Motivos De Um Crime

3 Capítulo três. Consequências


Notas iniciais
Mais um cap *-*
Obrigada pelos comentários >.
Hentai nesse cap e_e
Vou postar ja já o próximo cap *-*

Motivos de um crime

Capítulo três — Consequências


— Onde você vai? — desviei meu olhar para Stefan escutando-o.

— Vou resolver algumas falhas minhas — disse, mesmo que quizesse dizer muito mais. Ele me encarou confuso.

— E Caroline?

— Irei voltar antes de duas semanas.

— Klaus você sabe que ela vai pirar se você não aparecer...

— Stefan! Já disse que vou — suspirei irritado, a última coisa que eu tinha era tempo, então precisava agir rápido — Agora vou me despedir dela.

— Tudo bem, Elena ligou dizendo que estava trazendo Nick para falar com Carol.

— Peça para ela cuidar de Nick um pouco, Stefan, onde vou não posso levar meu filho — vi ele me olhar intrigado e logo depois revirar os olhos, sim, ele sabia exatamente aonde eu iria.

Então sai dali, me afastei de Stefan procurando o primeiro elevador que visse pela minha frente, Carol ficaria no 4º andar, se eu não me engano quarto 478. Entrei no elevador com algumas pessoas e subimos, fiquei quieto ate restar apenas eu e uma moça ao meu lado, ela me encarava.

— Vai visitar alguém? — me perguntou e eu revirei os olhos, essa era a pergunta mas lesa que já me perguntaram.

— Sim, minha esposa — e finalmente a porta se abrio.

A jovem que depois descobrir ser enfermeira sorrio para mim e se foi para outro corredor enquanto eu procurava de porta em porta o número do quarto de Caroline. Já estava irritado, 456... 531... os números não pareciam ter uma ordem ate que finalmente encontrei o quarto 478. Suspirei pesadamente dando-me coragem para entrar.

— Klaus! — fora a voz dela que escutei por primeiro, malmente tinha aberto a porta por completo. Sorri me aproximando dela.

Ela estava sentada numa cama que ao meu ver parecia confortável, era regulável e estava um pouco inclinada para frente, com certeza minha loira estava mexendo no botão ao lado. Beijei-lhe a testa e segurei suas mãos olhando-a, como sempre ela estava sorrindo, radiante mesmo em uma situação como a dela.

— Vou salva-la — disse e seu sorriso se desfez.

Não, eu acredito que ela não achasse possivel ser salva, mas eu a salvaria, eu buscaria ate no inferno se fosse possivel um coração O negativo. Não, eu não podia deixa-la morrer, era egoista demais ao ponto de não querer viver sem ela.

— Klaus... por favor... não faça nada de errado — ela sussurrou as palavras pausadamente, pude ver suas belas orbes azuis marejarem.

— Eu já disse que irei salvá-la!

— Não se precisar tirar a vida de outra pessoa para isso, prometa-me que não matará ninguém, Klaus, prometa-me isso!

Eu não podia prometer, afinal, não sabia ao certo o que iria fazer, mas com certeza se tivesse a chance, se encontrasse alguem com sangue O negativo, sim, eu teria coragem de matar, tudo para não viver só pelo resto da vida.

— Eu a amo — sussurrei beijando as belas e macias mãos dela.

— Eu também o amo Klaus — ela disse em alto e bom som — Por favor, não desfaça sua promessa por minha causa, eu... eu... — Caroline não conseguia terminar sua frase, parecia distante — Você sabe que chegou minha hora.

— Não! — gritei assustando-a — Você não vai morrer, eu não deixarei!

— Escute... se eu for antes de você voltar, prometa que cuidará bem de Nick.

Balancei minha cabeça negativamente em agonia, estava a ponto de enlouquecer enquanto passava as mãos pelos meus cabelos. Não, eu não iria me despedir dela, não, ela não iria morrer, não iria me deixar.

— Me espere voltar, por favor — pedi me controlando e aproximando-me dela novamente. Eu não podia deixar minha vida se escapar de mim, nunca.

— Posso tentar — e pela primeira vez em muito tempo ela começara a chorar, eu sabia que ela sempre chorava quando estava só, e as vezes de madrugada.

Mas fazia muito, muito tempo que Caroline Mikaelson não chorava na minha frente. E eu automaticamente a abracei, repousando sua cabeça em meu peitoral enquanto ela se derrava cada vez mais em lágrimas, meus olhos também marejaram, mas eu não choraria ali, quem devia chorar era Caroline e não eu.

