Momentos de Paixão e Prazer
6 Capítulo 6 - Doce ilusão, Paixão real.
Notas iniciais
então sem mais delongas curtam o hentai de saggi e kuni!
Saggi tinha orgulho da fama e reputação que sustentava, ele era conhecido nos campos de batalha como o novo furacão da folha, sempre pronto a defender seus companheiros seja derrotando um oponente ou usando a si mesmo como escudo.
Sua outra reputação no entanto era bem menos prestigiosa, mas ao contrario do que se pensa pra ele não era problema, Saggi tinha a fama de maior “pegador” de konoha.
Desde criança quando ainda era Gennin ele já fazia as meninas suspirarem, ao se tornar Chuunin elas ficavam ao seu redor como abelhas ao mel e ele adorava isso, sempre estava com alguma garota mas seus casos não duravam muito mais que uma semana, ele era cuidadoso em não magoar nenhuma garota, deixava claro que o relacionamento era uma “experiência” onde cada um era livre pra curtir, costumavam dizer que era ele quem desistia primeiro quando enjoava da garota.
Tinha uma garota que ele tinha muito mais interesse, uma paixão de infância que infelizmente ficou fora do seu alcance.
Saggi jamais lutaria por Mayuri, seria uma traição sem tamanho com seu amigo Mizura e traição era algo que os Kyoshou abominavam, portanto ele sufocou esse sentimento procurando outras garotas pra esquecer isso, mas era difícil encontrar uma garota como Mayuri.
E qual não foi sua surpresa quando a própria Mayuri indicou uma garota para ele, uma garota para ser sua acompanhante no jantar que Hinata promoveu no restaurante Ichiraku, e mais estranho ainda foi a garota indicada: Miya Kuni.
A relação entre Mayuri e Kuni era parecida com a relação entre Sakura e Ino, mas diferente das duas Jounins estas duas eram inimigas mortais no inicio, a única coisa que mudou isso foi a convivência forçada e a necessidade de confiança entre elas pra realizar as missões.
- Na certa ela pensa que eu sou um castigo pra Kuni-chan – Saggi achava engraçado.
Ele sabia que Kuni ficava muito tempo trabalhando na biblioteca do kendo konoha quando não estava em casa ou em missão.
Entrou na biblioteca e como esperado lá estava ela, tinha que admitir que Kuni era uma jovem excêntrica: usava roupas bem diferentes e tinha varias tranças coloridas na cabeça, apreciava bastante obras de artes, principalmente quadros coloridos.
- Oi Kuni-chan, tem um tempinho? – perguntou ele.
- cl-claro – respondeu ela um pouco ruborizada – procura algum livro?
- Na verdade eu quero mesmo é falar com você – esclareceu ele – você tem algum compromisso pra hoje a noite?
- ppor-or-porque pergunta?
No primeiro momento Saggi se achou um idiota, geralmente ele não tinha trabalho pra convidar alguma garota pra sair ou na maioria dos casos eram elas que vinham atrás dele resultando posteriormente numa das relações.
- Bem... é que hoje a noite eu vou a um jantar com meu sensei, a família dele e da Hinata, mas seria chato eu ir sozinho, então será que você não gostaria de ir comigo?
Kuni ficou espantada com o convite, com o rosto vermelho ela olhava pros lados como se procurasse algo ou como se quisesse evitar olha-lo diretamente.
- na-não ficaria estranho justo eu ser sua acompanhante?
- Não vejo porque, Naruto-sensei e Hinata-san não se importariam mesmo que eu levasse uma desconhecida.
- Então por que me escolheu?
Saggi sabia que Kuni não era tímida ou recatada, ela adorava se exibir, seja com sua aparência ou com seus genjutsus, mas agora ela estava estranhamente nervosa.
- “Será que...”
Ele guardou seus pensamentos para si, agora ele estava muito mais interessado nela.
- Por que de todo o pessoal que eu conheço aqui você é a mais engraçada – respondeu ele brincando – todos os outros são meio chatos.
- Você me acha engraçada? – ela parecia não acreditar.
- Acho que não usei o termo certo, você é diferente das outras garotas, tem estilo próprio e tenta se destacar por sua personalidade, gosto disso.
Agora Kuni parecia muito mais empolgada.
- ent-entao se não tiver problema eu gostaria, aceito o convite.
- Valeu Kuni-chan! – disse Saggi dando um leve abraço nela – você é bem legal!
O rapaz saiu estranhamente satisfeito com isso, Kuni puxou uma cadeira e sentou como se não tivesse forças no corpo, ela estava inebriada de felicidade.
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O jantar começaria oficialmente a 8 da noite e não teria hora pra acabar, mas Saggi passou na casa de Kuni as 7 e de lá iria pro restaurante.
Batendo a porta da casa que era estilo tradicional uma senhora bem bonita apareceu, era a mãe de Kuni.
