Mistérios e Verdades
25 Capítulo 25
Notas iniciais
O assediador
Olhei vários livros tinha livro de vampiros,romance, comédia e até sobre como perder o medo do sexo. Me sentei e comecei a chorar lembrando que o REBERT foi meu primeiro namorado, mas ficou comigo e espalhou pros amigos então eu saí como uma puta na merda da história.
Me levantei da cama e liguei o som. Estava tocando Shopia Abraão. Enquanto a música tocava, eu pensava debaixo daquela água gelada que não era legal se prender tanto as memórias, as vezes a distância faz as pessoas evolui e crescer de uma maneira louca e absurda. Sai do banho, coloquei um vestido coladinho com uma blusa branca, e um anel de perolas que brilhava mais que os meus olhos juntos e fui a pé pra Vila lenne. Cada passo que eu dava era como se aquela cidade talvez não fosse o que eu esperava mas, talvez o problema não fosse a cidade e sim eu que depositava muitas expectativas nas pessoas. Chegando a um gramado perto de uma praça me sentei no banco e sentir o vento balançar meus leves cabelos, enquanto eu admirava casais se abraçando e se beijando eu lembrava da minha mãe e meu pai juntos. Senti uma pessoa venda meus olhos então, passei as mãos na pele e tentei adivinhar quem era.— Brincadeira chataaa! Respondi fazendo careta..— Será que é chata mesmo? Ele fala dando um sorriso. Quando eu tiro seus braços do meu rosto vejo o Fábio dando um sorriso sarcástico. Olhei fixamente e eu não conhecia aquele homem,mas ele se sentou do meu lado balançando seus cabelos pretos e lisos, tinha um 1 metro de altura e era fortinho mais não muito.— Prazer sou Fábio, mas, todos me chamam de binho. Ele falou ajeitando o palito azul.— Nos conhecemos? Falei olhando pra ele..— Não, mas digamos que eu tenho interesse nesse tal de "Miguel." Olhei pra ele e dei de braços encostado nele.— o que você quer com o Miguel? Falei olhando nos seus olhos.— Há, ele não te contou? Digamos que supostamente eu fui o cara que assediou ele no Rio Grande do norte. Se bem que não foi assédio só passei a mão entre as suas pernas.— Isso não é assédio? Seu psicopata. Bati várias nele enquanto as pessoas olhavam até ele segurar minhas mãos.— Tudo bem, se não vai me ajudar eu descubro mas, toma cuidado comigo! Ele falou e saiu andando. . Imediatamente sai andando sem destino, sem direção o Miguel poderia ser um idiota,babaca e escroto. Mas, ele não me contou da parte do assédio. Corri e sentei no banco e abaixei a cabeça quando vinha alguém na minha direção.— Anahì, porque você está chorando? Marcia falou tentando enxuga minhas lágrimas.— Apareceu um tal de "Fábio" atrás do Miguel e falou que ele foi assediado pelo próprio e, ele estava atrás do Miguel. Falei chorando..— Hum... Pior que é verdade pelos últimos semestres na outra faculdade eu vi que ele dava em cima do Miguel, por mim eu arrebentava esse muleke de tapas pois nem homem ele sabe ser.— O Miguel corre perigo Marcia ? Perguntei segurando suas mãos e chorando.— Não mas, ele vai voltar as sensações estranhas e perigosa do tipo se mutilar. Conversa com o Miguel, eu preciso ir! Marcia saiu com uma tatuagem no braço de uma rosa que era visível demais. Corri pela praça da Vila Lenne e tentava não chorar e dizer pra mim mesmo que tudo vai ficar bem.
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