Notas iniciais
Outras notas, acho que estão ficando acostumados com elas agora não é rs. Bom, essas notas hoje é pra agradecer os comentários do ultimo capitulo e dizer que minha fic Prometida foi novamente plagiada, mas felizmente me avisaram e eu denunciei, dessa fez foi no site Anime Spirit, com plagiador (Leonardo se não me engano) não foi mais original que o ultimo plagiador, nem ao menos mudou capa ou sinopse, ele simplesmente colou tudo mesmo. Os responsáveis pelo site lá já excluíram a fic, mas alguns leitores que não conheciam a estória ficaram punidos também, pois queriam ter lido mais. Em fim, acabei criando uma conta lá e começarei a postar as fics lá também, então quem tiver conta no Anime Spirit me adicionem, assim eu não me sentirei sozinha naquele lugar desconhecido por mim rs. http://animespirit.com.br/wendyuchiha.
Outro motivo para as notas é que fiz um blog e lá irei postar tudo sobre as fics, spoilers, imagens dos personagens, o que pretendo escrever ainda e coisas sobre mim. Gostariam que dessem uma olhada e me dissessem o que acharam http://wendyuchiha.blogspot.com/. Quem quiser me adicionar também no msn pra conversar é wendyuchiha@hotmail.com. Isso é tudo e obrigada.

Meu gemido de pânico foi cortado pelo beijo sofrido que ele me deu, seus lábios eram rudes e pareciam querer memorar cada canto de minha boca com sua língua. Eu correspondia, o efeito que ele tinha sobre mim era inexplicável, parecia que meu corpo me obrigava, sempre me traia quando ele estava perto de mim. Minhas pernas foram erguidas e presas ao redor de sua cintura, ele estava nu eu podia sentir, seu membro contra minha intimidade e sem demora ele me penetrou, parecia faminto e ansiando aquilo, parecia sentir dor. Seus beijos foram parar em meu pescoço, ele grunhia baixinho, parecia o som de alguém chorando, eu apenas gemia, ele sustentava sozinho com os braços, minhas pernas, segurava firme em minhas coxas e mantinha o rosto enfiado na curva de meus pescoço. A água quente batia em nossa pele, a sensação que eu tinha era boa, aquilo estava sendo algo maravilhoso e o fato dele não está sendo bruto como na primeira vez fazia tudo se tornar melhor, eu o amava, não podia mais negar.


– Eu te amo – disse entre os gemidos, arrependi-me de ter revelado aquele fato tão recentemente, fraca, uma fraca, isso que eu sou. Sasuke aumentou a velocidade das estocadas, uma de suas mãos liberou minha coxa e pararam na parede, ouvi o som arrepiante e irritante, de suas garras arranhando o azulejo. Trinquei os dentes pelo nervoso que senti, logo depois suspirei quando meu ápice chegou.


– Você é uma idiota – ouviu dizer, entre meu pescoço, logo depois ele mordeu ali, pude sentir suas presas arranhando minha pele, a dor agora me dava prazer. Ele não parava, hora ia lento e firme, outras mais a fundo e numa velocidade constante. Podia sentir seu membro encostar-se a meu útero e uma dor aguda me incomodar, meu centro se mantinha inchado, ainda não havia se recuperado de nosso ultimo encontro “intimo” e agora, estava ainda mais sensível devido ao orgasmo.


Não sei quanto tempo passou, talvez minutos, horas talvez, mas ao olhar para o basculante do banheiro já era noite, o vento frio que entrava por ali fazia o favor ali no banheiro rodopiar no ar, meus olhos estavam serrados e minha boca levemente aberta. Quando Sasuke parou, ele encostou-se a parede e foi descendo seu corpo comigo ainda conectada a ele. Minha cabeça estava sendo apoiada em seu ombro, assim como fazia com a sua no meu. Ele estava quente, muito quente, esse Sasuke, que me mantinha perto de seu corpo eu não conhecia e eu estava gostando, mas me sentia estranha ao mesmo tempo, como se aquilo estivesse errado, totalmente fora do padrão.


Como se novamente ele pudesse ouvir meus pensamentos, toda a magia do desconhecido e romântico se desfez. Ele voltou a si e empurrou-me grosseiramente para longe, eu fui me afastando dele, até que minhas costas pararam na parede, ficamos assim, nus, de frente para outro, mas ele não me encarava. O silencio era aterrorizante pra mim, pois não sabia o que dizer, apenas podia se ouvir sua respiração pesada e o som do chuveiro ainda ligado. Encolhi minhas pernas e as abracei, fiquei a o observar, ele estava de cabeça baixa ainda, não dizia nada, nem mesmo me olhava.


– Você é tão patética – disse ele, de forma indiferente. Engoli em seco e espirei fundo pra responder.


– Ultimamente eu também me considero assim – confessei e era a mais pura verdade, ultimamente eu realmente me considerava uma pessoa patética, uma garota tola, completamente apaixonada por um monstro sádico e egoísta.


– Hn. – ele levantou a cabeça novamente, estava como o Sasuke da escola, o sem emoção alguma no rosto, o Sasuke sem vida. – não tem medo de mim? – perguntou sério, ele parecia calmo, então continuei respondendo, tentando ao máximo também me manter calma.


