Missão

23 As vantagens de ser um monitor.


Notas iniciais
Nota das autoras. Olá, quem sentiu a nossa falta? Ops, pelo jeito estão bravos. Apesar de tudo, adoramos cada comentário que nos deixam. Esse capitulo é uma introdução para o baile, e já vamos logo avisado, está perto do fim. Sem mais desculpas. Boa Leitura.

Pov. Isabel.

– esses vasos são aonde?- Jesse surgiu com o arranjo de flores.

–aonde coloco isso?- Outra monitora pergunta.

– Isabel, pode me dizer como isso funciona?- Abaxaquis indaga.

Era a monitora chefe, ou seja, a responsabilidade pelo baile era toda minha. Mas é claro que só fiquei sabendo disso quando cheguei das férias.

– fiquem calmos, — aconselhei, — vou resolver tudo.

Aquela manha foi terrível, recheada de duvidas e cola, muita cola.

– Isabel?

– já vai, — sigo até a faixa de boas vindas, Heloisa estava ali.

– oi, — sorriu, — veio dar uma mãozinha?

– e ficar toda suada e com o cabelo horrível?- brincou. – vim matar aula, e trazer um lanchinho.

Ela abre a caixa de doces, avia um pouco de tudo ali, desde feijãozinhos á chocolates trouxas.

–ótimo! Pessoal uma pausa.

_(*&¨%$#@#$%¨&*()(*&¨%$%¨&*()))))()()

Tom estava na sala do diretor, ajudando na parte cansativa e burocrática. Subi ate lá para resgatá-lo.

Nos dias que se seguiram a nossa volta das férias, algumas coisas aconteceram. Heloisa e Draco tinham terminado sem um aparente motivo, a morena o evitava como se ele fedesse; o loiro é claro ficou bem abatido, mas fazer o que se ela não queria papo. Por outro lado Tom e eu estávamos muito bem, obrigado.

Bati na porta e esperei. Quando entrei vi os dois diretores cheios de papeis mas nem um rastro do meu sonserino.

– Bom dia senhorita Living- Dumbledore me cumprimentou.

– um ótimo dia, -falo animadamente- trouxe um lanchinho.

– está procurando seu parceiro? – pegou um dos doces.

–sim, pensei que ele estava aqui.

O diretor me informou que ele avia saído algum tempo. Me desculpei e sai da sala, onde aquele maldito sonserino estava?

Não podia dizer que éramos namorados, não isso só acontece quando existe um compromisso. No nosso caso apenas estávamos juntos, mas pelo menos precisava saber onde ele estava.

O refeitório já estava todo decorado quando cheguei.

– e ai? — Heloisa aparece sorrindo.

– perfeito, ficou muito bom. – tento parecer animada.

– sua cara está péssima, — reclama, — vem, vamos encher a cara de sorvete!

A sonserina colocou duas taças sobre a mesa, a dela tinha duas camadas de cobertura e picles, -sim pepinos em conserva-.

–fala serio, isso é nojento.

– eu acho muito gostoso. – responde magoada, — deveria experimentar, é ótimo.

– eu passo. — dou a primeira colherada.

– então as coisas não estão indo muito bem?

– por onde eu começo, Tom anda mentido para mim.

– claro, garotos fazem isso o tempo todo. Vai ter que se acostumar.

A olho com curiosidade.

–você realmente está magoada, — constado, — falar com ele pode te ajudar.

– espere um pouco, não sou eu que preciso de conselhos. – se vira para mim, — esqueceu? Garota má que destroça corações- aponta para si, — rebelde sem causa, — se dirige a mim.

– é claro, esqueci. – finjo que lembro.

A morena termina a terceira taça, e eu não estava nem na metade da minha.

–vai ao baile?

– não, — morde um dos pepinos.

–deveria, merecemos um pouco de diversão. — sabia que ela não iam por causa do meu primo- tenho até um plano para você não ser reconhecida.

– não vou tomar nem uma poção polissuco, tem um gosto horrível!

–claro que não, vamos trocar de vestidos. – digo- temos o mesmo manequim.

– é uma boa ideia, — termina mais um copo.

Subimos ate meu quarto, e nem um sinal do sonserino.

!@#$%¨&*((*&¨%$#@@#$%¨&**&¨%$#@!@#$%¨&**&¨%$#@

– Boa noite, — desço as escadas.

Riddle estava com seu típico uniforme, já eram sete horas.

– olá, — ele responde.

– onde estava o dia todo? – pergunto, não conseguia mais conter a curiosidade.

–foi para Londres, — entramos no primeiro corredor.

Ele só falou isso, não me explicou o que estava fazendo.

Andamos por quase todo o colégio em silencio.

– o que foi? – paramos nos arcos de pedra. – já são quarenta minutos sem falar.

– o que você foi fazer lá? – algo ruim? Pensei.

– nada de mais, foi no cemitério. Nossa você está com aquela cara. – se aproxima, — não foi fazer nada de errado, apenas levei flores a minha mãe.

– me desculpe, — me envergonho.

– tudo bem, — ele sorri, — acho que deveria ter te levado junto, mas precisava fazer isso sozinho.

Abaixo a cabeça, me sentia estúpida.

– o que foi? Ficou chateada?

– não é justo, eu não consigo brigar com você. – brinco.

–vá por mim, ainda vou te dar muitos motivos para ficar brava.

Tom me encosta á parede, estava escuro e todos dormiam.

– existe algo em você que é ruim? –ele me pergunta, — algo não tão bonito?

–sim, normalmente quando alguém machuca quem eu gosto.

Finta me de forma demorada, seus olhos tinham um brilho apagado. Vi um fleche de todas as coisas ruis que ele já deveria ter feito.

– tem algum problema? — falo.

Com as costas escoradas pela parede nos beijamos, Riddle passeia as mãos por cima da minha roupa. Nosso amasso no corredor esquenta.

– não existe nem um problema que eu já não tenha resolvido. –sussurra ao pé do ouvido.

Quando ele falou isso, me deixou com a sessão de estar fazendo a coisas errada.

Notas finais
Nota das autoras. Hum, quais são as apostas para o fim da historia? Queremos muito o opinião de vocês. Bem já sabem, adoramos muito seus comentário.