Modo Tropa De Elite
9 Área 4
Notas iniciais
Divirtam-se!
OBS: Traduções no final da página!
Espanha, Portugal e Itália Romano
- Me solta spagnolo di merda! — Xingou Romano ao ser arrastado por Espanha pelo corredor no qual ele, Portugal (que, após anos de prática, havia desenvolvido uma técnica para se libertar do irmão) e o já mencionado espanhol andavam.
- Não grites gajo! — Repreendeu o português- Nós estamos em um território inimigo e desconhecido!
- E daí? — Resmungou em troca o italiano.
Espanha parou abruptamente e virou-se para ele.
- Shhh, Romanito! Quando nós estamos em uma situação dessas é melhor não alertar os inimigos sobre a nossa posição. Portugal está certo.
- Não me chame de "Romanito"! — Retrucou Romano, mal-humorado mas com o tom de voz mais baixo- Me deixe ir por último então! Já que você e seu fratello resmunguento que foram conquistadores, não eu!
Portugal protestou contra essa definição.
- Resmunguento? Trate melhor os mais velhos!
- É exatamente por causa disso que você está indo no meio Romanito! Aí eu e hermano podemos proteger você~ — Explicou Espanha, ignorando totalmente o irmão.
- Eu não preciso ser protegido. Idiota. — Foi a resposta que o espanhol recebeu.
\\...\\
Apesar de todos os resmungos, Romano não reclamou mais sobre sua posição. Aqueles dois conquistadores idiotas deviam saber como se virar nessas situações estúpidas. E porquê mesmo que ele, Lovino, estava ali?
*FLASHBACK*
- Brazil, wait! — Gritou EUA ao ver a agora brasileira fugir da sala de reuniões.
- Oww... — Choramingou Feliciano- Porque ela foi embora? Eu queria ver a Brasil de perto...
- Pare de choramingar fratello! — Reclamou Lovino, apesar de compartilhar um pouco do desejo do irmão. Apontando um dedo acusador para França, ele continuou- É tudo culpa do francês!
Quando o acusado se virou em sua direção, Romano se escondeu atrás de Alemanha.
- Moi? — Perguntou França- Moi? Tré non! Eu sou apenas um apreciador da beleza! E por acaso mon cher Brésil, ou melhor, ma chérie Brésil, se tornou um grande objeto de apreciação!
- Bloody frog... Você mandou ela embora! Agora como eu vou poder tirar o feitiço?
- Ela provavelmente foi para casa Iggy! Quando eu estou assustado, eu vou para minha!
- Amérika, pelo menos uma vez na vida, está certo. Nós nos sentimos seguros em casa, da?
- Como assim, "pelo menos uma vez na vida"?
- Ora... Você não é muito inteligente Amérika.
- ... Você vai ver o inteligente commie!
Rússia tirou seu cano do casaco enquanto um bastão de beisebol aparecia do nada na mão de EUA.
- PAREM AGORA MESMO! — Rugiu Alemanha, fazendo com que todos se virassem para ele- Nós devíamos estar discutindo sobre como ir até a casa do... ãh... da Brasil, e não tentando causar uma segunda Guerra Fria!
Rússia pareceu um pouco envergonhado, apesar de seu eterno sorriso permanecer... bem... eterno?
- Muito bem. — Continuou o alemão- Alguém aqui sabe como achar a casa da Brasil? (N.E: Na minha cabeça, as "casas" das nações não são tão fáceis de achar [A não ser que eu queira que elas sejam MUAHAHAHA], tendo que saber, então, como encontrá-las. Porque, oras, a "casa" dos países é o próprio país. Imagina se você entrasse sem querer na casa do seu vizinho para pedir uma xícara de açúcar e saísse por outra porta e acabasse do outro lado do país?)
Silêncio.
- Vamos, alguém deve saber!
- Eu sei! — Exclamou EUA.
- Ótimo, onde fica?
