Mother of darkness
6 Capítulo 6: Decrescente
Notas iniciais
Mary e Alice correram até os campos, lutando contra o tempo livre antes que a fumaça negra se aproximasse da cidade. Centralizados nas beiradas do local, 7 cataventos velhos. Mary convidou duas de suas amigas e o filho de uma delas por nome de Christian para que ás ajudassem a ligar os sete cataventos. A fumaça chegou aos pés da entrada mas, três dos sete cataventos já estavam ligados. A fumaça negra matou mais de onze pessoas e adoeceu cinco, a sorte foi que vinte pessoas se uniram para ligar os outros quatro cataventos do campo. A fumaça caminhou para o outro lado da cidade, em retirada.
= Dia 03 de janeiro de 2015 =
Os blogueiros estavam frenéticos, a internet ficou fora do sistema mundialmente, parte de alguns satélites caíram na terra e explodiram vários lugares aleatórios no mundo, entre esses lugares, um pedaço de antena gigante caiu dentro da cidade, esburacando uma mansão no centro do lugar.
Mary e Alice estavam exaustas, porém, planejavam um modo de salvar o mundo da ira da mancha negra, ou seja lá o que seria. Outro perigo que se aproximava era o grande sol artificial, pronto e aquecido o suficiente para elevar-se no céu.
— Mãe, pensei em alertar o governo sobre o perigo do sol artificial. Os cientistas estão doentes por causa da fumaça negra, poucos deles estão saudáveis e provavelmente, correm o risco de serem infectados com alguma crise alérgica. — Alice explicou, preocupante.
— Tem razão... — Seguiu um grande silêncio, mãe e filha se encarando. — Alice, desculpe não acreditar em você antes. Você tinha todos os casos em mente e quando me contou, eu não te apoiei. — arrependeu-se, abaixando a cabeça.
— Mãe, eu te entendo. Ninguém acreditaria em mim assim. — Alice teria algo importante para contar a sua mãe mas, queria aproveitar aquele momento.
— Olhando para você, reconheço que queira me dizer algo. — disse Mary, erguendo a cabeça, fixando olho á olho com Alice.
— Sim... — Esta, já sentada na cadeira giratória de frente ao computador, ligou-o e efetuou uma pesquisa um tanto estranha sobre a lua crescente.
— Lua crescente? Mas isso não é nada que tenha ligação com a suposta catástrofe, é? — incrédula, se esforçava para acreditar.
— Enquanto você bebia e lamentava sua vida de viúva... — aquela frase tinha que ser dita. — ..., eu estava livrando nossas cabeças do pior quando uma mulher bateu na porta. — clicou na seleção de fotos do google, abrindo uma imagem familiar. — Ela se chama Donna. Conhecida também como "a virgem", ou apenas "lua crescente".
— Ela veio aqui...? Estava muito bêbada para notar uma invasão domiciliar. — brincou.
— A lua crescente quer dizer evolução, envolvendo lucros, sorte nos relacionamentos e sorte nas coisas sociais básicas como deveres de casa. — Completou.
Mary ficou boquiaberta.
— Mãe, é a lua decrescente.
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