- Boa noite senhora Miya – cumprimentou Saggi – eu vim para...
- Levar minha filha a um restaurante – completou ela sorridente – a Kuni-chan falou disso o dia todo!
Saggi ficou meio sem jeito, suas suspeitas estavam se confirmando pouco a pouco.
A senhora fez questão que Saggi entrasse e esperasse sentado no sofá, meio sem jeito ele aceitou o convite e sentou-se no sofá, a mãe de Kuni subiu as escadas para avisar a filha e um garoto de 8 anos apareceu ao lado de Saggi.
- Olá, como vai?
- Meu nome é Hikoto, e o seu?
- Kyoshou Saggi, muito prazer.
- Você é o namorado da minha irmã baka?
Saggi começou a gargalhar, colocou a mão sobre a boca pra abafar os risos, e no mesmo instante um vulto passou por ele indo direto ao garoto, um vulto usando roupão rosa.
- Hikoto sua peste! – gritou Kuni.
- Mas eu não fiz nada nee-chan! – defendeu-se o menino desesperado.
- Vá já pro seu quarto ou pode se preparar pro pior pesadelo da sua vida! – ameaçou ela.
Se tratando de Kuni a ameaça não era fictícia, sendo perita em genjutsus ela poderia transformar a noite do menino em uma seqüência interminável de pesadelos como já fez uma vez quando o garoto trocou a tintura especial do cabelo dela por cola colorida.
- Eu peço desculpas se meu irmãozinho idiota te importunou! – disse ela se curvando.
Como ela estava de roupão no momento que se curvou deu pra ver um pouco dos seios dela, Saggi estranhamente ficou vermelho com isso, desviou o olhar antes que ela percebesse e tratou de responder.
- Ele não incomodou nada, perguntou se eu era seu namorado.
Ao ouvir isso Kuni ficou igual a uma barata tonta, sem saber o que fazer ou dizer.
- e-e-e o qu-que que você respondeu? – perguntou ela nervosa.
- Eu ia responder que éramos amigos e companheiros de trabalho.
- É né? Com certeza é isso – ela parecia um pouco desanimada com a resposta.
Saggi se pudesse ficaria ali mesmo conversando com ela, diferente das outras garotas ele sentia que poderia ter uma conversa agradável, mas ele já tinha prometido comparecer ao jantar e não faltaria de jeito nenhum.
- Eu vou me arrumar – avisou ela ao perceber que já era 19:10 – eu não demoro.
A medida que a jovem subia as escada saggi a observava com interesse, era inegável que ela era linda e para seus padrões era o que se poderia chamar de gostosa, mas havia algo mais nela que lhe interessava, os passos suaves dela era uma dessas coisas.
- “Ela é diferente das outras” – pensou saggi satisfeito.
Enquanto isso a mãe de Kuni lhe fazia companhia na sala, perguntando um monte de coisas e contando situações embaraçosas da filha tal como numa vez aos 8 anos que ela ficou presa no próprio genjutsu que deu errado, foi necessário chamar um chuunin pra liberta-la, Saggi estava adorando isso.
Kuni desceu as escadas já arrumada, usava um vestido estilo macacão de jeans cinza, por baixo vestia uma blusa amarela e ela tinha amarrado as tranças coloridas numa única trança atrás da cabeça.
- Eu demorei muito? – perguntou ela meio sem jeito.
- Podia ter demorado mais um pouco, sua mãe estava me contando como você se agarrou ao sofá acreditando que estava afundando num pântano por causa de um genjutsu mal-sucedido.
Ao ouvir isso Kuni ficou toda vermelha e seus lábios tremiam, com os olhos arregalados em total incredulidade.
- MÃE!!!! – gritou ela – PARE DE CONTAR ISSO PRA TODO MUNDO!!!!
- Mas filha, eu estava contando ao Saggi-kun como você era boa em genjutsus desde os 8 anos, eu apenas lembrei que esse foi o único que deu errado.
- Mas foi o primeiro genjutsu rank B que eu fiz!! – disse ela envergonhada.
- Uau! Genjutsu rank B aos 8 anos? E aqueles que usou no exame chuunin?
- São de rank S – respondeu ela um pouco tímida – mas são muito difíceis de usar.
- Está na hora dos dois irem – comentou a senhora Miya – e não precisa se preocupar com horário viu Saggi-kun?
O rapaz sorriu para ela assim que ambos estava do lado de fora Saggi ofereceu a mão para ela segurar e andarem juntos, ela ficou muito vermelha mas aceitou, para Kuni era um sonho se realizando.
No caminho Saggi explicou que eles se encontrariam com Mizura e Mayuri lá, eles conversavam sobre varias coisas e com o tempo a conversa saia mais naturalmente e Kuni já não parecia tão acanhada.
Já no restaurante perceberam serem os primeiros a chegar, mas não puderam ficar muito a vontade por que Mizura chegou alguns minutos depois, sozinho.