- Ahn... Na América do Sul? — As nações encararam o estado-unidense- Eu sei parcialmente...
Facepalm.
- Certo... — Suspirou Alemanha- Alguém além do EUA?
- Eu sei.
Os olhares se voltaram para o geralmente ignorado Portugal.
- Oh, mas é claro! — Comentou Inglaterra, um pouco mais calmo- Foi você que descobriu ela! Mil perdões meu caro Portugal.
O mesmo fez um gesto de pouco caso.
- Não há problema.
- Muito bem. — Continuou Ludwig- Guie-nos então, Portugal. (N.E: Porquê isso soou muito esotérico?)
A sala de reuniões começou a se esvaziar, países, ou voltando para suas respectivas casas, ou seguindo a nação portuguesa.
- Vee~ Você vem também, não é fratello?
- Porquê eu faria isso Veneziano?
- Vee~ Fratello vem também!
- O Romanito vai? Então eu vou também! — Intrometeu-se Espanha.
- Mas eu...!
Espanha agarrou Romano pelo braço, arrastando-o em direção ao grupo de países que tinham agrupado-se em volta de Portugal.
- Espere por nós hermano!
\\...\\
ÁREA 4 — Amazonas, Roraima e Rondônia
Romano ficou mais mal-humorado ainda. Ele nem queria estar ali! Maldito Veneziano... Ele iria ver quando eles voltassem para casa.
- Oh! — Espanha cortou o silêncio com sua voz alegre- Olhem! Uma porta!
Portugal bateu com a mão na testa.
- E...? Portas não são tão difíceis de achar, tu sabes irmão...
O espanhol fez um beicinho.
- Não seja mau hermano~!
Romano bufou.
- Ótimo! Uma porta! Vocês vão entrar ou o quê? — Perguntou ele irritado, enquanto empurrava os dois irmãos para o lado.
O italiano abriu a porta devagar, espiando pela fresta antes de abrí-la por completo.
- Oh, vejam! Ela abre também! — Ele resmungou sarcasticamente, antes de um dardo aparecer em seu campo de visão.
Espanha e Portugal, numa reação rápida, puxaram a camisa de Romano, salvando-o do dardo e fazendo as três nações caírem sentadas no chão. Antes que Lovino conseguisse sequer registrar que aquele dardo não havia o atingido, os dois ex-conquistadores já tinham se levantado e o estavam arrastando corredor abaixo.
- Por aqui! — Exclamou Portugal, virando de súbito para a direita, fazendo com que Romano quase batesse a cabeça na parede.
- O-oy! Português estúpido! — Gritou o italiano, sua bochecha vermelha de onde ela havia raspado no gesso.
- Romanito! Não reclame! — Respondeu Espanha, correndo logo atrás dele- Ou você prefere os dardos?
Lovino engoliu em seco, decidindo que a última opção não era tão atraente assim. "Finalmente!", pensou Portugal, antes de dar de cara numa parede, fazendo com que os seus dois companheiros se chocassem contra ele, e que eles acabassem caindo no chão novamente.
- Isso não deveria estar aqui... — Foi a última coisa que o português murmurou antes que um dardo o atingisse no pescoço.
- Hermano! — Antônio exclamou ao ver o irmão cair desacordado no chão.
O espanhol virou-se rapidamente na direção de seus oponentes, cuidando para que Romano ficasse atrás dele. O que Lovino não reclamou, ainda mirando com os olhos arregalados o dardo no pescoço de Portugal.
- Então... — Um dos "inimigos" murmurou com uma voz caracteristicamente feminina- Eu meio que atingi o meu avô?
- Não... — Respondeu outro dos "inimigos", a voz também feminina. "Estamos sendo atacados pelas amazonas?", pensou aleatoriamente Espanha- Algo como seu tio, eu acho.
- Ah.
