Momentos de Surto

4 Capítulo 4 - Descobrindo novas companias


Notas iniciais
Sei que está pequeno, mas espero que esteja legal. Procurei melhorar o conteúdo da história e adicionar mais gente.

Procuro caminhar calmamente , porém um pouco rápido para poder acompanhar a velocidade dos dois.

" O que pretendemos fazer agora?" minha voz saiu da boca como uma forma de eco. Que ficou quicando e quebrando aos poucos aquele enorme silêncio no corredor sombrio. Por mais quieto que ele parecesse estar, ainda se podia ouvir os gemidos agonizantes das pessoas la de fora.

"Vamos nos encontrar com uns amigos meus, eles iram achar um refúgio mais seguro para você" a voz saiu de Hotligar como se viesse de uma caixinha de sons. A minúscula boca dele parecia mal de mexer.

Não queria me encontrar com nenhum amigo dele. Tinha medo de que me levassem para aquele lugar.

O corredor parecia enorme. A minha frente estava o ser futurístico, dizia ele, e o velho que até agora não sei nem o nome dele e nem por quê dessa xícara quebrada que ele carrega para todo canto. Mas não me importava com isso.

No final do corredor havia uma ponte com uma aberta ao lado de fora. Analisei — a por um tempo e cheguei a conclusão de que provavelmente devia ser uma ponte com um vidro em volta dela, mas que fora quebrado, julgando pelos enormes cacos de vidro na ponte. A ponte em si estava muito danificada e destruída. Com certos buracos e falhas que sua travessia era um tanto duvidosa. Procuro andar cautelosamente para não cortar o pé nos vidros, pois estava sem calçado.

Chegando perto da metade dela, eu observo atentamente a paisagem da cidade. Engraçado dizer paisagem, pois não tinha nada de bonito em uma cidade cinzenta e semi morta. Com prédio queimados e negros. A chuva parecia piorar ainda mais a situação da cidade. O céu preto com nuvens dava um pequeno contraste a tamanha feiura que vinha da cidade.

Um cheiro muito ruim entrou nas minha narinas. Era o pior cheiro que eu já havia sentido em toda minha vida. O mesmo cheiro de enxofre e ovo pobre que vinha da sala, só que aumentado dez vezes. Meu estômago parecia que estava em uma montanha russa. Uma terrível ânsia de vômito cresceu no meu esôfago. Não podia vomitar agora, não agora que eu comi a pouco tempo.

Quando estávamos no meio da ponte Hotligar se vira para nós dois, pois ele estava um pouco a frente.

"É aqui que tudo acaba" enquanto ele dizia isso , dois seres que parecia insetos gigantes vieram voando e pousaram atrás dele. Eles tinha asas grandes, porém um pouco finas. Suas patas, eram quatro delas, que representavam as mãos era uma lâmina afiadíssima em cada uma. Sujas com sangue seco. Seu corpo era parecido com o de um louva-deus, só que no tamanho de uns quatro metros pelo menos. Uma arma guerreira pronta para matar a qualquer instante.

"Hotligar, o que é isso?" disse o velho.

Vi as mãos enrugadas dele encostadas na cintura. Provavelmente era onde aquela arma estranha estava.

"Vocês humanos são tão ingênuos" disse o rosto sem expressão dele começando a mostrar um sorriso. Mas era um sorriso um pouco maléfico.

"Humanos futurísticos !" disse ele debochadamente ainda mostrando aquele sorriso maléfico. Era a primeira vez que observo uma expressão naquele ser.

"Tudo que queremos é pegar as poucas experiencias que deram certo. Mas que droga, elas tinham que fugir assim ?" disse ele mas no final da frase parecia falar consigo mesmo.

"Pois bem, matem o velho e capturem ele, se ele resistir. MATEM-NO !" falou o ser pequenino que na frente dos monstros destruidores parecia um líder poderoso no qual apenas ordena.

Pensei que o velho iria sacar a arma dele e matar eles todos, mas ele não sacou. Parecia que a arma dele não estava la.

"Se está procurando por isso..." disse Hotligar mostrando a arma do velho e girando-a. "... Vai pegar" terminou a frase largando a arma para abaixo da ponte.

O seres iria começar a se aproximar para matar a gente. Por quê que eu não previ isso como tinha feito antes ,para poder saber o que fazer? Droga. Sem a arma do velho não poderemos fazer nada. Por quê o tempo não para como aconteceu naquela vez? Droga não quero voltar para aquele lugar.

De repente um buraco negro aparece no chão e puxa os monstros bem na nossa frente. Parecia que eu estava sonhando. Meu cérebro não queria acreditar naquilo. Era irreal. Eles foram sugados com tanta facilidade que parecia um aspirador de pó, só que dez vezes aumentado. Uma pessoa de capuz preto cai bem em cima do lugar onde o buraco negro estava, pois ele havia sumido muito rapidamente. Era espantoso e maravilhoso ao mesmo tempo.

" Finalmente você despertou , Carl" disse a pessoa de capuz.

Ela vira rapidamente para o ser pequenino que nesse momento estava querendo demonstrar medo mas ao mesmo tempo não queria fugir de sua missão.

"Isso não vai acabar assim" disse ele desaparecendo como se ele nunca tivesse existido.

"Vamos Carl, o pessoal está a sua espera" veio a voz vinda da escuridão do capuz.

Antes que nós pudecimos responder ou até mesmo perguntar, ela formou outro buraco negro atrás da gente, que nos puxou com uma enorme facilidade. Senti que todos os meus átomos foram chupados.

Quem era essa pessoa? Que poder estranho era esse que ela tinha? Para onde nós estávamos indo?

Notas finais
Sei que deve estar bem pequeno, mas estou mesmo sem ideias. Só queria praticar a imaginação e o detalhes, espero que tenha ficado boa.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.