— Vai ficar tudo bem — disse encostando meu queixo na cabeça dela, as mãos da minha pequena me apertavam cada vez mais.

— Eu não quero partir, mas se for minha hora, então eu irei — ela chorava esfregando seu rosto na minha camisa, por Deus como eu queria passa por tudo aquilo em seu lugar, ver minha pequena naquele estado era deplorável para mim.

— Falarei com sua família, eles precisam... — fui cortado.

— Não! Você se lembra o que meu pai disse, você se lembra, eu não sou mais importante para ele, tão pouco para minha mãe — Caroline enxugava suas lágrimas enquanto respirava fundo, parecia tentar se controlar — Regeitaram Nick, regeitaram meu filho, eu... eu não desejo vê-los nunca mais!

— Tudo bem meu amor, agora descance, volto em breve com o seu coração — a prometi acariciando o rosto mais lindo e convidativo que já vira em minha vida.

Aproximei meus lábios dos dela, e sem convite algum a beijei. Céus que sensação maravilhosa era beija-la, sentir o doce aroma de cereja dos seus lábios enquanto nossas linguas travavam uma batalha, onde não haveria perdedores. Sentir as mãos dela em meus cabelos enquanto eu acariciava sua nuca aprofundando o beijo, sentindo o máximo de tempo o que era beijar a minha loira. Por fim, acariciei novamente seu rosto afastando nossos lábios, ela tinha a respiração decompassada e eu me controlava para não fazer amor naquela cama, esquecendo ate mesmo da doença.

— Não me trate assim — ela disse e eu a encarei.

— Assim como?

— Como doente.

— Caroline... — não que eu a tratasse como doente, mas ela havia quase morrido a algumas horas, eu não devia forçar nada que pudesse acelerar seu coração — Não a trato como doente.

— Eu sinto falta de você — sussurrou. Céus não, ela não me pediria aquilo — Eu quero fazer amor com você antes que saia!

— Caroline você não pode! — por Deus, não que eu não quizesse, mas ela não podia forçar o coração dela.

— Klaus! Pare de me tratar como doente, como se já não bastasse eu andar naquela cadeira de rodas por não ter forças para me aguentar em pé, não me diga que não posso tê-lo — tempo, tempo, tempo, eu não tinha tempo.

— Caroline quando eu voltar, você estará melhor, prometo que... — me cortou.

— Não! Você que sabe Niklaus, saia por essa porta e o primeiro enfermeiro que entrar irá fazer o que você não faz! — não vou mentir, mas aquilo me irritou.

Eu não faço? É pensando na saúde dela que me controlo toda noite.

— Argh Caroline — rosnei irritado, só de imaginar outro homem a tocando... não! Ela era só minha, assim como sempre foi.

— Vá Niklaus, não precisa mais ficar aqui para cuidar de uma enferma.

A encarei, quando ela queria fazer drama não tinha quem fizesse melhor que ela. Não sei bem ao certo o que passava exatamente pela minha cabeça quando aceitei a proposta dela, o que a fez sorrir como uma criança que acabara de ganhar doce. Carol era única, suas tolices a deixavam mais diferente ainda dos outros.

Então fui ate a porta para tranca-la, ainda não acreditando no que faria a seguir, por Deus o que não faria pela minha amada? Não que fosse um sacrifício tocar seu corpo, muito pelo contrário, eu amava.

— Tente ser menos escandalosa, meu amor, não estamos em casa — à avisei enquanto tirava o meu típico casaco escuro pendurando-o em qualquer canto sem importância. Podia sentir o olhar dela sobre meu corpo, e isso me excitava.

Céus onde estava com a minha cabeça? O resto de consciência que eu tinha voltou para minha casa enquanto eu me despia para Caroline. Tirei a camisa me aproximando da cama, em seguida os sapatos e depois a calça ficando apenas com a cueca box branca. Droga, por que ela tinha que me olhar daquele jeito? Me excitava tanto, me desejava tanto, minha esposa conseguia me excitar apenas pelo olhar.

— Se você não me fuder com tanta brutalidade, talvez eu fique mais caladinha — por Deus aquilo me excitou, ela sorria de canto o mais safada possivel, e garanto que ela conseguia facilmente.

Caroline se ajoelhou na cama me olhando, então devagar começou a tirar a camisola do hospital, foram segundos que para mim duraram horas e ela finalmente estava completamente nua, as sensações que invadiram meu corpo, foram as mesmo de quando a vi assim pela primeira vez, quando a toquei pela primeira vez.


Fell's Church — 21:13

7 anos atrás.


