Mudanças Loucas E Necessárias
9 Capítulo 7 - The Telephone
Notas iniciais
Charlotte on
São 17:40, estou pronta esperando o Bieber, ele combinou de vir me buscar as 18horas, mas já estava pronta. Então deitei na cama e comecei a ler meu novo livro, Jogos Vorazes. — Estava super simples em um visual rock. Primeiro tinha colocado um vestido roxo, mas depois fiquei sabendo que era a cor preferida do Justin, e como eu não queria agradar ele nem mesmo sem querer, eu troquei a roupa em menos de um minuto. – Não passei nem da segunda página do livro quando começou a tocar What Makes You Beautiful, era o toque do meu celular. Alguém estava me ligando. Era Sophie. Me dei conta que fazia umas 3 semanas que a gente não se falava.
Eu: Oi sô
Sophie: Hum... Charlotte?
Eu: O que foi Sô?
Sophie: Eu preciso te contar uma coisa.
Hanna: FILHA, O GAROTO CHEGOU... PERA AI... É O JUSTIN BIEBER?
Eu: É.. Sô, pode ser depois? É que eu estou saindo, com o Justin Bieber, é uma longa história, depois eu te conto, tchau.
Sophie: É que nã...
Desliguei o telefone apressada, nem esperei Sophie responder, não queria que o Justin achasse que eu não estava pronta. Isso o faria pensar que eu passei muito tempo preocupada com o que ele ia achar.
Eu: Tchau mãe. Fui
Desci correndo a escada, e quando o vi, meus olhos brilharam. Ele estava perfeito, me peguei parada olhando pra ele, quando percebi que ele estava apontando para eu entrar no carro. Balancei a cabeça tentando afastar meus pensamentos e entrei.
Justin: Oi. Você está linda.
Eu: Onde você vai me levar?
Justin: Em uma lanchonete.
Eu: Sério? É realmente lá que você quer me mostrar quem você realmente é? Ok eu vou querer um churrasquinho de frango e um chopp. Por favor né? – disse irônica.
Justin: O nível é alto de mais para você? – ele disse com um sorriso sarcástico, e muito sedutor, no rosto.
Eu: Você não ta começando bem...
Justin: Garota, você pode parar de me criticar um pouco?
Eu: Vai ser difícil Senhor Bieber, mas eu posso tentar.
Justin: Obrigado.
Passou um tempo em silencio quando ele disse:
Justin: Porque está quieta?
Eu: Porque é um pouco difícil falar uma frase sem te insultar.
Justin: Você acabou de dizer.
Eu: Idiota.
Justin: Deixa pra lá... No que você está pensando?
Eu: Em como você é chato e curioso, se está na minha mente, você não precisa saber.
Justin: Então você está pensando em mim?
Eu: ...
Justin: HAHAHAHAHA. Parece que eu te peguei agora em Senhora Charlotte. Eu estou sexy em seu pensamento? HAHAHAHAHA. – Ele estava rindo mais do que alto.
Eu: Cala boca e presta atenção no caminho – disse vermelha – Estamos chegando? – mudei de assunto para não me envergonhar mais.
Justin: 3,2,1 chegamos.
Ele estacionou rapidamente e abriu a porta do carro pra mim. Ele escolheu uma mesa, pediu dois hamburgueses, e conversamos sobre tudo. Estamos quase acabando de comer e ele fala:
Justin: O que você mais gosta no mundo? Não vale pessoas.
Eu: Música, qualquer coisa relacionada a ela. E tocar violão.
Justin: Você toca? Vem, tenho que te mostrar um lugar.
Ele jogou o dinheiro na mesa,e me puxou pela mão correndo no meio da rua.
Eu: ESTUPIDO, ta chovendo. — Disse correndo usando minha mão livre para tampar meu cabelo, inutilmente, enquanto corria na rua, passávamos correndo em frente os carros que buzinavam e por pouco não nos atropelavam.
Em menos de cinco minutos ele parou em frente um portão azul gigante e começou a chutá-lo, depois do quarto chute o portão se abriu ele me mandou entrar e depois trancou o portão.
Justin: Vem cá – ele me colocou em suas costas como um saco de lixo e subiu de dois em dois degraus de uma escada gigante em quanto eu batia forte em suas costas. – Pronto
Ele me colocou no chão e eu continue batendo nele.
Eu: Quem você achar que é par.. – quando ele me virou eu vi a coisa mais linda do mundo. Era uma espécie de tenda, ou melhor, uma cabana, de madeira. Que ficava em cima de um prédio enorme – Meu Deus... esse lugar é lindo.
Justin: Eu sei – ele apontou um lugar com várias almofadas – Senta ai.
Eu me sentei e ele pegou um violão que estava pendurado ali e me entregou.
Eu: Temos permissão pra estar aqui?
Justin: Não. Sabe tocar Give It All?
Eu: He is we?
Justin: Sim.
Eu: Sei.
Tocamos várias musica quando de repente o Justin tirou o violão do meu braço e se aproximou de mim. Sua boca na direção da minha, seus olhos fixados no meu. Meu deus, ele iria me beijar. Ele foi se aproximando devagar, eu não recuei, eu queria isso. MEU DEUS, EU QUERIA ISSO. O que está dando em mim? Ele pegou na minha cintura me puxado pra frente, seu corpo colado no meu, meu coração começou a bater muito rápido, borboletas no meu estomago, fechei meu olho e me deixei ser levada pela sensação. Sua boca roçou na minha, ele sugou minha orelha, beijou todo meu pescoço, acariciava minhas costas por baixo da blusa e me pressionava no seu colo cada vez mais forte. Ele finalmente chegou na minha boca para um beijo de verdade, mas assim que sua língua vinha a caminho da minha, seu celular tocou. Ele pulou pra trás me soltando de seus braços.
Justin: Selena, meu amor. Como você está? – eu estava chocada, segurando o choro, não podia chorar, ele não poderia me ver em um momento de fraqueza – Não, estou sozinho, não estou fazendo nada, sou todo seu.
Eu não agüentava mais. Peguei minha bolsa do chão e sai correndo. Estava chegando no portão quando ele apareceu no topo da escada.
Justin: Char, espera.
Eu sai correndo no meio da chuva, deixei meus pés me guiar, não sabia pra onde estava indo. Até que me dei conta, estava na frente da casa do Jer, não tinha mais o que fazer, minha maquiagem acabada, estava com os olhos e o nariz vermelho de tanto chorar, e estava encharcada. Toquei a campainha e assim que Jer me viu no estado em que me encontrava ele desceu correndo e me abraçou, ficamos abraçados um bom tempo, ali mesmo, na chuva. Até que ele me levou pra dentro, me mandou tirar minha roupa e me deu uma blusa dele do Mickey que ficava mais que larga em mim.
Ele me sentou no sofá e me abraçou.
Jer: Quer falar sobre isso?
Balancei a cabeça negativamente enquanto ele me abraçava e acariciava meus cabelos, enquanto eu adormecia em seu colo. Era por isso que eu fui até lá, ele era a única pessoa que não precisaria saber o que estava acontecendo comigo, ele estaria lá, poderia ter acontecido qualquer coisa, ele sempre está disponível para mim, e seus braços sempre abertos para me abraçar.
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