More Than Friends

40 Especial - A Loira, Sr. Zayn Gostosão e sua viagem


Notas iniciais
AHÁ! Demorei por causa dessa época, vocês sabem... passar o Natal comendo, bebendo um pouco de sidra, assistindo Game of Thrones a Primeira Temporada, não é fácil HOHOHO Tem SÉQUIÇUUUUUU!!!

Especial

A Loira, o Sr. Zayn-Gostosão e sua viagem

– Hum, Malik... Amore, tem certeza de que estamos na droga do caminho certo? – perguntei, já sem paciência.

Sério, se tem alguém que é PÉSSIMO em direções esse alguém é o Sr. Zayn-Gostosão ao meu lado. Como sei disso? Apenas dei um rolé por Londres com ele e o Malik conseguiu se perder quatro vezes. COMO ALGUÉM SE PERDE EM UMA CIDADE NA QUAL VOCÊ VIVE FAZ MAIS DE ANO? Bem, essa é uma pergunta ainda sem resposta. Mas eu o perdoava por causa daquele topete maravilhoso, o olhar 43 sedutor e a personalidade dele. Ele era “maravilhótimo”. E apenas MEU.

Enquanto eu dava risadas malignas internamente sobre o quão Perrie fora estúpida em deixar uma preciosidade dessas, ele olhou o mapa mais uma vez, procurando alguma placa na estrada e franzindo as sobrancelhas. Zayn encostou o carro e se soltou do cinto para ir procurar alguma coisa no banco de trás. O seu bumbum lindo ficou bem ao meu lado e eu levantei meus óculos de sol e fiquei dando um grito de êxtase silencioso. Meu! Yeah! Zayn se voltou e eu fiz uma expressão normal.

– Eu poderia jurar que o acesso à praia de La Chicana era aquele à esquerda. – ele falou frustrado, mexendo no GPS que tinha acabado de pegar.

– Agora eu tenho certeza de que aquilo que estava escrito na placa era “Bem Vindos à Puerto de San Miguél”. – falei. Eu tinha apenas corrido os olhos pela placa e fui uma das culpadas por estarmos ali, ao dizer à Zayn para seguir em frente.

– Santa Mãe, estamos quase na fronteira dos EUA com o México! – ele disse, observando o GPS assustado. – Vamos pegar o retorno e ir pela interestadual. – ele ligou o carro e zunimos pela estrada, procurando alguma placa escrita em espanhol que indicava o retorno.

Nisso entramos na tal cidade de Puerto de San Miguél e fiquei encantada ao ver aquelas casinhas fofinhas, todas à beira-mar, algumas lojinhas de lembranças e bares e restaurantes ao longo da avenida principal. Era uma cidade pequena, mas arrumadinha, ao contrário das imagens que tínhamos visto da cidade que ficava na praia de La Chicana, que parecia ser grande e toda enfeitada para os olhos dos turistas. Aquela era uma região ótima, bem na fronteira do EUA com o México, abaixo de San Diego, bem na costa leste do país. Sol, praia, namorado gostoso... Aquelas férias eram o sonho de consumo que tive que esperar seis meses para realizar! Iríamos passar Julho todinho ali, com a companhia de apenas nós mesmos e...

– Droga de celular! – resmunguei, pegando o meu celular que tocava Gangnam Style. – Fala infeliz! – briguei.

– É assim que você me trata, sua vaca? – Alice gritou do outro lado. Deu para ouvir os gritos de animação de Harry do outro lado.

– É sim, sua vadia! – devolvi no mesmo tom. Nós duas rimos e Zayn apenas deixou para lá. Naqueles sete meses que estávamos juntos ele já me conhecia o suficiente para saber que eu era bem... Excêntrica.

– Onde vocês dois estão? Nós estamos aqui esperando vocês já faz um bom tempo! – Alice perguntou.

Bem, o plano original era que eu, Zayn, Harry, Alice, Niall e Kim fossemos passar quatro semanas de férias em La Chicana, sem nos preocuparmos com mais nada. Eles tinha conseguido descer do avião antes de nós e foram direto para La Chicana em meia hora de carro. O problema é que eu e Zayn demos uma enroladinha de propósito no maldito hotel, hehe. E estamos há duas horas na estrada. Ops.

– Harry... NÃO! – Alice gritou e riu ao mesmo tempo, me deixando surda.

– Você estão fazendo sexo? Eu não queria ouvir sabe, estou quase morrendo aqui porque estou na seca há exatamente cinco horas e trinta e sete minutos e...

– Como o Zayn aguenta uma maníaca sexual como você? – Alice continuou com os risinhos.

– Ouviu Baby? – coloquei no viva voz e perguntei a Zayn. Ele sorriu.

– Fácil. Ela também tem um namorado maníaco sexual. – ele respondeu e gritamos um “yeah” animado no carro.