Já fazia duas semanas que eu estava andando com Caroline para cima e para baixo, com a suspeita de sequestro era para mim tê-la jogado em qualquer estrada, por que não consegui? Não sei bem ao certo, mas quando encaro aquelas orbes azuis dela, eu... eu não me sinto só, não perto dela.

— Você não vai dormir? — ela me perguntou e eu sorrir.

— Vou sim, só estou cansado de dirigir — resmunguei deitando na cama.

A duas semanas eu dividia a cama com ela, me peguei observando-a dormir várias vezes, céus onde estou com a minha cabeça? Observa-la dormindo como um tarado, não, se bem que não é como um tarado, sim, eu sinto desejo por ela, mas Caroline parece um anjo perto de mim, e eu sou só... só um demônio comparado a ela.

No início, eu a percebia dormir no canto da cama, encolhida com medo de que, talvez, eu pudesse toca-la ou qualquer coisa do tipo, mas hoje em dia sou eu que durmo assim, encolhido na cama encarando-a enquanto dorme serenamente.

— Boa noite Klaus — Caroline me dava boa noite todas as noites desde que passara a dormir comigo, e eu preciso dizer que adorava isso.

Não ter que dormir sozinho, claro que tinha as mulheres com quem passava tempo, mas elas não eram Caroline, nem chegavam perto dela. A loira não precisava vestir roupas vulgares para atrair minha atenção, para me excitar, ela só precisa ser ela e mulher alguma chegaria a seus pés.

— Boa noite, sweet — sorrir vendo-a virar de costas para mim, mal sabia ela do perigo que era aquela posição.

Balancei a cabeça afastando essas sensações, mas por Deus, por que ela precisava usar uma camisola tão curta e fina? Aquilo era o que? Seda? Bem, eu não sabia ao certo, só dera o dinheiro para ela comprar, mas ficava definitivamente perfeito nela, convidativo aos meus olhos.

Fora então que levado pela curiosidade me aproximei dela, me encaixando perfeitamente ao seu corpo, pude sentir Caroline se aconchegar em mim, céus, aquilo mexeu comigo fazendo minhas sensações irem a altura. Por Deus o que eu estava fazendo? Iria assedia-la? Não, eu não era disso, mas aquela criaturinha a minha frente parecia pedir por isso.

— Caroline — sussurrei em seu ouvido e ela nada disse, nada fez.

Ousei virar seu rosto um pouco para mim, ela parecia dormir, exatamente como nas outras noites que a observei tendo só hoje coragem para toca-la. Meus olhos se prenderam aos lábios dela, nunca vi tão bonitos perfeitamente desenhados. Fora então que eu os toquei com os meus.

Amor...

Paixão...

Desejo...

Eu desconhecia meu corpo ao ser tocado pelo dela, uma mistura de sentimentos me fez sentir diferente, então introduzi minha lingua em sua boca pouco me importando se ela acordaria ou não. A abracei enquanto beija-a me surpreendendo por ela corresponder. Abrir meus olhos e pude vê-la olhar surpresa para mim, quero dizer, assustada.

— Klaus você...

— Shi... por favor Caroline só me deixe provar de seus lábios — pedi e ela confirmou com a cabeça.

Estava tão embreagado no aroma dela que quando a beijei um calor se fez em meu intimido pedindo por ela. Continuei beijando-a, minha mão estava em sua cintura a alisando com força, podia escuta-la gemer dentre o beijo. Ela retribuia, ela estava gostando, assim como eu.

O beijo se tornou mais preciso e quando dei por mim estava com meu corpo sobre o dela, Caroline alisava minha nuca, hora subindo para meu cabelo, hora descendo para minha costa. Subi minha mão direita para seu seio sobre a camisola, pude escuta-la gemer perfeitamente dentre o beijo quando o apertei.

— Ah Klaus... — gemeu meu nome assim que rocei meu membro em sua intimidade, ainda separados pela roupa.

Desci apressadamente minha calça sem perder o contato visual ao dela, por Deus ela ficava tão linda corada. Então voltei a beija-la ficando apenas com a box branca, a apertava em meu corpo e sem pensar duas vezes subi sua camisola ate a barriga deixando amostra a pequena calcinha rosada. Continuei beijando-a enquanto minha mão descia de encontro a intimidade dela, colocando-se dentro da calcinha rosada da minha loira, sim, minha e de mais ninguém.

— Ahhh Klaus... — gemeu novamente quando penetrei um dedo em sua intimidade molhada, céus, como ela era excitante.

