Notas iniciais
tem bastante (HOT+18) pra vocês nesse cap! Ola ola ! Bom galerinha, aqui estou eu, postando o último cap antes dos dez dias ausente! Espero que gostem, e que esperem! hahahaha prometo que voltarei. Divirtam-se ! Beijos beijos ♥

Pov Elena

Digeria as palavras do meu pai,um pouco irritada. Não imaginava aonde ele queria chegar, com todo esse cuidado ao explicar que ofereceu minha mão ao Stefan. Eu tive vontade de gritar, e até mesmo deixa-lo falando sozinho e ir até o meu quarto. Conheço bem o suficiente, para saber que ele teria motivos, se não houvesse motivos, consertaria as coisas.

– Você ofereceu o resto da minha vida, pai? — Perguntei, afastando-me e olhando incrédula. Não conseguia acreditar nisso tudo.

– Oferecer não é a palavra adequada, filha. Você não é mercadoria, muito menos um troféu. Que monstro eu seria se a obrigasse a isso? Eu apenas palpitei a ideia, de que vocês dois poderiam ficar juntos. Nossa família casa cedo, sua bisavó, sua vó e até mesmo eu e sua mãe nos casamos jovens. Só estava vivendo no passado, filha. — Explicou arrependido.

– Por isso o Damon...

– Provavelmente sim. — Interrompeu, antes que eu continuasse. — Nunca imaginaria que você e o Damon. — Fez uma careta. — Nunca achei que combinariam. Fico um pouco surpreso por isso. Mas ele sempre soube que eu não obriguei, talvez ampliou as coisas, dando desculpas a ele mesmo para não fazer o que queria.

– Estou confusa, muito confusa. — Coloquei a mão na testa.

Damon estava fugindo do que realmente? Queria entende-lo, era impossível compreender uma coisa que nunca fui dita, que não está explícita. Ele é fechado, frio e intimidador. Eu jamais saberia o que se passa naquela cabeça.

– Desculpa, filha. Desculpa mesmo.

– Não estou com raiva de você. — Aproximei do meu pai, abraçando-o. — Eu te amo, e isso não muda nada. — Beijei seu rosto, voltando a olha-lo. Era nítido seu arrependimento.

– Seja lá, do por quê ele está fugindo, deveria deixa-lo ir. — Aconselhou, passando a mão em meus cabelos.

– Já deixei, pai. Já deixei. — Suspirei.

{...}

Passaram-se duas semanas, desde a última vez que eu o vi, senti, e toquei. Duas semanas torturantes, aonde ele só aparecia em meus sonhos.

Eu e meu pai, combinamos de não tocar mais nesse assunto, seria melhor pra mim. Não queria me martirizar por isso, entrar em um labirinto sem saída, pois é isso o que eu e Damon somos. Andam, andam, procurando a saída, esperando ver o Sol brilhar, mas sempre continua andando em círculos.

Colocava uma peça de vestido na frente do meu corpo, enquanto olhava-me no espelho. Caroline estava sentada no pé da cama, ajudando-me a escolher a roupa.

– Muito azul. — Reclamou, fazendo eu jogar outra peça acima da comoda, fazendo uma torre de roupas, que minha melhor amiga havia reprovado.

– Vou ficar sem roupas. Metade do meu guarda-roupa você não gosta. — Coloquei outro, e ela apenas virou os olhos: negado.

– Depois desses seus gostos. — Levantou-se, fuçando o meu guarda-roupa. — Tenho medo de como ia aos seus encontros.

– Você sempre tão discreta. — Sorri, analisando o vestido em minhas mãos.

– Ai meu Deus! — Deu um gritinho, e eu virei meu corpo rápido.

Em meus pensamentos, dei o mesmo grito que o dela. Fisicamente, permanecia parado, segurando firme o vestido em minhas mãos e vendo Caroline empolgada, esticando um vestido preto para enxerga-lo melhor. Engulo em seco, lembrando-me quem me presenteou com essa peça. O mundo parecia conspirar contra mim, naquele momento, esfregando na minha cara que Damon existia.

– Isso sim é um vestido. Tipo, muito maravilhoso...Aonde comprou? — Olhou pra mim, e eu sorri fraco. Ela abaixou o vestido, embolando em suas mãos e o sorriso empolgado saiu do seu rosto. — Foi ele?

– Sim. Pode ficar com ele se quiser. — Virei para o espelho, esticando o vestido mais uma vez.