- A Mayuri-chan te dispensou? – perguntou Saggi maldosamente.
- Ela quer que eu espere aqui por ela – respondeu o rapaz entristecido – vingança pelo outro dia.
- Bem feito! Quem mandou dar bolo numa Imagawa?
- Boa noite Kuni – cumprimentou Mizura desviando o assunto.
A menina respondeu e depois baixou o rosto, ela ainda se lembrava de ter torturado Mizura com um genjutsu durante o primeiro exame chuunin, e tinha certeza que ele também lembrava, só depois que passaram a trabalhar juntos que ela se arrependeu profundamente, e embora tenha pedido desculpas ela nunca chegou a saber se ele a tinha perdoado.
Mas o pior de tudo é que ela sabia que Mayuri também a odiava, apesar de não deixar transparecer, então ela se sentia muito desconfortável perto dele, se perguntava se fora uma boa idéia aceitar o convite.
Percebendo o real motivo do desconforto de Kuni Saggi tratou de desfazer essa aura penosa.
- Sabe, eu tenho que agradecer a Mayuri-chan por recomendar a Kuni-chan, todo mundo com seu par e eu sozinho seria péssimo pra minha imagem.
- A Mayuri sugeriu que me convidasse? – Kuni achava que tinha entendido errado.
- Isso mesmo, ela disse que era melhor você do que uma qualquer.
A jovem ficou surpresa, sempre achou que Mayuri a detestava, mas por outro lado devido as farpas que uma lançava pra outra era difícil uma aproximação, elas só se davam bem quando trabalhavam juntas numa missão.
- Não é por sua causa que o Mizura ta aborrecido – disse Saggi sussurrando no ouvido dela – nos esquecemos aquela vez na floresta da morte a muito tempo.
Kuni parecia incrédula, parte disso era por sentir a respiração de Saggi tão próxima a seu pescoço, e a outra parte por ele ter revelado que não existia mais nenhuma magoa entre eles.
Nesse momento varias pessoas entraram na parte reservada a eles, eram Naruto, Hinata e todos os outros convidados, a mesa que era retangular serviu perfeitamente pra tanta gente, no centro de um dos lados estavam Hinata e Naruto, a direita do casal Hanabi e Konohamaru e a esquerda Neji e uma bela Hyuuga que Kuni não conhecia mas sabia se tratar da esposa de Neji, Yukie logo tratou de ocupar o lugar ao lado de Mizura ignorando a cadeira vazia ao lado do pai, com isso restavam três lugares vazios.
Lugares que não tardaram a serem ocupados, primeiro Mayuri chegou e por causa disso com muito custo Yukie se sentou ao lado do pai entre ele e Neji, Mayuri ocupou seu lugar de direito e como provocação para Yukie beijou suavemente os lábios de Mizura.
E um tempo depois a grande expectativa foi aplacada quando a mãe de Mizura chegou com seu tão falado admirador secreto, mesmo ela não conhecendo a mãe de Mizura sabia que Morino Ibiki como admirador era muito inusitado.
E esse jantar foi muito divertido, em momento algum ela foi tratada mal ou mesmo ignorada, parecia que ela era uma amiga de longa data, aos poucos ela se acostumava com o ambiente familiar e relaxava chegando a fazer um pequeno espetáculo com genjutsus visuais que geravam fogos de artifícios na mesa.
- Você é muito talentosa Kuni – comentou Hinata – Kurenai-sensei sempre disse que você a superaria como mestra de genjutsus.
- e-eu não chegaria a tanto! – disse ela surpresa – Kurenai é uma lenda!
- Mas ela reconheceu seu potencial quando tentou acabar comigo com aqueles meteoros ilusórios – comentou Mayuri – claro que contra alguém como eu era inútil, mas ninjas comuns não resistiriam.
- Olha só quem fala! – disse Naruto com um sorriso maldoso – a menina que logo após a luta quase desmaiou por causa do genjutsu “inútil”
Mizura segurava firmemente as mãos de Mayuri para que ela não fizesse selos e explodisse a mesa com todos juntos, Saggi começou a gargalhar e Kuni não pode resistir acompanhando-o nos risos.
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Quando todos deixaram o restaurante Saggi ainda estava muito animado, Kuni também não tinha a menor intenção de voltar pra casa e já que ela tinha permissão pra voltar quando quisesse ambos passearam por Konoha.
- Tem certeza que você está bem? Foram três garrafas de sakê daquela marca forte.
- O meu corpo trata o álcool da mesma forma que as toxinas – revelou Saggi – elimina assim que entra no corpo, e é mais rápido ainda se já estiver acostumado.
O interessante é que antes de ir embora Saggi virou uma garrafa inteira de uma vez, sentindo-se desafiados Naruto e Ibiki também beberam bastante no final, infelizmente eles não têm um organismo adaptado pra agüentar qualquer coisa e precisaram de um bom tempo pra se recuperarem.