Caroline tirou a camisola deixando seus seios rosados e rígidos espostos para mim, não pensei duas vezes e abocanhei um deles, minha mão ocupava-se do outro enquanto minha outra mão masturbava-a deliciosamente num ritmo frénetico. Ela estava entregue a mim e a cada gemido a sentia mais minha.

Chupava, lambia e as vezes ate mordia os seios dela levando-a a loucura, enfiei dois dedos em sua intimidade escutando-a gemer cada vez mais agudo. Por Deus, imaginava como ela não gemeria ao sentir meu membro dentro dela. Sorri de lado com o pensamento passando a beijar o seu pescoço.

— Ahhh Klaus irei gozar — me avisou e eu só aumentei ainda mais o ritmo em sua intimidade, Caroline só faltava gritar. Com meu polegar passei a acariciar seu clitóris, sentia o quadril dela se remexer pedindo por mais contato, aquela mulher estava me levando a loucura.

Beijava-lhe o pescoço, o rosto, os cabelos e por fim a boca. Minha lingua entrava sedutoramente em sua boca enquanto ela correspondia o beijo a altura chegando a me tirar o ar. Fora quando sentir seu corpo tremer, ela iria realmente gozar.

— Goze para mim, sweet — não pedir, eu mandei e em segundo pude escutá-la gemer alto, quase gritando.

— Céus Klaus, ahhh Nick — gemia enquanto eu beijava seu pescoço movimentando ainda meu dedo dentro dela sentindo-a se despejar nele.

A encarei, ela estava maravilhada ainda pelo prazer, tonta. Chupei sua goza nos meus dedos e separei suas pernas, tirei minha cueca box finalmente deixando meu membro livre. Me encaixei entre as pernas de Caroline rasgando-lhe a calcinha que tanto atrapalhava meu contato completo com seu corpo. E sem esperar mais nenhum segundo a penetrei escutando um longo gemido dela, tive que morder meus lábios para conter o meu. Por Deus que sensação maravilhosa era sentir meu membro ser esmagado pelo corredor apertado da minha loira.

— Ahh Klaus, ahhh Klaus, por favor mais forte — ela me pedia gemendo.

Coloquei minhas mãos em seu quadril enquanto ela enlaçava meu pescoço com seus braços, e então comecei a impor meu ritmo violento e incrivelmente delicioso. A penetrava com força e velocidade, as estocadas eram gradativamente mais rápidas e fortes, eram deliciosas. Meus olhos não desviavam momento algum da face ruborizada da loira que gemia alto enquanto eu a fodia sem escrúpulo algum.

Uma onda de prazer se espalhou pelo meu corpo enquanto continuava com os movimentos, minutos se passavam e eu me sentia cada vez mais próximo do climáx. Caroline já havia gozado mais uma vez, mas eu não estava satisfeito, não ainda.

— Ahhh Klaus, céus, eu não aguento — aquilo só me fazia querer penetra-la mais ainda. Afundei meu rosto na curva de seu pescoço soltando baxos gemidos que insistiam em sair de meus lábios.

Minhas mãos apertavam ainda mais seu quadril, marcando-a. Desviei meu olhar pra o corpo da loira enquanto meu ritmo a ainda mais rápido, os seios dela balançavam ritmados aos meus movimentos. Fechei meus olhos sentindo que finalmente iria gozar. Senti as unhas dela cravarem em minha costa suada, diminui o ritmo penetrando-a o mais fundo que conseguisse e então meu membro inchou.

— Ahhh Klaus... — escutei a gemer mais uma vez.

— Caroline — gemi em seu ouvido gozando.

Afundei meu rosto na curva de seu pescoço, levado pelo climáx mordi seu ombro com força me despejando dentro dela, melando-a completamente de mim. Estavamos ambos suados, unidos, finalmente completos.


Hospital Particular — 23:26

Atualmente.


Deitei ao seu lado ainda ofegante, fazia tempo que não conseguiamos terminar uma transa por conta do coração de Caroline, mas eu nunca me queixei, eu sabia que podia machuca-la. Sorrir tentando controlar minha respiração, olhava para o teto, que loucura, depois de anos casados, transar como um adolescente em um local proibido com certeza era muito mais excitante.

— Obrigada Klaus — disse Caroline me abraçando, deitando sua cabeça em meu peitoral.

Acariciei seus cabelos loiros sentindo tanto a respiração dela quanto a minha se acalmar. Ela fechou os olhos e dormiu cansada, eu fiquei ali abraçado a ela esperando-a acordar para pode ir. Iria salva-la, a prometia isso.

Notas finais
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Beijos da Sah ;*