– Confesso que adoraria ficar com ele. — Aproximou-se, lentamente com a voz calma e serena. — Se não fosse muito importante pra você. O que exatamente está fazendo?

– Tentando esquece-lo.

– Já faz duas semanas!

– Que passe mais duas. Vou esquece-lo.

– Não seria melhor ligar? Talvez dizer um olá, transamos lembra?

– Caroline. — Repreendi olhando pra ela.

– Elena. — Fez uma voz manhosa. — Ele é só um homem fechado, tenta abri-lo. Não pode ser tão difícil assim, ainda mais por aqueles olhos azuis.

– Não posso. — Respondi depois de alguns segundos. Sabia que quase fui convencida a isso.

– Sabe que hoje provavelmente ele irá aparecer, não é? — Abaixou o vestido.

– Será que ele vem?

{...}

Pov Damon

– Óbvio que eu vou. — Afirmei, olhando para o Stefan. — Preta, ou cinza? — Levantei duas gravatas, e ele sorriu, apoiando-se no batente da porta. — Cinza! — Escolhi sozinho.

– Está indo pelos negócios, ou pela Elena? — Riu brincalhão, e eu sorri sem humor.

– Suas piadas são péssimas. Deveria melhora-las, se preferir, pare de conta-las.

Coloquei a gravata no meu pescoço, concentrando-me no espelho para dar o nó. Meu irmão mais novo, continuava atrás de mim, com aquele sorriso que eu odiava, parecendo querer dizer Damon, estou esperando explicações.

Suspirei irritado, virando os olhos e o olhando pelo reflexo do espelho, após fazer um nó em minha gravata.

– O que quer? — Virei pra ele impaciente.

– Nada! — Levantou as mãos, rendendo-se. — Você só transou com ela, e de repente, sumiu. Duas semanas é muito, para querer voltar e desejar achar tudo em seu devido lugar.

– Aonde quer chegar? — Espremi os olhos, curioso.

– De que você foi um babaca.

– Isso já sei que eu sou. Ela também. E você, deveria saber que também é um. Mas, não vou deixa-lo estragar minha noite. Boa noite, maninho. — Coloquei a mão em seu ombro. — Falando nisso, conseguiu transar com a Alexia já?

– Não está atrasado para um jantar?

Conferi o relógio, vendo que realmente já estava atrasado.

– Sim, mas, o jantar pode esperar. Meu irmão mais novo, pode ter perdido a virgindade, pode querer alguns conselhos meus.

– São as últimas coisas das quais preciso. — Deu dois tapas leves na minha bochecha, e me deu as costas.

{...}

Pov Elena

– Para! — Caroline falou alto, tirando-me dos meus devaneios.

A sala de jantar estava cheia, e os convidados conversavam enquanto tocava uma música clássica de fundo. Os garçons serviam taças de champanhe, e meu pai estava bastante ocupado para perceber que a filha parecia uma fugitiva do FBI, olhando para todos os quatro cantos daquela sala.

Segurava minha taça, e beberiquei um pouco após ouvir a Caroline ao meu lado.

– Melhor eu sair daqui. — Abaixei os olhos até minha bebida.

– E por que sairia desse jantar super-empolgante? — Jeremy chegou por trás, envolvendo carinhosamente o braço na minha cintura.

– Olha só, o homem de negócios. — Caroline o elogiou e ele sorriu. — Parabéns, soube que mesmo sendo um pirralho já está cuidando dos negócios.

O sorriso de decepção do meu irmão, foi hilário. Caroline não imaginava que Jeremy tem uma queda por ela, e chama-lo de pirralho com certeza foi o golpe fatal no meu irmão caçula. Como sempre, ela não percebeu e tomou um gole da sua bebida sorrindo.

– É. — Respondeu, com um sorriso falso. — Pode ser que, um dia vire um Salvatore. — Indicou com a cabeça para a porta.

Segurei firme em minha taça, vendo-o parado na entrada. Caroline virou olhando por cima do seu ombro, e nós três observávamos o homem poderoso, rico e extremamente bonito parado na porta.

– Ser igual a ele, pode não ser uma qualidade. — Tomei o restante de uma vez, e minha amiga voltou a me olhar.

– Não? Podre de rico, sócio do homem mais bem-sucedido, e já percebeu os olhares nele?

– Jeremy querido. — Caroline foi cínica. — Que tal ir pegar um refrigerante pra você?

– Aproveita e pega uma dose de uísque pra mim. — Acariciei seu braço, e ele saiu, provavelmente indignado com a Caroline.

