Notas iniciais
Oi gente, voltei com a segunda temporada de Never.E espero que gostem e comentem, ok?

Damon


Nunca me passou pela cabeça que eu, Damon Salvatore estaria aqui, morando com Elena Gilbert, a mais chata e perfeita namorada que eu poderia achar.Qualquer um que me diria isso, eu iria cair na gargalhada, pois nem mesmo eu acreditaria nesse fato, e pode ter certeza não é fácil morar com ela.Elena, a complicada, manhosa, nervosa, linda, perfeita e minha namorada, Elena Gilbert, nós brigamos tanto por motivos que não merecem nem duas palavras, mas ainda sim insistimos em discutir, assuntos como a disputa do apartamento, coisas desnecessárias lembrar do nosso passado, ou como hoje, porque eu simplesmente COMENTEI (não foi um pedido de casamento) que quero me casar.

Enquanto minha perfeitinha está trancada no quarto xingando-me de todos os palavrões que existem em seu vocabulário, que no entanto eu consigo ouvir as suas palavras de amor, tais quais: Idiota, o que ele quer com casamento.Porra será que ele não vê que nós dois não estamos preparados para esse passo.Será que ele quer ter um filho? Puta que pariu, droga, caralho eu não posso ter um filho agora...não nesse momento.

Deitado na sala de estar olhando televisão, passando os canais de cinco em cinco minutos e parando em todos que me chamam atenção, por último paro na Discovery Kids onde a porquinha irritante passa pela tela, rolo meus olhos e apanho o controle para trocar de canal, quando o barulho alto da campainha soa dentro do apartamento.

— Damon, atente a porta! — grita Elena do quarto, reviro meus olhos e ponho o controle na mesinha de centro.Jogo minhas pernas para fora do sofá, e com passos lentos caminho até a porta.

Giro a maçaneta devagar, dando-me de frente com um homem que aparenta ter uns 30 e poucos anos, vestindo roupas escuras e um óculos preto, parecido com o daquele carinha do CSI.Em suas mãos uma folha voa conforme o vento da janela bate, meus olhos se desprendem da folha e sobem até os olhos verdes do homem a minha frente, forço um sorriso e tento pronunciar algumas palavras.

— Posso ajudar? — pergunto, meus olhos caem para a folha novamente.

— Eu gostaria de falar com Elena Gilbert — diz ele, olhando por trás de mim, seus olhos curiosos avistam a televisão onde Peppa ainda aparece na tela.Ele volta a me olhar com divertimento.— Tem filhos?

— Não por qual motivo....Ah o desenho, eu estava passando os canais e a campainha tocou....— sorrio envergonhado, suas sobrancelhas se erguem e nos cantos da sua boca um sorriso surge.

— Oh claro — ainda sorrindo diz, sinto minhas bochechas esquentarem, desvio o olhar sentindo um repentino incomodo.

— Desculpe-me por não lhe convidar para entrar, entretanto seria falta de educação deixa-lo entrar se o apartamento não me pertence — sorrio, giro meu corpo para trás, observando o apartamento com a porta do quarto fechada.— Elena! — a chamo.

— Que foi, idiota? — grita de volta, viro-me para o homem atrás de mim que sorri debochado.

— É muito amor — murmuro para ele, que ainda sorri.— Elena vem aqui, por favor.

— Não vou porra, agora me deixa em paz — diz com raiva.

— Elena Gilbert não sou que está te chamando, tem um... — ela me interrompe com um grito e o barulho da sua porta destrancando.

— Porque não falou antes — vem correndo, mas para na metade da sala.— Oi — murmura, suas bochechas vermelhas de vergonha a fazendo ficar mais linda.Ela pode me chamar de qualquer coisa, mas sempre irei continuar lhe amando.

— Elena Gilbert, você vai ter que me acompanhar até a delegacia....

— Calma — diz ela, olhando nos meus olhos, como se eu estivesse acusando-a de alguma coisa.— Eu não fiz nada, ok? Não me olha assim.Se eu tivesse feito alguma coisa, você não veria — não entendo, no entanto decido ignorar, ela revira seus olhos castanhos e volta a encarar o homem a nossa frente.— Então o senhor poderia me dizer o que eu fiz?

— O detetive Grayson quer falar com você — entrega para ela a folha que até então eu não sabia do que se tratava, minha morena se vira para mim horrorizada.

— Porque ele quer falar comigo? — o medo tomando conta de seu corpo, chego por trás dela e a abraço, vejo seus olhos se fecharem e seu corpo relaxar em meus braços.

