Momentos de Paixão e Prazer
5 Capítulo 5 - somente a você.
Notas iniciais
mas alem desse já to pensando nos proximos! então curtam e divirtam-se!
Uma coisa que mayuri tinha que concordar é que a família uzumaki era realmente divertida.
Naruto seu sensei era uma explosão de vida incomum, sempre hiper-ativo, sempre sorrindo, como se preocupações fosse coisas mundanas que não o incomodava por muito tempo.
Hinata a esposa de naruto era amável e gentil, carinhosa como uma mãe e sempre disposta a ajudar, tranqüila e racional, uma mulher de fibra que era um ótimo exemplo.
Yukie filha do casal parecia uma mistura perfeita dos dois, vivida e alegre como o pai, gentil e amável como a mãe, herdara a aparência da mãe e o espírito do pai, mesmo que as vezes ela fosse uma pestinha em relação ao irmão.
Alias era esse membro da família que mais interessava mayuri, mesmo ele não sendo um membro legitimo da família ele era tão amado pelo casal como se tivesse nascido deles, um jovem inteligente, esforçado, trabalhador, correto e amigável.
Mizura despertara o interesse de mayuri logo quando se conheceram, entre os três gennins sob o comando de naruto ele era o único que não possuía habilidades especiais, e mesmo assim se esforçava ao maximo para não decepcionar nenhum deles.
Somente descobriu que o amava quando este quase morreu para protegê-la, naquele tempo mizura confessou seu amor por ela, e ela retribuiu isso dando uma chance de amar ao seu coraçãozinho duro.
E desde então um tem vivido pelo outro, sempre discutindo mas sempre se amando, mayuri tinha um temperamento explosivo que mizura era o único a controlar, mizura por sua vez era tranqüilo demais e ela fazia questão de deixa-lo alerta pra tudo, com tudo isso a maioria das pessoas dizem que um foi feito para o outro.
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Mayuri tinha a mais difícil escolha para essa noite: decidir qual vestido usar no jantar com a família do sensei e seus amigos.
Para ela que nunca foi de se arrumar e embelezar estava sendo bem difícil, e ainda tinha a questão da maquiagem que ela raramente usava e jamais gostava, sentia-se perdida com essas coisas.
- mayuri-sama – chamou uma das empregadas da casa – o jovem mizura a aguarda lá embaixo.
- “o que ele veio fazer aqui tão cedo?” – perguntou-se mayuri – já vou descer!
Mayuri pegou seu roupão e desceu as escadas para a sala, mizura a aguardava sentado no sofá, estava um pouco constrangido por que o pai dela estava na sala também sentado numa poltrona tomando sakê.
- não acha que chegou cedo? – perguntou ela.
- eu não tinha mais nada para fazer em casa – respondeu ele – então vim lhe buscar para irmos juntos.
Mayuri que ainda estava no meio da escada foi até ele, seu pai shinjo ficou apenas observando.
- da ultima vez você nem apareceu, e agora chega adiantado – lembrou-se ela – não sabe que é indelicado fazer uma mulher se apressar?
- mas eu não estou lhe apressando! Posso esperar o tempo que quiser.
- interessante – observou ela com um sorriso maldoso – então espere o tempo que for preciso lá no restaurante, irei quando e se estiver pronta.
- mas por que isso?? – perguntou ele assustado.
- um castigo por me dar bolo no ultimo encontro! – reclamou ela – vá e me espere, e talvez eu apareça.
Sem dizer mais nada ela tomou o caminho do quarto, mizura ainda precisou de alguns segundos pra entender o que aconteceu ali.
- agradeça pelo castigo não ter sido físico – avisou shinjo – ela parece estar de bom humor.
- eu devo estar com sorte hoje – analisou mizura em resposta.
- devo admitir que você é um rapaz de fibra, não conheço muitas pessoas que pudessem namorar minha filha por tanto tempo quanto você.
Mizura apenas sorriu para o “sogro” foi bem difícil no inicio conseguir a aceitação dele, ainda mais levando em conta que tanto ele como mayuri eram só crianças na época, shinjo tinha planos para outros pretendentes no futuro, achava que isso não iria muito longe e permitiu acreditando que um dos dois desistiria em breve, não esperava que mizura fosse decidido e que sua filha estivesse tão apaixonada.
- então com sua licença eu vou me retirar – avisou mizura educadamente.
Quando mizura saiu mayuri o observava pelo canto da janela escondida atrás da cortina, sorria por ter a certeza que ele esperaria até o dia seguinte se fosse preciso.