Outro dardo voou na direção das duas nações restantes, porém foi desviado pelo machado do espanhol. Três outras dessas mortíferas armas foram lançadas em sua direção com uma precisão assustadora. Dessa vez, Espanha só conseguiu desviar duas, e o último dos dardos atingiu Romano.
- Romanito!
E nos breves segundos no quais Antônio baixou sua guarda, um dardo o acertou em cheio no pescoço, curiosamente no mesmo lugar no qual Portugal havia sido alvejado. TUNK! O som do corpo espanhol batendo no chão ressoou pelo corredor. Duas figuras surgiram da outra ponta do "beco sem saída".
- Pode tirar essa parede daí, Rondônia.
- Certo!
A "parede" caiu, revelando uma outra porta, agora aberta, onde uma pequena figura de longos e lisos cabelos castanho-madeira estava parada, segurando um tipo de pano. Uma das primeiras figuras havia se aproximado dos países caídos no chão.
- Você acertou o tio e o Espanha exatamente no mesmo lugar do pescoço, Amazonas! Incrível!
- Sério? — Amazonas aproximou-se para conferir- Ha! Esperem até eu esfregar essa na cara do Pará!
Ela soltou um riso triunfante, enquanto suas duas irmãs, Rondônia e Roraima, sorriram, cúmplices, uma para a outra.
- Mas agora é melhor nós levarmos eles até o Centro, mana. — Murmurou Roraima gentilmente.
- Oh. Certo. — Amazonas interrompeu sua risada vitoriosa para ajudar os dois outros Estados a carregar as três nações.
- Ugh. — Disse Rondônia, carregando Romano- Esse aqui precisa de uma dieta!
Rindo, as três atravessaram a porta.
\\...\\
C.I.C
Amazonas e suas irmãs tinham acabado de trazer Espanha, Romano e Portugal, ainda desacordados, para o Centro de Controle. Lá, os Estados responsáveis encaravam atentamente seus "prisioneiros". Três deles na verdade. Brasília limpou a garganta, fazendo os olhares dos Estados recaírem sobre sua pessoa.
- Meus caros irmãos. Hoje nós completamos um desafio único, singular em sua raridade, e...
- Desembucha de uma vez maninho! — Reclamou um de seus "caros" irmãos.
- Não me chame assim! — Reclamou o mais novo dos Estados, levemente embaraçado- Onde eu estava antes de ser rudemente interrompido? Ah, sim! Hoje nós capturamos os três integrantes do mais famoso grupo de países: o BAD TOUCH TRIO!
Os brasileiros comemoraram, observando Prússia, França e, finalmente, Espanha, que se encontravam deitados no chão da sala de controle.
- Isso merece um brinde! — Paraíba exclamou, animada, uma bandeja cheia de caipirinhas nas mãos.
Os Estados comemoraram mais ainda.
Notas finais
Para quem não sabe, caipirinha é uma bebida alcoólica brasileira. Vejam na Wikipédia. Ou não. Vai ser melhor para quando nós a usarmos para conquistar o mundo! *risada maquiavélica*
Traduções:
Italiano: Spagnolo di merda- Espanhol de m(CENSURADO)/ Fratello - Irmão/ Idiota - Idiota (Wow... Essa foi difícil, né? xD).
Espanhol: Hermano - Irmão.
Inglês: "Brazil, wait!" - "Espere Brasil!"/ "Bloody frog" - Pelo que eu sei, "bloody" é bastante utilizado pelos ingleses, e significa algo como "maldito", ou seja, a tradução seria "maldito sapo" (Não, não vou explicar de novo o porquê do "sapo")/ Commie - Diminutivo para "communist", ou seja, comunista (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas diz algo para vocês?).
Francês: Moi - Eu/ "Tré non" - Não (Tecnicamente, ele estaria falando "Muito não", mas... Entendam como um "É claro que não")/ "Mon cher Brésil" - Meu caro Brasil/ "Ma cherié Brésil" - Minha cara (querida) Brasil.
Russo: Amérika - América/ Da - Sim.
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