– Depois nós dois que somos tarados e... HAROLD! Ah! – ela gritou.

– Ui, é o que? Sexo oral? 69? Vocês estão... – empolguei.

– CALA A BOCA TAYLOR! – Alice exclamou.

– Ela chegou ao orgasmo! Yuhu! – provoquei e ouvi um baque do outro lado da linha.

– Bem, a Alice está fraca demais para falar. Harry na linha! – Harry disse, tomando o lugar dela.

– Safadinhos! Eu disse que estavam fazendo sexo! – falei, dando risadas.

– Ora, quem sou para negar ou afirmar uma coisa dessas! – Harry riu. – Aonde diabos vocês se meteram? Estamos aqui no hotel, apenas esperando vocês chegarem para irmos à praia!

– O Zayn pegou o desvio errado. Sabe como ele é com direções...

– Ei! Eu apenas não entendo espanhol! – ele se defendeu.

– Tsc, tsc. Hum? Okay. – ele disse e ouvi mais uns barulhos e Alice retornou ao telefone.

– Cheguem aqui antes da noite, pode ser? – ela falou, ainda ofegante.

– Hum... – olhei para Zayn. Ele me olhou de relance, mas conseguiu perceber minha expressão.

– Tem certeza? – ele perguntou.

– Claro. Nem que seja só essa noite. – falei.

– Essa noite o que? – Alice ficou confusa.

– Bem Baby, chegamos aí amanhã a noite! Estamos perdidos e resolvemos passar o resto do dia aqui em Puerto de San Miguél! – falei.

– Perdidos... Mas essa cidade fica a apenas trinta quilômetros daqui e...

– “Bai, bai” Alice! – falei, mandando beijinhos pelo celular e desligando.

– Entrando na cidade! – Zayn disse, virando à esquerda e parando perto de um hotel que parecia confortável e aconchegante.

***

Eu disse certinho: aconchegante e confortável por fora. Por dentro era uma catástrofe.

A mulher da recepção não prestou atenção em nós, apenas entregou a chave e continuou a observar uma novela mexicana na TV. Hum. Quase bati nela, mas resolvi dar uma olhada no quarto primeiro. Era pequeno, no segundo andar, de madeira e pintado de branco sendo que a pintura já estava descascando. A varandinha era um bônus, mas a porta de madeira dela não fechava, tínhamos que pegar, literalmente, a porta e encostá-la no batente. Errrrrr... Não tinha banheiro, apenas um biombo separando a banheira do quarto. Pelo que vi o banheiro de verdade era no corredor, e havia apenas ele no mesmo. Zayn e eu tentávamos controlar as caretas, mas parecia impossível. No fim eu dei de ombros.

– Que se foda. Vamos para a praia logo. E vamos apenas dormir aqui. E uma noite só! – falei, jogando as mãos para o alto e indo fuçar na minha mala à procura do biquíni.

– Estou com medo dos lençóis. – ele disse, observando a cama de casal com lençóis velhos.

– Ew. – falei apenas. – Com licença querido, uma certa Loira tem que se preparar para ficar mais do que sexy hoje. – falei, dando tapinhas em seu bumbum.

– Licença? Porque licença? – ele disse, franzindo as sobrancelhas e me encarando com O olhar. Ai, se controla Taylor... – Que eu saiba uma certa Loira quase me enlouqueceu há algumas horas em um certo hotel. Você está me devendo algo, não acha? – ele levantou uma sobrancelha.

– Eu? – falei, tossindo para limpar a garganta. Droga, sete meses e aquele homem ainda mexia comigo daquele jeito! – Então se você não quiser sair... Eu o deixo ficar com uma condição. – sorri, me aproximando dele.

– Qual?

– Você pode olhar... Mas não pode tocar. – meu sorriso aumentou e o dele se tornou malicioso.

– Fechado. – ele se sentou no chão, de frente a mim.

– Mas e se... um certo Zayn não conseguir se controlar? – preparei o terreno.

– Pode me amarrar se quiser! – ele revirou os olhos, impaciente.

– Tudo bem. – falei, indo até ele, serelepe e amarrando suas mãos ao pé da cama com uma gravata que eu tinha pegado de sua mala.

– Que rapidez. – ele comentou, espantado.

– Eu sou rápida. – falei, me afastando dele e começando a desabotoar o short.

Imediatamente seu olhar se concentrou em mim.

– Quer apostar alguma coisa? – perguntei.

– O que? – o deixei curioso.

– Eu aposto que você não resistirá. – falei.

– Eu aposto que resisto. – ele mal conseguia controlar o sorriso.

– Tudo bem. Vamos ver se você é forte. – o short caiu, me deixando apenas de blusa e calcinha na frente dele.