- Teve uma missão onde eu precisava arrancar informações de uma cara num bar – começou Saggi – fizemos uma aposta de quem agüentava beber mais, no final eu era o único de pé e tive que fingir estar bêbado pra ninguém desconfiar que eu era ninja.
- E você ganhou a aposta obviamente.
- Sim, mas precisei esperar um dia inteiro pro cara conseguir me contar o que eu precisava saber.
Kuni riu da situação, Saggi explicou que teve que vigiar o cara por horas, enquanto conversavam nem repararam que já estavam na praça central de konoha.
- Você já teve uma missão difícil de encarar? – perguntou Saggi depois que se sentaram num banco da praça.
- Foi a 8 meses – revelou ela – tive que me disfarçar de esposa de um nobre e vasculhar a casa dele em busca de provas de seus atos corruptos.
- E o que teve de difícil nisso? – perguntou ele interessado.
- Alem de entrar na mente de uma mulher desacordada e vasculhar sua mente mais suja que um deposito de lixo? Teve também o inconveniente de evitar se agarrada por um gordo ridículo e bêbado! Aquela mulher transava com qualquer idiota!
Saggi gargalhou imaginando a cena, nesse tipo de missão a força não adianta de nada, por isso ele não dava pra fazer algo assim, e considerando o quanto ele era paquerador se alguma garota bonita se oferecesse a ele o disfarce já era.
O clima entre eles se formou naturalmente, sozinhos naquela praça escura e tão próximos por estarem sentados num banco de praça só se deram conta quando seus lábios já se tocavam e a língua dele pedia passagem por entre os lábios macios dela.
Após esse beijo que surgiu espontaneamente e de forma inesperada eles se olharam com ternura, ela se sentindo nas nuvens por um beijo tão delicioso, ele encantado por ela e seu jeito infantil e adulto ao mesmo tempo.
- Eu exagerei? – perguntou ele preocupado.
Ela balançou a cabeça negativamente e tinha um belo sorriso no rosto.
- Essa foi a melhor noite da minha vida – respondeu ela segurando a mão dele e tocando o rosto o mesmo.
- Isso que você sente por mim... eu não sei se posso retribuir na mesma intensidade.
Saggi odiava desonestidade e apesar de ser sem vergonha nunca enganou nenhuma garota fazendo falsas juras de amor ou se aproveitando dos seus sentimentos, só por isso Mayuri ainda o tratava como um homem de verdade.
- Se você puder ou não retribuir eu já estarei satisfeita por ter notado meus sentimentos – contou ela – você foi o primeiro a me tratar assim, mesmo o Ryori que eu namorei por um bom tempo me tratava apenas como uma amiga mais intima.
- Não sei se posso fazer melhor que ele, vocês já se conhecem a muito tempo e eu não sei quase nada sobre você.
- Eu deixei de amar o Ryori por que conheci você – revelou – desde aquela missão, no final eu percebi que o amor que eu tinha pelo Ryori era uma ilusão.
A missão a que ela se referia foi uma que ocorreu algum tempo depois que foram promovidos a Chuunins, a missão era capturar um grupo de ninjas renegados que aterrorizavam uma região, ma quando eles dois e mais 5 companheiros cruzavam uma floresta foram emboscados por esse bando que os superava e muito em numero, no final do dia apenas Kuni e Saggi estavam vivos e ela gravemente ferida, tiveram que se esconder na floresta até um grupo de resgate aparecer pra salva-los.
- Você me carregou quando eu quebrei a perna e o braço – continuou ela – me protegeu, cuidou de mim enquanto os bandidos nos caçavam, você poderia ter escapado se tivesse me deixado para trás.
- Eu nunca abandonaria você ali – respondeu ele serio.
Eles ficaram dois dias na floresta, ela estava muito ferida e já doente por causa de uma infecção e pra piorar não tinham nenhum equipamento ou mantimentos, nos poucos momentos que a febre baixava ela pedia para que ele fosse embora e a largasse ali, ele sempre respondia a mesma coisa: “já perdemos vidas demais aqui, enquanto eu puder me mexer lhe protegerei”
- Nossos amigos que morreram ali nunca me perdoariam se eu fugisse pra salvar a mim mesmo quando você mais precisava, eu teria que viver com essa vergonha pelo resto da minha longa vida.
- o Ryori também não me abandonaria, mas depois daquela missão eu não consegui te esquecer e aos poucos eu desejava saber mais e mais sobre aquele que me protegeu por dois longos dias.
- Posso te contar o que quiser saber – disse ele tocando o rosto dela.
- Temos muito tempo pra isso – disse ela pouco antes de beijá-lo.
E eles ficaram ali se beijando e conversando até meia noite, ele a desejava mais a cada minuto, mas diferente das outras garotas que era apenas atração ele sentia algo mais intenso.
