Move My Way
4 Capítulo 4
Notas iniciais
Não demorou muito para que eu chegasse ao loft do Derek, afinal não era tão longe assim. Estacionei meu carro e subi no intuito de resolver definitivamente as coisas. Abri o portão e para minha surpresa o local estava vazio, adentrei olhando para todos os cantos dali quando para minha surpresa Peter aparece atrás de mim, exatamente como meu sonho.
— Você adora fazer isso, não é mesmo? — Falei sarcasticamente enquanto o olhava de cima a baixo, como eu fazia questão de dizer a mim mesmo “sarcasmo é minha única defesa” e agora mais que nunca eu precisava manter ela, junto com uma seriedade.
— Fazer o que? — Peter falou com ar de desentendido, retribuindo o olhar e logo continuou. — Mas então, o que faz aqui, Stiles? —
— Teu jeito sonso me irrita às vezes, sabia né? — Respirei fundo antes que eu ficasse mais irritado do que estava. — Eu sei que foi você que contou tudo para a Malia, o que está pensando? —
— Me diga você o que estava pensando quando pegou primeiro o pai e depois a filha. — Ele falou enquanto coçava a barba com uma das mãos. — Eu sei que nós Hale somos atraentes demais, digo, é só olhar para mim. Mas que tara é essa que você tem por minha família, não? Não duvido que já teve pensamentos impuros com o Derek. —
Eu não acreditava nas palavras ditas por ele, como ele podia ser tão baixo? Minha vontade era mata-lo, porém tendo em vista minha condição física com a dele... Eu realmente não teria nenhuma chance.
— Quem você pensa que é para falar assim? — Falei avançando para cima dele que logo segurou minhas mãos, impedindo que eu o batesse, mesmo que dificilmente fosse doer.
— Você que veio aqui Stiles, você que procurou isso, você se finge de vítima quando na verdade é tão culpado quanto eu. Você... — Antes que eu ele pudesse falar mais alguma coisa, ele me ergueu do chão, enquanto caminhava até a mesa de madeira que se encontrava ali, iniciando um beijo que eu sabia bem como era, só que dessa vez não era em meus sonhos, realmente estava acontecendo. Deixei-me levar pela situação apesar da raiva que eu sentia por ele naquele momento, porém no fundo eu tinha quase certeza que eu também queria aquilo.
Não demorou muito para que ele pausasse o beijo por alguns segundos para tirar minha camisa, fiz o mesmo com ele, admirando seu físico que agora estava à mostra. Desci a mão por toda a região de seu peitoral e abdômen, pausando em sua calça, puxando seu corpo para mais perto do meu através dela, já que eu estava sentado na mesa e Peter estava em pé.
Alguns minutos com ambos centrados no beijo, Peter então deita meu corpo sobre a mesa, olhando-me com cara de que sabia muito bem o que iria fazer, o que me deixou mais excitado. Mordi meu lábio inferior, enquanto o mesmo beijava todo meu peitoral, deixando marcas por onde sua boca passava, por mais que eu odiasse aquilo. Levei minhas mãos então para suas costas, arranhando toda a região dela, o que ocasionou alguns suspiros nele. Ele continuava então com o que já estava fazendo, descendo cada vez mais sua boca até chegar em minha calça que ainda estava abotoada. Peter olhava diretamente para mim com aquela risada safada o que me fez ficar louco. Ele então desabotoou com as suas mãos, minha calça, não demorando em tirá-la por completo, deixando a mostra minha boxer preta. Antes mesmo que eu pedisse para tirar a calça dele também, ele mesmo se adiantou e tirou ele mesmo. Era inevitável eu não direcionar meus olhos para o volume que já estava bem visível, sendo contornado por sua cueca boxer branca, o que me fez perder completamente a cabeça.
Peter havia percebido o quão excitado eu tinha ficado em vê-lo daquele jeito, afinal fazia muito tempo desde então. Logo, ele começou a rir e aproximou-se de mim para me beijar outra vez. Dei um beijo rápido, saindo da mesa e fazendo gesto para que ele sentasse, agora seria minha vez de brincar um pouco.
Peter já havia sentado, fiz com que ele abrisse um pouco as pernas para que eu pudesse me acomodar um pouco ali e ficar mais próximo dele. Direcionei minhas mãos em todo aquele imenso volume ainda por cima da cueca, que pulsava como nunca. Um sorriso preencheu meus lábios e o tornei a beijar, enquanto pressionava toda a região do seu pau, o que estava dando certo efeito sobre o Peter.