Zayn respirou fundo, se preparando mental e psicologicamente. Dei uma risadinha e pulei o short, me livrando dele. Soltei os meus cabelos, deixando-os cair em ondas pelo busto. Ele me observava atentamente. O sorriso sacana não saía do meu rosto enquanto meu dedos brincavam com a barra da minha blusa, levantando-a devagar. Retirei ela da forma mais lenta o possível, apenas dando uma visão perfeita do meu sutiã preto.

– Está calor aqui, não acha? – me abanei, irônica, me virando de costas para ele e me abaixando de propósito para pegar o biquíni na mala, empinando meu bumbum.

Deu para ouvi-lo sugar o ar com força. O sorriso aumentou no meu rosto. Me levantei, me sentindo muito ousada com aquilo tudo sendo feito em câmera lenta. Voltei a ficar de frente para ele e me preparei para abrir o fecho do sutiã. Soltei-o e num instante eu o girava em meus dedos, vendo com satisfação o olhar dele ficar atento em meus seios. Quando ele reconheceu o biquíni, Zayn bufou. Ele o conhecia muito bem. Eu já o usara antes e o corte dele valorizava o meu corpo. Pode-se dizer que ele tinha quase enlouquecido quando o vesti pela primeira vez.

E por último retirei a calcinha, ficando completamente nua na frente dele. Zayn já mexia as pernas com rapidez, parecendo ansioso. Então ele se desamarrou e se levantou em menos de cinco segundos, ficando de frente à mim.

– Deixa que eu faço isso. – ele sussurrou, com a voz meio rouca.

– Lembrando: sem ataques. – falei, ficando subitamente excitada com aquela idéia dele. – Ah, e sem muitos toques. – ele fez uma careta e pegou o biquíni da minha mão, se ajoelhando na minha frente.

Ele se ajoelhou e levantou uma perna minha, passando-a pelo buraco da calcinha, fazendo o mesmo com a outra. Ele foi subindo o tecido lentamente, suas mãos escorregando pelas minhas pernas, acariciando-as. Tá, aquela foi, definitivamente, uma idéia ótima. Ele encaixou a calcinha em meus quadris e ainda por cima foi passando os dedos nas costuras, desfazendo qualquer enrolamento que tinha acontecido. É, aquilo era delicioso, senti-lo circundando meu quadril e depois seguindo a costura do bumbum... E depois a da frente, foi nessa que minha respiração acelerou mais. Na verdade ele estava apenas aproveitando, pois não tinha nada dobrado ou enrolado ali. Ele passou os dedos pelas costuras da minha virilha, me fazendo estremecer e mal controlar um sorriso. Quando achei que ele tinha terminado com a parte de baixo, Zayn aproximou o rosto e beijou meu monte de Vênus, me fazendo segurar um estremecimento de surpresa. Ele deu uma risada.

– Seu safadinho aproveitador... – falei, ofegante.

Ele foi se levantando, tudo lento demais, sua boca encostando suavemente pela minha barriga até chegar aos meus seios.Gemi mesmo, alto, quando senti sua respiração no bico do meu seio direito. Aquilo na verdade piorava a tensão sexual que estávamos sentindo. No hotel eu tinha provocado ele tanto, para depois me levantar e falar que tínhamos que ir. Só faltou Zayn xingar a própria mãe enquanto eu ria da frustração dele. Agora o safadinho estava dando o troco.

Ele pegou o sutiã e foi para trás de mim. Zayn contornou meu busto com os braços e passou o tecido em mim, amarrando nas costas. Levantei um pouco os braços para ajudá-lo. Suas mãos deslizaram das minhas costas para os meus seios – arfei naquela hora – e levantaram os dois triângulos que os tampariam e aproveitando para deslizar as mãos por eles. Ele amarrou-os atrás do meu pescoço, levantou meu cabelo e deu um beijo nessa região também. Hummmm... O pescoço era uma região muito sensível minha, por isso que acabei gemendo alto. Ele percebeu e continuou com a boca ali, dessa vez beijando outros pontos. Arrepiei terrivelmente ao sentir sua respiração quente contra minha pele, seus lábios macios se encostando nela, de vez em quando sentia ele dando algumas mordidinhas de leve. Tive que apoiar as costas em seu peito, Zayn abraçou-me por trás e uma mão sua foi para um seio, massageá-lo, e outra desceu até minha calcinha, enfiando-se dentro dela. Puta que pariu... seus dedos ficaram brincando com o meu clitóris, me deixando excitada. Muito excitada.

Delicioso era pouco para descrever aquilo. Mordi minha língua para não dizer coisas desconexas, mas era difícil segurar os gemidos de prazer misturados com alguns arfares. Como eu estava apoiada nele, pude sentir sim o volume de sua ereção através da calça jeans. Esfreguei o meu bumbum ali de propósito, sentindo-o ficar tenso com o movimento. Ora, eu tinha que tentar dar o troco pelo menos algumas vezes!