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(uma semana depois)
- Qual garota durou mais? – perguntou Mizura enquanto juntava as compras numa sacola.
- Aquela chuunin lá do Kendo – respondeu Saggi ajudando a carregar as sacolas – foram 20 dias de prazer.
- Aquela ali era três anos mais velha que você! Por que durou tanto?
- Por que ela era gostosa, mas no final ela disse que eu era muito criança pra ela.
- E qual durou menos? – perguntou Mizura tentando lembrar de quantas amantes o amigo já teve.
- As gêmeas lá da Kaede – revelou Saggi – fiquei só um dia com cada uma.
Mizura travou em pé ao ouvir isso, provavelmente foram nas ultimas vezes que estiveram na vila do redemoinho.
- Cara! Você é um tremendo de um pervertido safado! Elas são irmãs gêmeas!
- E estavam dispostas a me dividir ou revezar – contou ele achando divertido toda essa historia – então no final fiquei com uma um dia e da outra vez fiquei com a outra, quase pirei com elas se oferecendo ao mesmo tempo.
A cara que Mizura fazia era algo que denunciava indignação e vergonha.
- Ainda bem que a Mayuri-chan não sabe dessa historia, ou do contrario ela lhe castrava.
- Como se adiantasse alguma coisa, ia regenerar de qualquer jeito.
- Pobre Kuni-chan, não sabe o namorado que arranjou.
- Hei! A Kuni-chan é especial! Ela é a única garota que eu quero namorar de verdade!
Mizura sorriu ao ouvir isso, desde que o amigo confidenciara que ele e Kuni estavam namorando que Mizura notou algo diferente em Saggi.
- Eu posso lhe perguntar uma coisa mais pessoal? – pediu Mizura meio envergonhado.
- Se eu puder responder....
- Quando foi.... sua primeira vez? – perguntou ele com o rosto virado pro outro lado.
- Foi no meu aniversario de 15 anos – respondeu o outro sem a menor vergonha – minha prima que dormiu lá em casa me visitou no quarto de madrugada pra me dar um “presente especial” ai ela...
Ele foi cortado por um murro no estomago aplicando por Mizura, Saggi se curvou um pouco com a respiração falhando, mas logo se recuperou.
- O que foi isso cara? – perguntou ele sem entender.
- Você é muito escroto! Eu não pedi por detalhes – explicou Mizura furioso – agora isso não vai sair da minha cabeça por um tempão!
- Que pena que você nunca teve uma prima gostosa e safada – brincou Saggi.
Quando Mizura tentou acertar Saggi mais uma vez este desapareceu usando suishin no jutsu e apareceu no telhado de uma casa.
- Agora carregue as sacolas sozinho! – gritou Saggi sorrindo e sumindo em seguida.
Mizura arrependido da pergunta apenas fez um bunshin pra carregar as sacolas das compras, ainda pensava no que o outro disse.
- A própria prima aos 15 anos! – dizia pra si mesmo inconformado – ainda bem que Yukie-chan é muito criança pra pensar nessas coisas ou ela poderia.....
Tratando de apagar qualquer pensamento idiota da cabeça ele se repreendeu por andar demais com Saggi, precisava de uma missão bem longe dele pra evitar ser “contaminado” pela falta de vergonha na cara do outro.
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A tarde passou de forma lenta pra Saggi que queria re-encontrar sua namorada, esperando no mesmo banco onde eles se beijaram pela primeira vez, ali era um lugar especial pra ambos.
Kuni se dirigia ao lugar combinado acompanhada de Mayuri, as duas combinaram dar uma trégua já que agora conviveriam mais.
- Muito obrigado por ter me ajudado Mayuri – agradeceu ela.
- Não esquenta, apenas tire esse pervertido do mal caminho e já terá me retribuído.
Kuni riu do pedido dela, elas nunca foram intimas o suficiente pra isso, mas agora já podiam se dizer amigas.
- Mas eu não acho ele tão pervertido assim, quando estamos namorando ele nunca vai mais longe do que eu mesma avanço.
- Então você conseguiu um milagre – afirmou a outra – normalmente ele trata as mulheres como um playground particular, já ouvi umas garotas dizendo que logo no primeiro dia de “namoro” ele já colocava a mão onde não devia, lógico que elas não reclamavam é claro.
- O Saggi-kun me trata muito bem, me respeita, me ouve sempre que eu conto como foi o meu dia e se interessa em me conhecer mais do que como ninja.
Mayuri colocou a mão sobre o ombro da outra e elas pararam de andar, Mayuri encarava a nova amiga seriamente.
- Quando o Saggi estabelece um laço com alguém é pra vida toda, você é a única mulher dele agora e ele jamais a trairá.
- Eu sei disso, confio plenamente nele – avisou Kuni.
- Mas os Kyoshou não sabem lidar muito bem com perdas, por isso ele evitava namorar alguma garota seriamente – continuou Mayuri – ouse magoa-lo ou abandona-lo e mesmo que isso me custe minha liberdade eu farei você pagar.
