Era uma noite fria, estava nevando, e eu estava indo como sempre comprar doces.

Chegando a loja, caminho até uma prateleira cheia de doces, sorri e meus olhos brilhavam ao pegar com a mão cheia boa parte deles.


– Sempre fazendo gordices Mochi-san ! — Falou Konata-san ao me ver , ela era uma das funcionária da loja, sempre chata e patética, Eu simplesmente a odiava. Suspirei e disse :

– Hahahaha muito engraçado Konata-san , me deixe em paz e vá trab..- Engoli as palavras ao ser interrompida

– Seja gentil com os clientes Konata-chan – Disse o lindo garoto de grandes olhos verdes.

– Me desculpe Moça — Se desculpou enquanto sorria , devolvi o sorriso ironicamente, e disse:

– Não posso culpá-lo de ter funcionários tão incompetentes quanto ela.. – Disse ironicamente, ao ver Konata-san ficar furiosa.

Todos se calaram, fui em direção ao caixa, chegando La encontro um garoto patético , com um rosto sonolento quase dormindo, então eu disse:

– MOÇO – Em voz alta, para que ele despertasse.

– Me desculpe – Disse o garoto enquanto limpava a baba que estava escorrendo em seu rosto.

Me atendeu rapidamente, quando eu estava prestes a sair olhei vagamente pra trás e vi konata-san e o lindo garoto conversando, konata estava com grandes olhos brilhantes enquanto conversava com ele.. Então eu pensei alto:

– Desgraçada — Sem querer escapou meu pensamento, todos olharam pra mim assustados, dei um sorriso forçado e sai.

Estava muito frio, eu estava quase congelando , as ruas estavam escuras.

– ONDE EU ESTAVA?- Era o que eu mais precisava saber, eu precisava chegar logo , caminhei freneticamente tentando chegar em casa, eu estava perdida. Era o de se esperar, tinha me mudado a uma semana , mais meu hábito de ir comprar doces não mudou e acabou me deixando onde estou, perdida. Estava andando rápido quase correndo, e acabei esbarrando em uma pessoa.

– Me.. Me desculpe – Disse ao desconhecido.

– Vocês está perdida? — Perguntou o estranho. Levantei o rosto e o olhei, era o garoto lindo da loja, O que eles estava fazendo aqui?

– O que você está fazendo aqui? — Perguntei curiosamente

– Já são 20:00 larguei do trabalho a pouco tempo , mais e você, o que está fazendo a 100 km da loja ? você mora tão longe assim?- Fiquei assustada, como assim já eram 20:00 ?? Meu relógio não negava isso, Comecei a ficar nervosa.

– Acalme-se, você está perdida? Quer que eu a leve em casa? Conheço muito bem o caminho para a residência dos Monogotari- Disse o garoto com um grande sorriso no rosto.

– Não preciso de ajuda, eu estou bem – Disse ironicamente enquanto caminhava. O garoto começou a rir.

– Qual é a graça ? – Falei ao garoto já irritada.

– Você está indo para o lado errado, tem certeza que não está perdida?- Disse o garoto gentilmente.

– Não te interessa – Eu disse.

– Deixe de ser teimosa mochi-chan, sei que por trás dessa pessoa egocêntrica existe uma pessoa doce e sensível.. – Começou a falar o garoto enquanto eu caminhava em direção ao nada.

– Vamos – me puxou pelo braço, acabei cedendo e caminhei junto ao garoto.

– Como sabe o meu nome?

– A família Monogatari é uma das famílias mais ricas da cidade, como não conhecer a anjinha da família? – Disse ironicamente.

– Meu nome é otanashi — Sorriu enquanto disse seu nome.

– EU não me importo- Falei grosseiramente.

Ele riu.

Caminhamos até rua anterior , chegando no final da rua , avistei minha casa, como assim só era uma rua antes? O que tem de errado?

– Hahahahahahaha – começou a rir freneticamente o garoto e logo fiquei irritada.

– Você não disse 100 metros? – falei enquanto o via rindo

– Estava apenas brincando, você não estava perdida só andando em círculos. – Disse ele brincando.

– Obr.. Obrigado- Disse com um sorriso um pouco forçado

– Não há de que -

Nos despedimos e logo entrei em casa, fiquei pensando, o porque eu fui tão grossa com um garoto tão lindo, ele parecia perfeito, não ligava para minhas grosseiras e sempre estava sorrindo. O que eu estou dizendo ? ele é apenas mais um funcionário bonitinho de uma loja de doces..

– ONDE VOCÊ ESTAVA MOCINHA – Disse meu pai com um olhar desesperado.

– Vou dormir – Falei sem dar importância a preocupação deles, enquanto andava em direção as escadas, avistei dois policiais.

– Por que isso tudo? –

– Você está de castigo, vá para o quarto e a partir de amanhã as coisas vão ser diferentes –

Ignorei o que meu pai disse, afinal de contas, quantas e quantas vezes ele já falou isso e nunca fez nada. Fui para meu quarto ainda pensando no que aconteceu, acabei dormindo em meio a meus pensamentos... Afinal amanhã era um longo dia.


Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.