Ele se encostou à parede e fomos deslizando até o chão, onde ficamos sentados enquanto ele continuava me massageando. Então ele deslizou três dedos para dentro de mim. Segurei suas coxas com força e ele saiu, para voltar a deslizá-los para dentro novamente. Maldito... É, nós dois tínhamos perdido o controle e eu pelo menos tinha ganhado a aposta. Sorri com aquele fato e voltei a gemer quando seu polegar encontrou o meu clitóris enquanto os outros dedos entravam em mim. Ah...

– Espera, espera... – falei, ofegante e entre gemidos.

– Esperar para que? Quem precisa de esperar? – ele bufou, também ofegante.

– Vamos resolver isso logo de uma vez! – exclamei, me desvencilhando dele e me virando de frente à ele.

– Sem frustrações? – ele perguntou, antes que eu pudesse fazer qualquer coisa. Revirei os olhos.

– Sim! Também porque eu estaria me frustrando! – me sentei em seu colo, beijando seus lábios.

Hum, se tinha algo que eu babava eram nas preliminares que esse cara fazia. Valha-me meu São Joaquim, esse cara me levava à loucura sem nem mesmo me penetrar de verdade!

Zayn me pegou pelos quadris e se levantou. Ele me jogou na cama e voltamos a nos beijar. Em instantes ele tinha desamarrado o sutiã do biquíni que ele havia amarrado há poucos minutos e me livrado dele. Empurrei-o, me deitando sobre ele e invertendo o jogo. Dei um último beijo em sua boca e um sorriso malicioso, descendo meus lábios por seu pescoço e seu peito. Retirei sua camiseta e sua calça num piscar de olhos, deixando-o apenas de boxer na minha frente. Fui escorregando os meus dedos por aquele caminho da felicidade maravilhoso. Aquela ereção prometia... Amém Senhor! Foi a minha vez de provocar, passando os dedos pela costura da cueca e abaixando-a devagar. Zayn parecia prestes a morder o travesseiro, quando finalmente livrei sua ereção. Hum... Ele era definitivamente o maior e, hum, mais bem dotado com quem eu já fizera sexo. Oh, tinha valido a pena ter perdido tempo com inúteis antes de encontrar ele!

Passei minha língua pelo seu comprimento, fazendo Zayn gemer. Comecei deslizando minha mão por seu pênis, depois indo com beijos e com a minha língua. A respiração dele ficava mais entrecortada à medida que eu o enfiava por completo em minha boca, ou pelo menos, quase por completo. Já disse que ele era grande? Hum? Ele era mais do que isso.

– Okay... Eu não quero gozar agora. – ele conseguiu dizer.

– Vamos para o que interessa Baby! – falei, deslizando a calcinha do biquíni e me sentando sobre ele, fazendo-o entrar de forma lenta em mim. Sorte que eu tomava anticoncepcional, pois compartilhávamos a mesma idéia de que camisinha era um porre.

Zayn se sentou, segurando os meus quadris e me encaixando por completo nele. Tive que apoiar minhas mãos em seus ombros ao sentir ele me preencher por completo, até a base. Porra, eu podia senti-lo perfeitamente! Zayn então se deitou sobre mim... Mas acabamos caindo da cama. Rimos com aquilo e ele começou então a sair e a voltar a me penetrar, me cravando contra o chão de madeira, alcançando aquele ritmo que nos deixava sem fôlego por completo. Cravei minhas unhas em suas costas, deslizando-as com força por elas à medida que ele me penetrava completamente, cada vez com mais força. Nossos gemidos já começavam a ficar audíveis o bastante para o pessoal do quarto vizinho escutar, mas dei à mínima.

Colamos os nossos corpos e eu o abracei como se minha vida dependesse disso. Zayn beijava o meu pescoço, intensificando tudo o que eu sentia. Enrolei as pernas em seu quadril, ajudando-o nos movimentos de vai-e-vem. Mas aquilo pareceu não ser o suficiente, pois ele me segurou e se levantou, me mantendo encaixada nele, e me encostou à parede. Ele me beijou, invadindo a minha boca com sua língua e explorando ela. Aquela era uma das nossas posições preferidas, hum! Agarrei-me com força nele, mantendo as pernas presas em seu quadril quando ele se afastou e voltou a me penetrar com força, me empurrando contra a parede. Uma mão sua ajudou a me manter firme, segurando o meu quadril, enquanto a outra começou a provocar o meu seio.

– Maldição Zayn! – gemi em seu ouvido enquanto ele apertava o meu seio. Aquilo fez eu me abraçar a ele com mais ímpeto.

– Haha... – ele riu, sem fôlego.

Para facilitar, ele me colocou sentada na cômoda e continuou, e continuou, aumentando o ritmo cada vez mais e me penetrando com muita força. Eu estava prestes a derreter ali de tanta excitação e calor... o suor já começava a deslizar pelos nossos corpos e aquilo parecia não ter fim.