E foi com um sorriso que a outra respondeu.
- Se algum dia eu magoar o único rapaz que me valoriza eu permitirei que tire minha vida no mesmo dia.
- E se você contar pra alguém que eu te disse tudo isso juro que nem o inferno será um abrigo pra você contra minha vingança.
- Ui que medo! – brincou a outra – e você é o Mizura? Acha que ninguém percebeu que na noite do jantar vocês tinham planos bem eróticos?
Mayuri estava preste a explodir de raiva e provavelmente explodiria Kuni logo após, mas antes que tivesse uma chance elas já haviam chegado a praça.
- É melhor eu ir embora, não to a fim de ver vocês dois se agarrando.
Depois de se despedir de Mayuri Kuni foi andando sorrateiramente e ao se colocar atrás de Saggi que continuava sentado no banco ela tapou-lhe os olhos.
Depois do breve susto Saggi sorriu, tocou gentilmente as mãos delas acariciando.
- Seria minha dama colorida? – perguntou Saggi se fazendo de indiferente.
- Quem você quer que seja? – perguntou ela aos ouvidos dele sensualmente.
Ele se virou e adorou o que viu: ela usava uma jaqueta preta e um short jeans bem curto, desejando ardentemente aquele corpo a beijou, depois puxou-a para sentar no seu colo e continuou a beija-la, suas mãos já tocavam e apertavam a coxa dela, enquanto ela respirava mais pesadamente.
- Você me deixa louco garota! – disse Saggi quando percebeu que sua mão já pretendia ir ao meio das pernas dela.
Ela percebeu que ele não pretendia ir mais longe com isso, mas ela própria também era fogosa e gostava de sexo tanto quanto ele, a qualquer momento que ele quisesse poderia tê-la.
- Você não ta afim? – perguntou ela.
- Na verdade estou muito afim gata, mas você é especial, não quero me apressar com algo que podemos ter qualquer dia.
- E se eu dissesse que eu to muito afim de transar com você hoje? – ela disse mais uma vez aos ouvidos dele.
Saggi ficou de olhos arregalados, não por ouvir uma proposta assim afinal já estava acostumado, mas pelo fato de que antes ela tinha até medo de abraçá-lo, não esperava que numa relação séria fosse ocorrer tão rápido.
- Eu posso fazer algo bem especial sabia? – insinuou-se ela.
- Agora fique curioso, o que você pode fazer?
- Me acompanhe – pediu ela se levantando e estendendo a mão pra ele.
Saggi não fez qualquer objeção ou questionamento e a seguiu, na verdade nem percebeu que já estava na porta do motel que ele ia quando queria ficar com alguma garota, o porteiro logo o reconheceu e sorriu.
- Olá saggi-kun, divirtam-se – disse ele já entregando a chave de um quarto.
- Parece que você já é freguês – comentou Kuni com um sorriso malicioso.
Saggi ficou sem graça, antes sua fama nunca o incomodava, mas agora diante de uma garota que amava de verdade ele achava que ela podia se ofender com qualquer coisa.
Os dois foram até um quarto que ficava no ultimo andar do motel, um quarto bonito e espaçoso com uma cama grande bem arrumada, Saggi sentou na cama e logo Kuni sentou em seu colo de frente pra ele encarando-o com um olhar faminto.
- Posso fazer um joguinho com você? – perguntou ela com um sorriso indecifrável.
- Que tipo de jogo? Posso ser muito bom em vários jogos – ele a desafiava.
- Não nesse aqui, eu sou uma mestra – gabou-se ela – que tal se eu lhe mostrasse um genjutsu especial que eu guardei pra uma ocasião como essa?
Milhares de idéias pervertidas passaram pela mente de saggi, se Kuni era uma especialista em genjutsus o que ela poderia fazer pra usá-los dessa forma? Louco de desejo e curiosidade ele aceitou o jogo.
- Então relaxe e não se preocupe que não vou mexer muito no seu cérebro – avisou ela.
Kuni fez alguns selos rápidos e com as duas mãos tocou o rosto de Saggi enquanto olhava profundamente em seus olhos, logo o rapaz sentiu um arrepio passar por sua coluna e do seu ponto de vista os olhos de Kuni brilhavam com intensidade.
- Jougenzou no jutsu (técnica da ilusão avançada), agora eu tenho controle total sobre seus 5 sentidos – explicou ela – agora veja só o que eu posso fazer.
Dizendo isso ela simplesmente desapareceu do colo de Saggi, o rapaz tateava procurando por ela e notou que já não estava mais no quarto, estava no centro de um lago no meio de uma floresta e a cama se transformara numa pedra.
- Gostou? Posso fazer qualquer cenário que quiser – ela surgiu atrás dele abraçando-o.
- Você já fez isso com alguém?