– Elena, tipo assim, não quero ser chata ou inconveniente, mas assim, ele é um tremendo gato. Como conseguiu não ligar? — Observamos juntas, ele cumprimentando o meu pai.

Seus olhos percorreram pela sala, até encontrar os meus. Meu coração saltou, batendo forte. O sorriso em seus lábios foram sumindo lentamente, até tornar-se um leve sorriso de cumprimento, olhos que pareciam querer dizer alguma coisa. Ergueu a sobrancelha pra mim. John o chamou, ele sustentou seus olhos em mim, e a seguir virou para o meu pai indo em direção aos homens que ele conversava.

– O que foi isso? Ual, que sexy! — Minha amiga arregalou os olhos, abrindo a boca e não disfarçando, de novo.

– Ele é um idiota. Droga!

– Um idiota gostosão, tem que concordar! Ele quase a engoliu com os olhos, poderiam ir para o seu quarto. Apresentar a casa a ele, seu quarto, sua cama...

– Caroline. — Interrompi, suplicando para que ela parasse.

– Tudo bem. — Deu os ombros. — Se o irmão dele também ter essa genética, não seria uma má ideia casar-se com ele.

– Você nunca para? — Ri brincalhona e ela também.

– Não!

– Deveria parar de chamar o Jeremy de pirralho. — Pedi sorrindo, enquanto ela bebia. — Ele tem uma queda por você.

Ela cuspiu no mesmo instante, fazendo algumas pessoas olharem. Envergonhada, limpou o líquido do seu queixo, olhando pra mim assustada.

– O que?

– Ele diz que não, mas sei que sim. Está na puberdade, muitos hormônios.

– Hum. Um Gilbert. Poderia ensina-lo o que eu sei. — Sorriu maliciosa, mas sabia que ela estava mentindo.

Caroline odiava caras certos e com a cabeça no lugar. Ela adorava uma ótima confusão e um homem dissimulado, Tyler era a prova viva — e irritante — disso. Bad-boy, sempre encaixou com ela, até ela surtar e tira-lo completamente da sua vida. Jeremy não estava no seu padrão, estava longe, e eu sabia disso, mas não magoaria meu irmão. Se ele quisesse tentar, que mal teria? Talvez o influenciasse a ser sempre melhor.

{...}

Estava do lado de fora, tomando um ar. Não deveria ter misturado aquele uísque, com as duas doses de vodca e os inúmeros copos de champanhe. Caroline jurou que iria ao banheiro, mas depois de alguns minutos a encontrei em meu quarto dormindo esparramada na minha cama. Não sabia se ela havia caído, pela sua posição, ou se simplesmente resolveu ir dormir. Ficava com a primeira opção, já que ainda calçava seus saltos.

Sobressaltei, ao sentir minha cintura ser tocada. Virei rapidamente, vendo Damon ao meu lado. Chegou tão silencioso, que se não tivesse me tocado não notaria sua presença ali. As mãos saíram as minhas costas, e ele parou um pouco atrás de mim, com um semblante sério.

Engulo seco, virando-me pra frente novamente.

– Está zangada. — Deduziu. Sua voz soou rouca, fazendo com que meu corpo se arrepiasse.

– Por qual motivo? Por você ter sido um idiota? Já superei.

– Você já sabe, não é?

– Muitas pessoas são covardes, Damon. Sinta-se só mais um entre elas.

Ele ficou em silêncio, eu questionava se ele ainda estava ali, se não havia ido embora do mesmo jeito que chegou.

As pontas dos seus dedos, tocaram meu ombro. No fundo, comemorei que ele ainda estivesse ali. Fechei os olhos, sentindo ele contornar meu ombro, passando pela a minha nuca, parando ao outro lado do ombro. Senti seu corpo mais perto, e a temperatura subir. Sua respiração estava próxima ao meu pescoço, e eu já sentia o seu hálito de uísque.

– Sinto falta do seu cheiro. — Sussurrou em meu ouvido. Desceu o rosto até o meu pescoço, dando um selinho demorado e úmido.

Meu corpo arrepiou novamente, e eu forcei os olhos fechados, lutando para não soltar um gemido, pelo efeito que sua voz causava no meu corpo.

– Damon, não. — Tentei manter-me firme, e abri os olhos.

