonho.

Justin: Por favor… – ele sussurrou no meu ouvido me fazendo acordar.
Eu: Não, lembra, você disse que se eu saísse contigo você só iria falar comigo se eu quisesse. Eu não quero.
Justin: É diferente Char… E eu vou fazer com que você perceba isso.

Não liguei muito para o que ele disse, ele não ia lutar, eu sei disso.
Então fui o mais rápido que pude pra casa da Linn, tinha mais de 7 minutos com o Justin, e queria contar para Linn ou para Sam o que aconteceu.
Cheguei lá e percebi que tudo que ta ruim pode piorar. Abri a porta e quem estava do outro lado não era Linn, nem Jer, nem Sam, nem Lucas. Era John.

John: Oi Char… – ele estava sem jeito.
Eu: Er… Oi.
John: As coisas estão estranhas né?
Eu: Um pouco… – Quem eu queria enganar? – Ok muito.
Nós dois rimos.
John: Estranhas demais pra eu ganhar um abraço?
Eu: Hum, acho que sim. – Disse em brincadeira, e ele fingiu uma carinha triste, depois de uma longa risada, devido nossa idiotice eu o abracei. – Posso entrar?
John: Claro.

John on

Passei meu braço no ombro de Char guiando-a para a varanda onde todo mundo esperava por ela. Quando chegamos lá todos pareciam surpresos de me ver abraçado com Char, ela não parecia ter entendido, pois estava assustada com os olhos arregalados do pessoal.

Linn: Er… vamos?
Lucas: Quem vai com quem? Temos o meu carro e o da Char.

Char: Eu vou no meu carro com a Linn e a Sam, e o Luccas vai no carro com os meninos.

Tinha certeza que Sam ia recusar ela estava doida pra ficar mais perto do Luc, mas Char olhou pra ela e ela aceitou sem dizer nada. Ainda iria entender como essas meninas conseguem se entender só se olhando.

Char on

Pronto, consegui, um pouco de tempo só com as garotas, que estavam LINDAS, tanto Linn quanto Sam. Assim que entrei no carro falei tudo que tinha acontecido, e percebi que fiz uma grande merda.

Linn: Perdoa ele Char, ele não tem culpa se a PIRIGUETE estragou tudo.

Sam: É mesmo Char, ele realmente gostou de você, e pelo que você falou, ele fez de tudo pra vocês terem um dia perfeito.

Eu: Vocês não estão entendendo? Ele ia me beijar, eu nem sei porque eu ia deixar isso acontecer, mas ele ia, então a Selena ligou e ele foi correndo, porra, me desse um selinho rápido. Sei lá

Sam: Você não é do tipo de selinhos. E outra, você podia ter esperado.

Eu: Claro, ficar lembrando que eu quase beijei um astro pop, namorado de uma estrela pop. Ou seja, sou a amante vadia e pobre da história. Eu nem sei porque eu queria beija-lo, passou, eu só contei porque precisava desabar – na verdade ainda estava bem triste com essa história, mas não ia admitir.

Linn: Quer saber? Você tava é com ciúmes, e só tem ciúmes quando a gente gosta de alguém.

Eu não acredito que ela disse isso. Ela tava insinuando que eu estava gostando do garoto mais ridículo da face da terra? Fiquei sem o que dizer...

Eu: Chegamos – falei estacionando o carro. – Desçam.

Os garotos já tinham chegado e guardado nossos lugares, e é claro, que guardaram o meu logo do lado do John, mas tudo bem.

Sam estava super dando em cima do Luc, e ele não parecia infeliz, então, eles ficaram. Linn e Jer estavam num amor que meu deus. Ou seja, eu e John estávamos de vela. Mas não podia ter escolhido alguém melhor pra ficar no castiçal comigo. John sempre fazia comentários engraçados sobre alguma coisa e conversava abertamente comigo. Já tínhamos saído do bar e estávamos sentados numa mesa na cobertura da balada. Os “casais” estavam quase se comendo ali mesmo, eu não estava muito a vontade, então já tinha bebido bastante. John percebeu que se eu não saísse da mesa a tempo ia ter que sair arrastada depois de tão bêbada.

John: Vem, vamos dançar.

Não tinha nem como eu dizer não, porque ele já tinha me pegado pela mão. E dançamos umas 20 músicas, então, eu cansei.

Eu: Chega, não agüento mais dançar.

John: Nem eu – olhamos em direção a mesa – Ham, eles não parecem cansados de se beijar.

Eu: Concordo – rimos.

John: É... o que você acha de irmos pra minha casa com seu carro e depois eles irem juntos? Ai você dorme lá em casa, se não quiser eu te levo em casa.

Eu: Tudo bem, vamos?

Avisei a Linn, que era a menos bêbada dos quatro, ela disse que ia parar de beber e que levaria todos em segurança. Ela disse isso ironicamente, mas eu sei que é verdade, Linn é bem responsável.

Assim que entrei no carro arranquei meus sapatos e gemi aliviada, nossa, nem acredito. Fomos o caminho inteiro cantando músicas idiotas, alegres, românticas, todos os tipos. Obviamente John estava dirigindo, porque eu não estava sóbria o suficiente segundo ele. Estávamos em frente à casa quando começou a tocar uma música que eu amava.

Eu: Ah não, espera essa acabar.

John: Ok, também amo essa música.

