Mortos não-vivos

9 Madrugada nada tranquila


Notas iniciais
uhhhhhhhulllllllll comentem o que acharam gente

Após os jovens serem resgatados pelo tio de Anneth, foram levados até um shopping para passarem a noite, como o lugar estava sem energia, eles tiveram que quebrar as portas para entrar, como esperado os mortos vivos cercavam, Estava escuro, Luke, Melissa, Matt e Edward foram na frente; Katerina, Kazuto, Anneth e Judithe, seguiam logo atrás. Limparam boa parte dos andares, mesmo sobrando alguns zumbis, Edward ordenou que se trancassem em uma das lojas e descançassem, afinal estavam cançados, as armas de defesa estam gastas, não corntavam sequer um queijo, isso quando não estavam rachadas ao meio.

Edward–Fiquem aqui e façam silencio, enquando eu vou dar uma volta.

Kazuto– Vai vazar e deixar a gente pra morrer?!

Edward– Claro que não zé ruela, vou buscar uns brinquedos pra vocês. Conversamos pela manhã.

Luke– Pode deixar, vamos revezar a vigia.

Edward–O quê? Haahahaha- uma face irônica surgiu em seu rosto- Mal se aguentam em pé, façam o que eu mandei, se forem comidos é por que não têm a menor noção de sobrevivência e não merecem continuar.

Matheus- Tá brincando, velho gagá, volta aqui!

Passaram a madrugada em uma loja de colchões e diversos, Melissa insistiu em ficar na cama de casal com Jude, para que nenhum dos meninos se oferecesse; Annie ficou na outra cama com Kazuto; Matt e Luke deitaram no chão do lado da cama das meninas e Katerina se isolou do outro lado da loja.

Matt disse que ficaria de guarda, mas não demorou muito para cair no sono profundo, Luke resistiu, mas logo se entregou. Katerina não conseguiu pregar os olhos, não deixava de pensar nos irmãos e nos zumbis, sem contar que lá fora estava chovendo fervorosamente, quase uma tempestade, odiava tempestades, principalmente trovões. Lembrou-se de quando era pequena, para afastar o medo, seus irmãos faziam uma cabaninha com cadeiras forrando com uma coberta, dentro colocavam livros, brigadeiro e música para distraí-la, sentia saudade daquele aconchego. Ela estava sozinha agora,com frio e morrendo de medo dos sanguinários.

–PANNNNNNGABBBBBBBAAAAAAAMMMMMMM- Caiuum raio e ela deu um gritinho abafado saindo correndo com o travesseiro, foi pra perto dos outros alunos, esqueceu que não era mais criança e por impulso deitou-se no garoto mais perto, como fazia com sua irmãzona Natie. Tarde de mais: levantou o rosto e viu que era Luke, “danou-se” pensou, já estava abraçada nele e sabia que se movesse um dedinho ele acordaria e seriam pegos.O jeito era esperar ele se virar para sair descretamente, não foi isso que aconteceu. De meia em meia hora o garoto se recontorcia ou tinha pesadelos, enquanto Matt roncava ali perto, Luke falava sozinho ou dava uns apertões na pobrezinha.

Luke–Hummmm, Nãao manheeê, não leva o Tobey, Tobey é o ursinho “mais .......auuuuuaaaahhhhhhh(bocejo)... bom”, nhaaaaã – Disse enquanto apertava Trina com uma força monstruosa, quase sufocando-a, nessa hora seus seios pareciam maiores só para aumentar sua dor...

AAAAAAGHHHHHH sai, não vem com essa de urso, bebezão!! –Pensou Katerina.

Katerina se arrependeu amargamente, não é preciso dizer quantas vezes Luke tocou suas partes íntimas, só aperto e caríscias, isso que ela era acostumada a dormir só de blusa e a peça íntima de baixo, saia ou sutiã a atrapalhavam o sono ¬¬.

–Tobeeeeeeeeeey, meu bichinho mais macio e cheiroso desse munndoooooo! Nhaaaa.- Jogou todo seu peso sobre ela, que não mais se sentia incomodada, agora estava aconchegante, quente, como um calor materno, calor que não sentira desde que seus pais viajaram, aproveitou o momento, talvez nunca mais sentiria os braços da mãe, abraçou-o forte, mas delicadamente, na sensação de calmaria, adormeceu.

Jon

A chuva escorre pelo parabrisa, não consigo ver quase nada, o carro ta derrapando, outro carro e um caminhão quase nos massacraram, sõ 3:30 da manhã e acabamos de entrar na cidade, estamos praticamente perdidos.

–Eeiiiii, cuidado!! Quer nos matar?!- Aquela garota que tinha acabado de conhecer tomou o volante e me fez desviar de uma Bicap, freiei com tudo, olhei pra ela, não consegui disfarçar ao olhar pros peitos dela, não tenho culpa se eles são tão grandes e redondos!

–Heeeeyyyy- Chamou minha atenção mais uma vez, Natalie acordou com o barulho, ela estava apoiada nos ombros daquele marmanjo. Desgraçado, ainda me livro dele.