— Não sei senhorita, meu trabalho é lhe buscar.....

— Seria senhora se aceitasse se casar comigo — murmuro em seu ouvido e levo um tapa.

— Não começa!

— Tudo bem — sorrio de leve.— Vai com ele, Lena.Eu vou trocar de roupa e vou logo depois, ok? — ela gira seu corpo pequeno em meus braços e me olha nos olhos.

— Ok — fica nas pontas dos pés e beija meus lábios de leve.Sorrio entre o beijo e passo meus braços em torno da sua cintura, beijo seus cabelos enquanto ela me aperta forte.— Desculpa ter brigado com você...

— Não vou dizer que entendo você....Mas te amo demais para abrir mão por causa de uma briga qualquer — beijo seus lábios.

— Espero que nunca desista de mim — sorrio entre seus lábios.Ela se afasta me dando um último beijo e sai pela porta acompanhada de um policial.

Klaus

Caroline e eu estávamos os dois sentados no chão do banheiro, esperando o resultado dos 5 testes de gravidez que compramos hoje pela manhã.Minha loirinha já está mais que nervosa e no fim acabou roendo as unhas, fazendo algumas sair sangue, pequenas lágrimas escorriam de seus olhos claros enquanto olha apreensiva para os testes espalhados pela bancada do banheiro.

— Klaus e se....

— Calma Car, tudo vai ficar bem — passo a mão em suas lágrimas as limpando deixando novas rolarem pelo seu rosto pálido de nervosismo.— Sabe que eu te amo agora e vou amar depois também — ela assente e beija minha boca de leve.

O tempo passa e Caroline se levanta em um salto, correndo para a bancada onde os testes estão.Quando chego no seu lado, mais lágrimas caem de seus olhos e por mais que não queira deixo uma lágrimas solitária rolar pelo meu rosto.Os 5 testes enfilerados, todos com o mesmo resultado.NEGATIVO.

— Negativo Klaus — me abraça forte, escondendo seu rosto da curvatura do meu pescoço, suas lágrimas molhando minha pele.— Eu não consegui, eu....

— Caroline olha pra mim! — digo calmo, ela se afasta e me olha nos olhos.— Não é importante minha linda...

— É sim — grita.— Eu quero uma família....

— E nós vamos ter Caroline, mas não era pra ser agora...Entenda por favor.

— Eu entendo, mas eu quero cuidar de um bebê — sorrio para ela.

— Tenho certeza que a Bon Bon não se importa de você cuidar da Esther... — ela me interrompe, secando suas lágrimas com as costas das mãos.

— Não quero cuidar dela.Eu quero cuidar de um bebê loirinho, com pele clara e com os olhos do pai.

— Eu também quero minha linda...Tentaremos de novo.Prometo — beijo seus lábios.O som estridente da campainha me faz afastar Caroline do meu corpo indo até a porta.

— Eu vou — beijo sua testa e vou para a porta.Quando abro um homem moreno, alto com olhos verdes me encara com seus olhos determinados a procurar algo.— No que posso ajudar?

— Eu gostaria de falar com Caroline Forbes...

— É Mikaelson — o corrijo e ele apenas sorri de lado.

— Quem é, Klaus? — Caroline grita do banheiro.

— Um policial que quer falar com você — logo a loirinha aparece com os olhos vermelhos de tanto chorar e com um sorriso forçado.

— O que houve?

— A Senhora vai ter que me acompanhar até a delegacia....

— Espera ai — ela faz um gesto com a mão e o policial para de falar.— Eu não fiz nada, o que eu vou fazer lá?

— O Detetive Grayson quer falar com você....

— Mereço — ela grita exasperada.— Já não basta eu descobrir que não estou gravida e agora vou ser presa!

— Sinto muito pela gravidez...

— Tudo bem, eu vou — ela se vira para mim, me abraça e some pela porta.

Stefan

Sabe aquela hora em que sua namorada está em casa dançando enquanto arruma as coisas? Katherine está exatamente assim, com um short que quase nem se vê e uma blusinha curtinha, ela varre o chão cantando One Last Time da Ariana Grande(n/autora: gente quem nunca ouviu essa música, deveria ouvir é muito legal).Enquanto ela canta junto com a cantora eu apenas a observo do sofá sorrindo.

— Ta rindo do que? — para de varrer e me encara com as braços cruzados.

— To sorrindo por que você é linda e minha — ela sorri, vindo para perto de mim e sentando no meu colo.