Então a querida sensação no meu ventre começou, anunciando que mais um pouco e eu chegava ao orgasmo. Continuamos a nos beijar mesmo com a falta de ar, pois ele também parecia prestes a chegar ao seu. A mão de Zayn que estava em meu seio foi para a minha mão, segurando-a contra a parede, como se buscasse mais apoio. Ele era bem controlador enquanto eu adorava o fato de ele me dominar durante o sexo. Só o fato de ser ele quem regia tudo, desde o ritmo até a força usada, já me excitava. De vez em quando eu gostava de enlouquecê-lo amarrando-o na cama e fazendo o que queria com ele, sem que o mesmo pudesse reagir à altura. Eu o fazia ter orgasmos fantásticos e fazíamos aquele jogo de gato e rato. Uma hora era ele quem estava controlando tudo, outra era a minha vez. E eu adorava pegá-lo desprevenido. Próxima vez eu inverteria o jogo. Nossa compatibilidade na cama até assustava, pois tínhamos certos gostos parecidos, como esse do jogo. Outro seria o fato de brincar com sensações, como vendar um e ficar provocando. Na verdade éramos cheios de joguinhos, hoho.

E realmente chegamos ao orgasmo, um atrás do outro. Explodi com uma estocada mais forte dele e em seguida foi a vez dele. Eu quase gritei quando alcancei o meu, apertando sua mão enquanto contraia os meus músculos internos. Apenas nos deixamos cair na cama que estava do nosso lado. Ficamos ali, jogados, recuperando o fôlego.

– Fala se não valeu à pena ter esperado todo esse tempo, desde o hotel! – exclamei, sorridente. Ele me olhou com um sorriso torto extremamente sexy.

– Com certeza valeu. – ele disse, se aproximando e me beijando.

– Hum... Temos que ir à praia! E você vai ter que me vestir novamente... – mordi seu lábio inferior, fazendo Zayn gemer. – Ah, sem brincadeirinhas. Eu realmente... queria... tomar um banho de mar... aqui... – fui falando de forma entrecortada, enquanto ele distribuía seus beijos ao longo do meu pescoço, indo para os meus seios. – Sem... Sem brincadeirinhas! – empurrei-o, rindo.

– Vai ser difícil me controlar... – ele disse, me encarando quando eu levantei.

– Apenas espere que hoje ainda tem mais, Baby. – pisquei um olho para ele.

***

Fiquei deitada na toalha sobre a areia, tomando sol, enquanto Zayn mergulhava no mar. Até que estava bem tranquilo, tirando o fato de que eu tinha tropeçado e caído na areia quando estávamos andando pela praia. Zayn me puxou para cima, rindo, e quando eu ia dar um soco na sua cara ele me beijou. É, melhor!

Isso até o inferno baixar à terra.

– Alô infeliz! – resmunguei, atendendo a droga do celular que tocava pela décima vez desde que chegáramos ali na praia. Nem precisei observar o identificador para saber que era Alice.

– Sua idiota! Você vai mesmo ficar aí em Puerto de San Miguél? E La Chicana? – ela perguntou.

– Amanhã. Tenha dó. Me deixa aproveitar que estamos sozinhos aqui. – resmunguei, ajeitando os óculos de sol.

– Onde vocês estão nesse momento?

– Na praia, em frente ao hotel magnífico em que hospedamos. – falei, sarcástica.

– Aonde exatamente?

– Poxa, no início da praia, onde tem mais movimento. – falei, irritada. – Porque que... – ela desligou na minha cara. VADIA!

Ignorei e continuei com o processo de bronzeamento. Logo Zayn chegou, molhado e extremamente sexy de calção. Ele se sentou ao meu lado, bebendo um gole de água.

– Eu realmente não vou conseguir me controlar se certos seres não pararem de te comer com os olhos. – ele rosnou, observando com os olhos semicerrados uns caras que bebiam no bar de madeira ali perto e que estavam me encarando.

– Apenas faça isso. – me sentei e beijei-o. Zayn retribuiu o beijo com vontade e logo estávamos deitados, rolando na areia.

– Ei, arrumem um quarto, okay? – Niall falou, jogando algumas sacolas do nosso lado.

– Mas que... Niall? – olhei-o abismada.

– E aí fujões! Não poderíamos deixá-los sozinhos enquanto aproveitam! HEY! – ele acenou para Alice que vinha em cima de Harry, olhando ao redor e nos procurando.

Ela avistou Niall e pediu para que a Harry a levasse até nós. Kim veio atrás deles, preocupada em se livrar de um idiota que a abordara. Niall franziu a testa e foi até ela, praticamente chutando o cara longe dali. Alice e Harry chegaram, ele ofegante e ela sorridente.

– Safadinhos! Não vão fugir nunca mais! – ela saiu de cima de Harry, que sorriu.