- você ama tanto assim esse rapaz? – perguntou owari.
- o que lhe da essa impressão mãe?
- você suspira por ele – respondeu a senhora se sentando na cama da filha – e você está mais calma depois de namorá-lo.
- então ele está me amolecendo – reclamou mayuri selecionando uns vestidos em seu guarda roupas.
- meu casamento com seu pai foi arranjando – disse owari – eu não tinha nenhum interesse nele, nosso amor foi sendo criado com a convivência.
- por que está me contando algo que já sei?
- por que você é diferente filha, você pode escolher quem quer amar, e pode fortalecer esse amor mais ainda.
Depois disso a senhora levantou e olhou dentro do guarda roupas da filha, deu uma breve procurada e sorriu com o que encontrou.
- aqui, use esse – pediu ela mostrando um vestido vermelho.
- esse mãe?? – perguntou a menina espantada – mas esse eu ganhei de aniversario da mitsuo-san, e ela me deu por que o filho pervertido dela escolheu!!!
O vestido em si era simples, do tipo com alças que ia até o joelho, mas ele era sexy mesmo na sua simplicidade, um pouco mais apertado da cintura pra cima realçando o busto e folgado da cintura pra baixo que se agitava aos movimentos dela fazendo os garotos enlouquecerem.
- a mãe do saggi-kun tem bom gosto! – insistiu owari – agora trate de vesti-lo, vou buscar a caixa de maquiagens.
- maquiagens??!!
- claro, ou você pretendia ir “desbotada”? Agora não discuta, se pretende mesmo ficar com ele ao menos faça-o entender quem está no comando!
Com a afirmação da mãe mayuri sentiu-se um pouco mais confiante, um sorriso malicioso brotou no rosto dela e mizura que estava esperando pacientemente no restaurante sentiu um calafrio.
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Entre sua casa e o restaurante ichiraku não era uma grande distancia, apenas um quilometro, porem hoje ela fazia questão de percorrer essa distancia no mínimo tempo possível.
Ela sentia os olhares de todos os rapazes por quem passava, e também até dos adultos pervertidos, pra uma pessoa acostumada a não chamar atenção isso era mais do que constrangedor.
- “eu não deveria ter dispensado o mizura!” – praguejava ela.
Ao chegar na porta do restaurante foi recebida e guiada por ayame, uma das proprietárias, levada até a mesa onde todos jantariam ela praguejou mais ainda por notar que fora praticamente a ultima a chegar, mas não se mostraria contrariada para ninguém.
Percebendo o olhar devorador de mizura sobre si ela tinha plena certeza que seu visual estava perfeito, mesmo seu sensei corou um pouco e logo desviou o olhar, aparentemente saggi apenas achou engraçada a situação, por isso ela resolveu provocar mais um pouco.
- demorei muito?
Dois segundos até mizura conseguir falar.
- não... você está... na hora certa.
A única coisa que não estava perfeito foi o olhar zangado de yukie, ela estava sentada ao lado de mizura, decidida a não pegar leve com a “pirralha” parou ao lado dela como se quisesse deixar claro que ali era seu lugar, mesmo contrariada yukie foi obrigada a sentar ao lado dos pais.
Depois da cadeira vaga mayuri sentou-se ao lado do namorado e o beijou rapidamente, não gostava de fazer isso em publico embora não tivesse vergonha do namorado, durante pouco tempo ela atualizou-se da conversa e soube que toda a expectativa era pra conhecer o tão misterioso namorado da futura sogra.
E qual não foi sua surpresa quando doji chegou ao ichiraku acompanhada por ninguém menos que morino ibiki, o maior especialista em torturas e confissões, um mestre em arrancar segredos dos mais cruéis ninjas.
A medida que o jantar avançava muitas coisas era contadas ali, embora não tivessem dito oficialmente era obvio que kuni e saggi estavam envolvidos um pelo outro, a menina que já fora uma inimiga agora seria a namorada de um amigo, a futura sogra estava se relacionando com um cara bem suspeito e ela própria amava um garoto que antigamente não era quase nada aos seus olhos, na opinião de mayuri o amor era uma coisa estranha e caprichoso.
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Mizura achava sua família o maximo, todos naquela mesa eram importantes pra ele de um jeito especial cada um, ali ele tinha parentes e amigos com quem ele adora ficar junto.
Mas havia uma pessoa especial ali, uma que não era nem parente nem amiga, uma pessoa para qual ele olhava o tempo todo sem se cansar.