— Quem disse que sou sua? — murmura perto da minha boca, sinto sua respiração se misturando com a minha.

— Eu disse!

— Está enganado meu querido....— a interrompo com um beijo, mas ela se afasta logo depois.— Te amo Tefinho — a olho de cara feia, a fazendo soltar uma risada gostosa.— Te amo Stef...
— Também te amo Kitty Kat — dessa vez ela me beija, devagar...Sua língua adentrando minha boca lentamente.Somos interrompidos pelas batidas ritmadas na porta.— Eu vou — me da um selinho e vai rumo a porta.

Fico alguns passos atrás dela, no entanto consigo ouvir suas palavras.E a outra pessoa é uma mulher.

— Delegacia? Por que? — escuto Kath falar, meu corpo congela e com muito esforço consigo chegar até ela.— Stef ela quer me levar — começa a chorar.— Eu não gosto de ir lá....

— Eu sei pequena — digo isso mesmo não sabendo por que, a abraço e olho para a mulher na nossa frente — Por que ela tem que ir?

— O Detetive Grayson quer conversar com ela — assinto, olho para Katherine que ainda chora em meus braços.

— Kath vai com ela, eu prometo que vou ir também, não vou demorar muito.

— Stefan por favor não demora...eu odeio esses lugares — assinto de novo e ela se afasta.— Vamos — seca as lágrimas e depois de um último beijo segue a mulher.

Jeremy

Bonnie estava cuidando da Esther enquanto eu fiquei fazendo sanduíches, ouvindo Secret do Austin Mahone.Mas pode ter certeza que eu nunca.NUNCA mesmo vou admitir que estava cantando essa música.

— Abaixa e para de cantar Austin Mahone Jeremy! — Bon Bon grita do quarto da nossa pequena.

— Droga — murmuro, a campainha toca na mesma hora em que Bonnie chegou com a Esther no colo.

Ela atende a porta ainda com a pequena nos braços.Um homem alto e pálido em vestimenta escura, ele sorri e cumprimenta minha mulher.

— Jeremy! — ela grita.

— O que houve? — resmungo parando no seu lado.

— Você vai ter que deixar a Esther com alguma das meninas...

— Por que?

— Vou ter que ir a delegacia, tapado — revira os olhos.

— Por que? — ignoro meu apelido e continuo a perguntar.

— Um tal de detetive Grayson quer falar comigo.

— E porque eu não posso cuidar dela? — faço um biquinho e ela ri.

— Desculpa meu amor, mas você não consegue cuidar dela sozinho — diz com um sorriso pequeno desenhado nos lábios.

— Pior que é verdade — me da Esther que sorri faceira.

— Tchau meus lindos — beija a testa da nossa filha e depois beija-me.

Matt

Eu estava dormindo tranquilamente e quando acordei, procurei Rebekah em todos os cantos até encontrar seu bilhete.

Tive que ir até a delegacia.Um detetive quer conversar comigo, não deve ser nada demais.Não se preocupe.
Te amo Bekah

Mereço, ela não podia ter me chamado? Daqui uns dias ela termina comigo por um simples bilhete.

Elena

Depois de descobrir o porque de eu estar aqui, ando pelos corredores da delegacia sem rumo, apenas esperando o tal de detetive me chamar.Na sala de espera vejo minhas amigas paradas uma no lado da outra sussurrando entre elas.Me aproximo delas apreensiva.

— Porque estão aqui?

— Nós viemos conversar com o detetive Grayson, e você Elena? — Rebekah pergunta nervosa.

— A mesma coisa.

— Sabe o porque de estarmos todas aqui? — Caroline pergunta.

— Acharam o corpo do Josh em um beco.

— Ele...Ele foi assassinado? — Bonnie pergunta horrorizada.Assinto de leve com a cabeça.

— Pegaram quem fez isso? — Katherine diz e me olha com um pedido silencioso de uma resposta afirmativa.

— Ainda não...

— Tem suspeitos? — Rebekah diz, o ar me falta e vai me deixando ofegante.

— Sim — e a pior pergunta, aquela que eu não quero responder, escapa dos lábios da Caroline.

— Quem?

— Pelo que tudo indica....nós — murmuro com os olhos fechados.

Todas nós nos olhamos com medo, nervosismo e....

— Olá meninas, queiram acompanhar-me até minha sala — um homem alto, cabelos e olhos castanhos assim como os meus aparece e nós encara como verdadeiras assassinas.

Notas finais
Continuo???Comentem meninas...Digam se está bom ou não... Bjss
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.