Mosli: Uma paixão que não tem fim.
4 Capítulo 4
–Desculpa os pombinhos aí, mas já vamos embora. -gritou Bia
Depois de chegar em casa, tomei um banho e adormeci. Acordei e liguei pra Pata:
Ligação ON
–Pata, é a Mili, posso dormir aí hoje? Porque minha mãe está viajando.
–Claro que sim, estou te esperando.
Ligação OFF
Coloquei um bermuda de guerra, uma blusa amarela com manga curta com alguns rasgos na manga, e um chinelo.
Peguei uma bolsa de escola que não usava e coloquei minhas roupas e acessórios dentro da mesma. E fui a caminho da casa da Pata.
Toquei a campainha e Pata atendeu
–Oi Mili, entra. Pode ficar a vontade, minha mãe também foi viajar.
–Que coincidência.
–Pois é...
Pata me levou até o quarto de hóspede.
–Vai arrumando suas coisas aí, eu vou pra sala. Depois você vai lá.
–Ok amiga, brigada.
Arrumei todas as coisas e fui pra sala. Me sentei no sofá do lado de Pata.
–Pata, cadê seu irmão?
–Ah, é verdade, esqueci de te avisar. Ele saiu com um amigo, Binho.
–Ata.
–Sentiu saudades dele é? -disse Pata quase rindo
–Claro que não Pata. Não diga besteiras.
–Hm, sei não. Mili eu gostaria que você fosse minha cunhada.
–Quem sabe né Pata.
Pata riu.
Estávamos assistindo o filme Sempre ao seu lado, quando Mosca chegou.
Ele estava com uma blusa sem manda branca, uma bermuda escura, e estava de chinelo, com um boné de aba reta preto.
Mosca percebeu que estávamos chorando mais nem ligou, só ficou nos encarando, e logo subiu para seu quarto.
Eu e Pata nos olhamos e começamos a rir, mais logo depois voltamos a chorar novamente.
Acabou o filme e fui ajudar Pata a lavar a louça.
Depois Pata já foi se deitar.
Acabando de guardar todos os pratos, fui indo em direção ao meu quarto. Passei em frente do quarto de Mosca, ele estava deitado em sua cama, olhando para a parede em sua frente pensativo. Resolvi entrar.
Entrei batendo na porta que já estava aberta.
–Posso? -disse encarando-o
–Claro. -disse ele sem desviar o olhar da parede.
Entrei e fechei a porta.
Caminhei até a cama, me sentei na borda da mesma.
–Está tudo bem? -perguntei
–Ta as mil maravilhas. -disse ele sentando na cama e me encarando.
Ficamos em silêncio, e ele começou:
~Continua
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