– Não o que? — Mordiscou meu pescoço, deslizando sua mão pelo meu braço, e entrelaçando nossos dedos. Afastou o cabelo da minha nuca, colocando-o todo em cima do meu ombro, beijando a minha nuca. Esforcei mais uma vez, para não gemer. — Hum? — Insistiu, sabendo que eu já estava imersa a ele.

Deu um passo curto, o bastante para o seu corpo encostar atrás do meu, e eu senti-lo perto.

– Isso não vai acontecer. — Meu esforço estava sendo inútil, já que meu corpo havia se arrepiado por inteiro novamente.

– Seu corpo já deu passagem, só falta você permitir deixar eu fazer o que ele deseja. — Sussurrou, mordendo o lóbulo da minha orelha.

– Você é maluco.

– Sim.

– Antipático.

– Sim.

– Irritante.

– Essa é você.

– Arrogante.

– Ah, sim. Sou eu. O que mais? Frio, prepotente. — Apertou nossas mãos. — Diz, o que mais eu sou?

Virou meu corpo com força, fazendo eu chocar contra o seu. Envolveu seu braço na minha cintura, prensando o meu corpo contra o seu e encarando o fundo dos meus olhos.

O que ele era? Extremamente lindo, bem-dotado, um rei na cama e o provável culpado da morte da minha dignidade.

Segurei seu rosto, dando um beijo como se seus lábios fossem meu oxigênio. Ele retribuiu, segurando-me mais firme ainda contra o seu corpo. Beijávamos espremendo a boca um no outro, desesperados.

– Quero você. — Sussurrou entre o beijo, descendo até o meu pescoço.

Segurou em meu pulso, e começou a andar na minha frente, com passos largos e apressados, estávamos praticamente correndo pelo quintal da minha casa. Na direção que ele ia, vi sua limousine parada. O motorista ligou o carro, que nos viu.

– Adam, vai dar uma volta. Beba um uísque e dê em cima de algumas garotinhas. — Damon falou, e abriu a porta da limousine, dando passagem para que eu entrasse.

Damon entrou, fechando a porta e já se inclinando em cima de mim, beijando meus lábios e passando a mão sem pudor, por toda parte do meu corpo. Coxas, levantando meu vestido. Apertou meus seios e gemeu baixo entre o beijo. Deslizou o polegar pelos meus lábios, os olhando com desejo.

Sentou-se no banco, levando-me junto com ele, colocando-me em seu colo, fazendo que meu vestido fosse parar no quadril, com uma perna de cada lado do seu corpo, apoiei meus braços em seus ombros. Ele apoiou as mãos no meu quadril, movimentando meu corpo de uma forma que eu cavalgasse em seu colo, roçando nossas partes íntimas.

Ele parecia se deliciar, olhando o movimento.

O calor aumentava a cada segundo, tinha arrepios em partes do corpo que mal sabia que poderiam arrepiar-se.

– Mais rápido, amor. — Ele sussurrou, levantando meu vestido assistindo revelar mais partes do meu corpo.

Eu o obedeci, até por que, precisava de mais, assim como ele.

Elevei o braço, permitindo que ele terminasse de tirar o meu vestido, deixando-me apenas de calcinha. Cobriu meu seios com suas mãos, e os massageou com força. Gemi baixo, e ele subiu os olhos até o meu com um sorriso safado. Ah, que sorriso, arfei só por vê-lo sorrir daquela maneira.

Os gemidos escapavam entre meus lábios, sentindo as caricias em meus seios, e seu membro duro contra a minha intimidade.

Damon inclinou-se, chupando um dos meus seios com fervor. Contornou áurea do meu seio, chupando o bico e mordiscando levemente. Inclinei a cabeça pra trás, gemendo mais alto e aumentando o ritmo do movimento.

Há tempos estava querendo-o sentir novamente o corpo do Salvatore contra o meu. Há tempos, ansiava por esse momento, sonhava com esse momento e agora, eu estava em seu colo sendo dominada.

– Você rebola muito gostoso. — Murmurou, lambendo meu seio e em seguida o apertando e massageando.

Segurou em cada lado da minha calcinha, e com um puxão forte e bruto a rasgou no meio, jogando em qualquer canto daquela limousine. Novamente, aquele sorriso safado, olhando a minha intimidade.

– Vamos ver, se o seu corpo está pronto pra mim.

É claro que estava. Qual corpo não estaria pronto pra ele?

Deslizou o dedo indicador dentro de mim, que deslizou com facilidade devido a minha excitação, com o polegar, massageava meu clitóris em movimentos circulares, causando-me alguns espasmos.