The sun goes down
The stars come out
And all that counts
Is here and now
My universe will never be the same
I'm glad you came

You cast a spell on me, spell on me
You hit me like the sky fell on me, fell on me
And I decided you look well on me, well on me
So let's go somewhere no-one else can see, you and me

Turn the lights out now, now I'll take you by the hand
Hand you another drink, drink it if you can
Can you spend a little time, time is slipping away
Away from us so stay, stay with me I can make
Make you glad you came

Quando chegou o refrão John e eu, nos viramos empolgados, ficamos um a pouco centímetros da boca do outro, sentia sua respiração na minha boca, eu queria beija-lo. E pelo seu olhar ele também queria, estava com medo. Devido o desastre que aconteceu com Bieber, não pensei duas vezes. Puxei seu pescoço em direção ao meu, sua boca se encontrou com a minha, sua língua dançava com a minha, a música de fundo me animava ainda mais. Eu queria mais, e além do mais a vodka fazia bastante efeito em mim, pulei pro colo dele, fazendo o carro buzinar assim que encostei sem querer na buzina, não liguei, queria mais. Sem parar de me beijar ele abriu a porta do carro, me pegou pelas costas com uma mão, tranquei minhas pernas nas suas costas, deixando assim minhas mãos livres, então agarrei fortes as costas deles enquanto o beijava sem parar, ele fechou o carro ainda sim sem tirar a boca da minha, entramos no apartamento, sem nos soltarmos, ele me jogou contra a parede ainda em seu colo, sustentada apenas pelas minhas pernas em suas costas e a pressão da parede massageava o cabelo dele, enquanto ele me beijava ferozmente e se apoiava na parede pressionando cada vez mais meu corpo, ele me pegou novamente e me jogou no sofá. Ficando assim em cima de mim. Então me lembrei.

Eu: Cadê. Seus. Pais. – Falei alternando a palavra entre seus deliciosos beijos.

John: Viajando, não se preocupa.

Quando ele falou isso, me soltei e inverti a posição ficando em cima dele. Levantei rápido para respirar, me sentando em cima de seu colo. Ele agarrou forte minha bunda me fazendo gemer e me puxo de volta pra cima dele. Ele tirou minha blusa e a jogou no chão eu fiz a mesma com a dele e... OUW. Que delicia. Beijei sua boca e fui descendo, suguei a ponta da sua orelha, voltei a boca e devorei-a, continue o beijando até o pescoço, desci até o ombro, peito, barriga. Não continue, sabia que isso o provocaria. E deu certo, então ele me pegou no colo, me jogou em suas costas e correu comigo pro seu quarto me jogou na cama dele e foi pra cima de mim. Beijou todo meu pescoço o que me fez a respirar. Sua língua percorria minha boca das mais diversas formas. Ele apertava minha bunda cada vez mais forte e eu gemia, gritava alto. Ele tirou sua calça ficando apenas com uma Box preta, meu deus, ele era muito gostoso, e eu não queria parar. Tirei a minha e deixei que ele fizesse o resto, até porque eu não sabia o que fazer. Ele tirou o resto da roupa que havia em mim com o dente, o que me fez rir, quando dei por mim, ele já estava completamente nu, e eu também. Ele beijava meus seios rapidamente, então ele me pressionou contra ele e seu membro se encontrou com o meu, foi tão rápido então eu gemi mais alto ainda, mas não queria parar, ele começava devagar e então ia com toda força. Ele parou e eu só conseguia sussurrar “Não para”. E ele não parou, fazia cada vez melhor, então ele foi com toda força, e eu esqueci de todo o resto do mundo, eu esqueci de tudo. Pera ai, quem sou eu? Foi acordada do transe com ele apertando forte minha bunda e gritando:

John: Fala meu nome.

Só que eu não conseguia nem falar, eu tinha tirado minha virgindade com o irmão da minha melhor amiga que agora sugava meu sexo pedindo para eu falar o nome dele, eu havia tido um orgasmo perfeito e gozado pela primeira vez na minha vida. Que diabos tão acontecendo?

Eu: John... – sussurrei sem forças. Ele levantou com um sorriso e me puxou até o banheiro. Tomamos um banho e passamos metade do tempo do Box transando do que tomando banho. Eu estava bêbada, era fato, mas eu sabia dos meus atos, e tinha gostado. Por fim tomamos banho direito e eu estava me vestindo quando ele puxou a blusa da minha mão e me beijou, não quente como antes, mas um beijo bom.

John: Você vai dormir aqui hoje – ele descolou seu rosto do meu e pegou uma blusa dele para eu vestir. – Poe isso aqui.

Eu: Mas e se alguém nos ver aqui?

John: Olha, a Sam vai chegar tarde, você dorme aqui no meu quarto e de manhã vai pra lá, fala que esteve lá o tempo todo, ela vai estar bêbada, nem vai se lembrar – ele continuava me beijando. Eu sabia que Sam não ia cair nessa, mas não debati, retribui o beijo.

Eu: Vai se vestir então – ele bateu na minha bunda e foi, coloquei a blusa dele que ficava um vestido em mim e me joguei na cama dele. Ele veio logo depois e me abraçou por trás ficamos assim um bom tempo. Até que eu cai no sono e simplesmente dormi. Sem pesadelos, sem sonhos. Apenas dormi


Notas finais
E ai? COOOOOOOOOOOOOOOOOOOMENTEM POR FAVOR