– Ela nos obrigou, a culpa é dela. – ele apontou para Alice.

– Já deveria esperar. – resmunguei, cruzando os braços.

– Vocês vieram para cá só por causa de nós dois? – Zayn perguntou, surpreso.

– Aham. O hotel lá de La Chicana continua com os quartos reservados, para voltarmos amanhã. – Niall sorriu, se aproximando com Kim.

– Saco. – falei.

– Você nunca se livrará de nós querida. – Alice sorriu.

– Já percebi. – falei. Ela e Kim retiraram as saídas de praia e ficaram se lambuzando de filtro solar. Harry, Niall e Zayn apostaram corrida até o mar e se jogaram lá dentro com tudo.

– Uau, o Zayn está malhando bem, hein? – Alice disse, observando Zayn. Olhei para ela com uma cara assassina.

– Estou contando os quadradinhos do Harry também. Ele está TÃO mais gostoso do que antes, não acha? – alfinetei.

– Com certeza. Só que o Zayn está bem sexy, né? – ela falou, no mesmo tom.

– Okay, vamos parar com os ciuminhos. – Kim pediu.

– E o Niall, hein Kim? Ele está bem sexy também, não acha? – Alice jogou. Kim ficou vermelha.

– Poxa, eu já disse que somos apenas amigos! – ela brigou.

– E nós sabemos. Apenas gostamos de provocar. – dei de ombros, batendo na mão de Alice.

– Como está aqui? A cidade é bem bonitinha. – Alice comentou.

– Está bom. – me deitei sobre a toalha novamente, aproveitando as últimas horas do sol antes do crepúsculo. Alice me seguiu logo depois.

– Ei, quem são aquelas? – Kim falou, nos despertando.

– Fãs? – Alice observou com preguiça o mar. Então ela arregalou os olhos e se levantou, apressada.

– O que foi? – me levantei e vi um grupo de mulheres meio que atacando os nossos namorados.

– Droga, vamos lá! – Alice pegou sua bolsa e Kim pegou o resto das coisas. Fomos rapidamente até o raso, onde os três tentavam acalmar aquele grupo de garotas malucas.

– Ei. – falei e ninguém prestou atenção em mim. – HEY! – gritei. Zayn veio até mim, sendo seguido por Harry e Niall, tentando sair do bolo de meninas.

– Porque o Louis e o Liam não estão aqui? – uma garota perguntou.

– Ai, eu amo vocês! – outra gritou.

– Vamos agora! – Zayn pegou minha mão e saímos quase correndo dali, com algumas meninas nos perseguindo.

– Droga, infestação de zumbis! Infestação de zumbis! – Alice reclamava, quase arrastando Harry pela areia.

– É tão difícil correr na areia! – Niall reclamou, tentando pular ao invés de correr. Claro que não deu certo, ele caiu de cara e Kim teve que puxá-lo para cima.

– Faz cavalinho? – pedi para Zayn, já cansada de ter que lutar com a areia pesada. Ele me olhou com uma careta, mas ficou na posição. Subi em cima dele em tempo recorde e logo estávamos correndo a mil.

– Ei, cadê os outros... – Zayn não terminou a pergunta, pois logo Harry apareceu zunindo, com Alice em suas costas também. Olhei para trás e vi que era Kim quem quase carregava um Niall morto já.

Franzi as sobrancelhas.

– As fãs sumiram já. Porque os dois idiotas estão correndo? Isso é guerra? – semicerrei os olhos.

– Pelo visto... Sim. Odeio ser desafiado. – Zayn falou, meio zangado.

– Também odeio, baby. Os dois lá atrás já estão mortos, mas tem os dois da frente... Eles merecem morrer.

– Oh, sim. E vamos fazer isso se realizar. – ele disse, determinado. Sério, ele lia meus pensamentos, tínhamos gostos e atitudes parecidas... Éramos almas gêmeas mesmo!

– Atacar! – gritei. Zayn saiu correndo na maior velocidade enquanto eu chacoalhava em seus costas.

– Isso é sacanagem! – Niall gritou lá atrás.

Fomos nos aproximando aos poucos de Alice e Harry até conseguirmos emparelhar. Alice me olhou, chocada. Eu mostrei a língua para ela e Zayn conseguiu passar de Harry. De repente Harry voltou, parecendo nervoso e... Sério, ele ousou bater o braço contra Zayn.

– Quer guerra, não? – Alice perguntou, também irritada.

– Sim. – respondi, olhando ela com meu olhar mortal.

– Pois então terá.

– E que venham as mortes! – exclamei.

Se éramos competitivos demais? Ora, que isso! Zayn apenas deu outro encontrão em Harry, ele devolveu, e Zayn deu outro, até que aquilo foi ficando mais selvagem. Comecei a trocar tapas com Alice e acabou que nós quatro caímos na areia, nos esborrachando e rolando por ela. Aposto que o pessoal nos olhava com aquela expressão de bosta, mas só me importei no momento de ter dado um mortal, girado duas vezes no ar, dado três cambalhotas e caído em cima de Zayn. Nem sei como ainda caí em cima dele, mas consegui isso sim.