Imagawa mayuri era uma garota difícil com um temperamento explosivo, mas era a única pessoa ali que ele poderia dizer ser sua, a única pessoa em quem ele pensa só para si e que sabe ser recíproco.
Desde que conhecera aquela menina ele se encantou por ela, o encanto foi se transformando em amor com o passar do tempo e quando finalmente o amor foi correspondido ele se sentiu o jovem mais feliz do mundo.
E ali naquele jantar com sua família e amigos ele desfrutava da companhia dela sentada ao seu lado, mas ele queria um pouco mais e após consultar o relógio ele informou.
- eu me diverti muito hoje pessoal – disse ele se levantando – mas já está na hora de levar mayuri-chan pra casa.
- como se eu precisasse de escolta para casa – respondeu ela de braços cruzados.
- ora, não diga isso mayuri-chan – pediu ele sorrindo – lembra daquela promessa que te fiz antes de voltarmos pra konoha?
Mayuri parou pra pensar um instante, lembrou-se que ele prometeu recompensa-la por ter faltado ao ultimo encontro, e do jeito que ele falou naquela vez seria algo especial, então se controlando para não ruborizar ela segurou a mão dele e se levantou.
- acho que ele ta certo, então até breve – disse ela se curvando.
Embora tentassem evitar todos riram quando eles saíram de mãos dadas, era obvio que eles pretendiam tem um momento particular entre eles.
E depois de saírem o casal andou calmamente pelas ruas de konoha com a brisa fresca da noite, comentando sobre tudo que aconteceu essa noite.
- poderia ter me avisado que aquela menina estava trabalhando lá – disse mayuri meio contrariada.
- não imaginava que fosse importante – respondeu ele – ela precisava de sustento e o ichiraku-san precisava de uma empregada nova.
- eu sei que você se sente responsável por ela, mas como consegue ser tão bonzinho com ela?
- eu SOU responsável por ela, independente do destino que o pai dela teria nas mãos do povo ninguém merece passar o que ela passou, e ainda pior ver o pai ser morto bem na sua frente.
Essa era uma das características de mizura que faziam mayuri ama-lo, um bom coração livre de malicia ou maldade, pessoas como ele não existiam aos montes por ai.
- eu também fiquei surpreso de você ter ajudado a kuni-chan a se aproximar do saggi-kun – comentou ele – ela parece fazer bem a ele.
- e também se puder botar um pouco de juízo na cabeça daquele moleque eu posso aturá-la – respondeu mayuri – mas eu só a ajudei por que ela parece melhor que as outras “candidatas”.
Os dois gargalharam juntos com a possibilidade do saggi deixar de ser galinha e ficar com uma garota só, mizura olhou ao redor e viu que não tinha ninguém na rua alem deles, num abraço rápido ele trouxe mayuri para junto de si e a beijou com gosto, a menina pega de surpresa se derreteu em seus braços.
- o que foi isso? – perguntou ela meio sem fôlego.
- venha comigo – pediu ele – achei um lugar interessante.
Mizura saltou sobre o telhado de uma casa, mayuri não gostou muito a principio mas decidiu segui-lo, ao alcança-lo ele continuou um trajeto com ela atrás dele.
Os dois chegaram a uma área dominada por plantas que ficava num espaço vazio entre varias casas, o único jeito de chegar até lá seria pelos telhados ou pelo quintal de uma das casas, nesse terreno tinha muitas arvores e arbustos.
- essa é sua idéia sobre um lugar romântico? – perguntou ela ao chegarem no interior do terreno.
- eu nunca disse que era romântico, mas aqui somos só nos dois – disse ele ao se sentar aos pés de uma arvore.
- e as pessoas dessas casas? Eles não vão reclamar se um casal namorar aqui escondido?
- aqui nessa área só um hyuuga conseguiria nos ver através de tantas arvores – ele abriu espaço e mayuri se sentou entre suas pernas com as costas apoiadas em seu peito – estamos seguros aqui.
Mayuri relaxou nos braços dele quando mizura a abraçou e apoiou a cabeça no ombro dela, ele as vezes beijava o pescoço dela de forma provocativa, a menina já estava toda arrepiada.
- eu te amo muito mayuri-chan – sussurrou ele nos ouvidos dela.
- eu imaginei que sim, encarou meu pai mesmo sendo só um garoto – ela se acomodou melhor no corpo dele.
Ela se referia a um mês depois que mizura se declarou no hospital e ela aceitou seus sentimentos, mizura foi até a casa dela e pediu permissão para shinjo para namorar sua filha, e ele fez isso da maneira mais formal possível inclusive se ajoelhando diante do imagawa que ficou surpreso pela coragem do garoto.