–Okay cambada, já chega, vou abastecer no posto aqui do lado e depois vamos direto pra delegacia.

–Delegacia? Jon, mas isso fica lon-

–Calaaaaa sá boca!! Você que enfrentar esses animais sem nada sua gênia! Sua cabeça só serve pra pendurar esse cabelo branco, não é?

–Você tem que perguntar a todos o que queremos... –Pietro indigente!

–O carro é de quem hã?? Eu abro a porta com prazer pra você, madame!- Ele fez cara de raiva depois que ouviu a verdade.

–Jonnieeee... para, por favor...- Bianca deslizou sua mão pela minha perna, suas unhas eram grandes e vermelhas, segui com os olhos o seu braço, ela estava um pouco inclinada, com o rosto próximo ao meu, uma mecha do cabelo curto dela tocava a parte superior de seu seio, este pra minha sorte, quase totalmente à mostra...

Bianca

Depois de muito procurar, chegamos à delegacia. O chero de apodridão parecia estar impreguinado nas paredes, nem os policiais foram poupados. Uma cachoeira sangrenta escorria pela escada, no andar de cima tinha tanto sangue, que até formou-se uma goteira.Por isso resolvemos descer. Péssima ideia, no subsolo ficavam os cárceres, resultado: prisioneiros mordidos ensanguentados, sem cabeçã ou membros, se arrastando e mugindo, alguém chamou por socorro:

–Aquiiii, aquiii por favor, vieram me buscar?! –Pietro apontou a lanterna enquanto Jon mirava a arma.

–Quem é você- perguntou Pietro.- A luz focou na cara de um dos guardas.

–Ah, não, me enganei, são só crianças.- Respondeu, cuspindo os próprios orgãos.

–Ai, meu Deus, você está bem?

–NATALIE, NÃO SE APROXIME!!- Gritou Pietro, enquanto a namorada corria para socorrer o semi-defunto.

–Deixa,eu quero ouvir o que ele tem a dizer.-Contrariou Jon.

–Está maluco, esse cara ta contaminado!

–Posso estar...cof.cof... mas ainda sei usar minha arma sabia?

Natalie se abaixa perto do desafortunado:

–O que houve?

–Cof...coooororoghcof... Despois que a luz, telefone e todos os meios de comunicação foram cortados, enviamos patrulhas para transitar na cidade e para ir até a sede de controle saber o que estava acontecendo...

Charlie(o policial)

Uma das viaturas restornou.

–Eles voltaram!!

–Mas e o resto da patrulha?

–E aí pessoal conseguriram descobrir a causa?

–Ajuda aquí, ajuda aquí, tem um ferido. Me aproximei do camburão e vi um dos policiais com mordidas. Disseram-me que ele foi aprender um rapaz que estava dirigindo em zigue zague na rua do shopping, quando o puxou pela janela e o mordeu.

–Charlie, atiramos no agressor, ele parecia doente,com raiva, sem dúvida que os direitos humanos virão atrás de nós.

–Por que não o levaram para a emergência?

–O atendimento mais próximo fica a 20 Km daqui.

–Deite-o na bancada!

–Já está desmaiado faz um tempo, agora pouco delirava.

–Vamos Joseph, aguente meu velho, foram tantos anos até aqui, um homem robusto como você não tem o menor direito de bater as bostas!!

–OOOOOOOOOHHHHHHHOHOAOAAAAA-

–Pare ou atirarei em você!! Pare!!!

–POWWW!!- Ricardo deu um tiro no pé, depois outro no peito, mas nada o parava.

A essa altura não preciso citar que Josephe contaminou todos os próximos. No começo era só um probleminha, mas depois se espalhou por toda a cidade. Os cagões daqui tiveram permissão para voltar a suas casas e proteger seus filhos. Os superiores foram ajudar na cidade e um invormante foi enviado, há pouco, para comunicar às forças armadas, porèm a sede mais próxima fica a 450 Km desse buraco isolado de cidade! Estou esperando pela ajuda deles, no entanto, nada prova que eles sequer chegarão lá.

Pietro

Depois dele contar aquela história para boi dormir, pediu para que fossemos embora o quanto antes.Insisti pra Natie sair de perto dele, ao atravessar o corredor, um dos zumbis carcerários agarra minha dama, batendo com a cabeça dela na grade, puxam o braço dela para provarem de sua doce carne, corro para socorrê-la, o irritante do irmão dela atira em todos eles como se fosse um louco disperdiçando balas. Minha rosa cai ao chão forrado pelo tapete vermelho da dor, ofereço uma mão, ela me estende seus dedos agora ensanguentados. Não queria que ela se sujasse, matarei todos esses indigentes por ousarem manchar a minha Natie!!

–Já disse para atirar na CA-BE-ÇA! Jogar balas fora é suicídio. – Disse Sherlly.

Roubamos as armas dos policiais zumbis: uma escopeta 12, duas 38, uma M4A1, 3 lugers,1 metralhadora,1 rilfle.

Demos Adeus a Charlie e saimos pela saida de incêndio. A aurora é linda!

Continua

Notas finais
E tem muito mais heeeein. Digam-me, até agora qual é o personagem favorito de vcs?