Acho que engolira um pouco de areia e ela estava até em partes remotas do meu biquíni que nem prefiro comentar. Alice gemeu e olhei para os outros dois. Oh, Harry quem estava em cima dela. Pelo menos era areia e não asfalto, brrrrrr. De repente Niall passou correndo com Kim em suas costas. Ela acenou para nós, sorridente, enquanto ele cantava alguma música. Isso era revoltante, sério.

Demoramos uma meia hora para conseguirmos nos levantar e ir para o mar, nos livrar da areia toda. Kim e Niall retornaram nessa hora, enquanto nos afundávamos na água.

– Pamparam! Ganhamos. – Niall declarou. Kim saiu de cima dele e deu uma risada. Os dois bateram as mãos.

– Isso não valeu. Vocês nem estavam na competição antes. – Harry falou, azedo.

– Simplesmente não valeu! – falei, zangada.

– Mal perdedores. – Kim deu de ombros e ela e Niall bateram as mãos de novo.

– Sacanagem. – Alice resmungou.

– Para onde vamos agora? – Zayn perguntou.

– Tem algum bar por aqui? – Harry olhou ao redor da praia. O sol já estava se pondo.

– Sei lá Harry, nem andamos por aqui ainda! – Alice deu um tapa nele.

– Ouch. – ele a olhou, indignado.

– Isso foi por perder. – ela fungou, com o orgulho ferido.

– E isso também vale para você, baby. – bati em Zayn também. Os dois nos olharam, realmente indignados.

– Vamos para o bar mais perto? – Alice sugeriu.

– Sim. – demos os braços e saímos andando, deixando a galera para trás.

– Nós carregamos elas e depois recebemos isso! – Harry veio resmungando.

– Sem contar que foram elas que nos desequilibraram ao começarem a se bater. – Zayn também resmungou.

– E isso prova que eles são uns inúteis, não? – Alice falou.

– Com certeza. – sorri.

Quase deu para sentir eles bufarem atrás de nós.

***

Quase nove de noite e lá estávamos nós no bar La Cucaracha. Tipo, que nome, hein? Que bosta, hein? Mas era o que encontráramos. A dona do hotel nem tirou os olhos da TV quando subiram seis pessoas para o quarto. Foi umas duas horas até todo mundo tomar banho no único banheiro do corredor e se vestir para sair. Coloquei um short jeans qualquer e uma blusa frente única, pois naquele lugar fazia um maldito calor, mesmo a noite.

Alice já tinha voltado aos beijos com Harry enquanto eu e Zayn ainda travávamos uma conversa formal. Sério, tínhamos brigado por aquela besteira? Revoltante, sim. Mas logo eu agarrei ele e voltamos aos nossos beijos também. Niall e Kim faziam piadinha toda hora do fato deles terem ganhado a corrida hoje e aquilo deixou nós quatro carrancudos. Isso até chegarmos no bar à beira do mar, com aquela vista de tirar o fôlego e com seu teto de palha que, sério, deixava entrar água demais quando chovia naquele lugar, eu imaginava. O cara que estava no balcão, barrigudo, moreno e com um bigode sinistro de grande, nos atendeu, mas pelo menos ele preparava tudo certinho. Tinha alguns outros turistas ali, a maioria igual a nós: brancas com a pele vermelha e com cara de gringo sorridente mesmo. Huahua, olhando para eles eu percebia o quanto nós devíamos parecer ridículos... Até que eu vi que estava rindo de mim mesma. Hum. Not cool. Cof, cof.

Niall logo engajou em uma conversa com uma garota que se chamava Jessica. Pelo que ouvi da conversa ela vinha de algum país da América do Sul, sei lá. Kim estava sentada no balcão, escutando o cara gordo e do bigode sinistro falar um inglês misturado com espanhol. Ela estava realmente interessada no papo dele... Ou então aqueles olhos meio arregalados era por causa do bigode dele mexendo enquanto falava rapidamente. Ew.

Harry e Zayn começaram a jogar sinuca com turistas da Islândia. Tipo, Islândia. Mesmo. Alice e eu conversávamos com as três garotas que acompanhavam os outros três que jogavam com nossos namorados.

– Tipo, na Islândia vocês ouviram falar do México? – perguntei, chocada. Elas arranhavam um inglês estranho, parecendo o senhor do bigode sinistro.

– A Taylor realmente não perguntou isso. – Alice sorriu e deu um tapa na minha cabeça.

– Não, mas é sério! Tipo, a Islândia! Onde Judas perdeu a camisinha ou sei lá o que!