- Não, você é o primeiro, guardei essa brincadeira para alguém que valesse a pena.
Saggi se virou para beijá-la, um beijo intenso e cheio de amor por que ela era a única que ele amava, e ela o amava na mesma intensidade.
Mas depois do beijo ela desapareceu mais uma vez, Saggi viu o cenário mudando mais uma vez e agora se via numa masmorra de castelo e a cama se transformara numa mesa de ferro e correntes seguravam seus braços.
- Agora meu amor, vou lhe torturar um pouquinho – avisou Kuni que apareceu bem diante dele.
Uma musica erótica surgiu do nada, uma musica que só era escutada por Saggi cuja audição era controlada por ela, mas a musica não era tão importante quanto vê-la dançando sensualmente na sua frente, uma dança que já lhe enlouquecia e se não fosse pelas correntes já tinha avançado nela.
- Isso é muita maldade sabia?! – ele tentava esticar os braços pra tocá-la, mas as correntes não deixavam.
- Eu sei, e a maldade está só começando.
Dizendo isso ela começava a desabotoar seu short jeans que era bem apertadinho, deixou o botão aberto mas não tocou no zíper, enquanto dançava ela passava as mãos no próprio corpo provocativamente, removia lentamente a jaqueta que vestia e por baixo só a camiseta tapava uma das maravilhas daquele corpo sensual.
Ele colocou a mão sobre o próprio membro por cima da calça que vestia, sentia-o latejando como se quisesse pular pra fora, nenhuma mulher mexeu tanto com ele como Kuni, e o fetiche dela por ilusões só apimentou ainda mais esse delicioso joguinho.
- Você já ta querendo brincar com seu amiguinho? – perguntou ela olhando o volume na calça dele – não comece ainda.
Uma segunda Kuni surgiu ajoelhada diante dele no meio de suas pernas, ainda estava toda vestida e lhe olhava com puro tesão.
- Consegue dizer qual de nós duas é real? – perguntou aquela que estava ajoelhada diante dele.
Ele realmente não fazia idéia de qual era a verdadeira ou ilusão, na verdade ele nem sabia se ela ainda estava no quarto ou se já tinha ido embora, e isso o deixava mais excitado ainda, enquanto a outra dançava e brincava com a camiseta a segunda já massageava as coxas de Saggi bem próximo a virilha dele.
- Que tal me dar uma pista? – implorou ele.
- Como quiser! – disseram as duas simultaneamente.
A que dançava baixou de vez o short ficando só de calcinha e camiseta, mas seus dedos logo passaram por dentro da peça intima enquanto ela começava a se masturbar, a que estava tocando Saggi logo puxou o membro dele pra fora e o masturbava com a mão enquanto o olhava com o sorriso mais pervertido que ele já viu na vida.
- Isso é muita sacanagem! – ele protestou em meio aos gemidos – deixe-me toca-la!
- Só quando descobrir qual de nós duas é a verdadeira – avisou aquela que o masturbava.
Os olhos de saggi já estavam virando do avesso tamanho tesão e excitação, ser masturbado por ela ao mesmo tempo em que a via se masturbando era algo alem dos seus sonhos mais eróticos, nem conseguia raciocinar direito.
- E... se eu... errar? – perguntou ele com dificuldades.
- Ai vai ter que se contentar só em olhar – respondeu aquela que dançava e se masturbava – mas responda antes de gozar ou o jogo acabar aqui.
Ela se tocava com mais intensidade ao mesmo tempo que jogava fora a camiseta, a outra aumentou o ritmo da brincadeira e já dava lambidinhas na cabeça do pênis dele, o rapaz já não agüentaria muito tempo, mas juntou todas as forças que tinha pra raciocinar e respondeu logo.
- É você – respondeu ele olhando diretamente para aquela que dançava.
Após a resposta aquela que o masturbava desapareceu junto com as correntes que o segurava, ele não conseguia acreditar que uma ilusão pudesse tocar uma punheta como se fosse real, ela realmente podia controlar todos os sentidos dele.
- Como descobriu? – perguntou a verdadeira se encostando na parede de forma sensual.
Ele se levantou e tirou a calça ficando apenas de cueca e camisa, aproximou-se de Kuni e a segurou pela cintura enquanto a pressionava contra a parede.
- Só vou lhe dizer depois que você gozar bem gostoso pra mim.
Sem sutileza alguma ele enfiou a mão por dentro da calcinha dela, Kuni gemeu e suspirou excitada ao sentir os dedos dele lhe penetrando, a outra mão de saggi enlaçava a cintura dela não permitindo que ela tivesse qualquer chance de fugir ou engana-lo.
- Bem melhor que brincar sozinha não é? – perguntou ele enquanto aumentava a força dos dedos na vagina dela.
- ahh! E como é melhor! – ela gemeu e os gemidos já se tornavam gritos abafados.
- Venha! Me chupe! Quero sentir a diferença entre a real e a ilusória.