- eu nunca suei tanto como naquele dia – lembrou-se ele – seu pai ficou me olhando por um minuto inteiro sem dizer nada!
- isso por que ele queria saber se você estava falando serio ou se era uma brincadeira de mau gosto! – respondeu ela rindo.
Ele acompanhou mayuri no riso, os dois se continham para não rir alto apesar de saberem que dificilmente seriam ouvidos ali, então mais uma vez mizura a tomou com um beijo, um beijo muito mais intenso que o anterior quando ele explorava a boca dela com a língua, mayuri não resistiu ou o impediu, ela queria muito mais.
As mãos dele passeavam pelo corpo dela, as vezes se detendo em uma parte ou acariciando outras, mayuri segurava o rosto dele como se quisesse garantir que seus lábios não se separariam, quando finalmente precisaram respirar eles se encararam.
- você lembra como foi nossa primeira vez? – perguntou ela.
- como eu poderia esquecer? Você quase morreu de vergonha quando ficou nua na minha frente!
A primeira vez deles foi a 3 meses, logo após o exame chuunin durante o festival que sempre ocorre, para eles aquela data era especial por marcar o aniversario do namoro, naquela ocasião choveu muito e de repente pegando o casal desprevenido quando passeavam, ensopados eles se abrigaram no apartamento que pertencia a naruto e que naquele tempo já era de mizura.
Uma vez abrigados eles trocaram de roupa pra se secarem, mas mizura só tinha ali algumas roupas simples e emprestou pra mayuri um pijama que a deixou bem sexy, o céu desabando lá fora, o isolamento dos dois e o clima que se formou só podia resultar num desejo que os consumia por dentro, fizeram sexo ali mesmo de forma completamente inexperiente mas que ainda assim foi especial para eles.
- aquele era nosso lugar especial, por que tinha que dar justamente o seu apartamento para ela?
- por que precisava, mas por acaso você está com ciúmes da tsugumi? – perguntou ele com um sorriso bobo – você sabe muito bem que ela me odeia.
- mas não gosto de ver você dando atenção a outra garota! – confessou ela vermelha de vergonha – sei que não rolaria nada entre vocês, mas ver você sendo amável com ela me da nos nervos!
Mizura a abraçou fortemente fazendo com que a cabeça dela ficasse apoiada em seu peito, mayuri ficou ali escutando o coração dele.
- meu coração pertence somente a você menina insegura.
Então ele a puxou para mais um beijo, mas enquanto se beijavam sua mão foi descendo da cintura até a perna dela, depois subindo por baixo do vestido até apalpar o bumbum dela.
- calcinha de seda e covardia mayuri-chan! – disse ele apalpando e acariciando aquela área.
- seu pervertido.... – respondeu ela beijando o pescoço do garoto e desabotoando a calças dele.
Ela já enfiava a mão dentro da roupa dele também, sentiu que ele já estava em ponto de bala pra ela, decidiu tortura-lo um pouquinho.
- parece que você também é uma pervertida – ele falou com dificuldade quando ela expôs o membro dele já rijo pra fora da calça.
- você é meu agora!
Com uma mão ela envolveu o pênis dele e começava o movimento de subida e descida, com a outra mão empurrava o peito dele para trás contra a arvore em que ele estava encostado, o jovem parecia tão excitado que não tinha forças pra reagir, ela se curvou até ficar com um palmo de distancia daquilo que lhe dava prazer, enquanto masturbava o mizura e ficava lambendo os próprios lábios em desejo.
- da outra vez você quase gozou só de me tocar menininho – provocou ela.
- e você gemeu muito na primeira estocada que dei safadinha.
A personalidade dele estava um pouco diferente e mayuri gostava disso, ela sabia que ele se entregou completamente a ela e aproveitaria cada segundo como se fosse uma grande vitória vê-lo mais audaz.
- adoro quando você fala assim – ela disse isso para em seguida abocanhar o membro dele indo até o fundo, mizura gemeu e segurou a cabeça dela, quando ela foi subindo lentamente ele já estava enlouquecendo.
- por essa eu não esperava! – falou ele quase num sussurro como se lhe faltasse fôlego.
Ela continuou com esse movimento de vai e vem sendo que sempre na volta ela ia bem devagar, o jovem se contorcia de prazer se segurando pra não gozar na boca dela, as vezes ela parava na cabeçinha e dava umas lambidas.
- já vai se entregar? Pensei que pudesse agüentar mais – perguntou ela ao ver que ele já revirava os olhos.
