Mission ward off evil
1 A cidade dos Degreens
Notas iniciais

1 — A cidade dos Degreens
Oi mim chamo Harumi Matsumura, mais meu apelido é Haru, moro em Strawberry field que se destaca por sua grande plantação de morangos, estava na época de inverno por isso estava saindo de casa cheia de capotes e ainda na porta podia escutar minha mãe gritar:
Querida tem certeza que não esqueceu de nada?!
Então a respondia: Sim mãe!, E fechava a porta indo passear pela cidade, quando de repente via uma moça de cabelos brancos caindo no chão, ela veio de lá de cima das nuvens, mais como se nem paraquedas ela usava? Fui correndo em sua direção.
– Moça você está bem? — falava com a menina caída no chão.
Ela levantava de uma vez só.
– Olá! Sim estou ótima! — ela não tinha nenhum arranhão em seu rosto e parecia está muito animada — Mim desculpe não posso demorar muito nesse mundo, sabe? Conhece uma moça chamada Harumi Matsumura?
Mais como ela não tinha se arranhado se havia tido uma queda de aproximadamente 5 metros?
– Na verdade foi 10 metros — ela sorria — mais você conhece?
– S-sim, eu sou a Harumi Matsumura — falei estranhando tudo que havia acontecido — Você leu minha mente?!
– Se tivesse mim dito antes poderíamos está longe agora — ela dizia agora com um sorriso no rosto — Não é muito difícil saber o que está pensando, você vai entender daqui a pouco.
E sem eu pôde reagir ela mim puxou pelo braço e criou uma espécie de asa em suas costas e saiu voando em direção as nuvens. Não entendi se deveria ficar feliz por está voando como sempre tive vontade ou ficar com medo por está naquela altura sendo que poderia cair a qualquer hora então fiquei quieta. Por causa das nuvens vindo em meu rosto (por causa da velocidade) tive que mim balançar um pouco tentando mudar meu rosto de direção então ela largou meu braço.
– Aaaaaaaaaaaaaaah!! — gritava.
Será que ali seria a minha morte? Estava caindo sem parar até ser puxada pelo braço novamente e começar a subir mais rápido.
– Não faça mais isso! — ela falava um pouco chateada — Não vou está aqui para te salvar sempre.
Fiquei quieta por um tempo mais não pude conter minha curiosidade por muito tempo.
– Você é um anjo? — falava.
– Não ao exato — ela dizia um pouco preocupada — mais adoraria conseguir ser um, vai entender daqui a pouco quando te deixar no reino do Mestre.
– M-mestre?
– Sim, todas suas dúvidas serão tiradas daqui á alguns minutos.
Avistava uma linda cidade acima das nuvens e agora ela ia em direção uma floresta negra.
– Não se assuste — ela dizia — vai adorar chegar lá, é tudo tão encantador, e eu mim chamo Kaori Mochizuki.
– P-prazer!
***
Acordava em um quarto com paredes mergulhadas em ouro e diamantes, devia está sonhando então dei um beliscão em meu próprio braço.
– Ai!
– Humanos sempre estranhos — escutava a voz de Kaori que não saía de minha mente.
Estava abrindo meus olhos bem devagar e então abrir por completo e pude enxergá-la.
– Puxa você demorou para acordar — ela acabou deixando um sorriso em seu rosto.
– O-onde estamos Kaori? — falei assustada — O que está acontecendo comigo?
– Eu disse que tiraria muitas dúvidas sobre o que está acontecendo e vai pôde agora o mestre lhe chamará logo.
Chegou um robô coberto de ouros falando: O mestro a chama Senhorita Harumi, depois disso ele e Kaori mim levaram até a porta da sala onde se encontrava o Mestre.
– Boa sorte Haru — ela mim abraçava rapidamente antes de entrar.
– Muito obrigada... — falava retribuindo o abraço.
Logo a menina mim soltava e eu abria a porta e entrava na sala.
– L-licença Sr.
– Pode entrar — ele dizia — bom fale o que quer que te responda.