Rapidamente ela se ajoelhou e segurou o pênis dele começando o vai e vem com a mão primeiro, mas logo já estava enfiando tudo na boca e chupando com força.
- ohhh! Definitivamente é melhor que a outra! – ele segurava a cabeça dela guiando o ritmo.
Ele estava louco pra gozar na boca dela, mas ele não sabia se devia ou não, por via das duvidas ele a levantou e a guiou de volta pra cama, colocou-a de pé com as mãos apoiadas na cama de costas pra ele, depois a segurou pela cintura e ficou esfregando o pênis nela por cima da calcinha.
- Enfia logo em mim! Não agüento mais esperar! – ela rebolava sentindo aquele membro lhe tocando logo ali.
Atendendo o pedido dela Saggi mexeu na calcinha dela afastando-a e permitindo que ele pudesse ver aquele sexo lindo e apertadinho, penetrou devagar colocando apenas a cabeçinha apenas para descontar a “tortura” que ela o submeteu antes.
- Assim você me deixa louca! – ela dizia isso e todo o genjutsu armado começava a se desestabilizar desfazendo a ilusão da masmorra.
Após conseguir seu objetivo ele meteu tudo de uma vez, afinal ele também já não agüentava esperar, dava estocadas fortes segurando firmemente a cintura dela, Kuni gemia e gritava alucinada com o melhor sexo de sua vida e ele sentia o mesmo.
- Você é muito apertadinha! – disse ele em meio aos gemidos.
- Você que é “grande” – respondeu ela com a voz falhando.
Ela já não agüentava mais se apoiar sobre os braços e se deitou sobre a cama ainda com as pernas de fora, Saggi se inclinou par continuar com o sexo, ele não queria parar de jeito nenhum, parecia com sua primeira vez onde uma prima safada lhe dera seu primeiro orgasmo no meio da madrugada, mas dessa vez ele não precisava morder um lenço pra impedir que seus pais ouvissem seus urros de prazer.
Kuni foi a primeira a gozar, Saggi sentiu a vagina dela umedecer bastante e isso lhe dava mais tesão ainda.
- Ai que gostoso! – disse ela se virando pra olhá-lo.
- E quem disse que eu acabei? – disse ele se deitando sobre ela.
- Então goza amor, goza em mim.
Ele se levantou e terminou o serviço sozinho se punhetando, não por que ele não queria continuar, e sim por que Kuni se excitava com isso, logo ele também gozou sobre a barriga dela e o esperma se espalhou naquela barriginha sexy.
- Como é quente – afirmou ela tocando o liquido branco e levando uma gotinha aos lábios.
Saggi pegou uma caixa de lenço de papel que ficava ao lado da cama e deu pra ela se limpar, e enquanto ela se limpava deitou ao lado dela acariciando o rosto dela, depois se cobriram com o lençol e ficaram abraçados se beijando, se tocando e conversando.
- Como descobriu qual era a verdadeira? – perguntou ela curiosa.
- A “outra” não tinha o mesmo calor que você tinha quando entramos aqui – respondeu ele – fora isso até o meu pau sentiu que era real!
Ela sorriu muito com a comparação, definitivamente ele era o tipo de pessoa que Kuni mais gostava: alguém livre pra aproveitar a vida, uma pessoa que realmente apreciva a beleza de tudo.
- Ei Saggi-kun, você realmente me ama não é? – perguntou ela com uma voz triste – eu não sou só mais uma foda gostosa né?
Não é que ela duvidasse do amor dele, ela simplesmente se sentia carente e precisava ouvir palavras verdadeiras que nunca ouviu antes.
- Mesmo que só viéssemos a transar daqui a um ano ou dois eu continuaria amando-a do mesmo jeito – respondeu ele calmamente – por que você é uma das poucas que me entende, uma das poucas que vive como eu e a única que quis realmente me conhecer.
- Nem mesmo a Mayuri lhe entendia?
- Ela tinha medo de amar antes, mas o Mizura mudou isso – respondeu ele – confesso que eu queria estar no lugar dele naquele tempo, mas depois entendi que eu não poderia fazê-la feliz.
- Mas você me faz muito feliz – disse ela abraçando-o – você viu através da ilusão que eu criei sobre mim mesmo e gostou de como eu sou de verdade.
- Eu gosto da verdadeira Kuni, uma menina alegre, gentil e que escolheu um caminho próprio que é muito legal.
- Obrigado – agradeceu ela.
- E de brinde ainda ganhei uma mulher que pode literalmente dar vida a qualquer coisa que eu imaginar!
Kuni riu da piada, provavelmente nenhum ninja no mundo pensou em usar genjutsus pra jogos eróticos, a partir de agora ela teria que ser cada vez mais criativa se quiser surpreender esse jovem que lhe fazia tão feliz.
Fim.
Notas finais
aceito sugestões pro proximo casal!
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