Morgan
1 Capítulo 1
Morgan. Uma garota albina nascida em Bodie, Califórnia.
Com apenas 14 anos, viu seus pais serem mortos por um assassino na própria casa. Tudo começou quando Morgan voltava da escola após uma manhã difícil que tivera com seus colegas de classe por causa de sua aparência. Morgan chegou em casa aos prantos a fim de correr para os braços da mãe pedindo consolo. Mas ao abrir a porta se depara com seus pais mortos no sofá da sala. O choque foi tão grande que a pobre Morgan inocente desmaiou sob o sangue dos pais. Quando acordou depois de ter visto o terrível acidente que acontecera, Morgan foi levada para um orfanato na mesma cidade em que morava. Lá, ela passou por muito sofrimento devido a sua aparência que muitos desprezavam. As outras crianças a rejeitavam por ser diferente e até maltratavam cortando seu corpo com uma navalha de apontador de lápis e a humilhavam perante as outras crianças. Morgan era tão inocente e tão boba que não compreendia o motivo das outras pessoas a maltratarem. Ela dizia que o mundo estava contra ela e que ninguém a amava. Ela então optou pelo suicídio, a única maneira de livra-la de seu próprio sofrimento.
Morgan, subiu no teto do orfanato e sentou-se. A brisa da noite embalava seus belos cabelos brancos. Ela não queria morrer, mas ela dizia que o mundo estava a obrigando a fazer isso. Quando estava prestes a se jogar lá do alto, deixou uma única lágrima cair sob seu rosto pálido e antes de pular, uma garoto de 17 anos a segurou pelos os cabelos e a puxou de volta. Ela então percebeu o erro que estava prestes a cometer e chorou abraçando o garoto, do qual ela desconhecia. Ele a salvou e a ajudou a superar os seus medos naquele orfanato. Acabou se tornando seu melhor amigo. Paplo, era como ele se chamava. Era negro e órfão desde seus 5 anos de idade, porém, era um belo rapaz, alto, bom e inteligente que logo se sentiu atraído por Morgan. Juntos, descobriram um grande amor que havia sido plantando nos dois. Ela gostava da pele de Paplo, era um tanto diferente pra ela, então Morgan sempre gostava de acariciar a pele de seu amado.
Um dia, Morgan acordou e foi procurar Paplo no triste pátio que aquele orfanato tinha. Logo ela avistou uma turma de garotos com jaquetas de couro com o símbolo narcista espancando ele. Ela correu para tentar impedir, mas um dos garotos a socou levando ao chão. O garoto a segurou pelo os cabelos e fez ela assistir Paplo ser espancado. Quando ele estava para morrer, os garotos o largaram nos braços de Morgan e os chamaram de aberrações. Morgan, começou a chorar desesperadamente pedindo por socorro, mas foi tarde demais. Paplo já estava morto.
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