Notas iniciais
E aí galerinha, beleza? Voltei /o/ Sim! Para quem não sabe, essa é minha segunda fanfic que estou fazendo depois de um tempinho aí...Espero que essa fanfic possa vir agradar o povo e espero que não me "matem" xD (mas também não prometo nada rsrs').Enfim... Bora lê~?

– Mike, fique aqui!

– Mama...

– Mamãe já volta. Mama te ama, amore mio...

A jovem mulher preocupava-se com seu filho. Deixara o pequeno garoto embaixo de um grande cano de ferro por onde passava ar para as casas com um beijo quente e carinhoso em sua testa. Uma gota de lágrima brotou dos olhos da moça e rolaram pela bochecha. Ouviam-se gritos e pessoas correndo em todas as direções tentando salvar-se. Outras sendo devoradas e tendo suas partes do corpo sendo mutiladas. A pequena criança se assustara com a imagem. Ele queria correr em direção à mãe, mas acabara ficando paralisado ao vê-la com seu tronco perfurado com enormes dentes pontudos e brancos, que agora estavam vermelhos.

– Mama...! – gritara o garoto.

Horas se passaram e o garoto havia se escondido em todos os lugares que lhe era possível passagem. Tivera que dar tudo de suas pequenas pernas em sua fuga. Mas que aberrações são essas?!, pensara em meio desespero. Ao chegar a um beco, ele encontra-se com as costas de uma enorme fera com uma cor prateada com uma ferrugem cheia de espinhos até seu rabo, que afinava até o final. Não deixara de notar as enormes asas que acompanhavam suas costas. O bicho alimentava-se se uma pessoa.

– Mama... – o garoto cochichou ao ver o rosto sangrento da mãe. Sentiu lágrimas escorrerem pelas bochechas como água quente.

O monstro que havia matado sua mãe o ouviu, virando-se apenas a cabeça em direção ao pequeno garoto. O menino não sabia o que fazer. Suas pernas, já não o obedeciam mais. O que fazer?, pensara e repetia a si mesmo. Estava sem saída. Assim que percebeste o enorme e feroz animal virando-se em sua direção, conseguiu analisar sua face melhor. No início ele logo pensara em um lobo. Possuía uma espécie de focinho, comprido e fino. Seus dentes enormes, pontudos, mas desproporcional à raiz dentária. Seus olhos eram pequenos, mas cheio de ódio e sangria. Brilhavam como faróis de trens em direção ao menino à sua frente. Em sua cabeça havia uma espécie de pontas no final, como lascas afiadas de um vidro quebrado.

O menino não sabia o que fazer, então optou em correr. Acabou tropeçando no início, mas se recompôs novamente e seguiu seu trajeto. Sentira a enorme aberração segui-lo, através dos seus passos, que pareciam como terremotos. O garoto dera sorte: Os monstros haviam sumido das ruas. Talvez voltaram de onde veio. Mas não pôde se contentar com essa pequena notícia: havia um enorme devorador de pessoas logo atrás.

Michelangelo virou à sua direita, e acabou encontrando outa fera. Não estava sozinho com apenas um monstro, mas sim com dois. Tentou voltar, mas percebera que o que havia devorado sua mãe estava muito próximo. Correu na direção contrária de ambos, mas acabou tropeçando em uma pedra cravada no chão batido. Caíra de frente. Virou-se rapidamente ao sentir um bafo quente em seu corpo todo. Arregalara os olhos ao perceber que a sua enorme pata, com suas enormes unhas, se levantara para atingi-lo.

Aiuto!– escutou sua voz sair falhada.

Ele virou-se de costas esperando a morte, mas não recebeu. Sentiu em suas costas algo pesado e bem afiado, rasgando sua carne, de cima a baixo. Gritou de dor. Ele escutou um barulho forte e pesado. Olhou à sua direita e percebeu que o outro monstro havia atacado sua mãe fincou as unhas na lateral do corpo do que queria devorá-lo. Ele... me protegeu?, pensou. Não...não mesmo., disse para si mesmo ao perceber que o monstro que atacou o outro, queria proteger o seu alimento. Mesmo com muita dor, Michelangelo levantou-se e saiu correndo. Consegui abrir a tampa de um bueiro e pular lá para dentro antes que o outro monstro o atacasse. Michelangelo não viu nada, apenas uma escuridão, um cheiro forte de esgoto e depois uma batida forte. Acabara batendo a cabeça no chão e desmaiando.


***

Ao acordar, sentiu uma forte dor em seu tornozelo. Percebera que havia torcido quando caiu. Tentou levantar-se se apoiando na parede. Olhou para os lados e a única coisa que ele conseguia ver era um vulto de um rato correndo de um lado ao outro naquele esgoto fedido. Olhou para cima e pode ver através dos furos da tampa do bueiro que já era tarde. Ele agarrou as escadas cravadas na parede de concreto e subiu com dificuldade, sentindo dores em todo o corpo, principalmente em suas costas. Antes de abrir a tampa, subiu mais um degrau colando seu ouvido à tampa. Esperou bons minutos para ter certeza que a rua não tinha mais ninguém na rua. Abriu a tampa a arrastando para o lado. Espiou rapidamente e percebeu que realmente não havia ninguém.

Michelangelo saiu do bueiro e correu em direção à sua casa. Chegando lá, pegou uma bolsa lateral que sua mãe usava e encheu com ração (como um pacote de bolachas, três latas de feijões e mais duas latas de milho e ervilha em conserva) e algumas garrafas de água mineral. Pegara também uma colher e uma faca multiuso que seu pai havia dado para ele quando fizera oito anos. Sua mãe não havia gostado nada. Tal aparelho tinha uma colher e um garfo pequenos, uma faca média, estilete e até um saca-rolhas. Tudo isso poderia ser colocado em um bolso sem ninguém perceber.

Em um bolso falso da bolsa ele juntara algumas peças de roupas íntimas e outras como blusas e calças. Aproveitou para pegar uma blusa social branca da mãe (que era maior que ele). Antes de sair de casa, o garoto passou na sala e pegou uma fotografia da mãe. Ao analisar, viu uma lágrima cair no vidro do porta-retratos. Limpou rapidamente e enfiou com cuidado a fotografia entre as roupas.

Com sigilo, Michelangelo passou a tarde inteira fugindo. Indo para um lugar, que nem mesmo ele sabe onde.

Notas finais
E aí, galerinha? O que acharam? Bom... a história vai ser assim, narrada na terceira pessoa e o Michelangelo será nosso protagonista (avá :v). Decidi narrar dessa vez a história em terceira pessoa porque assim podemos saber o que demais personagens estão a pensar UwU aushuash' Enfim... Espero que tenham gostado!Chu~ ------------------- Mini-dicionário ITALIANO > Mama te ama, amore mio: Mamãe o ama, meu amor. > Aiuto: Socorro.