Mistério E Sedução
16 Capítulo 16: Anjo Negro do Pecado
Entramos na minha casa. Eu queria me libertar dela e eu achava que só indo para a cama com ela eu conseguiria. Eu também sentia atração por ela. Ela era realmente uma mulher linda e eu estava disposta a descobrir o prazeroso mundo que ela queria me mostrar.
Nós sentamos no sofá e bebemos por um tempo, conversando. Eu virava copo atrás de copo, para ganhar coragem e ir até o fim. Ela deve ter percebido, pois tirou o copo da minha mão se aproximando de mim.
- não quero mais uma acusação na minha ficha, por estupro. – ela diz e eu balanço a cabeça, sorrindo nervosa. – quero que você tenha total noção do que está fazendo. E cumprindo a minha promessa, não vou forçar nada.
- ok. – eu digo, mas ficava ainda mais difícil de aceitar sabendo que eu fazia aquilo por vontade própria. Abaixo a cabeça e ela leva a mão ao meu queixo, levantando meu olhar para ela. Ela desce sua mão pelo meu pescoço e vai para o primeiro botão da minha blusa que ela brinca até abri-lo, sem desfazer nosso contato visual ela continua a abrir um botão de cada vez lentamente. Ela se aproxima e me beija, um beijo calmo e doce, seus lábios eram macios como uma pétala de rosa. Eu faço como ela e começo a abrir os botões da blusa dela, que eu tiro e paro com o beijo para olhá-la. Ela usava um sutiã branco.
- você fica extremamente linda de branco; — eu digo e ela sorri, voltando a me beijar em seguida. Ela retira minha blusa e sem parar com o beijo ela se levanta me puxando junto ao corpo dela. Seu beijo agora era apreçado e forte. Ela me puxa pela cintura e começa a caminhar, nos chocávamos com tudo que tinha pela frente, seu beijo me fazia esquecer até mesmo de onde era meu quarto. Ela era quente, doce e macia. Finalmente chegamos ao meu quarto e ela me deita na cama, se deitando por cima. Ela beija meu pescoço e passa a língua sobre ele, me fazendo arrepiar. Ela aproxima sua boca do meu ouvido me fazendo tremer como num dia de inverno, mas com um calor pior do que o do inferno.
- você tem gosto de mel. – ela me diz, descendo sua boca pelo meu pescoço até o meu decote. Ela abre meu sutiã e o tira, chupando meus seios em seguida. Sua boca era macia e ela sabia como usá-la, me fazendo gemer de prazer. Eu a paro e me viro por cima dela, eu era como uma aluna, ela fazia e eu seguia seu exemplo. Retiro o sutiã dela e faço o mesmo que ela fez, era diferente, mas era bom. Ela me puxa, ficando novamente em cima, ela iniciaria uma nova lição e eu ficava atenta para aprender.
Ela retira minha calça e eu retiro a dela. Suas mãos passeavam pelo meu corpo prazerosamente. Ela retira minha calcinha e coloca sua língua em ação. A sensação era realmente boa. Uma experiência realmente boa. Eu me entrego a ela, por mais que aquilo parecesse errado, era o que eu queria. Suas mãos trabalharam bem melhor e ela me fez gritar somente com a língua como havia dito. Depois de retribuir seus favores, nos deitamos na minha cama e ela ficou um bom tempo me encarando.
- então como foi? – ela me pergunta.
- completamente diferente do que eu imaginava. – eu digo e ela sorri.
- diferente bom ou ruim?
- bom. – eu digo e ela sorri mais ainda.
- é uma pena que eu tenha que ir para a prisão. – ela diz e eu sorrio. Ela se levanta e começa a colocar a roupa. Depois de vestida ela se senta na cama ao meu lado.
- obrigada por tudo. – ela pega na minha mão e sorri para mim. – você cuidou de mim como ninguém nunca cuidou.
- não foi nada. – ficamos em silencio. Ela se aproxima e me dá um beijo bem demorado.
- eu preciso ir o julgamento é amanha bem cedo, preciso estar bem linda, quem sabe o juiz reduza minha pena? – ela diz e eu balanço a cabeça sorrindo, ela não tinha jeito mesmo.
- nos vemos no tribunal. – eu digo e ela sorri tristemente se levantando e indo embora.
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