Missão

7 sétimo capitulo. Perguntas e respostas


Notas iniciais
esse é para todos aqueles que esperaram mais, está ai...

Pov. Isabel

Sempre pensei que o mini – Voldy seria na cara Voldemort, doce encano. Riddle não tinha uma cara de cobra nem dois buracos em vez do nariz, muito pelo contrario, seu rosto era harmonioso, e com olhos castanhos.

Depois do nosso dissentimento no dormitório, procurei não o incomodar mais. Tentei de quase toda a maneira ser cordial com o futuro assassino. Pelo que eu saiba a morta-que-geme já avia virado presunto.

–pode me passar as folhas de salva?- perguntou Tom.

–oque?

–as folhas de salva. – disse com raiva, as entreguei.

Ele estava mexendo uma poção, cujo nome eu não prestei atenção.

–quer que te ajude?- questionei.

–não. — respondeu ríspido.

Mais uma coisa sobre o mini- Voldy, ele é mandão.

O professor caminhava pela sala jugando a melhor poção, assim como seu sucessor Snaper fazia. Em algumas mesas elogiava, em outras apenas balançava a cabeça. Olhei com atenção no livro, ali dizia que a poção teria que ter a cor azul claro. Mas a do caldeirão estava rosa choque.

–acho que tem algo errado com a sua poção.

–não tem nada errado com ela, — respondeu- só precisa de mais cinco minutos.

Virei calmamente para trás, o professor estava apenas a duas carteiras de nos.

–não vamos ter cinco minutos- disse- anda, deixe comigo. — então puxei o caldeirão.

–o que você esta fazendo?

Disfarçadamente coloquei pó de pedras antigas, e a poção se tornou azul translucido.

– Riddle!- falou animadamente o professor. — vejam e aprendam, mais uma vez o senhor Riddle consegui. Mas quem sabe a sua parceira tenha contribuído.

– Ho não! Ele foi o culpado. — menti.

–vinte e cinco pontos para a sonserina, e mais vinte e cinco para a lufa-lufa.

Tom não se aguentava de orgulho. Assim que o toque do termino da aula suou, todos saíram apresados.

– você é a senhorita Living?- perguntou o professor.

–sim, sou eu.

– tenho um grupo de alunos especiais, que gosto de manter por perto- fez uma pausa. –quer participar?

–adoraria.

–ótimo, a próxima reunião é hoje à noite. Não se preocupe, não é nada muito chique.

Mas na hora que eu já estava saindo, ouvi-o falar.

–aquilo que colocou na poção era pó do que?

Olhei fingindo não saber do que se tratava.

–ora vamos, não vou revocar os pontos que dei a sua casa. Pode falar, estou curioso.

–era pó de pedra antiga. — falei disfarçadamente.

–garota esperta!- exclamou.

***

–você esta linda!- exclamou Heloisa.

–não acha exagerado?

–claro que não, o a cor combina com os seus olhos.

O vestido tinha uma cor de azul pálido, e vinha ate nos joelhos, o tecido era simples, e o corte me fazia lembrar as roupas da minha avó.

–não sei, o professor disse que não era nada chique.

– mas isso é simples!- fez uma pausa- vamos?

Descemos as escadas com cuidado.

Quando chegamos à sala, podemos ver o quanto o professor era cuidadoso com a escolha, dos alunos. Avia o capitão do time da corvinal, um ou dois grifinorios, e muitos sonserinos. E assim que o anfitrião nos viu, fez questão de ficar por perto. Em certo momento do coquetel ele pronunciou.

–O jantar esta servido!

Eu já estava começando a provar a torta de sorvete, quando o professor começou a conversar com os alunos.

– Heloisa Shather?

–sim professor- respondeu Heloisa

–oque os seus pais fazem?

–eles são protetores de dragões, — explicou.

– interessante. E em que lugar estão?

– na Transilvânia, em uma colônia ambiental.

Então se virou para Draco.

–e os seus?

–meu pai foi cuidar de negócios no sul da Irlanda, e a minha mãe esta em casa doente.

–sinto muito, — disse com voz sentida.

Quando a minha atenção estava toda voltada para as cerejas e o glacê da torta, ele perguntou.

– a senhorita deve ter uma ótima historia para nos contar. Não é?

–claro,- pronunciei, percebendo que todos os olhares se voltavam a mim. — tenho um monte delas.

– se me permite perguntar oque fazem seus pais?

–meu pai era um protetor de dragão, e a minha mãe uma mestra de feitiços, — fiz uma pausa, para morder um pedaço do chocolate- mas eles morreram já faz muito tempo.

O silencio se espalhou no ar, que foi rompido pela voz do professor.

–já são quase dez horas, como o tempo voa!- exclamou- não posso deixar que os meus queridos alunos, tomem advertências. Não é?

Olhou para todos nos e continuou.

–ate porque temos dois monitores na sala!- brincou.

Todos começaram a sair.

–ótima festa!- cumprimentei. — gostei muito da torta.

–obrigado!- agradeceu o professor, — Nos vemos amanha na classe.

–ate- respondi.

Sai de lá quase feliz, mas adivinhem que estava me esperando na porta.

– por que esta me ajudando?- indagou Tom.

– estava querendo ser legal. Só isso. – disse enquanto andava rumo aos dormitórios. — hoje não é o seu dia de monitorar os corredores?

–é. – respondeu. — mas também é o seu.

–serio? – falei ironicamente. –ai uma coisa que não gosto dos sonserinos, são sempre uns espertinhos!

–como sabe que somos espertinhos? Pelo que eu saiba é o seu primeiro ano em Hogwarts.

– quero dizer que... — então percebi qual era o jogo dele. — você quer me ver cair em contradição!

Ele apenas sorriu.

–então deve estar cheio de curiosidades sobre mim, — parei de andar, e continuei – Quer saber mais?

– Sim.

–mas eu também na sei nada sobre você.

–então vamos fazer um trato, você pergunta algo sobre mim, e eu pergunto algo sobre você. – Tom propôs.

–deixe me ver... Aceito!

–primeira coisa. — fez uma pausa- De que país você é?

– da Inglaterra. – respondi.

–a sua família não é da Rússia?

– uma pergunta por vez. Minha vez. Qual é a sua matéria favorita?

–runas. – ele disse, — mas também gosto de duelos. Como seus pais morreram?

–acidente de carro. Você tem família?

–não. –respondeu ríspido. — Tem algum parente vivo além dos seus tios e do seu primo?

–ninguém mais. Qual é sua cor favorita?

– verde.

–jura?- indaguei fingindo incredulidade.