– Um pouco – admiti, ele por sua vez riu, finalmente, foi um riso debochado apenas, sem qualquer emoção.


– Você realmente é muito estranha.


– Você é bipolar? – perguntei, mordi a língua depois de ter perguntado, sua face ficou mais sombria do que nunca.


– Digamos que sim. Você tornou as coisas bem complicadas pra mim – arqueei as sobrancelhas, não sabia em como eu poderia ter o atingido de alguma forma, parecia impossível.


– Bom...- distrai-me no meu da resposta notando seu corpo agora mais visível, nu em minha frente, seu peito molhado e definido, como o abdômen e pernas...


– Você se distrai fácil – disse ele, corei violentamente


– É que eu nunca...


– Eu sei – ele suspirou e se levantou, levantei-me também apreçada e peguei a toalha pendurada no gancho.


– Não vai – pedi, apesar de tudo eu gostava da presença dele ali, eu gostava daquele Sasuke desconhecido. Ele se virou pra mim, e deu seu sorriso encantador de canto, dei um passo pra trás quando seus olhos começaram a ficar cinza e suas garras a crescerem.


– Vamos esclarecer as coisas aqui – sua voz ficou mais grossa, aquela voz que assombra meus sonhos – não seja uma garotinha apaixonada, eu apenas lhe uso, não se iluda. Assinou sua sentença ao mexer com o que não conhecia, agora você é minha. – ele foi até minha em sua velocidade nada humana e segurou meu pescoço, apertando e levantando meu corpo, eu estava sufocada e meus pés não tocavam mais o chão. Eu segurava seu braço, tentava o soltar, mas ele era mais forte do que eu, podia sentir meu rosto já ficando dormente pela falta de ar – sua vida acabou no instante que decidiu cruzar meu caminho – suas presas novamente voltaram a aparecer e sua forma de monstro assustador se revelava, suas asas, sua cor, deixando o branco de sua pele sumir aos poucos. Ele soltou minha garganta, cai no chão tossindo e massageando o pescoço, ele naquela forma, era grande demais para meu pequeno banheiro, ele destrancou a porta e saiu, fiquei ali horas olhando o nada...


Hoje era sexta-feira, Sasuke não havia aparecido mais na minha casa ontem e nunca dormi tão mal, meus pesadelos começavam a piorar, agora eu sonhava comigo sempre correndo em um lugar repleto de arvores, alguém me perseguia, o sonho parecia tão real que muitas das vezes eu acordei durante a madrugada suada e ofegante, me sentia cansada. Eu estava virando o corredor, andava meio apressada, pois faltavam alguns segundos pro sinal bater. Senti um forte impacto no meu peito e cai no chão, fechei os olhos pela “trombada”, ouvi o som de papeis e livros caírem no chão. Olhei pra ver quem havia se embolado comigo e arqueei as sobrancelhas ao notar Toya Imura.


Toya estava cursando o ultimo ano, mas sua turma era diferente da minha, era um dos garotos mais populares, mais inteligentes, bonito e simpático de toda a escola, líder do time de futebol e atualmente estava concorrendo para presidente do grêmio. Vi o se levantar e esticar a mão para me ajudar, eu aceitei e fiquei perdida em seus olhos azuis, tão brilhantes, nunca havia ficado tão perto dele assim, ele realmente era muito bonito.


– Me desculpe – pediu ele sorrindo sem graça, tentei sorrir também, mas devia ter parecido uma careta. Eu olhava hipnotizada seus belos olhos, ele era bem alto também, um corpo bonito..- algum estrago? – perguntou, torcei a boca um pouco para o canto e eu ri involuntariamente achando engraçado.


– Não – garanti


– Quem bom..hã...Como se chama mesmo? – perguntou constrangido, acho que por não saber meu nome.


– Sakura, Sakura Haruno.


– Há, prazer Sakura eu sou...


– Toya Imura – o interrompi e assenti, aceitei sua mão e o cumprimentei devidamente. Ele olhou pra baixo e sorriu sem graça.


– Injusto você me conhecer e eu não.


– Acontece – dei de ombros. Ficamos um tempo nos encarando, até que não percebi os minutos se passando e nossas mãos ainda juntos. Assustei-me com o som de alguma porta se batendo violentamente e sobressaltei-me, juntamente com Toya, que ficou mais constrangido. – Bom eu preciso ir – disse puxando minha mão delicadamente, tomando cuidado para não ofendê-lo de alguma forma.


– Há tudo bem, mas quem sabe eu não pago um sorvete depois da escola – sorriu, ele se agachou apara pegar seus livros e cartazes no chão, pensei em ajudá-lo, mas eu estava agora oficialmente muito atrasada.


– Claro – sorri e voltei a correr para sala, pude ouvi-lo gritar “tome cuidado” e sorri. Quando eu estava mais próxima da sala, meu braço foi puxado fortemente e bati com minhas costas em um dos armários ali no corredor.


– Eu juro que eu o mato se você ficar perto dele – tremi ao ouvir aquela voz rouca e meu coração acelerou ao ouvir “o mato” – e dessa vez não pouparei você também...