– Camisinha? – Alice me olhou com uma careta.

– Fica mais sexy assim. – dei de ombros. – E elas não entenderam a expressão.

Elas nos olhavam ansiosas, realmente não entendendo o que falávamos com tanta rapidez e com nosso sotaque inglês. Alice bufou.

–Afs, sorte delas. – ela se virou para as garotas. – Estão gostando desse lugar? É bem mais quente que lá na Islândia, não? – ela falou lentamente para que elas entendessem.

– Oh, com certeza! Ser bom diferente. – as três eram loiras, mas uma tinha olho azul, outra tinha olho escuro, e outra tinha olho verde. Tipo, era assim que as diferenciávamos. E a do olho verde quem disse. Ela era porta voz delas.

– Ela trocou “very” por “good” ? – fiz uma careta. – Tipo, eu posso dar umas aulas para ela se...

– Taylor, seja gentil. – Alice brigou. Soltei o ar pelo nariz.

– Tá. – sorri. – Sabiam que aqueles garotos ali... – apontei para Harry e Zayn. – Eles são gays? E já estão casados e tem um filhinho adotado. – falei e elas arregalaram os olhos.

– Taylor? – Alice me olhou, com os olhos arregalados.

– Hey, estou fazendo elas desinteressarem deles imediatamente. É um método prático e fácil. Olha só! – pisquei para ela. – Eles fazem parte dessa banda e fingem serem heteros, mas na verdade são gays. Super gays. Gays demais. Até a última célula deles tem ereção ao ver um cara.

– Se eles ouvirem isso te matam...! – Alice ficou rindo, deixando as garotas confusas.

– Sério? Nossa... – a de olhos verdes comentou.

As outras duas falaram em... Islandês, sei lá, e ficaram fofocando entre si.

– Você agora acabou de espalhar para o mundo que eles são gays. Já não bastam os “haters” dizerem isso! – Alice me repreendeu.

– Calma, eu sei o que estou fazendo. Okay, talvez só um pouco, mas sei de algo, não? – bebi minha marguerita.

– Hum... Taylor? – Alice me cutucou depois de alguns minutos.

– O que? – acordei da minha degustação da bebida.

– Ali. Acho que funcionou para as islandesas, mas acho que as mexicanas precisam de aprender isso também. – ela ficou olhando para a mesa de sinuca, onde uma garota ficava enchendo o saco de Zayn.

– Oh, ela quer morrer, não? – falei, já sentindo o sangue assassino correr com mais rapidez em minhas veias.

– Ah, não mata ela! – olhei indignada para Alice. – Espanque, mas não mate. – sorri.

– Tudo bem. – dei de ombros e me levantei, indo até a mesa de sinuca.

Zayn estava de costas para mim e a garota parecia ficar dizendo ou perguntando alguma coisa para ele, enquanto o mesmo tentava acertar alguma bola. Cheguei perto o suficiente para ouvir o que ela perguntava.

– Mas porque você está com ela? Ela é completamente diferente do tipo de garota que você diz se interessar! – ela disse com a voz manhosa e com um sotaque que pareceu que ela vinha da França. Talvez fosse francesa mesmo.

Aquilo irritou Zayn, pois ele se virou para ela para responder.

– Ela definitivamente não faz o meu tipo, mas sabe de uma coisa? Eu sou completamente louco por ela mesmo assim. E, ao contrário de várias outras que se encaixavam no que eu julgava ser o meu tipo de garota, ela me fez passar horas em claro só pensando nela. Ela pode não ser o meu tipo de garota que sempre sonhei terminar os meus dias, mas com certeza ela foi e sempre será a única que me fez desejar passar o resto da minha vida ao seu lado. – Zayn disse, praticamente dando um tapa, com as palavras, na menina. Strike, match point, gol, touchdown e sei lá mais o que! Dei um sorriso lento. Esse era o meu garoto.

– Agora, com licença que a “garota que não faz o tipo dele, mas o enlouquece do mesmo jeito” está passando e irá tomá-lo de você. Espera. – parei, antes de puxar Zayn. – Ele nunca foi sequer conhecido seu. Bai, bai. – mandei beijinhos para ela e saí puxando Zayn pela gola da camiseta.

– Nossa, nunca fui tão grosso com uma mulher em toda a minha vida...

– Cala a boca! – soltei-o, me virando e beijando ele com voracidade.

– Okay, valeu a pena! – ele disse, entre os meus lábios. Gargalhamos e acabamos caindo na areia.

A coisa foi ficando mais quente... Droga, estávamos no meio da areia, com apenas algumas pedras nos protegendo da visão do pessoal no bar, à cem metros dali. Mas quem disse que eu estava me lixando? Foda-se, a pepeca é minha, o namorado é meu, a praia é pública! Yuhu!

E viva a vida e o sexo!

Notas finais
Finalmente terminei, obrigada, obrigada!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!