– Que delicia. Assim mesmo.. — Parabenizou, abrindo sua calça e a abaixando junto com a sua cueca.

Seu pênis saltou pra fora, e eu cravei minhas unhas em seu ombro o desejando mais do que nunca. Era grande e grosso, Damon era bem dotado e sabia disso.

– Vem, amor. — Encaixou o seu pênis na minha entrada.

Desci lentamente, engolindo todo seu membro com meu corpo. Incrivelmente delicioso, tê-lo dentro de mim. Assim que ele estava por completo dentro de mim, esperei um pouco parar acostumar com o seu tamanho, mesmo que ele já esteve aqui, ainda exigia um tempo para que me acostumar.

Ele puxa meu pescoço, fazendo-me inclinar e beijar seus lábios molhados. Sua língua percorria toda a parte da minha boca, chupando e mordendo.

– Mexe. — Suplicou entre o beijo, e assim fiz.

Subia e descia lentamente, rebolando e sentindo cada centímetro seu entrar e sair. Era delicioso.

– Damon... — Praticamente gritei, quando ele forçou meu quadril pra baixo forte e fundo, enlouquecendo-me. — Ah...Damon...

– Isso, gostosa. Fala pra mim quem é seu dono, fala. — Ordenou, entocando cada vez mais forte e fundo. Já dava gemidos incontroláveis, perdida em tanto prazer.

– Você.

Ele deu um tapa ardido na minha bunda, sem cessar os movimentos.

Afundou seu membro dentro de mim, e mexeu o quadril lentamente, vendo minha cara de prazer. Inclinou-se, mordiscando meu seio e massageando o outro, enquanto eu rebolava lentamente em cima dele. Foi para o outro seio, lambendo minha áurea, fazendo-me gemer.

– Senti tanta falta de você apertando meu pau. — Mesmo com suas palavras, parecia intensificar o que eu estava sentindo naquele momento.

Voltei a me movimentar em cima dele, cada vez mais forte, até que o barulho altamente erótico dos nossos corpos se chocando, invadisse a limousine junto com nossos gemidos abafados.

Ele inclinou a cabeça pra trás me fitando, os azuis estavam luminosos, e eu poderia estar mais apaixonada do que imaginava.

Eu estava perto, muito perto e ele pareceu perceber, desinclinando o pescoço e fazendo ele ir cada vez mais fundo.

Puxou meu cabelo, inclinando meu rosto pra ele e mordeu minha orelha.

– To sentindo você mastigar meu pau, deliciosa.

Isso foi o suficiente, para que eu me desmontasse diante do seu corpo, sentindo que ele também embarcou comigo nessa. Chegamos ao clímax juntos.

Meu corpo praticamente caiu em cima dele, que foi recebido pelos seus braços longos. Ele ainda estava dentro de mim, e eu sentia minha intimidade pulsar.

Depois de alguns segundos, voltando ao normal, não tive coragem de encara-lo. Envergonhada, por ter sido tão fraca. Mas não era aquilo que eu ansiava, durante essas semanas? Então por que, sentia-me tão mal com isso?

Era óbvio. Eu estava apaixonada por ele, e queria mais do que um sexo no banco de trás de limousine.

Gemi, quando senti seu pênis sair de dentro de mim. Continuei sentada.

Ele segurou meu rosto, de frente ao seu e passou os olhos por toda a extremidade do meu rosto. Arqueou as sobrancelhas e molhou os lábios.

– Você é maravilhosa. — Passou o polegar no meu lábio, contornando-o.

– Deveríamos ir, vão sentir nossa falta. — Ameacei sair do seu colo, mas ele não deixou.

– O que foi?

– Nada. — Suspirei. — Não é nada. — Tentei sair novamente, mas ele não permitiu. Encarou-me sério, e sabia que não sairia dali sem a resposta dele. — Só estou confusa. Foi uma delicia, você sabe que é. Mas...

– Mas?

– Mas eu quero mais, tudo bem Damon? — Assumi. — Eu não preciso de um banco de trás, ou de um homem que acha que pode transar comigo quando bem entender, e depois sumir durante semanas. Não que eu queria que aparecesse na minha porta, dizendo ao meu pai que ficaria comigo...

– Mas eu quis. — Interrompeu.

Espremi os olhos, esperando a sua risada irônica e brincalhona, mas ela não apareceu.

– Senti sua falta, Elena. — Acariciou meu rosto. — E não foi só do seu corpo.