Engoli em seco e mim aproximei dele falando: Gostaria de saber porque estou aqui.
– Seu pai era desse mundo, o nosso mais fiel guarda, um dia sua mãe a humana chegou nesse reino através de pesquisas e acabaram se apaixonando depois de alguns dias o Sr. Matsumura chegara pedindo demissão e permissão para ir embora desse mundo e mim pediu para ser humano, tentei evitar mais ele mim contou que sua mãe estava grávida e ele era o pai, ele disse que tinha necessidade de criar você entre os humanos, ele disse que não queria que você se misturasse com gente que nem nós — ele parou por um instante — está entendendo tudo Harumi?
– S-sim — falei suspirando.
– Bom não pude dar permissão para ele nos abandonar assim tão rápido por isso não deixamos ele sair e não dei a permissão e mesmo que ele tentasse não iria conseguir sair já que se ele tentasse tomaria um choque, foi o melhor que pude fazer naquele tempo então sua mãe falou: Liberte — o dessa prisão e em troca quando minha filha crescer permitirei que venha e fique entre vocês, mais poderá nos visitar sempre que quiser, então permiti o seu pedido e os deixei partir e por isso tem que se acostumar ficar entre nós garota — o mestre foi interrompido por mim.
– E-ela mim trocou... — suspirava e chorava baixinho — Acho que houve algum engano senhor.
– Ela não queria te deixar e eu queria que ficasse na companhia dela, mais existem outro magos e reis por isso não tenho muita autoridade sobre todos os Degreens e não poderei deixá — la partir. Agora vá passear e conhecer o lugar menina... ainda tem muito para aprender.
Sai da sala em silêncio, onde encontrei Kaori.
– Já sabia disso não é? — falei olhando a menina.
– Infelizmente sim, não pude contá — la porque... — ela foi interrompida.
– T-tudo bem — suspirei — iria ter que saber...
– Haru sua mãe sofreu todos esses anos pensando que iria te entregar — ela dizia — por favor a perdoe.
– Tudo bem... — falava agora um pouco mais tranquila — pode mim levar para conhecer o lugar?
– Que tal tomarmos sorvete pela praça? — ela dizia empolgada.
– Bom... — falei — acho que seria ótimo!
Saímos correndo feito loucas e eu sempre seguindo a maior pelo fato de não conhecer nem um pouco da cidade... Parei ao escutar meu celular tocando no bolso.
– Kaori — falei — tenho que atender o celular.
– Te espero sentada nesse banco — ela dizia um pouco distante de mim.
Então atendia o celular.
– Alô?
– Onde você está querida? Tem muito tempo que não voltou... — dizia minha mãe no telefonema.
– Estou pagando o preço da liberdade do papai — falei um pouco triste mais já tinha entendido o lado dela.
– F-filha mim perdoe... — ela dizia.
– Tudo bem mamãe... — falei — Venha mim visitar qualquer hora para conversarmos melhor.
– Ok — ela disse — tenho que desligar seu pai está chegando e ele não sabe de nada disso.
– Ok.
Desliguei o celular e fui falar com Kaori.
– Então... vamos? — perguntei.
– Sim — ela falou — está pronta para perder de mim nessa corrida?
– Nem um pouco.
Saímos correndo novamente mais dessa vez ela foi voando comprar sorvetes que ficava bem longe enquanto eu ia correndo para a praça que ela mim explicou direitinho como chegar, pelo fato de está correndo tropecei em uma pedra e assim caí de cara no chão.
– Ai! — falei.
– Você está bem? — falava um garoto desconhecido.
Sim — sorria.
Ele mim ajudava a levantar.
– Obrigado... — falava — Posso saber seu nome?
– Nada — ele sorria — meu nome é Makoto Nishiyama... e você é a e-escolhida!
– Harumi Matsumura — sorria — é o meu nome e sim... acho que sou mesmo.
– Puxa mim perdoe pelos modos Haru juro que não irá repetir — ele falou.
– Relaxa não precisa ficar assim perto de mim — falava o olhando.
– Você não deve saber... — ele disse — vamos mudar de assunto...
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