— Acho que ele tá a fim de brincar um pouco também. — Foram as únicas coisas que ele conseguiu ou quis dizer, e nem precisava de mais, eu havia entendido o recado. Retirei a cueca branca, fazendo com que aquele imenso mastro ficasse a mostra. Passei meu dedo indicador por toda a cabeça que já babava um pouco e não demorou muito para que eu começasse um leve vai e vem, com intuito de masturba-lo. Peter revirava os olhos, como se estivesse esperando por aquilo desde que acabamos, e a parte boa era que ainda estava só no começo. Acelerei mais um pouco o movimento de vai e vem enquanto me inclinava, fazendo com que minha boca ficasse próxima o bastante de seu pau que não parava de babar, prova que eu estava fazendo certo tudo aquilo. Parei um pouco todo aquele movimento e posicionei ambas as mãos em sua coxa, não demorando muito para que minha boca ficasse totalmente preenchida com cada centímetro do caralho do Peter. Iniciei mais um vai e vem, mas dessa vez com minha boca, enquanto fazia questão de manter meu olhar fixo para ele, que estava delirando de prazer. Passei minha língua sobre o freio entre o corpo e a cabeça do caralho do Peter, sabia que isso o excitava bastante.
— Bom garoto. Só não para, tá? — Disse entre um gemido e outro, o que fez com que eu só continuasse chupando-o freneticamente. Desci então minha língua até suas bolas, tentando coloca-las em minha boca, o que fez com que Peter levasse uma de suas mãos até minha cabeça, pressionando minha boca contra seu pau e bolas.
Depois de algum tempo nas preliminares, era de se esperar que o Peter quisesse mais, porque eu também queria. Ele então desceu da mesa e me fez com que o seguisse até uma poltrona que encontrava-se por ali em meio a outros poucos móveis. Só então ele tirou minha cueca, me deixando completamente pelado, assim como ele estava, deixando a mostra meu pau que também pulsava bastante já naquela ocasião e minha bunda que de certa forma ele adorava.
Ele então me colocou em uma posição na poltrona fazendo com que eu ficasse todo aberto para ele, eu realmente estava quase de quatro. Peter colocou suas mãos uma de cada lado de minha bunda, abrindo ainda mais, revelando meu cuzinho que piscava, querendo ser penetrado por ele. O moreno então cuspiu por toda a região e primeiro enfiou um dedo, não demorando a enfiar o outro, ficando com dois dedos dentro de mim, em um movimento de vai e vem que me arrancou alguns (muitos) gemidos.
Eu saberia que quando Peter penetrasse em mim, sentiria um pequeno incômodo, pois desde nosso término eu não teria transado mais com algum homem e levando em consideração que seu cacete era incrivelmente grosso e grande, certamente iria doer. Ele soube fazer, enfiou devagar centímetro por centímetro até que seu pau tivesse por inteiro em minha bunda. Soltei um gemido misturado com prazer e dor, porém logo me acostumei.
Peter começou com um vai e vem leve para que eu me acostumasse, não demorando muito para aumentar as estocadas e naquele momento eu já havia esquecido a dor por completo, só me restava o prazer de aproveitar tudo aquilo. Ele inclinou seu corpo, me abraçando por trás enquanto continuava metendo de forma não muito suave. Aproximou sua boca até meu ouvido onde eu pude ouvir nitidamente sua respiração cada vez mais ofegante, mordendo por fim o lóbulo de minha orelha. Levei uma de minhas mãos até meu pau onde eu mesmo comecei uma leve punheta para saciar todo tesão que estava guardado dentro de mim, enquanto a outra mão apoiava meu corpo. Peter dava algumas batidas de leve em minha bunda, enquanto seus gemidos diziam tudo o que eu sei que ele queria dizer. Ele cada vez mais aumentava as estocadas e passando algum tempo, parecia então que ele ia gozar, até eu seu ultimo gemido veio junto com sua porra que se espalhava por todo interior do meu cuzinho que agora já não estava mais apertado como antes. Não demorei muito para gozar também, fazendo que minha porra derramasse pela poltrona que com certeza ele teria que limpar outra hora.
Deitei no chão do loft ainda pelado e Peter deitou ao meu lado, ambos mantendo o silêncio por alguns minutos, enquanto tentavam recuperar o fôlego também. Até que o mesmo decidira quebrar o silêncio, ficando por cima de mim e olhando em meus olhos.
— Você quer namorar comigo outra vez? — Ele falou enquanto arrumava algumas madeixas do meu cabelo. — Digo, vamos fazer dar certo dessa vez e vamos esquecer tudo o que nos atormentou. Eu realmente te amo Stiles e você sempre soube disso. —
Meu silêncio ainda se estendeu por alguns segundos que pareciam minutos, eu olhava para ele e as palavras simplesmente não saiam de minha boca. Ele então pigarreou e fez com que eu me concentrasse e o respondesse.
— Promete dessa vez dar certo, Peter? Eu também te amo, mas o trauma que eu fiquei não foi pequeno. — Falei, ainda fitando-o.
— Sim, meu pequeno jogador de lacrosse. Eu prometo. — Um sorriso bobo percorreu minha boca, enquanto inclinei minha cabeça para beijá-lo. Estávamos oficialmente namorando de novo e eu realmente esperava que desse certo dessa vez, mas eu queria fazer diferente, queria que todos soubessem, só estava esperando o momento certo.
Fale com o autor