- eu vou lhe dar o troco por essa sabia?
- e como pretende fazer isso? – ela o olhava enquanto o masturbava.
- assim...
Ele a puxou para cima e a beijou, fez com que ela ficasse sentada no colo dele com as pernas ao redor da cintura dele, ele então foi abaixando as alças do vestido dela revelando os seios dela que prontamente foram tomados pelas mãos de mizura e chupados com força.
- isso... eu gosto assim... – ela falava e gemia.
- vai gozar só com isso? – ele começou a chupar só os biquinhos dos peitos dela – eu só estou começando.
Ele a segurou e a deitou no chão ficando sobre ela, mayuri parecia bem surpresa, acabara provocando um lado que não conhecia no mizura.
A mão do rapaz escorregou até o meio das pernas dela, mayuri retesou o corpo quando sentiu a mão dele tocando seu sexo sobre a calcinha.
- essa calcinha de seda ta me deixando louco – sussurrou ele nos ouvidos dela.
Ela nada disse, apenas respirava mais pesadamente quando os dedos dele passaram por baixo da peça intima e a penetraram com força.
- você também gosta disso? – perguntou ele maldosamente quando ela parecia estar se controlando muito.
- não... sabia que você poderia ser assim – ela respondeu envolvendo o pescoço dele com os braços.
- e se soubesse? O que teria feito? – ele enfiava dois dedos e a penetrava com mais força ainda.
- eu já teria brincado com você desse jeito a mais tempo.
Ela forçou o corpo dele a se afastar e voltou a encostá-lo na arvore, parecia faminta por sexo e queria matar a fome, sentando-se sobre o colo dele como da outra vez ela ajeitou o pênis dele e ficou passando a cabeçinha do membro pelos lábios vaginais, mizura estava louco para penetrá-la logo.
- você nunca foi de brincar muito – ele tentava faze-la descer enquanto ela maldosamente resistia e continuava com o joguinho.
- só com meu brinquedo favorito!
Ela desceu de uma vez e ambos gemeram e quase gritaram de prazer, diferente da primeira vez em que eles eram “amadores”.
Ela rebolava no colo dele enquanto as mãos audazes dele brincavam com as nádegas dela, ele achava muito excitante ela estar meio vestida com os peitos de fora balançando firmes enquanto que a saia escondia o resto, enquanto transavam ela retirava a camisa dele para que seus corpos se tocassem melhor, os movimentos dela estavam mais fortes e a cada estocada gemiam e suspiravam intensamente, mas mayuri estava muito sensível hoje e parecia que seria a primeira a chegar ao clímax.
- eu vou gozar mizura-kun... – ela dizia com a voz falhando um pouco.
- segure mais um pouco – pediu ele.
Ela não conseguiu e quando gozou se curvou para trás com o corpo relaxando e amolecendo.
- não pare – pediu ela se deitando no chão e esticando os braços como se quisesse um abraço – goze comigo.
Ele deitou sobre ela e voltou a penetrá-la com força enquanto chupava o pescoço dela, ela gemia muito alto então mizura colocou a mão sobre a boca dela para evitar que alguém os ouvisse, mayuri envolveu as costas dele com as pernas e não demorou muito para sentir o gozo quente dele lhe preenchendo, com um urro de prazer abafado ele se deitou sobre ela exausto ambos cansados e satisfeitos.
- eu só quero sentir isso com você mizura-kun – confessou ela com a respiração pesada – eu quero ser somente sua.
- eu também serei somente seu, meu coração e amor pertencem somente a você mayuri-chan.
Ele começou a acariciar o cabelo dela enquanto a jovem lhe beijava carinhosamente, ficaram mais meia hora daquele jeito semi-nus e grudadinhos até que perceberam que já era tarde e ele precisava leva-la pra casa, se levantaram e se vestiram, suas roupas estavam sujas e amarrotadas.
- será que seu pai vai notar isso? – perguntou ele meio preocupado.
- vai sim, e depois vai querer ter uma conversinha com você – ela disse com um tom irônico.
- to ferrado... – disse ele desolado com a possibilidade.
- e com qual dos seus pais eu falo sobre isso? – continuou ela maldosamente – seu pai biológico, seu pai adotivo ou seu padrasto?
Nem ele pode deixar de rir da brincadeira dela.
- ta bom, eu mando uma carta pro bastardo, você fala com o naruto e o ibiki-san lhe interroga sobre isso.
E rindo juntos eles procuraram a saída daquele terreno e foram para o território do clã imagawa.
Fim.
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