Morada dos Espelhos
4 Capítulo 4 - Os avisos da ameaça
Notas iniciais
Em Nova York, no departamento policial, Petrick explicou a situação ocorrida ao seu chefe, contou detalhe por detalhe de precisar da autorização e sem insistir muito conseguiu a tal autorização pra iniciar a investigação da busca que intitulou como “O Mistério dos Davis”. Ligou do departamento para o aeroporto agendando o voo mais próximo para Ohio e foi para casa fazer a mala, pois não iria sair de lá até resolver esse caso que parecia que não iria acabar bem.
Petrick recebeu um telefonema do Sr. Louis, o inspetor sanitário e explicou tudo o que tinha acontecido para ele, e o Sr. Louis ficou muito nervoso, disse para ele não se meter nessa história, pois iria sobrar para ele, mas Petrick disse que não iria desistir, pois era a vida de uma família em jogo. Falou mais meia dúzia de palavras e desligou, estava com presa para pegar o voo. No voo ficou pensando como iria falar com a família sobre o ocorrido, pois a Srª Kenda o provou que a tal raposa que encontrada era um ritual de magia negra e eles poderiam estar correndo perigo.
Em Ohio, Walter terminou de resolver as coisas referente à casa, iria fazer uma dedetização parcial na casa por enquanto e agendou pessoalmente, além de fazer umas compras que precisavam. Entrou na carro que sua tia Sara o emprestou, quando ligou o carro lembrou de ligar pra casa para perguntar a Marie se ela precisava de mais alguma coisa pra caso tenha esquecido. Ele ligava e o telefone só chamava e ninguém atendia e mesma coisa aconteceu com o celular de Leslie. Foi para casa mesmo assim e mesmo tendo achado estranho.
Na estrada para casa Walter foi ouvindo numa rádio local da cidade tocando “What A Wonderful World” de Louis Armstrong e logo em seguida tocou “I Put Spell On You” de Nina Simone, clássicos do jazz que ele amava. Curtindo sua música num volume bem suave passava por uma enorme fazendo próximo ao bairro que morava e viu uma pessoa no escuro com os braços fechados e abri-los. Freou o carro de repente, mas pensou melhor e seguiu em frente. Olhou no retrovisor e não viu sinal de ninguém. Achou perigoso parar numa estrada na hora que estava indo pra casa, depois das 21h. Podia ser algum tipo de emboscada ou qualquer coisa do tipo. Desligou o rádio para pensar e viu que a pessoa fez meio que um gesto de negação, como que um “Não”. Refletiu sobre isso, mas deixou para lá.
Levou o carro na casa de sua tia e foi para casa, sua tia parecia já ter dormido, pois dali era mais ou menos uns 20 minutos a pé, estacionou o carro na frente da casa mesmo e foi. Na caminhada até em casa tentou ligar novamente para o celular da esposa e da filha, mas ainda chamava sem ninguém ao menos atender. Apressou mais o passo, pois não ter conseguido falar com ninguém de sua família o deixou preocupado.
O policial perito Petrick dormiu assim que começou a viagem, pois estava sem dormir direito há uns dias e aproveitou a viagem para tirar esse sono acumulado. Com os acontecimentos estranho que sempre lidava e justamente com esse novo caso ele teve um sonho muito estranho. Que estava sentado na beira de um píer num lago deserto e por achar que seu reflexo estava estranho resolveu ir um pouco pra frente e acabou escorregando e iria acabar caindo no lago, só que algo o segurou e o puxou, sentiu uma mão áspera e fria o segurar, mas quando se recuperou do susto e já ia agradecendo a pessoa que o ajudara se virou e não tinha ninguém por perto, ninguém a vista, ficou preocupado e olhou para o lago novamente e um ser negro com uma silhueta humana o abraçava, puxando o para água com muita força... E Petrick acordou assustado pela aeromoça que achou se comportamento enquanto dormia estranho, pensado que estava passando mal ou algo do tipo, até assustando a pessoa que estava ao seu lado no avião. Estava encharcado, sua roupa estava molhada. Olhou para os outros e não entendeu nada, mas isso ô fez refletir e querer interpretar esse pesadelo na verdade e isso que aconteceu com ele.
Quando chegou a Ohio já era tarde, 21h. Imediatamente foi procurar na entrada do aero porto um táxi e falou para o motorista o levar para o hotel mais próximo dali. Anotou seu sonho num caderninho que carregava com sigo e seguiu viagem.
Andando na estrada para sua casa, ficava meio deserto próximo de sua casa ouviu algo se mexer num gramado alto de um terreno próximo de sua casa, pensou ser algum animal e conferir, era sua filha, Lorena, sentada no chão próximo a um espelho rachado e encharcado de sangue. Ele a pegou nos braços assustado e ficou furioso imediatamente e frustrado, pensado como ela estaria ali, longe de casa e ninguém com ela, como não teriam a visto sair. E um grito horrível ecoou da sua casa num momento depois. Todas as luzes da casa explodiram em sequencia e dos postes próximos a casa também, ficando uma escuridão sem fim.
No hotel Petrick já estava dormindo do cansaço da viagem, com a roupa que estava mesmo e as luzes acesas de seu quarto e do banheiro estouraram, o acordando assuntando. Ele achou que aquilo era uma coincidência estranha, algum tipo de avis, algo o incomodara e ele pegou algumas coisas e decidiu ir imediatamente na casa do Davis resolver logo o que viera fazer em Ohio. Pediu um táxi com urgência, desceu as escadas e o táxi já estava lá o esperando na frente do hotel, ele deu o endereço que o inspetor sanitário tinha lhe informado para o taxista e foi para casa dos Davis às pressas.
_Continua
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